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domingo, 7 de abril de 2013

JUROS taxa selic e INFLAÇÃO brincam de subir os preços

A inflação e a taxa selic, andam juntas. Até parece que brincando de gangorra, quando uma sobe a outra se desce, nunca estão em equilíbrio  Enquanto a taxa básica de juros utilizada como referência pela política monetária. A inflação segue o ritmo do aumento dos produtos e serviços, de acordo com o encarecimento dos insumos.

domingo, 31 de março de 2013

OS DOIS FATORES QUE AFETAM A APOSENTADORIA PRIVADA


Renato Follador

A demora em decidir penaliza, e muito, quem pensa em aderir a uma previdência privada. 
Nesta existem dois fatores fundamentais: tempo e dinheiro. Quanto mais se tem um, menos se precisa do outro.



Significa que, para a mesma aposentadoria a partir da mesma idade, quem começa a contribuir antes contribui com menos. Além da contribuição mensal ser menor- porque a pessoa terá mais anos para contribuir-, há, ainda, os juros da rentabilidade mensal, que quem começa mais tarde perde. Por tudo isso a contribuição deste último fica mais salgada.



Exemplo: quem decide fazer um plano aos 25 anos para se aposentar com R$ 3.000,00 aos 65 anos precisa contribuir com R$ 275,00 mensais. Já quem começa a contribuir aos 35 anos para a mesma aposentadoria na mesma idade, vai precisar de R$ 550,00 mensais. O dobro.



Importante: considerei 6% de rentabilidade real anual. Simular com mais que isso é decepção certa.



Uma dica valiosa: não basta fazer o plano e esquecer. Acompanhe a rentabilidade. Se num período de 3 anos ela for sempre menor que a esperada, peça a portabilidade para outro plano. O imposto é zero.



Outra coisa: para conseguir 6% de rentabilidade real a carteira tem que ter fundo de ações. Se você me disser que a Bolsa caiu muito, ela é cíclica, e até por isso é hora de investir.




quinta-feira, 7 de outubro de 2010

CÂMBIO

Recentemente, uma declaração de um ministro brasileiro teve repercussão mundial, sendo citada na impressa internacional. O assunto foi chamado pelo ministro de “guerra cambial”.

O ministro usou a expressão para caracterizar alegoricamente o expediente utilizado por alguns países que estão desvalorizando a própria moeda, com o intuito de competir no mercado de exportação com produtos mais baratos.


1. Ref. a câmbio (política cambial)

2. Ref. a títulos de crédito, esp. a letras de câmbio, ou à cobrança dos valores que representam (ação [jurídica] cambial)

s2g.

3. Econ. Letra de câmbio, ou qualquer documento (título de crédito) que vale como promessa ou ordem de pagamento em dinheiro

[Pl.: -ais.]

[F.: câmbio + -al1.]

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O CONSUMIDOR QUE NÃO INVESTE

Texto de: Gustavo Cerbasi
As primeiras dicas de investimento que recebemos normalmente vêm de alguém que se auto-intitula “conservador nos investimentos”, ou então “investidor à moda antiga”. Esses são nomes dados àquele que construiu riqueza como todos faziam no século passado: comprando terras e imóveis.
Na verdade, muitos daqueles que têm em seus imóveis uma fonte de renda construíram essa riqueza sem saber que o faziam. O planejamento nunca fez parte da vida do brasileiro, afinal nossa moeda mudou de nome e valor várias vezes na história. Não tínhamos valores, mas sim propriedades. De repente, aqueles que acumularam terras se vêem com um belo patrimônio e sugerem que seus filhos façam o mesmo – parece fácil, visto do ângulo final.
Porém, o conservador não reconhece que ele pouco conhece de investimentos e não tolera riscos. Também não confessa que não sabia, ao longo da vida, que chegaria a tanto. O conservador, na verdade, não é investidor, mas sim um acumulador, um poupador. Quando diz que prefere “a boa e velha Caderneta de Poupança”, ou “nada como a solidez do dólar”, ou que “quem casa, quer casa”, ele está reforçando antigos maus hábitos de quem não sabe construir riqueza com qualidade.
Em uma economia crescente e com perspectivas positivas como a brasileira neste início de milênio, investidor conservador é aquele que investe pouco em negócios, negociações e ações, e não aquele que nada investe nos ativos que acompanham tendências. Estacionar seu dinheiro totalmente em imóveis para renda, moeda estrangeira e renda fixa não é investir de maneira conservadora, mas sim aposentar-se como investidor.
Não esqueça que táticas que funcionaram no passado podem não continuar funcionando no futuro. Os investimentos se esgotam com o tempo – e isso vale, inclusive, para as ações: raríssimos papéis serão um ótimo negócio ao longo de décadas. Ouça o que o conservador tem a dizer, apenas como um exercício de reflexão – pode ser que o motivo da repulsa dele pelo investimento que você escolheu seja um bom tema para sua pesquisa pessoal, enquanto estuda para amadurecer seus investimentos.


