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terça-feira, 26 de outubro de 2010

QUAL O VALOR MÍNIMO PARA INVESTIR NA BOLSA?


A bolsa de valores ficou bem acessível nesses últimos anos, graças a popularização do Mercado de Ações. Você então pode começar investido através de Fundo de Ações nos bancos ou nas corretoras. Há alguns fundos que exigem apenas R$ 200,00 como capital inicial. Você também pode abrir uma conta numa corretora de ações e operar através da internet nos Home Brokers. O site da B&F Bovespa, trás uma lista de corretoras associadas, você rapidamente vai perceber que não é difícil abrir uma conta e que a partir aí de uns R$ 1000,00 você pode começar à operar com ações através do Home Broker. Mais o importante mesmo é que você esteja preparado para enfrentar a instabilidade dos preços. É importante que você mantenha uma boa reserva em renda fixa antes de se aventurar no mercado de ações. Alguns novatos em bolsa depois tem que vender alguns papéis rapidamente, só pra cumprir alguns compromissos financeiros em casa, o que normalmente essas vendas são feitas sem planejamento e são realizadas no momento infeliz, gerando prejuízo.
Uma estratégia recomendada é a de investir aos poucos gradualmente montando uma carteira bem diversificada de ações e mantendo esse investimento por muitos anos, assim você pode se isolar das grandes flutuações do dia-dia, essa ainda tem sido uma forma bastante rentavél de se investir no mercado brasileiro e certamente é a forma que irá trazer menos dor de cabeça pra você e para os demais pequenos investidores.


sábado, 13 de março de 2010

ETF: COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTOS QUE É NEGOCIADA NA BOLSA

O que é um ETF?


ETF é a cota de um fundo de investimento que é negociada na bolsa, como se fosse uma ação. ETF é a abreviação de Exchange Trade Fund, que é uma unidade negociável na Bolsa de Valores como se fosse uma ação, mas que reune um número variável de ações. Cada ETF se propõe a representar determinado índice de ações ou um segmento setorial de ações, ou ainda ações de determinados países. Há ainda os ETF Ultra short que operam com venda de grupos de ações à descoberto e se benificiam dos períodos de queda das cotações das ações, já que as ações serão cobertas pela compra posterior à venda, estando elas a preços mais baixos.
Existem ainda ETFs que representam letra do tesouro, títulos hipotecários, bônus de empresas e mesmo commodities isoladas como ouro e petróleo.
Todos estes instrumentos são lastreados em títulos que visam dar rentabilidade igual aos objetivos anunciados.
O ETF é estruturado no momento da demanda e desfeito com sua venda. A montagem e desmontagem é feita por instituições financeiras gestoras deste tipo de produto.
Os ETFs pagam dividendos ou juros, conforme seus componentes enquanto estão na posse do investidor. A forma mais comum de utilizar o ETF é a de aposta na valorização dos papeis que os compõem, para vendêlo por um preço superior ao da compra. O PIBB (Papéis Índice Brasil Bovespa) é um ETF; inclusive o PIBB era um fundo fechando inicialmente que foi feita a abertura de cotas dele em determinado e que, ser vendido e depois fechou e então passou a ser negociado somente nana bolsa na BMS Bovespa. E hoje se você quiser investir nesse fundo que reaplica a carteira do IBX, você tem que comprar cotas dele na bolsa, não pode investir no fundo diretamente, exatamente como você faz quando é para comprar uma ação em que você vai no home broker e contrata uma corretora e faz a compra da cota e vende sem liquídez, diária, só que invez de você comprar uma carteira de ações, você esta comprando uma carteira de ações.
Esse é um mercado já ativo no exterior e aqui no Brasil já começa aparecer, surgir alguns ETFs, desde 2008 mercado que esta crescendo continuamente. Interessante ressaltar que toda ação comprada na Bovespa tem um nome de batizado que é negociado na bolsa e o ETF. É muito interessante para quem tem pouco dinheiro para investir. Um tipo de fundo que é muito competitivo para a pessoa física e muito atraente também e que a participação dele tende a crescer no mercado brasileiro.
Então a idéia é comprar cotas, quer dizer invez de você comprar uma ação você compra uma cota de fundo de ações, aí é como se tivesse comprando várias ações; quer dizer você vende enquanto ação instântanea, ele é negociado e cotado, enquanto ação instântanea, diferentemente dos fundos tradicionais em que você aplica com a cota do dia seguinte e resgata com a cota anterior, enfim que tem um processo mais lento.

