BARRA DE PESQUISA
domingo, 7 de abril de 2013
JUROS taxa selic e INFLAÇÃO brincam de subir os preços
domingo, 31 de março de 2013
OS DOIS FATORES QUE AFETAM A APOSENTADORIA PRIVADA
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
CÂMBIO

Recentemente, uma declaração de um ministro brasileiro teve repercussão mundial, sendo citada na impressa internacional. O assunto foi chamado pelo ministro de “guerra cambial”.
O ministro usou a expressão para caracterizar alegoricamente o expediente utilizado por alguns países que estão desvalorizando a própria moeda, com o intuito de competir no mercado de exportação com produtos mais baratos.
1. Ref. a câmbio (política cambial)
2. Ref. a títulos de crédito, esp. a letras de câmbio, ou à cobrança dos valores que representam (ação [jurídica] cambial)
s2g.
3. Econ. Letra de câmbio, ou qualquer documento (título de crédito) que vale como promessa ou ordem de pagamento em dinheiro
[Pl.: -ais.]
[F.: câmbio + -al1.]
quinta-feira, 17 de junho de 2010
O CONSUMIDOR QUE NÃO INVESTE
Na verdade, muitos daqueles que têm em seus imóveis uma fonte de renda construíram essa riqueza sem saber que o faziam. O planejamento nunca fez parte da vida do brasileiro, afinal nossa moeda mudou de nome e valor várias vezes na história. Não tínhamos valores, mas sim propriedades. De repente, aqueles que acumularam terras se vêem com um belo patrimônio e sugerem que seus filhos façam o mesmo – parece fácil, visto do ângulo final.
Porém, o conservador não reconhece que ele pouco conhece de investimentos e não tolera riscos. Também não confessa que não sabia, ao longo da vida, que chegaria a tanto. O conservador, na verdade, não é investidor, mas sim um acumulador, um poupador. Quando diz que prefere “a boa e velha Caderneta de Poupança”, ou “nada como a solidez do dólar”, ou que “quem casa, quer casa”, ele está reforçando antigos maus hábitos de quem não sabe construir riqueza com qualidade.
Em uma economia crescente e com perspectivas positivas como a brasileira neste início de milênio, investidor conservador é aquele que investe pouco em negócios, negociações e ações, e não aquele que nada investe nos ativos que acompanham tendências. Estacionar seu dinheiro totalmente em imóveis para renda, moeda estrangeira e renda fixa não é investir de maneira conservadora, mas sim aposentar-se como investidor.
Não esqueça que táticas que funcionaram no passado podem não continuar funcionando no futuro. Os investimentos se esgotam com o tempo – e isso vale, inclusive, para as ações: raríssimos papéis serão um ótimo negócio ao longo de décadas. Ouça o que o conservador tem a dizer, apenas como um exercício de reflexão – pode ser que o motivo da repulsa dele pelo investimento que você escolheu seja um bom tema para sua pesquisa pessoal, enquanto estuda para amadurecer seus investimentos.