quarta-feira, 31 de março de 2010

FUNDOS DE INVESTIMENTOS QUE APARECEM MAIS NA MÍDIA TEM PIOR DESEMPENHO

Sabe que foi realizada uma pesquisa (um estudo) pelo Boston College e foi verificado que os Fundos de Investimentos que aparecem mais na mídia tem um desempenho pior - essa pesquisa refere-se mais ao mercado americano. Os Fundos Investimentos que mais aparecem mais na mídia e que tem performance menor, menos rendimentos, tem um retorno menor, possuem um performance em média de 3,5% ao ano, menor do que os outros, quais ninguém conhece, ou melhor, que quase ninguém conhece; os que aparecem menos na lista, que são menos exibidos. Muita mídia, menos rendimentos. Muito investimento e muita divulgação e pouco em gestão.
A cobertura da mídia tende a induzir o investidor à aplicar num determinado fundo, então ele aparece muito na mídia, nos jornais, nas revistas, na televisão - e aí as pessoas procuram aqueles fundos pra investir e com isso eles tem uma captação maior e quando o investidor faz a captação ele é obrigado a comprar ativos do fundo, porque esta entrando dinheiro no fundo, afinal o fundo é isso você coloca dinheiro no fundo para o gestor fazer as aplicações pra você e quando o fundo começa a ficar muito grande ele passa a ter menos agilidade.
Fundos que tem a pior performance investem mais em acessória de impressa para aparecer mais nos jornais.
Alguns fundos chegam num determinado tamanho e eles fecham para captação, eles não permitem a entrada de novos cotistas, justamente porque acaba não tendo muito mercado para operar.
O caso é tem fundos muito bons em que realmente não aparecem na mídia, fundos que possuem uma rentabilidade muito boa e que nunca aparece na mídia.
Uma coisa que também pode ocorrer é que no momento em que o fundo cresceu muito o incentivo para gestor (a pessoa que você contrata para fazer as aplicações para você) fica distorcido - porque além de pagar a taxa de administração ainda há a taxa de performance (que é o que o gestor dá acima de determinados índices), então quando ele consegue bater os índices você paga um percentual que é essa taxa de performance, então quando o fundo fica muito grande, como a taxa de administração é cobrada sobre o patrimônio do fundo é o que ocorre elevação das deduções dos rendimentos dos fundos de investimentos muito divulgados na mídia.

terça-feira, 23 de março de 2010

DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA CHINESA DESEQUILIBRA O COMÉRCIO MUNDIAL

Fazendo uma análise da economia mundial, no mês de fevereiro agora, deste ano 2010, quando a economia mundial tem uma recuperação lenta na maior parte dos países, especialmente os países desenvolvidos; as exportações chinesas revelaram um crescimento de 46% para o mundo todo, enquanto nenhum país esta conseguindo crescimento à este nível. O Brasil, por exemplo teve crescimento, mais foi menor do que o crescimento chinês, o Brasil é um país alías que esta bem no processo de recuperação, apesar de ter um avanço das exportações muito menor do que este, além disso o Brasil tem mais importações, o que não é o caso da China. Nos Estados Unidos por exemplo o déficit do comércio externo foi de US$ 37 000 000 000 (trinta e sete bilhões) no mês de janeiro, sendo que US$ 12 000 000 000 (doze bilhões) com o resto do mundo e US$ 18 000 000 000 (dezoito bilhões) com a China, o resto sendo petroléo - então doze bilhões com o resto do mundo e dezoite bilhões com a China.
Então começa, que diversos países começam a reclamar que a moeda chinesa esta desvalorizada artificialmente, o que reduz muito o preço dos produtos chineses de exportação, que podem ter algumas vantagens fornecidas pelo governo. O resultado é que agora a pressão sobre a China aumentou muito, quer dizer que a moeda chinesa esta desvalorizada não é de hoje, mas ocorre que a partir de 2005, eles iniciaram o processo de valorização de sua moeda, tudo com um acordo com os Estados Unidos e quando veio a crise, eles pararam, e mantiveram a moeda bem desvalorizada para sair da crise. Esse fato da moeda da China estar muito desvalorizada e o fato da China ter uma presença muito grande no comércio mundial desequílibra o comércio mundial em todos os países, esse é o ponto principal da questão - e com isso começa uma bronca geral, quer dizer, aquela bronca que era disfarçada, agora ela se torna explícita e direta. "Um dos grandes desequílibrios mundiais é que a moeda da China, esta muito desvalorizada". A situação para China começa apertar na medida que a China se torna esse gigante do comércio externo, pois a pressão é muito forte, ou seja, os chineses vão ter que se esforçarem para valorizarem a moeda deles em algum momento, de algum modo e com algum tipo de acordo internacional, porque se não fizerem isso, muitos países vão começar à aplicar restrições aos produtos chineses. E se os chineses valorizarem a sua moedas, os produtos chineses no mundo inteiro ficam mais caros, os consumidores do mundo inteiro vão acabar pagando mais caro pelos produtos chineses, ou seja, vai ser preciso aí, uma administração de política internacional de comércio, bem delicada para resolver essa questão.





