BARRA DE PESQUISA
sexta-feira, 24 de março de 2017
COMPRAR OU NÃO COMPRAR; EIS A QUESTÃO!
sexta-feira, 17 de maio de 2013
VERMELHO EM RESTAURANTES E LANCHONETES
sábado, 6 de abril de 2013
ÉTICA DA CONVENIÊNCIA ESTÁ EM UM TERRENO PERIGOSO
Em outras palavras, é aquilo que eu estou desejando, aquilo que eu estou precisando, naquilo que é o meu interesse imediato. Justificando eu faço assim porque é o único jeito que eu posso fazer, se não ser desse jeito o que eu posso fazer. Sendo que não é necessariamente assim.
A ética da conveniência aparece na cola dentro da escola, quando a gente cola ou colávamos na escola, justificando o motivo que se eu não colar não irei conseguir obter uma boa nota. Isso é a conveniência.
Ou então aquele que diz: Pra eu fazer essa licitação dentro do governo, eu preciso colocar um preço mais alto para que depois eu possa fazer a redução. Isso é a conveniência.
A ética da conveniência nos induz a um pensamento extremamente negativo, que é a ausência de princípios éticos mais sólidos, que não sejam voláteis, que não sejam volúveis, que não desapareça a primeira vista quando se balança algo que precisaria ser feita da maneira correta, como deveria ser feito.
É essa ética da conveniência que mergulhando fundo dentro do ditado popular que diz: A ocasião faz o ladrão. A pessoa que acredita que a ética tem que ser pela minha conveniência e não por aquilo que se entende, nessa hora a ocasião faz o ladrão, porque criada a circunstância aí é perigoso.
ADMINISTRAÇÃO EFICAZ DE CONFLITOS
- Mudanças nos processos organizacionais;
- Pressões causadas pela globalização;
- Competividade e produtividade;
- Novos processos da gestão empresarial;
- Maior interação com chefias e colaboradores.
sábado, 16 de março de 2013
domingo, 30 de setembro de 2012
sábado, 14 de maio de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
ALGUNS ICÓNES QUE DÃO SUPORTE A ARÉA DA ADMINISTRAÇÃO BRASILEIRA
Max Gehringer, Começou sua carreira como office-boy na antiga fábrica da Cica, em Jundiaí. Graduou-se em Administração de Empresas. Foi escolhido como um dos 30 Executivos Mais Cobiçados do Mercado em pesquisa do jornal Gazeta Mercantil, em janeiro de 1999. Foi um dos cinco finalistas do prêmio Top of Mind em 2005 e 2006 na categoria Palestrante.
Bernardo Rocha de Rezende, conhecido como Bernardinho, forma em Ciências Econômicas, palestrante e escritor.
Idalberto Chiavenato nascido em 1936 no interior do estado de São Paulo, é autor brasileiro na área de administração de empresas e de recursos humanos tendo seus livros utilizados por administradores no Brasil, países da América Latina, Portugal, Espanha e países africanos de língua portuguesa. Atualmente, o Professor Chiavenato atua como conselheiro no Conselho Regional de Administração do Estado de São Paulo (CRA-SP) e Presidente do Instituto Chiavenato de Educação. É um dos autores nacionais mais conhecidos e respeitados na área de Administração de Empresas e Recursos Humanos.GURO DA ADMINISTRAÇÃO BRASILEIRA
IDALBERTO CHIAVENATO. Fundador e Presidente do Instituto Chiavenato, Idalberto Chiavenato é Doutor (PhD) e Mestre (MBA) em Administração pela City University of Los Angeles-CA, EUA, especialista em Administração de Empresas pela FGV-EAESP, graduado em Filosofia/Pedagogia, com especialização em Psicologia Educacional pela USP e em Direito pela Universidade Mackenzie.
É professor honorário de várias universidades do exterior e renomado palestrante ao redor do Mundo.
É reconhecido autor de 39 livros abordando Administração, Recursos Humanos, Estratégia Organizacional, Comportamento Organizacional publicados no Brasil e no exterior.
