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quinta-feira, 16 de junho de 2016

VAI COMPRAR ALGO DE UM TURCO? PREPARE-SE PARA NEGOCIAR...

Existem diversos pré-julgamentos quando se fala em realizar negócios com turcos. Para eles, é de praxe negociar. O turco primeiramente pede um preço absurdo e a partir daí estimula a negociação. Nesses casos, é comum gastar metade do valor inicialmente oferecido. Mas, mesmo depois de uma longa negociação, fica a sensação de ter feito um mau negócio e ter sido ludibriado pela lábia do turco. 

Quando você está no ambiente deles, uma loja ou uma empresa, o turco primeiramente vai te servir um chá, que eles dizem fazer parte da hospitalidade. Na verdade, o intuito é te oferecer o chá extremamente quente e por isso, impossível de beber. Assim, para não ser mal educado, você vai ficar tentando esfriar o chá e com isso vai permanecer mais tempo na companhia dos turcos, negociando. 

Para não ser “enrolado”, procure conversar bastante com os turcos, fugir um pouco do assunto “negócios”. Converse sobre futebol e sobre a cultura e história do país. Prefira assuntos mais gerais e pergunte a opinião deles, é uma forma de demonstrar confiança. 

domingo, 10 de abril de 2011

DOCUMENTO SOBRE A HISTÓRIA DO DINHEIRO


No princípio, era troca. Mas ficou mais difícil coincidir sempre o desejo de um produtor com a mercadoria que o outro oferecia. Artigos que todos consideravam importantes, como o sal e o gado, passaram a ser aceitos como base de troca até que os metais tomaram a cena. A partir dai, criaram-se moedas, cédulas e cartões de crédito. Mas o dinheiro já foi também sinônimo de chiclete para os soldados da Segunda Guerra e permanece, até hoje, como cigarro nas prisões brasileiras.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

IMPOSTOS NO BRASIL

As regras tributárias no Brasil baseiam-se nos artigos 155 e 156, da Constituição da República de 1988. Nestes artigos está definido quem pode criar impostos, taxas e contribuições de melhoria, e estão contidas no Código Tributário Nacional - CTN (Lei 5.172/1966).



Os principais impostos vigentes no Brasil são:

IMPOSTOS FEDERAIS
Imposto de Renda (IR) - Se divide em: Imposto sobre a renda de pessoas físicas - IRPF e Imposto sobre a renda de pessoas Jurídicas – IRPJ. Seu fato gerador é aquisição de disponibilidade econômica (renda), como fruto do capital e do trabalho e sobre proventos de qualquer natureza.
Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) - incide sobre operações de industrialização de produtos (segundo a legislação: industrializado é o produto que tenha sido submetido a qualquer operação que lhe modifique a natureza ou finalidade, ou o aperfeiçoamento para o consumo).
Imposto sobre a importação de produtos estrangeiros (II) – incide sobre a entrada de produtos estrangeiros no território nacional. A base de cálculo geralmente é o preço da importação (produto mais frete).
Imposto sobre a exportação de produtos nacionais ou nacionalizados (IE) – o fato gerador é a saída de produtos nacionais do território brasileiro.
Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF) – incide em contratos de crédito (como o do cheque especial), de câmbio e de seguros e a base de cálculo é o valor da operação.
Contribuição ao Programa de Integração Social (PIS) – é uma contribuição social destinada ao financiamento do Programa de Integração Social (fundo para formação do patrimônio dos trabalhadores, gerido pela Caixa Econômica Federal). A base de cálculo é o faturamento das empresas.
IMPOSTOS ESTADUAIS OU DISTRITAIS
Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) - incide sobre mercadorias, sobre transporte, comunicações e energia. A hipótese de incidência depende da legislação de cada estado.
Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) - a base de cálculo é o valor do veículo.
Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e por Doação de Quaisquer Bens e Direitos (ITCMD) - O fato gerador é toda transmissão de bem ou direito a título gratuito, por causa mortis (herança) ou ato inter vivos (doação).

IMPOSTOS MUNICIPAIS
ISS - Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza - incide sobre todos os demais serviços não alcançados pelo ICMS.
IPTU - Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana. Tem como fato gerador a propriedade, o domínio útil ou a posse de bem imóvel (terrenos ou construções), localizado na zona urbana do Município. A base do cálculo do imposto é o valor venal do imóvel.
ITBI - Imposto sobre transmissão de bens imóveis - incide sobre a transmissão, a qualquer título, da propriedade ou do domínio útil de bens imóveis, de direitos reais sobre imóveis, exceto os direitos reais de garantia e a cessão de direitos relativos às referidas transmissões.
Existem outros impostos que não foram citados.