quinta-feira, 18 de março de 2010

EMPRESAS DEVERIAM ORIENTAR SEUS FUNCIONÁRIOS NO QUE DIZ RESPEITO AQUISIÇÃO DE PRODUTOS COMO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, COMO: VGBL E PGBL


Para quem esta interessado em fazer a previdência privada é interessante, algo novo, mas a pessoa tem que saber comprar. Se R$ 50,00 que é o que ela tem, é muito dinheiro, é o que sobra de sua renda para aplicar, é o dinheiro que a pessoa tem para acumular; e ao longo do tempo você vai enriquecer, quer dizer, você aumentar a sua renda com essa quantia, sim e principalmente se você tiver muito tempo de aplicação em PGBL ou VGBL, se você tiver menos de 10 anos de aplicação a tributação vai ser muito pesada, então você tem que avaliar o seu posicionamento, cada caso é um caso - o caso é que não importa qual seja a sua idade, se você tem 30, 40, 50 anos.
Nas situações do PGBL e VGBL, você tem que prestar atenção na idade quando tiver às versperas da aposentadoria.
Então qual o melhor caminho para você que tem R$ 50,00, R$ 60,00, R$ 80,00 e que aplicar em Previdência Privada, o melhor caminho para comprar esse tipo de produto, na verdade e infeslimente não é na agência bancária, porque na agência: 1º) porque você tem que fazer um dever de caso enorme, 2º) você não irá obter as informações corretas lá na agência. Então o melhor caminho para se adquir Fundos de Previdência Privada é atráves do RH das Empresas, o RH das empresas vai ajudar muito à você fazer esse tipo de aplicação, de uma forma bem feita. Porquê? Porque ele vai negociar o custo da aplicação pra você, toda empresa tem RH, mas nas pequenas e médias empresas você vai e negócia pela empresa, vai ter uma área da empresa que vai ter que negociar essa parte que se refere a Previdência Privada, mesmo empresas pequenas. Então ao invez da pessoa ir sozinho na agência bancária, ela vai em grupo, ela vai acompanhado de representação da empresa. Se você trabalha numa empresa que tem Recursos Humanos, o caminho é o Recursos Humanos, alías esse é um papel importantíssimo para área de Recursos Humanos atualmente que é cuidar da aposentadoria das pessoas, ajudar (orientar), facilitar o caminho.

TRABALHADORES JÁ PODEM USAR O FGTS EM CONSÓRCIO

O FGTS já poderá ser usado para pagar prestações ou mesmo liquidar dívidas de consórcios imobiliários. Antes disso a Caixa Econômica Federal permitia o uso do FGTS, apenas para complementar a carta de crédito já adquirida ou para efetuar lances. Com as novas regras, o interessado que já tiver sido contenplado pelo consórcio pode procurar as empresas administradores a partir de 18/03/2010.
Isso somente para quem possue consórcios da Caixa Econômica que devem procurar a agências, se for outra administradora que não seja da Caixa, o trabalhador deve procurar o banco da administradora do seu consórcio.

sábado, 13 de março de 2010

ETF: COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTOS QUE É NEGOCIADA NA BOLSA

O que é um ETF?