É conselheiro do CRA-SP e membro vitalício da Academia Brasileira de Ciências da Administração ocupando a cadeira nº 47. Recebeu dois títulos de Doutor Honoris Causa por universidades latino-americanas e a Comenda de Recursos Humanos pela ABRH-Nacional.
Atividades
Fundador e atual presidente do Instituto Chiavenato, conselheiro do Conselho Regional de Administração de São Paulo e candidato na chapa de Roberto Cardoso á vice-presidência do Conselho Federal de Administração em 2011, Idalberto Chiavenato é reconhecido e solicitado palestrante por todo o Brasil, América Latina, Portugal e países de língua portuguesa na África. Ganhador da comenda de Recursos Humanos da ABRH-Nacional e Doutor Honoris Causa na América Latina continua produzindo suas pesquisas e conceitos em administração através de seus livros, muitos deles Best-seller de suas áreas como Teoria Geral da Administração, Gestão de Pessoas e Planejamento Estratégico.

- Administração para Administradores e Não-Administradores - Ed. Saraiva (2008) 272 páginas
- Introdução à Teoria Geral da Administração 7ª edição - Ed. Campus (2004) 634 páginas
- Administração nos Novos Tempos 2ª edição - Ed. Campus (2004) 648 páginas
- Carreira - Você É Aquilo Que Faz - Ed. Saraiva (2006) 153 páginas
- Cartas a um Jovem Administrador 2ª edição - Ed. Campus (2007) 164 páginas
- Construção de Talentos - Coaching & Metoring - Ed. Campus (2002)188 páginas
- Administração - Teoria, Processo e Prática 4ª edição - Ed. Campus (2006) 408 páginas
- Administração de Materiais - Ed. Campus (2005) 192 páginas
- Planejamento Estratégico - Ed. Campus (2004) 415 páginas
- Administração da Produção - Ed. Campus (2005) 200 páginas
- Administração de Vendas - Ed. Campus (2005) 200 páginas
- Teoria Geral da Administração Vol. I 6ª edição - Ed. Campus (2001) 695 páginas
- Teoria Geral da Administração Vol. II 6ª edição - Ed. Campus (2001) 560 páginas
- Gestão de Pessoas 3ª edição - Ed. Campus (2008) 624 páginas
- Princípios da Administração - Ed. Campus (2006) 375 páginas
- Introdução à Teoria Geral da Administração 3ª edição Compacta - Ed. Campus (2004) 528 páginas
- Comportamento Organizacional 2ª edição - Ed. Campus (2005) 539 páginas
- Administração Financeira - Ed. Campus (2005) 116 páginas
- Recursos Humanos - O Capital Humano das Organizações 9ª edição - Ed. Campus (2009) 522 páginas
- Administração Geral e Pública 2ª edição - Ed. Campus (2008) 514 páginas
- Os Novos Paradigmas 5ª edição - Ed. Manole (2008) 422 páginas
- Gerenciando com as Pessoas - Ed. Campus (2005) 335 páginas
- Administração Estratégica - Ed. Saraiva (2003) 286 páginas
- Planejamento e Controle da Produção 2ª edição - Ed. Manole (2008) 138 páginas
- Escolha seu Futuro - Ed. Saraiva (2008) 192 páginas
- História da Administração - Ed. Saraiva (2008) 230 páginas
- Empreendedorismo 3ª edição - Ed. Saraiva (2008) 281 páginas
- Visão e Ação Estratégica 3ª edição - Ed. Manole (2009) 205 páginas
- Administração de Recursos Humanos 7ª edição - Ed. Manole (2009) 308 páginas
- Desempenho Humano nas Empresas 6ª edição - Ed. Manole (2009) 184 páginas
- Planejamento, Recrutamento e Seleção de Pessoal 7ª edição - Ed. Manole (2009) 176 páginas
- Remuneração, Benefícios e Relações de Trabalho 6ª edição - Ed. Manole (2009) 246 páginas
- Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos 7ª edição - Ed. Manole (2009) 210 páginas
domingo, 10 de abril de 2011
A ARTE DE GESTÃO

Por InfoMoney
Ser promovido a um cargo de chefia pode ser o desejo de muitos profissionais. Mas o tão sonhado posto pode virar pesadelo se a pessoa não souber gerenciar a sua equipe. Neste momento, é comum que os novos gestores errem por falta de experiência ou por excesso de vontade de querer acertar.