sexta-feira, 12 de março de 2010

PIBB-11 (PAPÉIS ÍNDICE BRASIL BOVESPA)



O PIBB-11 é o primeiro fundo que começa a ficar disponível no Brasil e barato; um fundo que negocia cotas em bolsa de valores, um veículo de investimentos bom e barato, tem outros semelhantes ao PIBB-11.
Então para você investir nesse fundo, não há a necessidade de ir lá com o seu gestor e comprar uma cota, diferente dos outros fundos; você compra a cota é na bolsa, pois as cotas dos fundos são negociadas na bolsa.
Para investir no PIBB-11, você investe dá mesma forma que faria, se fosse investir em ações, também é preciso ir lá na Corretora e se cadastrar e faz a compra desses papéis e a diferença é que ao invez de você comprar uma ação, você compra uma carteira de ações porque esses fundos respresentam essa carteira de ações, a cota representa a carteira de ações, é competitivo e o custo dele, a taxa dele não é tão alta, então vale a pena avaliar esse veículo e ele tende a ficar cada vez mais popular na bolsa de valores brasileira.
Interessante destacar é que sempre os fundos seguem algum índice e no caso do PIBB-11 é o Índice Brasil BRX. Então realmente vale apena analisar esses fundos.

quinta-feira, 11 de março de 2010

COMO INVESTIR EM AÇÕES?

A primeira idéia que vem em mente na cabeça do investidor é que ele mesmo monte sua carteira de ações. Para fazer essa idéia que venham dar melhores oportunidades de dar certo, é preciso montar um plano de trabalho, e estabelecer uma disciplina de atuação no mercado de ações.

CONHEÇA O MERCADO NÃO CONHECE, O MERCADO DE AÇÕES É UM TERRENO MINADO (DÊ RISCO)
Existem variáveis independentes, e variáveis sujeitos a eventos de todas natureza. Esta é a informação fundamentalista básica para conhecer o mercado do qual deseja participar.

CONHEÇA-SE BEM E ANÁLISE A SI PRÓPRIO

Avalie o seu grau de controle emocional, independência mental, influências externas. Você deve ser rigoroso no planejamento e ter capacidade de cumprir com o planejado.

COMECE COM UMA RENDA DISCRICIONÁRIA

Evite empenhar (colocar) as economias familiares em risco, já de cara. E esteja preparado para uma hipotése de perde dinheiro.

COMECE COM POUCO

Faça operações fictícias, use pequenas quantias.

ENTRE EM MERCADOS MAIS ESTAVÉIS

Anote o que aprendeu. Discuta os seus progressos.

NÃO SE COMPROMETA DEMAIS

Mantenha dinheiro vivo em sua conta de investimentos.

APROVEITE DINHEIRO VIVO PARA COMPRAR BOAS OPORTUNIDADES

Evite liquidar posições fora de hora por falta de dinheiro.

ESQUEÇA A ESPERANÇA

Não sonhe com altas quantias, só porque isso será bom para você. Pois o mercado, é o que é, não o que você quer que ele seja.

ACOMPANHE O MERCADO

Um dia de baixa não deve estragar a sua estratégia.

MUITO CUIDADO QUANDO MUDAR DE OPINIÃO

Trabalhe com uma idéia básica. Aguarde a melhora hora pra executá-la.

SE VOCÊ COM DINHEIRO E SEM IDÉIA, FIQUE DE FORA

Pausas fazem você se distanciar mais. O observador mais distante vê mais coisas, com menos detalhes.