ETF é a cota de um fundo de investimento que é negociada na bolsa, como se fosse uma ação. ETF é a abreviação de Exchange Trade Fund, que é uma unidade negociável na Bolsa de Valores como se fosse uma ação, mas que reune um número variável de ações. Cada ETF se propõe a representar determinado índice de ações ou um segmento setorial de ações, ou ainda ações de determinados países. Há ainda os ETF Ultra short que operam com venda de grupos de ações à descoberto e se benificiam dos períodos de queda das cotações das ações, já que as ações serão cobertas pela compra posterior à venda, estando elas a preços mais baixos.
Existem ainda ETFs que representam letra do tesouro, títulos hipotecários, bônus de empresas e mesmo commodities isoladas como ouro e petróleo.
Todos estes instrumentos são lastreados em títulos que visam dar rentabilidade igual aos objetivos anunciados.
O ETF é estruturado no momento da demanda e desfeito com sua venda. A montagem e desmontagem é feita por instituições financeiras gestoras deste tipo de produto.
Os ETFs pagam dividendos ou juros, conforme seus componentes enquanto estão na posse do investidor. A forma mais comum de utilizar o ETF é a de aposta na valorização dos papeis que os compõem, para vendêlo por um preço superior ao da compra. O PIBB (Papéis Índice Brasil Bovespa) é um ETF; inclusive o PIBB era um fundo fechando inicialmente que foi feita a abertura de cotas dele em determinado e que, ser vendido e depois fechou e então passou a ser negociado somente nana bolsa na BMS Bovespa. E hoje se você quiser investir nesse fundo que reaplica a carteira do IBX, você tem que comprar cotas dele na bolsa, não pode investir no fundo diretamente, exatamente como você faz quando é para comprar uma ação em que você vai no home broker e contrata uma corretora e faz a compra da cota e vende sem liquídez, diária, só que invez de você comprar uma carteira de ações, você esta comprando uma carteira de ações.
Esse é um mercado já ativo no exterior e aqui no Brasil já começa aparecer, surgir alguns ETFs, desde 2008 mercado que esta crescendo continuamente. Interessante ressaltar que toda ação comprada na Bovespa tem um nome de batizado que é negociado na bolsa e o ETF. É muito interessante para quem tem pouco dinheiro para investir. Um tipo de fundo que é muito competitivo para a pessoa física e muito atraente também e que a participação dele tende a crescer no mercado brasileiro.
Então a idéia é comprar cotas, quer dizer invez de você comprar uma ação você compra uma cota de fundo de ações, aí é como se tivesse comprando várias ações; quer dizer você vende enquanto ação instântanea, ele é negociado e cotado, enquanto ação instântanea, diferentemente dos fundos tradicionais em que você aplica com a cota do dia seguinte e resgata com a cota anterior, enfim que tem um processo mais lento.

sexta-feira, 12 de março de 2010

PIBB-11 (PAPÉIS ÍNDICE BRASIL BOVESPA)



O PIBB-11 é o primeiro fundo que começa a ficar disponível no Brasil e barato; um fundo que negocia cotas em bolsa de valores, um veículo de investimentos bom e barato, tem outros semelhantes ao PIBB-11.
Então para você investir nesse fundo, não há a necessidade de ir lá com o seu gestor e comprar uma cota, diferente dos outros fundos; você compra a cota é na bolsa, pois as cotas dos fundos são negociadas na bolsa.
Para investir no PIBB-11, você investe dá mesma forma que faria, se fosse investir em ações, também é preciso ir lá na Corretora e se cadastrar e faz a compra desses papéis e a diferença é que ao invez de você comprar uma ação, você compra uma carteira de ações porque esses fundos respresentam essa carteira de ações, a cota representa a carteira de ações, é competitivo e o custo dele, a taxa dele não é tão alta, então vale a pena avaliar esse veículo e ele tende a ficar cada vez mais popular na bolsa de valores brasileira.
Interessante destacar é que sempre os fundos seguem algum índice e no caso do PIBB-11 é o Índice Brasil BRX. Então realmente vale apena analisar esses fundos.

quinta-feira, 11 de março de 2010

COMO INVESTIR EM AÇÕES?

A primeira idéia que vem em mente na cabeça do investidor é que ele mesmo monte sua carteira de ações. Para fazer essa idéia que venham dar melhores oportunidades de dar certo, é preciso montar um plano de trabalho, e estabelecer uma disciplina de atuação no mercado de ações.

CONHEÇA O MERCADO NÃO CONHECE, O MERCADO DE AÇÕES É UM TERRENO MINADO (DÊ RISCO)
Existem variáveis independentes, e variáveis sujeitos a eventos de todas natureza. Esta é a informação fundamentalista básica para conhecer o mercado do qual deseja participar.

CONHEÇA-SE BEM E ANÁLISE A SI PRÓPRIO

Avalie o seu grau de controle emocional, independência mental, influências externas. Você deve ser rigoroso no planejamento e ter capacidade de cumprir com o planejado.

COMECE COM UMA RENDA DISCRICIONÁRIA

Evite empenhar (colocar) as economias familiares em risco, já de cara. E esteja preparado para uma hipotése de perde dinheiro.

COMECE COM POUCO

Faça operações fictícias, use pequenas quantias.

ENTRE EM MERCADOS MAIS ESTAVÉIS

Anote o que aprendeu. Discuta os seus progressos.

NÃO SE COMPROMETA DEMAIS

Mantenha dinheiro vivo em sua conta de investimentos.

APROVEITE DINHEIRO VIVO PARA COMPRAR BOAS OPORTUNIDADES

Evite liquidar posições fora de hora por falta de dinheiro.

ESQUEÇA A ESPERANÇA

Não sonhe com altas quantias, só porque isso será bom para você. Pois o mercado, é o que é, não o que você quer que ele seja.