O coaching-executivo da Alliance Coaching, Pablo Aversa, explica que os erros acontecem porque as pessoas que são promovidas a um cargo de liderança não recebem treinamento.
Para que isso não ocorra, ele indica que as empresas promovam treinamentos tantos externo como internos, contratem serviços de coaching ou ainda desenvolvam um programa em que gestores mais experientes compartilhem ideias e escutem os novos gestores.
"Escolher um mentor pode ajudar. Converse com alguém que você confie, pode ser da mesma empresa ou até mesmo de fora. Este mentor se sentirá lisonjeado. Dificilmente alguém negará ajuda", acrescenta.
Outra maneira de evitar erros é não ter uma postura preestabelecida em mente. Além disso, o novo gestor tem de ser humilde ao lidar com a sua equipe, ou seja, assumir que está aprendendo.
11 principais erros
Para ajudar nesta nova etapa da carreira, o especialista indicou os principais erros cometidos pelos novos gestores. Confira:
Mesmo que o profissional tenha total conhecimento de sua área, ele não sabe tudo, já que a parte mais importante do trabalho ele ainda não domina: gerenciar pessoas. O conselho é que que o novo líder ouça as pessoas que estão ao seu redor e procure saber a opinião delas.
Todos da sua equipe sabem que você está no comando. Não é necessário demostrar todo o tempo que você é o chefe. O fundamental é que o novo gestor faça a diferença.
Não é porque alguma atividade feita por algum subordinado não é feita da mesma forma que você costuma fazer, não significa que necessariamente está errada.
Talvez você não tenha solicitado essa promoção e não esteja certo que poderá dar conta do trabalho. Mas não permita que isso faça com que você não exerça sua função da melhor maneira possível. Seus superiores não teriam colocado você neste cargo se eles não tivessem confiança que você pode dar conta do desafio.
Quem acredita que o chefe compreenderá que o novo gestor está ocupado e não precisa do seu tempo está enganado. Seu trabalho, da mesma forma como era antes de você virar um gestor, é apoiar seu chefe. Assegure-se que você dedica algum tempo para ele, para que ambos possam trocar informações e para receber direcionamento e treinamento.
Você não pode mais evitar problemas ou acreditar que eles vão se resolver sozinhos. Quando algo acontece é a sua função descobrir a melhor solução e fazer com que ela seja executada. Isso não significa que você não pode pedir opinião ou apoio dos demais. Você é a pessoa que tem que garantir que a questão está sendo devidamente encaminhada.
Ser chefe não representa que você não pode rir, demonstrar emoções, ou mesmo cometer um erro ocasional.
Outro erro comum é rotular as diferentes gerações que trabalham na empresa. Os gestores têm de saber aproveitar os diferentes tipos de profissionais. O mais importante é aprender a conviver, dessa maneira todos ganharão: a empresa, os profissionais e o chefe.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
DNA EMPRESARIAL - IDENTIDADE CORPORATIVA COMO REFERÊNCIA ESTRATÉGICA

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
CORRO ALGUM RISCO AO ME TRANSFORMAR EM SÓCIO MINORITÁRIO?

quinta-feira, 7 de outubro de 2010
CÂMBIO

Recentemente, uma declaração de um ministro brasileiro teve repercussão mundial, sendo citada na impressa internacional. O assunto foi chamado pelo ministro de “guerra cambial”.
O ministro usou a expressão para caracterizar alegoricamente o expediente utilizado por alguns países que estão desvalorizando a própria moeda, com o intuito de competir no mercado de exportação com produtos mais baratos.
1. Ref. a câmbio (política cambial)
2. Ref. a títulos de crédito, esp. a letras de câmbio, ou à cobrança dos valores que representam (ação [jurídica] cambial)
s2g.
3. Econ. Letra de câmbio, ou qualquer documento (título de crédito) que vale como promessa ou ordem de pagamento em dinheiro
[Pl.: -ais.]