TIRE FÉRIAS DOS NEGÓCIOS

Aproxime-se quando quiser ver os detalhes.

FIQUE NA SUA, EXAGERE: SEJA DO CONTRA! NÃO VÁ ATRÁS DA MASSA

A tendência da massa é errar. Se a idéia é tão popular que a massa vai atrás dela, reveja a sua idéia...

EVITE ORDENS A MERCADO

Limite as suas ordens com cuidado. Só use ordens a mercado quando precisar de cumprimento imediato.

NÃO AUMENTE POSIÇÕES PERDEDORAS

Cuidado com as técnicas de fazer preço médio. Não trave prejuízo. Assuma que errou, liquide a posição e tente ganhar em outra posição.

TRABALHE COM ORDENS DE "STOP" (A HORA DE PARAR)

Pare se perder nas posições ruins. Se a oferta acabou, e o mercado revertou, saia dele com ordens stop.

ESTENDA OS SEUS LUCROS

Ordens STOP são para posições perdedoras. Não limite seus ganhos nas posições lucrativas. Ponha de lado a idéia de lucro sastifatório.

SEJA IMPACIENTE COM AS PERDAS

Não passe mais de dois dias em posições perdedoras. Não passe o fim de semana perdendo dinheiro.

EVITE OS ESTREMOS DOS PREÇOS

Topos e fundos são posições vulneráveis. Deixe o mercado identificar as tendências antes.


TUDO QUE SOBRE DESCE

Preços muito altos pesam demais. Eles podem cair, isso é uma lógica do mercado, pesou demais, caem, só porque pesaram demais.


VENDA RÁPIDO

As baixas costumas ser mais rápidas que as altas. Nas baixas, procure saia rápido.


CONHEÇA OS FUNDAMENTOS, MAS AVALIE OS GRÁFICOS

Conheça gráficos e tendências. E observe as formações de reversões e consolidações.

quarta-feira, 10 de março de 2010

QUAL A MELHOR MANEIRA DE INVESTIR NA BOLSA DE VALORES ALTAS QUANTIAS?



Aplicar em Bolsa de Valores é como um jogo em que se ganha e se perde. Ele encanta e dá medo. Ele encanta quando esta em alta, aí quando vem uma Crise de nível internacional, as pessoas ficam com medo de perder dinheiro. Por essa razão é muito importante entender sobre Investimentos em Bolsa de Valores, os funcionamentos e os riscos que você esta correndo, porque cada vez mais torna-se relevante você ter uma parcela do seu dinheiro (sua carteira) investida na Bolsa e principalmente para investimentos no longo prazo. Exemplos como: Vender um terreno de R$ 2 000 000 e querer aplicar na Bolsa de Valores. Sempre que a gente vai investir uma quantia, analisar antes, quantos que essa quantia representa da nossa carteira e não se dá para decidir sobre uma aplicação financeira em Bolsa de Valores de forma isolada. O ideal é repartir para se ser uma carteira equilíbrada, para potencializar o ganho e equilíbrar o risco. Então, por essa razão tem que analisar o quanto esse dinheiro representa na carteira, se é tudo o que tem (esses R$ 2 000 000 dois milhões, no caso). Se esse ser todo o dinheiro que tiver, "não pode investir tudo em Bolsa de Valores". Pois, antes de aplicar em ações tem que ter Renda Fixa. Quem aplica tudo em Bolsa, corre um risco muito grande de perda. E você tendo uma parte aplicada em Renda Fixa, você terá a tranquilidade e mais segurança em saber que você poderá esperar o melhor momento para fazer o resgate desse dinheiro, esse é o ponto de partida.
"Toda vez que se vai tomar decisões em investimentos, existem 3 perguntas básicas" para se fazer, tais como:
1º) O que esse dinheiro representa da minha carteira? O que esse dinheiro representa do total da carteira?
2º) O que eu vou fazer com esse dinheiro? Essa é uma pergunta muito relevante, porque uma coisa é você precisar do dinheiro, para comprar alguma coisa e outra coisa é você precisar do dinheiro para viajar, sendo que você pode adiar essa viagem.
3º) Quando eu vou querer resgatar esse dinheiro?
Você fazendo essas 3 perguntar, consegue-se com isso criar um panarôma sobre como você pode investir esse dinheiro. Após feitas essas perguntas, você já terá suas respostas e poderá procurar o tipo de investimento que você pretende fazer.
Mesmo na Bolsa de Valores, é possivel diversificar esses investimentos, podendo investir uma parcela em empresas de crescimento, que são empresas de maior risco, mas que tem um maior potêncial de retorno e pode também investir uma parcela nas empresas de valor que são aquelas empresas já madura e que pagam bons dividendos e possuem um risco menor. Essa então seria, um modelo de carteira diversificada mesmo dentro da Bolsa de Valores. E muito cuidado para não embarcar na Bolsa de Valores nos momentos de euforia e comprar títulos somente quando ela estiver em alta (fazer investimentos "comprar", quando ela estiver em alta).