quarta-feira, 31 de março de 2010
FUNDOS DE INVESTIMENTOS QUE APARECEM MAIS NA MÍDIA TEM PIOR DESEMPENHO
Sabe que foi realizada uma pesquisa (um estudo) pelo Boston College e foi verificado que os Fundos de Investimentos que aparecem mais na mídia tem um desempenho pior - essa pesquisa refere-se mais ao mercado americano. Os Fundos Investimentos que mais aparecem mais na mídia e que tem performance menor, menos rendimentos, tem um retorno menor, possuem um performance em média de 3,5% ao ano, menor do que os outros, quais ninguém conhece, ou melhor, que quase ninguém conhece; os que aparecem menos na lista, que são menos exibidos. Muita mídia, menos rendimentos. Muito investimento e muita divulgação e pouco em gestão.terça-feira, 23 de março de 2010
DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA CHINESA DESEQUILIBRA O COMÉRCIO MUNDIAL
Fazendo uma análise da economia mundial, no mês de fevereiro agora, deste ano 2010, quando a economia mundial tem uma recuperação lenta na maior parte dos países, especialmente os países desenvolvidos; as exportações chinesas revelaram um crescimento de 46% para o mundo todo, enquanto nenhum país esta conseguindo crescimento à este nível. O Brasil, por exemplo teve crescimento, mais foi menor do que o crescimento chinês, o Brasil é um país alías que esta bem no processo de recuperação, apesar de ter um avanço das exportações muito menor do que este, além disso o Brasil tem mais importações, o que não é o caso da China. Nos Estados Unidos por exemplo o déficit do comércio externo foi de US$ 37 000 000 000 (trinta e sete bilhões) no mês de janeiro, sendo que US$ 12 000 000 000 (doze bilhões) com o resto do mundo e US$ 18 000 000 000 (dezoito bilhões) com a China, o resto sendo petroléo - então doze bilhões com o resto do mundo e dezoite bilhões com a China.Então começa, que diversos países começam a reclamar que a moeda chinesa esta desvalorizada artificialmente, o que reduz muito o preço dos produtos chineses de exportação, que podem ter algumas vantagens fornecidas pelo governo. O resultado é que agora a pressão sobre a China aumentou muito, quer dizer que a moeda chinesa esta desvalorizada não é de hoje, mas ocorre que a partir de 2005, eles iniciaram o processo de valorização de sua moeda, tudo com um acordo com os Estados Unidos e quando veio a crise, eles pararam, e mantiveram a moeda bem desvalorizada para sair da crise. Esse fato da moeda da China estar muito desvalorizada e o fato da China ter uma presença muito grande no comércio mundial desequílibra o comércio mundial em todos os países, esse é o ponto principal da questão - e com isso começa uma bronca geral, quer dizer, aquela bronca que era disfarçada, agora ela se torna explícita e direta. "Um dos grandes desequílibrios mundiais é que a moeda da China, esta muito desvalorizada". A situação para China começa apertar na medida que a China se torna esse gigante do comércio externo, pois a pressão é muito forte, ou seja, os chineses vão ter que se esforçarem para valorizarem a moeda deles em algum momento, de algum modo e com algum tipo de acordo internacional, porque se não fizerem isso, muitos países vão começar à aplicar restrições aos produtos chineses. E se os chineses valorizarem a sua moedas, os produtos chineses no mundo inteiro ficam mais caros, os consumidores do mundo inteiro vão acabar pagando mais caro pelos produtos chineses, ou seja, vai ser preciso aí, uma administração de política internacional de comércio, bem delicada para resolver essa questão.

segunda-feira, 22 de março de 2010
DOIS ANOS É PRAZO CURTO PARA RESGATAR AÇÕES NA BOLSA DE VALORES
quinta-feira, 18 de março de 2010
EMPRESAS DEVERIAM ORIENTAR SEUS FUNCIONÁRIOS NO QUE DIZ RESPEITO AQUISIÇÃO DE PRODUTOS COMO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, COMO: VGBL E PGBL


TRABALHADORES JÁ PODEM USAR O FGTS EM CONSÓRCIO
liquidar dívidas de consórcios imobiliários. Antes disso a Caixa Econômica Federal permitia o uso do FGTS, apenas para complementar a carta de crédito já adquirida ou para efetuar lances. Com as novas regras, o interessado que já tiver sido contenplado pelo consórcio pode procurar as empresas administradores a partir de 18/03/2010.Isso somente para quem possue consórcios da Caixa Econômica que devem procurar a agências, se for outra administradora que não seja da Caixa, o trabalhador deve procurar o banco da administradora do seu consórcio.
sábado, 13 de março de 2010
ETF: COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTOS QUE É NEGOCIADA NA BOLSA
O que é um ETF?Existem ainda ETFs que representam letra do tesouro, títulos hipotecários, bônus de empresas e mesmo commodities isoladas como ouro e petróleo.
Todos estes instrumentos são lastreados em títulos que visam dar rentabilidade igual aos objetivos anunciados.
O ETF é estruturado no momento da demanda e desfeito com sua venda. A montagem e desmontagem é feita por instituições financeiras gestoras deste tipo de produto.