ACOMPANHE O MERCADO

Um dia de baixa não deve estragar a sua estratégia.

MUITO CUIDADO QUANDO MUDAR DE OPINIÃO

Trabalhe com uma idéia básica. Aguarde a melhora hora pra executá-la.

SE VOCÊ COM DINHEIRO E SEM IDÉIA, FIQUE DE FORA

Pausas fazem você se distanciar mais. O observador mais distante vê mais coisas, com menos detalhes.

TIRE FÉRIAS DOS NEGÓCIOS

Aproxime-se quando quiser ver os detalhes.

FIQUE NA SUA, EXAGERE: SEJA DO CONTRA! NÃO VÁ ATRÁS DA MASSA

A tendência da massa é errar. Se a idéia é tão popular que a massa vai atrás dela, reveja a sua idéia...

EVITE ORDENS A MERCADO

Limite as suas ordens com cuidado. Só use ordens a mercado quando precisar de cumprimento imediato.

NÃO AUMENTE POSIÇÕES PERDEDORAS

Cuidado com as técnicas de fazer preço médio. Não trave prejuízo. Assuma que errou, liquide a posição e tente ganhar em outra posição.

TRABALHE COM ORDENS DE "STOP" (A HORA DE PARAR)

Pare se perder nas posições ruins. Se a oferta acabou, e o mercado revertou, saia dele com ordens stop.

ESTENDA OS SEUS LUCROS

Ordens STOP são para posições perdedoras. Não limite seus ganhos nas posições lucrativas. Ponha de lado a idéia de lucro sastifatório.

SEJA IMPACIENTE COM AS PERDAS

Não passe mais de dois dias em posições perdedoras. Não passe o fim de semana perdendo dinheiro.

EVITE OS ESTREMOS DOS PREÇOS

Topos e fundos são posições vulneráveis. Deixe o mercado identificar as tendências antes.


TUDO QUE SOBRE DESCE

Preços muito altos pesam demais. Eles podem cair, isso é uma lógica do mercado, pesou demais, caem, só porque pesaram demais.


VENDA RÁPIDO

As baixas costumas ser mais rápidas que as altas. Nas baixas, procure saia rápido.


CONHEÇA OS FUNDAMENTOS, MAS AVALIE OS GRÁFICOS

Conheça gráficos e tendências. E observe as formações de reversões e consolidações.

MENOS PROTECIONISMO, MAIS RÁPIDA A RECUPERAÇÃO

Só o Livre Comércio pode vencer a Crise Econômica Mundial. E para superar/vencer esses problemas. É aplicar esforços e demonstrar interesse e disposição pra eliminar barreiras vinculadas ao PROTECIONISMO INTERNACIONAL.

terça-feira, 9 de março de 2010

APLICAÇÕES EM BOLSA PRECISAM SER RENTÁVEIS TAMBÉM NO CURTO PRAZO

Há um cliché no mercado, que diz que as aplicações em Bolsa de Valores é para o longo prazo, porém na prática não bem assim. Pois aplicações em Bolsa de Valores deve ser rentáveis no curto prazo também, se não o investidor desanima e desiste. Só que prever consistentemente o comportamento das ações das aplicações no curto prazo é uma missão impossível e qualquer erro significa dinheiro perdido.
Então, como resolver esse dilema? A sugestão é: duas diferentes carteiras de ações, sendo que a primeira carteira de ação, mais conservadora com objetivo de longo prazo, ou seja, você vai começar somente a desmontar essa carteira quando estiver próximo da aposentadoria, com o porém de que você não deve mexer em nada por pior que seja a crise que chegue ao mercado, essa aplicação então pode ser feito por fundos de ações, desde que eles cobrem baixa taxa de administração, como por exemplo o PIBB [Papéis Índice Brasil Bovespa] que diariamente é negociado na Bovespa com o código PIBB-11, ele é o fundo de ações mais barato do mundo. Ao mesmo tempo você também pode montar uma carteira de ações com objetivos de curto prazo - essa já vai ser bem mais especulativa, você comprar bastante então, nos momentos de otimismo e pode zerar tudo nos momentos de péssimismo. Quanto investir em cada uma dessas carteiras? O ideal seria manter pelo menos 50% do seu capital da Bolsa, na carteira mais conservadora. Já a carteira especulativa, ela acaba lhe dando mais trabalho e ainda pode render menos do que a carteira conservadora. Com essa sugestão é possível retirar o melhor do Mercado de Ações. Primeiro os comprovados rendimentos de longo prazo da carteira conservadora e para quem gosta, vai ter muitas emoções através da carteira especulativa.