[F.: câmbio + -al1.]
terça-feira, 10 de agosto de 2010
ESTUDAR, COMO UM BOM INVESTIMENTO

domingo, 1 de agosto de 2010
O QUE É PRECISO PARA SER UM CONSULTOR?

- Conhecimento e
- Capacidade de Convencimento
sexta-feira, 30 de julho de 2010
EXCESSO DE REUNIÕES

- Evite slides. Eles são muito bom para elucidar alguns assuntos. Porém eles consomem muito tempo. Dê preferência às discussões verbais, em que todos possam interagir.
- Aproveite esses momentos para discutir idéias. São nessas ocasiões em que os profissionais têm oportunidade de complementar os conhecimentos uns dos outros.
- Dê-se o direito de negar convites. Exceto àquelas que são realmente necessárias, algumas reuniões podem ser negadas e você tem todo o direito de optar por dar prioridade a seu trabalho.
- Não perca tempo "quebrando o gelo". Reuniões profissionais servem para resolver assuntos de trabalho e não para falar do tempo lá fora, ou da festa do último final de semana.
sábado, 22 de maio de 2010
NA ERA DO CONHECIMENTO E DA INFORMAÇÃO
Estamos vivendo na era do CONHECIMENTO E DA INFORMAÇÃO. Até aí tudo bem. Mas, como pode-se ganhar dinheiro com isso? É possível sim, ganhar dinheiro com a era atual, sendo qualquer que seja o nome dado á ela, se fizer o que alguns de nossos privilegiados antepassados vem fazendo, desde do mais remoto dos tempos, que são: ESTUDAR, APRENDER, OBSERVAR, AVALIAR, PENSAR EM ALGO DIFERENTE E COLOCAR EM PRÁTICA E NÃO DESISITIR SE NÃO DER CERTO NA PRIMEIRA TENTATIVA.Acadêmicos podem contradizerem esse comentário. Mas, estamos vivendo na era do conhecimento à vários anos já.
Em cada estágio do desenvolvimento da humanidade, sempre existiu uma maioria de pessoas, que simplesmente executavam o trabalho e uma minoria que ficava se perguntando se aquele trabalho poderia ser feito de maneira mais efeciente ou se não havia algo que pudesse substituir ou eliminar aquele trabalho. Esse restrito grupo capaz de ver o que as outras pessoas não viam, acabava mudando a meneira de como o mundo iria se comportar e não raramente ganhava mais dinheiro do que os outros ou mais prestigío, ou ainda mais poder.
A internet é fruto da nossa era de conhecimento, assim como a lâmpada elétrica foi à um século ou como a pólvora foi a mil anos; desde que o mundo é mundo, toda e quaisquer gerações sempre acharam que o desenvolvimento havia chegado ao apice, exatamente naquela época. E a nossa geração não é uma exceção, não é uma maravilhosa coincidência que o mundo vai evoluindo até chegar no momento perfeito e nos estamos vivos exatamente nesse momento, dá até pena das gerações que passaram e daquelas que virão. Por se colocar na crista da onda, a humanidade foi inventando nomes para as eras anteriores, nomes como: A ERA DA AGRICULTURA, A ERA DA INDUSTRIALIZAÇÃO, A ERA DA TECNOLOGIA, A ERA DA INFORMAÇÃO.Parece até meio inocente chamar a era atual, de como: A ERA DO CONHECIMENTO. Porque o conhecimento atual certamente será considerado irrisório daqui à uns 50 anos (escreva isso no papél). Mas, as gerações futuras, não deixaram passar batido e poderá batizar de como: A ERA DO PÓS-CONHECIMENTO.