Os ETFs pagam dividendos ou juros, conforme seus componentes enquanto estão na posse do investidor. A forma mais comum de utilizar o ETF é a de aposta na valorização dos papeis que os compõem, para vendêlo por um preço superior ao da compra. O PIBB (Papéis Índice Brasil Bovespa) é um ETF; inclusive o PIBB era um fundo fechando inicialmente que foi feita a abertura de cotas dele em determinado e que, ser vendido e depois fechou e então passou a ser negociado somente nana bolsa na BMS Bovespa. E hoje se você quiser investir nesse fundo que reaplica a carteira do IBX, você tem que comprar cotas dele na bolsa, não pode investir no fundo diretamente, exatamente como você faz quando é para comprar uma ação em que você vai no home broker e contrata uma corretora e faz a compra da cota e vende sem liquídez, diária, só que invez de você comprar uma carteira de ações, você esta comprando uma carteira de ações.
sexta-feira, 12 de março de 2010
PIBB-11 (PAPÉIS ÍNDICE BRASIL BOVESPA)

quinta-feira, 11 de março de 2010
COMO INVESTIR EM AÇÕES?
CONHEÇA O MERCADO NÃO CONHECE, O MERCADO DE AÇÕES É UM TERRENO MINADO (DÊ RISCO)CONHEÇA-SE BEM E ANÁLISE A SI PRÓPRIO
Avalie o seu grau de controle emocional, independência mental, influências externas. Você deve ser rigoroso no planejamento e ter capacidade de cumprir com o planejado.
COMECE COM UMA RENDA DISCRICIONÁRIA
Evite empenhar (colocar) as economias familiares em risco, já de cara. E esteja preparado para uma hipotése de perde dinheiro.
COMECE COM POUCO
Faça operações fictícias, use pequenas quantias.
ENTRE EM MERCADOS MAIS ESTAVÉIS
Anote o que aprendeu. Discuta os seus progressos.
NÃO SE COMPROMETA DEMAIS
Mantenha dinheiro vivo em sua conta de investimentos.
APROVEITE DINHEIRO VIVO PARA COMPRAR BOAS OPORTUNIDADES
Evite liquidar posições fora de hora por falta de dinheiro.
ESQUEÇA A ESPERANÇA
Não sonhe com altas quantias, só porque isso será bom para você. Pois o mercado, é o que é, não o que você quer que ele seja.
ACOMPANHE O MERCADO
Um dia de baixa não deve estragar a sua estratégia.
MUITO CUIDADO QUANDO MUDAR DE OPINIÃO
Trabalhe com uma idéia básica. Aguarde a melhora hora pra executá-la.
SE VOCÊ COM DINHEIRO E SEM IDÉIA, FIQUE DE FORA
Pausas fazem você se distanciar mais. O observador mais distante vê mais coisas, com menos detalhes.
TIRE FÉRIAS DOS NEGÓCIOS
Aproxime-se quando quiser ver os detalhes.
FIQUE NA SUA, EXAGERE: SEJA DO CONTRA! NÃO VÁ ATRÁS DA MASSA
A tendência da massa é errar. Se a idéia é tão popular que a massa vai atrás dela, reveja a sua idéia...
EVITE ORDENS A MERCADO
Limite as suas ordens com cuidado. Só use ordens a mercado quando precisar de cumprimento imediato.
NÃO AUMENTE POSIÇÕES PERDEDORAS
Cuidado com as técnicas de fazer preço médio. Não trave prejuízo. Assuma que errou, liquide a posição e tente ganhar em outra posição.
TRABALHE COM ORDENS DE "STOP" (A HORA DE PARAR)
Pare se perder nas posições ruins. Se a oferta acabou, e o mercado revertou, saia dele com ordens stop.
ESTENDA OS SEUS LUCROS
Ordens STOP são para posições perdedoras. Não limite seus ganhos nas posições lucrativas. Ponha de lado a idéia de lucro sastifatório.
SEJA IMPACIENTE COM AS PERDAS
Não passe mais de dois dias em posições perdedoras. Não passe o fim de semana perdendo dinheiro.
EVITE OS ESTREMOS DOS PREÇOS
Topos e fundos são posições vulneráveis. Deixe o mercado identificar as tendências antes.