terça-feira, 9 de março de 2010

APLICAÇÕES EM BOLSA PRECISAM SER RENTÁVEIS TAMBÉM NO CURTO PRAZO

Há um cliché no mercado, que diz que as aplicações em Bolsa de Valores é para o longo prazo, porém na prática não bem assim. Pois aplicações em Bolsa de Valores deve ser rentáveis no curto prazo também, se não o investidor desanima e desiste. Só que prever consistentemente o comportamento das ações das aplicações no curto prazo é uma missão impossível e qualquer erro significa dinheiro perdido.
Então, como resolver esse dilema? A sugestão é: duas diferentes carteiras de ações, sendo que a primeira carteira de ação, mais conservadora com objetivo de longo prazo, ou seja, você vai começar somente a desmontar essa carteira quando estiver próximo da aposentadoria, com o porém de que você não deve mexer em nada por pior que seja a crise que chegue ao mercado, essa aplicação então pode ser feito por fundos de ações, desde que eles cobrem baixa taxa de administração, como por exemplo o PIBB [Papéis Índice Brasil Bovespa] que diariamente é negociado na Bovespa com o código PIBB-11, ele é o fundo de ações mais barato do mundo. Ao mesmo tempo você também pode montar uma carteira de ações com objetivos de curto prazo - essa já vai ser bem mais especulativa, você comprar bastante então, nos momentos de otimismo e pode zerar tudo nos momentos de péssimismo. Quanto investir em cada uma dessas carteiras? O ideal seria manter pelo menos 50% do seu capital da Bolsa, na carteira mais conservadora. Já a carteira especulativa, ela acaba lhe dando mais trabalho e ainda pode render menos do que a carteira conservadora. Com essa sugestão é possível retirar o melhor do Mercado de Ações. Primeiro os comprovados rendimentos de longo prazo da carteira conservadora e para quem gosta, vai ter muitas emoções através da carteira especulativa.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

BOLSA DE VALORES ENTRA EM CRISE?

Bolsa de Valores não entram em Crises Financeiras. O que entra em Crise são as empresas que compram títulos na Bolsa de Valores. O que acontece é que Bolsa de Valores pode ter baixa ou alta em seus títulos devido à reflexos nos cenários políticos mundiais e especulação.


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

BOLSA DE VALORES E MERCADO DE AÇÕES

Bolsa de Valores
As bolsa de valores são associações civis, sem fins lucrativos e com funções de interesse público. Atuando como delegadas do poder público, têm ampla autonomia em sua esfera de responsabilidade. Além de seu papel básico de oferecer um mercado para a cotação dos títulos nelas registrados, orientar e fiscalizar os serviços prestados por seus membros, facilitar a divulgação constante de informações sobre as empresas e sobre os negócios que se realizam sob seu controle, as bolsas de valores propiciam liquidez às aplicações de curto e longo prazos, por intermédio de um mercado contínuo, representado por seus pregões diários. É por meio das bolsas de valores que se pode viabilizar um importante objetivo de capitalismo moderno: o estímulo à poupança do grande público e ao investimento em empresas em expansão, que, diante deste apoio, poderão assegurar as condições para seu desenvolvimento.


