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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

POSSO TER DOIS EMPREGOS REGISTRADOS NA CARTEIRA?

Sim, você pode. Pode até ter mais de dois. Em se tratando de empresas do setor privado, as leis trabalhistas, que são cheias de detalhezinhos de todos os tipos, não fazem qualquer referência ao número máximo de empregos que uma pessoa pode ter. Logo, o que não é proibido por lei, é permitido. Mesmo que isso possa parecer um exagero, você pode ter três, quatro ou cinco empregos registrados em sua carteira. Mas há um cuidado importante que você deve tomar: é ler bem o contrato de trabalho da primeira empresa antes de assinar o da segunda. Se no primeiro contrato consta um horário de trabalho que você deve cumprir, não pode haver sobreposição no segundo contrato. Se houver, você estará sujeito a duas demissões por justa causa.O segundo cuidado é ver se no contrato de trabalho da primeira empresa não existe uma cláusula de exclusividade. Existem empresas que colocam no contrato que o profissional não pode ter outro emprego. Embora a legislação permita mais de um emprego, assinar um contrato se comprometendo a ter um só, tem valor legal. É como se, ao assiná-lo, você abrisse mão do seu direito de ter um segundo emprego.Há ainda uma dúvida que sempre aparece quando surge a possibilidade de acumular dois empregos. O profissional deve dizer à primeira empresa que irá trabalhar em uma segunda? Por exemplo, um vendedor que atua longe da matriz, que não precisa registrar o horário de trabalho e que ganha uma comissão pelo que vende. Como dispõe de tempo livre, ele consegue um segundo emprego administrativo, de meio expediente. Ele deve, ou não, revelar à empresa distante que vai remontar empregos? A legislação não obriga a dizer, porém, em minha opinião, seria sensato não apenas dizer, como perguntar se haverá algum problema antes de aceitar o segundo emprego. Mas a minha opinião é apenas isso: um ponto de vista pessoal. Legalmente, não é preciso falar. Seria mais uma questão de respeito à empresa que ofereceu o primeiro emprego.


FONTE: Max Gehringer, CBN.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A MELHOR FORMA DE COMPRAR PLANO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA É COM A AJUDA DO RH

Os planos de previdência privadas são muito bons PGVBL e VGBL, só que tem que saber. comprar. Porque em geral, vai achar na agência em primeira mão, fundos muito caros, com taxa de administração alta e taxa de carregamento muito alta (ganho fiscal do banco, beneficia o banco).
A melhor forma de comprar plano de previdência é comprar juntamente com o RH - Recursos Humanos de sua empresa, chegar no RH da empresa e conversar sobre o assunto. Porque em geral as empresas tem parcerias com os bancos quando faz o pagamento. Então seria interessante fazer com que a empresa tome a iniciativa de conversar com o banco para ver a possibilidade de oferecer produtos mais barato para seus funcionários. E porque também você negócio em conjunto, então daria para buscar uma taxa menor.
O RH das empresas é uma aréa extremamente importante e que pode ajudar muito o funcionário, tanto na reestruturação de dívidas, como no planejamento de aposentadorias e outros investimentos.

quinta-feira, 18 de março de 2010

EMPRESAS DEVERIAM ORIENTAR SEUS FUNCIONÁRIOS NO QUE DIZ RESPEITO AQUISIÇÃO DE PRODUTOS COMO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, COMO: VGBL E PGBL


Para quem esta interessado em fazer a previdência privada é interessante, algo novo, mas a pessoa tem que saber comprar. Se R$ 50,00 que é o que ela tem, é muito dinheiro, é o que sobra de sua renda para aplicar, é o dinheiro que a pessoa tem para acumular; e ao longo do tempo você vai enriquecer, quer dizer, você aumentar a sua renda com essa quantia, sim e principalmente se você tiver muito tempo de aplicação em PGBL ou VGBL, se você tiver menos de 10 anos de aplicação a tributação vai ser muito pesada, então você tem que avaliar o seu posicionamento, cada caso é um caso - o caso é que não importa qual seja a sua idade, se você tem 30, 40, 50 anos.
Nas situações do PGBL e VGBL, você tem que prestar atenção na idade quando tiver às versperas da aposentadoria.
Então qual o melhor caminho para você que tem R$ 50,00, R$ 60,00, R$ 80,00 e que aplicar em Previdência Privada, o melhor caminho para comprar esse tipo de produto, na verdade e infeslimente não é na agência bancária, porque na agência: 1º) porque você tem que fazer um dever de caso enorme, 2º) você não irá obter as informações corretas lá na agência. Então o melhor caminho para se adquir Fundos de Previdência Privada é atráves do RH das Empresas, o RH das empresas vai ajudar muito à você fazer esse tipo de aplicação, de uma forma bem feita. Porquê? Porque ele vai negociar o custo da aplicação pra você, toda empresa tem RH, mas nas pequenas e médias empresas você vai e negócia pela empresa, vai ter uma área da empresa que vai ter que negociar essa parte que se refere a Previdência Privada, mesmo empresas pequenas. Então ao invez da pessoa ir sozinho na agência bancária, ela vai em grupo, ela vai acompanhado de representação da empresa. Se você trabalha numa empresa que tem Recursos Humanos, o caminho é o Recursos Humanos, alías esse é um papel importantíssimo para área de Recursos Humanos atualmente que é cuidar da aposentadoria das pessoas, ajudar (orientar), facilitar o caminho.