TUDO QUE SOBRE DESCE
Preços muito altos pesam demais. Eles podem cair, isso é uma lógica do mercado, pesou demais, caem, só porque pesaram demais.
VENDA RÁPIDO
As baixas costumas ser mais rápidas que as altas. Nas baixas, procure saia rápido.
CONHEÇA OS FUNDAMENTOS, MAS AVALIE OS GRÁFICOS
MENOS PROTECIONISMO, MAIS RÁPIDA A RECUPERAÇÃO
Só o Livre Comércio pode vencer a Crise Econômica Mundial. E para superar/vencer esses problemas. É aplicar esforços e demonstrar interesse e disposição pra eliminar barreiras vinculadas ao PROTECIONISMO INTERNACIONAL.terça-feira, 9 de março de 2010
APLICAÇÕES EM BOLSA PRECISAM SER RENTÁVEIS TAMBÉM NO CURTO PRAZO
Há um cliché no mercado, que diz que as aplicações em Bolsa de Valores é para o longo prazo, porém na prática não bem assim. Pois aplicações em Bolsa de Valores deve ser rentáveis no curto prazo também, se não o investidor desanima e desiste. Só que prever consistentemente o comportamento das ações das aplicações no curto prazo é uma missão impossível e qualquer erro significa dinheiro perdido.GESTÃO DE INVESTIMENTOS: PRIVATIZAÇÕES x NACIONALIZAÇÃO
Privatizações, de forma geral, tem-se como objetivos básicos a busca de um aumento da competitividade e eficiência interna, e na expectativa de que as forças de mercado podem promover este aumento de competitividade, de forma ainda melhor do que se ficar sobre o controle do Estado. Além disso, espera-se que com a maior competitividade interna também gere maior competitividade externa dos produtos.
As privatizações trazem, como decorrência direta, a democratização da propriedade. A transferência de ativos do setor público para o setor privado e dá as pessoas a oportunidade de se tornarem propietárias dos bens e das ações das companhias privatizadas. Portanto, as privatizações estimulam a formação de poupança, aumentando consequentemente também a liberdade e independência das pessoas. Ao estabelecer um novo conjunto de proprietários, gera-se uma série de importante efeitos positivos sobre as atitudes, de maneira geral. Há uma tendência para se romper a divisão entre PROPRIETÁRIOS e ASSALARIADOS que têm maior segurança e MAIORES OPORTUNIDADES de gerar riqueza para si mesmo e para o país.A estatização pode ser uma política de Estado, voltada a um aumento notável da participação do setor público na economia.
domingo, 7 de março de 2010
CAPITALIZAÇÃO DA PETROBRAS: GOVERNO NÃO QUER GASTAR DINHEIRO DO FGTS

sábado, 6 de março de 2010
A DOR DE CABEÇA DOS TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO

sexta-feira, 5 de março de 2010
TIPOS DE RISCOS

- Risco de Mercado: Variação de preços e taxas e liquidez. O que seria o Risco de Liquidez? Seria o RISCO DE LIQUIDEZ, que seria: as perdas devido à incapacidade de se desfazer rapidamente uma posição de (créditos e débitos, entrada de dinheiro e pagamentos de despesas) ou à impossibilidade de obter financiamento ou devido a condições não favoravéis de mercado.
A gestão de RISCO DE LIQUIDEZ envolve a construção de cenários de estresse (que verfica o impacto de cenários desfavoráveis). Surge devido a variação de preços e taxas que afetam os ativos e passivos de uma empresa. Fatores de risco de mercado aplicáveis ao mercado financeiro:
- Variação na taxa de juros
- Variação na taxa de câmbio
- Variação no preço das ações
- Variação no preço das commodities
- Risco de Crédito: É a chance de uma obrigação de pagamento não ser honrada. É a chance de uma obrigação de pagamento não ser honrada. Tipos de risco de crédito:
- Risco de inadiplência do emissor (AÇÕES E DEBÊNTURES)
- Risco de Inadiplência da contraparte (NÃO PAGAMENTO)
- Risco País (RISCO PAÍS DE NÃO HONRAR SEUS COMPROMISSOS)
- Risco de Degradação do crédito (DETERIORAÇÃO DO CRÉDITO DE UM EMISSOR DE UM TÍTULO OU DE UM TOMADOR DE CRÉDITO)
- Risco de degradação das garantias (PERDAS NO VALOR DA GARANTIA)
- Risco de concentração de crédito (EX. SEGMENTO, PAÍSES, ETC)
- Risco Operacional: Perdas com sistemas inadequados, falha da gerência, controles defeituosos, fraude e erro humano. É referente as perdas potenciais resultantes de sistemas inadequados, tais como: falha da gerência, controles defeituosos, fraudes e erro humano. Controles internos adequados são necessários para se mitigar o risco operacional.