terça-feira, 18 de maio de 2010
A HIERARQUÍA NAS EMPRESAS
O que tem mais peso numa escala hierarquíca de uma empresa? Coordenardor ou Supervisor? E qual a diferença entre Assistente e Auxíliar? Essa é uma questão pertinente. Pode acontecer de dois profissionais ocuparem funções com nomes iguais em duas empresas diferentes. Então um deles descobre que o outro ganha o dobro do que ele esta ganhando, e aí o que ganha menos pode achar que esta sendo explorado. Isso acontece porque no Brasil não existe ainda leis que regule a ordem hierarquíca da funções, cada empresa decide e adota a própria nomenclatura, mesmo nas funções mais altas. Na maioria dos casos, o cargo de Diretor tem mais peso que o cargo de gerente, mas há empresas em que o principal executivo tem o titulo de Gerente Geral e os Diretores se subordinam a ele. No caso de Coordenador e Supervisor, o primeiro pode ser chefe do segundo ou vice e versa. O que importa é o organograma de cada empresa, nele esta definida a ordem da escada hierarquíca. Há empresas em que Auxíliar e Assistente ganham o mesmo salário. E há empresas em que o cargo de Assistente é uma função privilegiada. A mesma coisa acontece com os nomes das diversas aréas das empresas; em uma Setor pode ser mais que Departamento e em outra pode ser o contrário. Essa salada de nomes raramente cria confusão dentro da própria empresa, mas pode ser um pequeno problema na hora de preparar um currículo. Como que um profissional que tem o cargo de Encarregado saberá que em outra empresa a qual pretende enviar o seu currículo: A função de Encarregado é equivalente a sua. E isso se resolve com uma frase, após escrever por exemplo: Encarregado de Relações com os Clientes, basta colocar no currículo, subordinado ao Gerente de Vendas. E se nem mesmo isso clarear a situação é só ser mais especifíco, por exemplo: Encarregado que é subordinado ao Gerente que é suburdinado ao Diretor.Isso cuidado é importante porque algumas empresas passaram difíceis para enquadrar a primeira vista, como: Gestor ou Especialista. Um Gestor pode equivaler a um Auxíliar em uma empresa e a um Gerente em outra empresa, mais no fim o que importa não é como uma função chama, mas o quanto ela vale em cada empresa.
No Brasil não existe ainda leis que regule a ordem hierarquíca da funções, cada empresa decide e adota a própria nomenclatura, mesmo nas funções mais altas.
FORA DA EMPRESA, A EMPRESA É SUBORDINADA HÁ:- mão-de-obra;
- concorrência;
- governo;
- fornecedores;
- sistema financeiro;
- sindicato;
- tecnologia;
- consumidores;
- comunidade.
sexta-feira, 14 de maio de 2010
NOVA MODALIDADE: PROPRIEDADE FRACIONADA
o que é propriedade fracionada?
É o percentual de uma parte de um ativo muito caro. O dono da fração ou cota desse ativo que pode ser ¼, 1/8 ou 1/10. Tudo irá variar do ativo, da empresa que opera e do contrato a ser assinado. Existe muitas variações. Seria a divisão do uso das partes. Propriedade Fracionada já é uma modalidade muito utilizada nos Estados Unidos e começa a ser divulgada no Brasil.
PROPRIEDADE FRACIONADA: NOVA MODALIDADE PARA AQUISIÇÃO DE IMÓVEL DE VERANEIO
João Francisco Regos - 28/04/2009
Em épocas de instabilidade econômica —em que qualquer investimento corre o sério risco de se transformar rapidamente em custo— a aquisição do imóvel de veraneio parece uma realidade distante para a maioria das pessoas. Aqueles que se deparam com uma oferta desta natureza, se vêm, na verdade, diante de uma série de dúvidas.
Primeira delas: como tornar real o sonho da segunda casa com um investimento que não nos comprometa? Segunda: vale o esforço para ter um lugar que utilizaremos somente três ou quatro vezes por ano? Terceira: é compensável o desgaste gerado com a manutenção desse imóvel, muitas vezes sendo necessária a contratação de um caseiro? E como lidar com a irritação ao chegar na casa de veraneio e ainda precisar limpá-la e arrumá-la?
Uma resposta pode estar na propriedade fracionada. Esse recurso permite que uma pessoa, juntamente com outras, seja titular de um direito real sobre determinado imóvel (a tão sonhada segunda casa). O fato de compartilhar deste direito, porém, não impede o uso exclusivo em determinados períodos, observadas as regras para o fracionamento do tempo de utilização. A grande diferença, quando comparamos esta estrutura com o time-sharing (tempo compartilhado), reside no fato da existência do direito de propriedade sobre o imóvel (ainda que sobre uma fração apenas).