O Mercado de Ações

Para que possamos falar sobre o Mercado de Ações, primeiro vejamos alguns conceitos:
Ações: São títulos que representam frações do capital de uma Empresa, no caso diz-se que essa empresa é uma “ sociedade por ações” , a qual pode ser “aberta” ou “fechada”, de acordo com seu registro na CVM.
As ações podem ser “ordinárias” ou “preferenciais”. As ordinárias dão ao seu proprietário o direito de voto nas assembléias gerais de acionistas, nas quais são votadas as deliberações quanto a administração da empresa, seu balanço, seus futuros investimentos, etc. O direito de voto vale para as assembléias ordinárias ou extraordinárias. As ações preferenciais não possuem direito de voto, em contrapartida têm o direito de recebimento de dividendos com prioridade sobre as ordinárias, assim como deve receber o reembolso do capital, no caso de dissolução da sociedade, antes dos acionistas ordinários (votantes).


Mercado de Ações à Vista

Nele, a liquidação física (entrega de títulos vendidos) se processa no 2º dia útil após a realização do negócio em Bolsa de Valores e a liquidação financeira (pagamento e recebimento do valor da operação) se dá no 3º dia útil posterior à negociação, e somente mediante a efetiva liquidação física.
Para operar no mercado de ações, o investidor depende de uma sociedade corretora de valores mobiliários, a qual é associada a Bolsa de Valores, pois somente essa entidade está autorizada a negociar no “pregão” de uma Bolsa de Valores.
Em conjunto com o corretor de ações, o investidor irá analisar e escolher os “papéis” nos quais irá investir seus recursos, considerando o balanço dos últimos anos da empresa cujas ações deseja adquirir, situação da empresa no seu mercado de atuação, etc.
O corretor irá representar o comprador (ou vendedor) junto a Bolsa de Valores, através de critérios pré-estabelecidos quanto a preço máximo e mínimo a pagar ou vender.
Os preços são formados em pregão, pela dinâmica das forças de oferta e demanda de cada papel, o que torna a cotação praticada um indicador confiável do valor que o mercado atribui às diferentes ações.
A maior ou menor oferta e procura por determinado papel está diretamente relacionada ao comportamento histórico dos preços e, sobretudo, às perpectivas futuras da empresa emissora, aí incluindo-se sua política de dividendos, prognósticos de expansão de seu mercado e dos seus lucros, influência da política econômica sobre as atividades da empresa etc.
Existem alguns tipos básicos de ordens de compra ou venda de ações, a saber:
Ordem a Mercado – o investidor especifica somente a quantidade e as características dos valores mobiliários ou direitos que deseja comprar ou vender. A corretora deverá executar a ordem a partir do momento que recebê-la.
Ordem Administrada - o investidor especifica somente a quantidade e as características dos valores mobiliários ou direitos que deseja comprar ou vender. A execução da ordem ficará a critério da corretora.
Ordem Discricionária - pessoa física ou jurídica que administra carteira de títulos e valores mobiliários ou um representante de mais de um cliente estabelecem as condições de execução da ordem.
Sempre haverá no ato de compra ou venda de ações, o pagamento de corretagem.