RISCOS OPERACIONAIS RELACIONADOS A SISTEMAS:
- Acessos não autorizados (ACESSO DE INFORMAÇÕES SIGILOSAS)
- Falta de sistemas de checagem múltipla: (CONSISTÊNCIA DE SISTEMAS)
- Sistemas inadequados para atender às complexidades das operações.
- Overload (SOBRECARGA SOBRE OS SISTEMAS DE INFORMÁTICAS)
- Obsolência (EQUIPAMENTOS E SISTEMAS ANTIQUADOS)
RISCOS OPERACIONAIS RELACIONADOS A CONTROLES:
- Falta de procedimentos claros e de responsabilidades definidas (FALTA DE PADRONIZAÇÃO)
- Controles internos e falhas
- Fraudes
- Normas extensas e internas inapropriadas
- Falta de auditoria interna
RISCOS OPERACIONAIS RELACIONADOS A MÁ ADMINISTRAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO E DOS RECURSOS HUMANOS:
- Falta de objetivos de longo prazo
- Administração inconsistente com os objetivos da instituição e Problemas de Governança Corporativa
- Erro não intencional
- Qualificação inadequada e pessoal desmotivado
- Produtos e serviços inadequados às necessidade dos clientes
- Risco de imagem (DEGRADAÇÃO DA REPUTAÇÃO DA ECONOMIA)
- Risco de catástrofes (CATÁSTROFES NATURAIS OU NÃO QUE INTERROMPAM AS ATIVIDADES NORMAIS DA ECONOMIA)
- Risco Legal/Risco Tributário: Tributário, legislação e contratual. Exemplo disso é a criação de novos impostos.
- Riscos Relacionados à Legislação: Atuações, multas e indenizações por decumprir a lei, com respeito ao país ou com as pessoas e as instituições.
- Riscos Contratuais: Fragilidade Contratual, Garantias Inadequadas e Assinaturas Nâo Autorizadas.
quarta-feira, 3 de março de 2010
ANALISANDO FUNDOS DE PREVIDÊNCIA PRIVADA: PGBL E VGBL
No primeiro caso é simples o processo, se você tem impostos a pagar deve escolher o PGBL que tem limite de até 12% de sua renda tributada. Benefício fiscal de até 12%. Toda aplicação que exceder essa barreira deve ser feita no VGBL. O VGBL deve ser feito também por aqueles que não fazem Declaração Simplificada ou que não pagam Imposto de Renda.
Para a escolha tanto do PGBL e do VGBL o único fator que determina a escolha de um ou de outro plano de Previdênncia Privada é a Declaração do Imposto de Renda. TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO NÃO SÃO INVESTIMENTOS
Essa é pra quem acha que quando se esta guardando ao dar entrada num Título de Capitalização, esquiva-se sobre erro. Títulos de capitalização continua sendo um grande mico. Títulos de Capitalização é pra quem gosta de jogar. Portanto títulos de capitalização não são investimentos. Possuem pouco rendimentos, e na hora que vai sacar ainda tem que pagar uma remuneração pra entrar e pra sair e a remuneração dos juros pelos títulos de capitalização são menores.
O grande problema dos Títulos de Capitalização é o de serem vendidos como INVESTIMENTOS, o que não é. Relação de Confiança cliente banco, o cliente é enganado, ele esta querendo construir um patrímonio para ele, de certo modo por de informação, ocorre situações incomodas de certo modo para os clientes.

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