quarta-feira, 3 de março de 2010

ANALISANDO FUNDOS DE PREVIDÊNCIA PRIVADA: PGBL E VGBL

Quando você aplica num fundo de Previdência Privada, você tem que fazer 2 escolhas:
1ª) Qual a tributação que você quer na entrada para o período de acumulação de recursos?
2ª) Qual a tributação que você vai utilizar na saída, quando vai resgatar o seu dinheiro?

No primeiro caso é simples o processo, se você tem impostos a pagar deve escolher o PGBL que tem limite de até 12% de sua renda tributada. Benefício fiscal de até 12%. Toda aplicação que exceder essa barreira deve ser feita no VGBL. O VGBL deve ser feito também por aqueles que não fazem Declaração Simplificada ou que não pagam Imposto de Renda.
Já escolher a tributação para saída é um processo mais complexo, pois você pode escolher a Tabela Progressiva do Imposto de Renda onde as alíquotas aumentam conforme o valor do resgate, ou então poderá escolher a Tabela Regressiva onde as alíquotas caem até 10% conforme o prazo das aplicações. Nesse caso você terá que analisar enquanto você quer que seja o seu benefício que você quer ter na sua aposentadoria. Some todos o benefícios inclusive da aposentadoria atual e veja em qual das alíquotas do IR, você cairá e veja também se terá despesas a abater, como: Plano de Saúde. Pois na Tabela Progressiva você poderá abater essas despesas e já na Tabela Regressiva, não.
Segundo os especialistas a grande parte dos aplicadores desses fundos, se dão melhor nesse negócio, quando optam pela opção VGBL com Tabela Progressiva do Imposto de Renda.



Para a escolha tanto do PGBL e do VGBL o único fator que determina a escolha de um ou de outro plano de Previdênncia Privada é a Declaração do Imposto de Renda.
Se você faz a Declaração Simplificada do Imposto de Renda, tem que ir para o plano VGBL. Para a Declaração Completa do Imposto de Renda, aí sim é o plano PGBL, porque tem-se o benefício fiscal dos 12%, até os 12%.


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

DINHEIRO PARA INVESTIMENTO DEVE SER CONSIDERADO UMA DESPESA FIXA

Programar guardar dinheiro todos os meses como se fosse uma despesa FIXA, ter na forma de uma poupança como se fosse uma despesa FIXA. Não é o que sobrar que você deverá guardar, se não você não reserva dinheiro para aplicação, você tem que deixar isso como uma meta. Programar isso como se fosse então uma despesas FIXA, para todos os meses, e esse percentual deve varias de acordo com os seus rendimentos. "A regra é guardar dinheiro todos os meses, sem execessão".

Levando em consideração que a aposentadoria do setor público, ela tende a ser cada vez menor, a aposentadoria do INSS tende a ser cada vez menor. Pelo fato simples que as aposentadorias do INSS tende a ser menor e o INSS já esa quebrado. O seu Déficit é brutal. Porque já tem uma carga tribútaria bem elevada. E levando em conta também que as pessoas estão vivendo mais. Então a tendência em longo prazo é as aposentadorias serem cada vez menores, em valores reais, portanto você tem que criar a sua.


APOSENTADORIA DO SETOR PÚBLICO: A tendência de longo prazo é que as aposentadorias do INSS sejam cada vez menor, em valores reais. Não tem como aumentar a carga tribútaria porque as pessoas estão vivendo cada vai mais e porque também já tem uma carga tribútaria muito elevada.