[Taxas que incidem sobre o videogame para entrar no Brasil]

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

CÂMBIO

Recentemente, uma declaração de um ministro brasileiro teve repercussão mundial, sendo citada na impressa internacional. O assunto foi chamado pelo ministro de “guerra cambial”.

O ministro usou a expressão para caracterizar alegoricamente o expediente utilizado por alguns países que estão desvalorizando a própria moeda, com o intuito de competir no mercado de exportação com produtos mais baratos.


1. Ref. a câmbio (política cambial)

2. Ref. a títulos de crédito, esp. a letras de câmbio, ou à cobrança dos valores que representam (ação [jurídica] cambial)

s2g.

3. Econ. Letra de câmbio, ou qualquer documento (título de crédito) que vale como promessa ou ordem de pagamento em dinheiro

[Pl.: -ais.]

[F.: câmbio + -al1.]

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O CUSTO DO DINHEIRO E CARTÃO DE CRÉDITO

Fevereiro
Março

Abril


...
CARTÃO DE CRÉDITO
Cartão não é:
Renda extra
O melhor financiamento Antidepressivo

Cartão é:
Antecipação de sua renda
Organizador do seu caixa
Espelho do seu orçamento

Na Conferência Internacional de Educação Financeira, organizada pela OCDE e realizada esta semana no Rio, o cartão de crédito foi a estrela. Há muita preocupação sobre este instrumento de crédito e o consenso de que é fundamental que as pessoas sejam treinadas a utilizar seu cartão. Ou seja, transformar o algoz num aliado.O representante do México fez uma apresentação muito boa. No México, a correta utilização do cartão de crédito é uma questão que envolve o próprio governo federal.Aqui link para o filme publicitário que eles fizeram dizendo que cartão de crédito não é um dinheiro extra.http://www.youtube.com/watch?v=2u5ruLj0SEI

Abaixo, estão as regras para a utilização do cartão de crédito elaborado pelo mexicano Condusef (Comissão Nacional para a Proteção e Defesa dos Usuários dos Serviços Financeiros):

Antes de contratar:
Compare entre os diversos cartões. Nem todas oferecem o mesmo. Escolha a que mais se ajusta às suas necessidades e a sua capacidade de pagamento. Procure ter apenas as necessárias.
Informe-se sobre as taxas de juro, tarifas, seguros associados benefícios e responsabilidades.
Antes de assinar o contrato esclareça todas as dúvidas.

Para quem já está com o cartão:
Use dentro do seu orçamento e/ou em caso de emergências. O cartão de crédito pode ser de grande ajuda se for utilizado dentro da sua capacidade de pagamento. Nunca o considere como dinheiro extra para gastar acima da sua renda. Pague pontualmente suas dívidas
Para reduzir sua dívida no cartão:
Pague sempre acima do mínimo
Tente consolidar a dívida numa única linha de crédito. Cancele alguns cartões.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

DIAGNÓSTICO MOSTRA REDUÇÃO DO USO DE CHEQUES E AUMENTO DE PAGAMENTOS PELA INTERNET

Esses dados fazem parte do Adendo estatístico - 2009, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, 5/7, contendo a atualização das estatísticas apresentadas no Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil

Os brasileiros estão deixando de utilizar o cheque como meio de pagamento e optando cada vez mais pelos meios eletrônicos. Em 2009, a Internet passou a ser o canal de atendimento bancário mais utilizado, por onde foram iniciadas 31% das transações bancárias, ultrapassando os terminais de auto-atendimento (ATM). Já em relação aos cheques, continua a tendência de redução da sua utilização, principalmente daqueles de menor valor unitário, que têm sido substituídos pelos cartões de pagamento. Em 2009, em comparação com 2008, a quantidade de cheques emitidos apresentou redução de 8,2%, o que fez com que a participação desse instrumento na quantidade total dos pagamentos de varejo sem o uso do dinheiro fosse reduzida para 9,8%, ante 13,9% em 2008. Houve também uma desaceleração no crescimento da quantidade de cartões de crédito e de débito em circulação, mas ainda há espaço para aumento no uso desse instrumento de pagamento.
Esses dados fazem parte do Adendo estatístico - 2009, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, 5/7, contendo a atualização das estatísticas apresentadas no "Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil". As principais fontes de informação para a composição do diagnóstico são o próprio BC, bancos, câmaras e prestadores de serviços de compensação e de liquidação, proprietários de bandeiras, emissores e credenciadores de cartões de pagamento, Bank for International Settlements (BIS) e Banco Central Europeu (BCE).