Mercado de Opções

A principal diferença entre o mercado de ações à vista e o mercado de opções é que no último não são negociadas as ações propriamente ditas, mas o direito sobre elas. Chama–se opção ao direito de uma parte comprar ou vender a outra parte, dentro de um prazo pré-estabelecido, certa quantidade de ações, por preço acertado.
Esse mercado pode hoje ser efetuado através das modalidades de: compra coberta, compra a descoberto e opções de venda.
Neste negócio há também o pagamento de comissões de corretagem.
Conhecer a terminologia deste mercado, pode ajudar a elucidar dúvidas, a saber:
Titular: O comprador da opção, que terá o direito de exercer a opção, pagando por ele.
Lançador: Aquele que cede o direito ou vende a opção, pelo qual recebe o prêmio.
Prêmio: Valor do negócio, também chamado de cotação da opção na Bolsa de Valores.
Opção de compra: Forma de atuação na qual o titular adquire o direito de compra de um lote de ações, por certo preço, dentro de um prazo pré-estabelecido.
Opção de venda: Modalidade em que o titular tem o direito, caso queira, de vender ao lançador, as ações a que se refere a opção, de acordo com o preço e prazo formulados.
Preço de exercício: Em opções de compra, é o valor que o titular deve pagar ao lançador por suas ações, caso exerça o direito de compra, no caso de opções de venda, o lançador paga ao titular.
Vencimento: Data em que cessam os direitos do titular de exercer sua opção.
Séries de uma opção: Opções do mesmo tipo (compra e venda), para a mesma opção objeto, e com a mesma data de vencimento. Os prêmios variam conforme os preços de exercício, que diferem de uma série para outra.
Tanto o titular como o lançador de opções (de compra ou de venda) podem, a qualquer instante, sair do mercado, pela realização de uma operação de natureza oposta.
Quando uma série de opções tem sua negociação em pregão autorizada, permanece válida até o seu vencimento, embora possam ser introduzidas novas séries, com diferentes preços de exercício. A Bolsa de Valores pode, porém, suspender, a qualquer instante, as autorizações para lançamento e/ou negociação.
Isso em geral acontece com as séries que não apresentam posições em aberto e cujos preços de exercício sejam muito diferentes dos preços de mercado. Séries com posições em aberto não têm sua negociação suspensa, salvo em casos especiais.
As operações no mercado de opções, como no mercado à vista, somente podem ser efetuadas por sociedade corretora autorizada pela Bolsa de Valores, observando-se, na sua realização, o disposto no Regulamento de Operações no Mercado de Opções.
São permitidas operações de "day-trade", ou seja, a compra e a venda da mesma série, em um mesmo pregão, por uma mesma sociedade corretora e por conta de um mesmo comitente (aplicador).
A liquidação dessas operações, exclusivamente financeira, é feita pelo saldo.
No dia do vencimento da opção não é permitida a realização de tais operações.
A Bolsa de Valores, segundo o regulamento vigente, pode impor restrições ao mercado de opções sempre que for aconselhável, considerados o interesse do mercado, a proteção do investidor ou o objetivo de manter o mercado justo e ordenado.
A suspensão da ação-objeto no
mercado a vista implica, normalmente, a suspensão das negociações com suas opções.
A suspensão das negociações com suas opções, entretanto, pode acontecer independentemente do comportamento da ação no
mercado a vista, sempre com o objetivo único de regular o comportamento do mercado de opções.

Negociações Sem Certificado (Escritural)
O mercado de opções é caracterizado por seu controle totalmente escritural. As posições de lançador e titular resultam do registro das operações na Bolsa de Valores, em código diferente para cada cliente. Embora não sejam emitidos certificados de opções pela Bolsa de Valores, são mantidos controles diários das operações realizadas e, conseqüentemente, das posições geradas e lançadas na conta de cada cliente.
Relatórios são também enviados às sociedades corretoras, permitindo um acompanhamento contínuo da situação de seus clientes. Os clientes que atuam no mercado de opções recebem, a cada operação que altere sua posição registrada na Bolsa de Valores, um extrato de sua conta - que pode também ser obtido mediante solicitação.


Mercado a Termo de Ações

No mercado a termo, existe um novo aspecto, o qual é o contrato entre as partes envolvidas no processo de compra e venda de ações.
Este contrato estabelece prazos, preços e outros detalhes do negócio a ser feito. Operações com prazos de liquidação diferidos, em geral de trinta, sessenta ou noventa dias.
Para aplicações no mercado a termo é necessário, um limite mínimo para a transação e depósito de valores, tanto pelo vendedor como pelo comprador , utilizados como margem de garantia da operação.
O contrato a termo pode, ainda, ser liquidado antes de seu vencimento.
As principais vantagens desse tipo de operação consistem em permitir ao investidor proteger preços de compra, diversificar riscos, obter recursos e alavancar seus ganhos.