GESTÃO DE INVESTIMENTOS: PRIVATIZAÇÕES x NACIONALIZAÇÃO

Privatizações, de forma geral, tem-se como objetivos básicos a busca de um aumento da competitividade e eficiência interna, e na expectativa de que as forças de mercado podem promover este aumento de competitividade, de forma ainda melhor do que se ficar sobre o controle do Estado. Além disso, espera-se que com a maior competitividade interna também gere maior competitividade externa dos produtos.

As privatizações trazem, como decorrência direta, a democratização da propriedade. A transferência de ativos do setor público para o setor privado e dá as pessoas a oportunidade de se tornarem propietárias dos bens e das ações das companhias privatizadas. Portanto, as privatizações estimulam a formação de poupança, aumentando consequentemente também a liberdade e independência das pessoas. Ao estabelecer um novo conjunto de proprietários, gera-se uma série de importante efeitos positivos sobre as atitudes, de maneira geral. Há uma tendência para se romper a divisão entre PROPRIETÁRIOS e ASSALARIADOS que têm maior segurança e MAIORES OPORTUNIDADES de gerar riqueza para si mesmo e para o país.
As privatizações também traz benefícios para o nível de empregos na economia, além da política de transferência de empresas governamentais para o setor público, o esforço das privatizações também envolve estímulos diretos à atividade empresarial, contratando-se serviços no setor privado sempre que seus custos forem competitivos. A contratação externa implica serviços mais especializados e práticas de trabalho e de utilização de mão-de-obra mais flexíveis. Com isso, a eficiência e o padrão de serviços no setor público tendem a elevar-se. A contratação externa pode economizar muitos recursos dos contribuintes. Espera-se, portanto, que cada empresa governamental contrate serviços externos quando isso for eficiente. Os resultados até agora são altamente encorajadores. Mas o processo encontra-se no ínicio e muito ainda pode ser feito neste sentido.

NOTA:
PRIVATIZAÇÃO: Privatização ou Desestatização é o processo de venda de uma empresa ou instituição do setor público que integra como patrimônio do Estado para o setor privado, geralmente por meio de leilões públicos. No Brasil, o processo de Desestatização consistiu principalmente em tornar o Estado um sócio minoritário, pois grande parte das empresas já eram de capital aberto e negociadas em bolsa de valores e o Estado Brasileiro, através do BNDES, continuou como sócio minoritário.
NACIONALIZAÇÃO: Nacionalização ou Estatização é o termo dado ao estabelecimento de monopólio estatal sobre a exploração de determinado recurso natural, ou à aquisição, eventualmente compulsória, pelo Estado, de uma empresa privada, de modo que passe a ser de propriedade pública.
A estatização pode ser uma política de Estado, voltada a um aumento notável da participação do setor público na economia.

domingo, 7 de março de 2010

CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRAS: GOVERNO NÃO QUER GASTAR DINHEIRO DO FGTS



Em meio a rumeros do governo sobre a possibilidade de liberação do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço, o FGTS, para comprar ações da empresa estatal brasileira, a Petrobras, podendo comprar até 30% sobre o que tem no Fundo de Garantia, o governo se vê diante de um dilema.
Os atuais acionistas da Petrobras que compraram ações com o dinheiro do FGTS no passado, vão continuar podendo utilizar do dinheiro do FGTS. Essa foi a regra aprovada pela a Câmera dos Deputados, aprovada no dia 03/03/2010 - o governo era contra essa proposta, porque só queria utilizar o dinheiro do FGTS para saneamento e habitação, mas desistiu de ir adiante contra a sua vontade, porque formou-se uma maioria na Câmera dos Deputados, a favor da utilização do Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço para a compra de ações da Petrobras. Na última capitalização da Petrobras que foi grande também, governo de FHC, houve essa possibilidade para que as pessoas pudessem comprar ações da Petrobras com o dinheiro do FGTS, embora tenham passado sustos com as crises da bolsa de 2008/2009, acabaram ganhando dinheiro. Porém, aínda não esta resolvido porque essa proposta ainda vai para o Senado e lá no Senado, aínda dependerá de sua aprovação e se o governo não conseguir derrubar essa proposta ainda.
Os atuais acionistas da Petrobras que compraram ações com o dinheiro do Fundo, então poderão utilizar o dinheiro para comprar mais ações. Uma nota curiosa aí, é a de que o governo não controla os preços das ações da Petrobras, pois a Petrobras é uma Companhia Estatal Mundial e monopolista em 99% território nacional e outros porcentos em território estrangeiros, então a Petrobras pode-se dizer, que possuí ações no mundo inteiro.
O Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço possui uma rentabilidade baixa, e como ele paga pouco para o trabalhador, ele é um dinheiro barato para o governo, o governo tem então esse dinheiro a sua disposição a custo muito barato, aí o governo também usa esse dinheiro para financiar esses programas sociais do governamentais, então essa é a lógica do Fundo de Garantia; é um fator propriamente complexo e isso tem haver com a própria filosofia do FGTS, o próprio governo não entende o FGTS como um dinheiro do trabalhador, ele entende é como um do trabalhador, mas como uma objeção do governo, aí por um determinado período. Aí o governo se força em ter um dinheiro barato e dinheiro barato para o governo significa pouca rentabilidade para com o dinheiro do trabalhador. Ou seja, para permitir/possibilitar que o trabalhador administre melhor o seu dinheiro, precisaria haver uma mudança na legislação de forma a estabelecer mais regras que desse mais opções para o trabalhador utilizar da melhor forma o dinheiro do FGTS, mas o governo quer manter esse Fundo sobre o seu controle, porque é mais barato pra ele.