Assim, o investimento para a aquisição de uma segunda casa pode ser viável. Já que não se trata da aquisição de um imóvel, mas sim, de parte dele, é possível comprar uma propriedade, ainda que não integralmente, e ao mesmo tempo desfrutar de toda ela com exclusividade. Trata-se de um sistema vantajoso para o construtor, que viabiliza imóveis de melhor qualidade e valor maior com a certeza de ter a venda facilitada; e para o comprador, que terá acesso a um imóvel que, em outra circunstância, não estaria ao seu alcance.
E as demais preocupações? Como lidar com elas, ainda mais no caso de uma propriedade dividida com terceiros? Já existem empresas especializadas no gerenciamento deste tipo de propriedade. Toda a relação com estas empresas é formalizada em contratos que garantem ao proprietário a tranqüilidade na manutenção do imóvel. Tal cuidado pode incluir a obrigação de guarda dos itens pessoais (tais como lençóis e objetos de decoração como porta-retratos e outros bens pessoais) e a colocação destes itens antes da chegada de cada proprietário. Dessa forma, é mantido o sentimento de que a propriedade é exclusiva.
Em alguns casos há até a possibilidade se trocar o período de uso da propriedade pelo de outras (mesmo que em outros países). Empresas especializadas já oferecem este tipo de intercâmbio no Brasil.
Vale lembrar que nosso ordenamento jurídico prevê todos os fundamentos necessários para a implantação e gozo da propriedade nestas condições. Outros Países adotaram formas distintas. A França, pioneira neste tipo de operação, dá ao empreendimento a natureza jurídica societária e obrigacional. A Espanha já lhe concede o direito de natureza jurídico-real, sendo o tempo de uso um fato diferenciado. Portugal o trata como um direito real de habitação periódica.
Ao se analisar a questão no Brasil depara-se com os princípios previstos na Constituição Federal. O artigo 5º, inciso XXII determina expressamente que a propriedade atenderá à sua função social. Já o artigo 170 dispõe que a ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, terá por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados, entre outros princípios, o da propriedade privada.
Nosso Código Civil, como não poderia deixar de ser, assegura ao proprietário a faculdade de usar e gozar do bem, devendo exercê-lo em consonância com as suas finalidades econômicas e sociais. Ele também já contém disposições que permitem a aplicação do conceito. A constituição de condomínio ordinário parece-nos a melhor opção para regular a propriedade e sua utilização.
Nada há a limitar, portanto, a segurança jurídica que todos (sejam elas empreendedores, construtores e adquirentes) buscam principalmente tratando-se de conceito ainda não amplamente difundido. Basta-nos ser criativos e utilizar as ferramentas que já temos à mão.
Como se vê, o sonho da segunda casa pode se concretizar de forma mais fácil do que imaginamos.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
QUAL É O TEMPO MÍNIMO QUE SE DEVE PERMANECER EM UM EMPREGO?

Quem entrega a carta de demissão e depois sai atacando a ex-empresa na entrevista, essa não é uma boa idéia. O melhor é procurar outro emprego enquanto estiver empregado. Isso porque a quantidade de explicações que terá que dar na entrevista, será bem menor, do que se estivesse desempregado. Encontrar um motivo plausível para justificar o desejo de sair é o melhor. Por exemplo, justificando que o trabalho que esta atualmente é diferente daquele que foi oferecido. Também é recomendado assumir as culpas por não ter feito, quando no momento da contratação, invez de atribuir toda a culpa da situação à empresa.
Em entrevistas de emprego, falar mal da empresa anterior é equivalente a dar um tiro no pé e atacar o ex-chefe ou ex-colegas é equivalente a atirar nos dois pés, quando isso acontece, o entrevistador se coloca numa posição defensiva e a entrevista se transforma em um penoso interrogatório.
O melhor motivo que uma pessoa pode ter para mudar de emprego, não é que a empresa anterior ou a empresa atual é ruim, é de que ela é boa, mas a próxima será melhor.




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