As principais vantagens desse tipo de operação consistem em permitir ao investidor:
Proteger Preços - um aplicador que espera uma alta nos preços de uma ação ou de um conjunto delas pode comprar a termo, fixando o preço e beneficiando-se da alta da ação. Poderá fazer isso porque, embora não conte, no momento, com dinheiro suficiente para a compra do lote desejado, aguarda a entrada de novos recursos dentro do prazo para o qual realizou a operação.
Diversificar Riscos - um aplicador quer comprar algumas ações cujas cotações estima estarem deprimidas, porém não quer concentrar todos os seus recursos em apenas um ou dois papéis, para não assumir riscos muito elevados. Adquire a termo quatro papéis mais atrativos, desembolsando apenas a margem de garantia. Essa diversificação envolve riscos menores do que uma aplicação em ações de uma única empresa, já que a eventual perda com uma ação pode ser compensada com ganhos com as outras três.
Obter Recursos (operação caixa) - para detentores de carteiras que precisam de recursos para uma aplicação rápida, mas não querem se desfazer de nenhuma ação. A alternativa de vender a vista para imediata compra a termo do mesmo papel permite ao aplicador fazer caixa e, ao mesmo tempo, manter sua participação na empresa.

Principalmente, para obter renda adicional.
Para Financiar - Nesse tipo de operação - de financiamento - o aplicador compra ações no mercado a vista e as vende a termo, no prazo que deseja financiar, com o objetivo de ganhar a diferença existente entre os preços a vista e a termo, ou seja, os juros da operação;
Aumentar a Receita - Tomada a decisão de vender uma ação - sem a necessidade de uso imediato de recursos -, pode-se optar por uma venda a termo, maximizando ganhos, pois serão recebidos os juros de um período além do preço a vista da ação. Esse período - o prazo do contrato - será escolhido pelo vendedor a termo, de acordo com sua programação de aplicações e seu conhecimento de alternativas futuras.

A utilidade dessa estratégia é viabilizar proteção para o vendedor a termo que não possui as ações. Adquirindo opções de compra sobre as ações vendidas a termo, o aplicador que espera por uma baixa de mercado protege-se contra uma inesperada alta no mercado a vista.

Com essa estratégia, o aplicador pode explorar os diferentes níveis de taxas de juros existentes nos dois mercados e, caso não seja exercido, reduzir o custo de aquisição dos títulos. Dessa forma, é possível garantir o atendimento a eventual exercício da opção pela liquidação do contrato a termo.


Conclusão

O mercado de ações em todos os aspectos comentados anteriormente mostra uma gama muito grande de formas e “modus operandi” , de forma que o envolvimento do cidadão comum, ou ainda, investidor quando iniciante deve ser feito com cautela, procurando acercar-se de parceiros de confiança para evitar fracassos. Segundo os “experts” deste mundo repleto de números, siglas, indicadores e uma “sopa de letrinhas” bastante recheada, as aplicações em bolsa de valores são indicadas para investidores com maior volume de capital a aplicar e que não espere retorno a curto prazo.
Coloco em seguida, um texto extraído do site na Internet, da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, em forma de FAQ (frequently Asked Questions) ou perguntas freqüentemente feitas, sobre a Bolsa de Valores e sua aplicação, direcionado aos leigos.


O que é ?

É o local especialmente criado e mantido para negociação de valores mobiliários, em mercado livre e aberto organizado e fiscalizado pelos corretores e pelas autoridades.

O que são Valores Mobiliários?

São títulos como debêntures, ações, opções etc.


Por que é necessário um lugar especial para negociar ações?

Para concentrar em determinado local compradores e vendedores, centralizando as ofertas. Além disso, para negociar ações, são necessários dois serviços: informação e liquidação. E a Bolsa de Valores é que presta esses dois serviços ao investidor.

Em que consiste o serviço de informações?