sábado, 6 de março de 2010

A DOR DE CABEÇA DOS TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO



O grande problema dos Títulos de Capitalização é de que a grande maioria do bancos, debitam, lá a quantia para o Título de Capitalização sem a gente saber. Aí então só vai saber, perceber isso no momento em que eles fazem uma digamos assim: avaliação, um check up de nossa conta; momento esse que vinhemos a perceber o que é que estamos pagando.
Títulos de Capitalização algumas vezes podem dar dor de cabeça, há várias experiências de pessoas que contam que tiveram digamos assim: probleminhas com Títulos de Capitalização vínculados à certos serviços, como por exemplo: cartão de crédito, seguro, previdência privada entre outros.
Compre Títulos de Capitalização consciênte de que não é um investimento. Uns dos grandes problemas das pessoas quando fazem esse tipo de contrato com Títulos de Capitalização, é fazer, sem saber do que se trata e o que é o serviço. Quem quiser fazer um Título de Capitalização, arriscar a sorte que faça, mas voltando a teclar na mesma tecla: Compre Títulos de Capitalização consciênte de que não é um investimento e nem aplicação financeira.

sexta-feira, 5 de março de 2010

TIPOS DE RISCOS



  • Risco de Mercado: Variação de preços e taxas e liquidez. O que seria o Risco de Liquidez? Seria o RISCO DE LIQUIDEZ, que seria: as perdas devido à incapacidade de se desfazer rapidamente uma posição de (créditos e débitos, entrada de dinheiro e pagamentos de despesas) ou à impossibilidade de obter financiamento ou devido a condições não favoravéis de mercado.

A gestão de RISCO DE LIQUIDEZ envolve a construção de cenários de estresse (que verfica o impacto de cenários desfavoráveis). Surge devido a variação de preços e taxas que afetam os ativos e passivos de uma empresa. Fatores de risco de mercado aplicáveis ao mercado financeiro:

  • Variação na taxa de juros
  • Variação na taxa de câmbio
  • Variação no preço das ações
  • Variação no preço das commodities

  • Risco de Crédito: É a chance de uma obrigação de pagamento não ser honrada. É a chance de uma obrigação de pagamento não ser honrada. Tipos de risco de crédito:
  • Risco de inadiplência do emissor (AÇÕES E DEBÊNTURES)
  • Risco de Inadiplência da contraparte (NÃO PAGAMENTO)
  • Risco País (RISCO PAÍS DE NÃO HONRAR SEUS COMPROMISSOS)
  • Risco de Degradação do crédito (DETERIORAÇÃO DO CRÉDITO DE UM EMISSOR DE UM TÍTULO OU DE UM TOMADOR DE CRÉDITO)
  • Risco de degradação das garantias (PERDAS NO VALOR DA GARANTIA)
  • Risco de concentração de crédito (EX. SEGMENTO, PAÍSES, ETC)

  • Risco Operacional: Perdas com sistemas inadequados, falha da gerência, controles defeituosos, fraude e erro humano. É referente as perdas potenciais resultantes de sistemas inadequados, tais como: falha da gerência, controles defeituosos, fraudes e erro humano. Controles internos adequados são necessários para se mitigar o risco operacional.

RISCOS OPERACIONAIS RELACIONADOS A SISTEMAS:

  • Acessos não autorizados (ACESSO DE INFORMAÇÕES SIGILOSAS)
  • Falta de sistemas de checagem múltipla: (CONSISTÊNCIA DE SISTEMAS)
  • Sistemas inadequados para atender às complexidades das operações.
  • Overload (SOBRECARGA SOBRE OS SISTEMAS DE INFORMÁTICAS)
  • Obsolência (EQUIPAMENTOS E SISTEMAS ANTIQUADOS)

RISCOS OPERACIONAIS RELACIONADOS A CONTROLES:

  • Falta de procedimentos claros e de responsabilidades definidas (FALTA DE PADRONIZAÇÃO)
  • Controles internos e falhas
  • Fraudes
  • Normas extensas e internas inapropriadas
  • Falta de auditoria interna

RISCOS OPERACIONAIS RELACIONADOS A MÁ ADMINISTRAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E DOS RECURSOS HUMANOS:

  • Falta de objetivos de longo prazo
  • Administração inconsistente com os objetivos da instituição e Problemas de Governança Corporativa
  • Erro não intencional
  • Qualificação inadequada e pessoal desmotivado
  • Produtos e serviços inadequados às necessidade dos clientes
  • Risco de imagem (DEGRADAÇÃO DA REPUTAÇÃO DA ECONOMIA)
  • Risco de catástrofes (CATÁSTROFES NATURAIS OU NÃO QUE INTERROMPAM AS ATIVIDADES NORMAIS DA ECONOMIA)

  • Risco Legal/Risco Tributário: Tributário, legislação e contratual. Exemplo disso é a criação de novos impostos.

  • Riscos Relacionados à Legislação: Atuações, multas e indenizações por decumprir a lei, com respeito ao país ou com as pessoas e as instituições.

  • Riscos Contratuais: Fragilidade Contratual, Garantias Inadequadas e Assinaturas Nâo Autorizadas.

quarta-feira, 3 de março de 2010

ANALISANDO FUNDOS DE PREVIDÊNCIA PRIVADA: PGBL E VGBL

Quando você aplica num fundo de Previdência Privada, você tem que fazer 2 escolhas:
1ª) Qual a tributação que você quer na entrada para o período de acumulação de recursos?
2ª) Qual a tributação que você vai utilizar na saída, quando vai resgatar o seu dinheiro?

No primeiro caso é simples o processo, se você tem impostos a pagar deve escolher o PGBL que tem limite de até 12% de sua renda tributada. Benefício fiscal de até 12%. Toda aplicação que exceder essa barreira deve ser feita no VGBL. O VGBL deve ser feito também por aqueles que não fazem Declaração Simplificada ou que não pagam Imposto de Renda.
Já escolher a tributação para saída é um processo mais complexo, pois você pode escolher a Tabela Progressiva do Imposto de Renda onde as alíquotas aumentam conforme o valor do resgate, ou então poderá escolher a Tabela Regressiva onde as alíquotas caem até 10% conforme o prazo das aplicações. Nesse caso você terá que analisar enquanto você quer que seja o seu benefício que você quer ter na sua aposentadoria. Some todos o benefícios inclusive da aposentadoria atual e veja em qual das alíquotas do IR, você cairá e veja também se terá despesas a abater, como: Plano de Saúde. Pois na Tabela Progressiva você poderá abater essas despesas e já na Tabela Regressiva, não.
Segundo os especialistas a grande parte dos aplicadores desses fundos, se dão melhor nesse negócio, quando optam pela opção VGBL com Tabela Progressiva do Imposto de Renda.



Para a escolha tanto do PGBL e do VGBL o único fator que determina a escolha de um ou de outro plano de Previdênncia Privada é a Declaração do Imposto de Renda.
Se você faz a Declaração Simplificada do Imposto de Renda, tem que ir para o plano VGBL. Para a Declaração Completa do Imposto de Renda, aí sim é o plano PGBL, porque tem-se o benefício fiscal dos 12%, até os 12%.


TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO NÃO SÃO INVESTIMENTOS

Essa é pra quem acha que quando se esta guardando ao dar entrada num Título de Capitalização, esquiva-se sobre erro. Títulos de capitalização continua sendo um grande mico. Títulos de Capitalização é pra quem gosta de jogar. Portanto títulos de capitalização não são investimentos. Possuem pouco rendimentos, e na hora que vai sacar ainda tem que pagar uma remuneração pra entrar e pra sair e a remuneração dos juros pelos títulos de capitalização são menores.
Títulos de Capitalização são como lotéria em que é dado um número e você sempre concorre com esse número por um concurso pela Caixa Econômica Federal; portanto não é investimento, não é aplicação financeira, não é guardar dinheiro para a aposentadoria, para comprar a casa própria ou pra faculdade. É um dinheiro extra que se você tiver muita sorte você vai ganhar e será recompensado por isso.
Falta de informação, porque os bancos devem vender os Títulos de Capitalização como num sorteio, uma lotéria. Os bancos tem uma meta de cotas para vender determinadas quantidade de Títulos de Capitalização para os seus clientes, isso também para dar lucro para eles e em muitos bancos não é apenas para cumprir metas e nem pela pressão dos superiores, mas sim, porque a comissão que o banco pagava pelos Títulos de Capitalização vendidos são altíssimos. Portanto compre Títulos de Capitalização consciênte de que não é um investimento.



O grande problema dos Títulos de Capitalização é o de serem vendidos como INVESTIMENTOS, o que não é. Relação de Confiança cliente banco, o cliente é enganado, ele esta querendo construir um patrímonio para ele, de certo modo por de informação, ocorre situações incomodas de certo modo para os clientes.