Consiste em colocar à disposição do público o histórico dos preços pelos quais cada ação vem sendo negociada, bem como as ofertas de compra e venda existentes no momento, informações indispensáveis para o investidor decidir por quanto vai comprar ou vender suas ações.
A Bolsa de Valores cuida, ainda, de obter e divulgar informações sobre o desempenho das companhias cujas ações são negociadas, o que é importante para acompanhar a vida dos investimentos realizados.

Como posso tomar conhecimento dessas informações?

As cotações são divulgadas no mesmo dia pela Bolsa de Valores e publicadas pelos jornais diários do dia seguinte. Dados mais completos podem ser encontrados nas revistas e boletim editados pela própria Bolsa de Valores.
Informações atualizadas minuto a minuto, durante o período em que são realizados os negócios, podem ser encontradas nos terminais de vídeo que a Bolsa de Valores mantêm em todo o País, ligados aos seus computadores. Esses terminais podem ser até instalados nos escritórios e residências dos investidores que quiserem e, naturalmente, pagarem pelos serviços.

E o serviço de liquidação em que consiste?

Consiste em fazer os títulos chegarem às mãos do comprador e o dinheiro às mãos do vendedor. Além de executar o serviço de liquidação propriamente dito, a Bolsa de Valores tem outro papel nesse processo: garantir a legitimidade das ações que entrega aos compradores.

Como se dá essa garantia?

A Bolsa de Valores mantêm um Fundo de Garantia. Mesmo que posteriormente sejam descobertas ações falsas ou roubadas entre os títulos que você comprou, a Bolsa de Valores os substituirá por ações boas, cobrindo os prejuízos.

O que se faz para investir na Bolsa de Valores?

O que se chama "investir na Bolsa de Valores" nada mais é, do que investir em ações. E, para investir em ações, o caminho certo é procurar uma corretora de valores, distribuidora ou banco de investimento.

Não posso procurar diretamente a Bolsa de Valores?

Naturalmente, as portas da Bolsa de Valores estão abertas aos investidores para prestar-lhes esclarecimentos, atender consultas, fornecer publicações, etc. Mas a compra e venda de ações é sempre feita através de uma corretora de valores, membro da Bolsa de Valores.

Quais são os serviços prestados ao investidor pela Bolsa de Valores e pelas corretoras?

A corretora assessora o investidor dando informações e recomendações; e recebe as ordens de compra e venda dadas pelo investidor. Essas ordens são transmitidas para o operador no pregão - local onde são realizados os negócios.
Fechada a operação, entra em cena a Bolsa de Valores que registra e passa a divulgar os valores negociados, procedendo finalmente, à liquidação.

O que é o pregão?

É o recinto onde se reúnem os operadores para executar as ordens de compra e venda dadas pelos investidores às suas corretores.
O pregão funciona diariamente de 11:30 hs às 18:00 horas.

A Bolsa de Valores é um órgão público?

Não. A Bolsa de Valores é um órgão privado. Uma associação civil formada pelas corretores de valores que são seus membros.

Dividendos

A participação nos resultados de uma sociedade é feita sob a forma de distribuição de dividendos em dinheiro, em percentual a ser definido pela empresa, de acordo com os seus resultados, referentes ao período correspondente ao direito.
Quando uma empresa obtém lucro, em geral é feito um rateio, que destina parte desse lucro para reinvestimentos, parte para reservas e parte para pagamento de dividendos.

Mas a Bolsa de Valores não tem um papel fiscalizador?

Tem. A Bolsa de Valores é, inclusive, órgão auxiliar da CVM - Comissão de Valores Mobiliários - na fiscalização do mercado de ações. Este é um exemplo de auto-regulação, uma iniciativa de caráter estritamente privado que funciona de acordo com regras definidas pelos próprios membros da Bolsa de Valores sem ingerência estatal.


Bibliografia

SANVICENTE, Antonio; MELLAGI, Armando: Mercado de capitais e estratégias de investimento, Atlas, 1987;

INTERNET, sites da BVRJ, BOVESPA e Corretora Bradesco;