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sexta-feira, 17 de maio de 2013

domingo, 7 de abril de 2013

COMO FAZER O CURRÍCULO IDEAL?


Na hora de procurar um emprego, o currículo é, geralmente, a carta de apresentação e a porta de entrada para uma empresa. Esse é o primeiro passo da avaliação dos recrutadores para escolher o candidato que melhor se encaixa no perfil desejado.
Por isso, elaborar um bom currículo não se trata de resumir tudo o que você fez. "Em primeiro lugar, o candidato deve entender que há muitos outros na mesma situação. Portanto, ele deve procurar se diferenciar mesmo sem experiências profissionais formais", afirma Marcelo Abrileri, presidente e headhunter da Curriculum.
Tudo deve estar destacado de forma clara e objetiva ao apresentar as experiências profissionais, acadêmicas e outras consideradas relevantes. "É importante se atentar à apresentação do currículo, evitando erros de português, inserção de dados desnecessários como foto inadequada, números de documentos, adjetivos pessoais e uso de letras ou papéis coloridos", afirma Daniella Correa, consultora de RH da Catho Online.
Para Daniela, "o profissional deve deixar explícito o que quer e inserir respostas para as três perguntas básicas: Onde você já esteve? O que você já fez pela outra empresa? E o que pode fazer pela empresa em que deseja trabalhar?".
Veja abaixo como montar um currículo e o que nunca você deve colocar em um.

LEMBRE-SE DE COLOCAR


Início – Os dados pessoais devem estar no início. É desnecessário colocar números de documentos ou referências pessoais, exceto quando solicitado pela empresa.

Objetivo – Indique somente uma área de interesse. Caso queira se candidatar a oportunidades de áreas diferentes, é recomendável ter mais de um currículo, com objetivos distintos.
Qualificações – Lembre-se de que é um resumo. Destaque no máximo as cinco principais qualificações adquiridas em suas experiências de trabalho. Suas inúmeras habilidades poderão ser demonstradas ao longo do processo seletivo.
Experiências Profissionais – Mencione o nome da empresa e o período em que atuou. Coloque também uma pequena descrição de suas atividades no local.
Formação Acadêmica – Ordene de forma decrescente. Coloque nível técnico ou ensino médio apenas quando for relacionado à formação atual ou área de interesse.
Idiomas – Ao citar idiomas, detalhe seu nível de proficiência. Experiências de intercâmbio também são muito valorizadas.
Cursos Complementares – Inclua os treinamentos e cursos já realizados se tiverem afinidade com a futura área de atuação.

NUNCA COLOQUE


- Esqueça os e-mails pessoais tipo gatinha@provedor.com.br . Crie um e-mail profissional.

- Nada de cores, desenhos, margens e símbolos. O ideal para destacar as informações é, no mínimo, a utilização de recursos como negrito e sublinhado.
- Deve-se evitar também variar os tipos de fonte.
- Listas extensas também não são bem vindas no currículo, bem como motivos de ter deixado o emprego anterior, referências pessoais, raça, religião e filiação partidária.
- Evite erros de concordância, escrita e acentuação, pois um a cada quatro currículos é descartado por ter erros de português ou de digitação.
- Não minta nas informações inseridas no currículo.

OUTRAS FORMAS DE CURRÍCULO
 

Além do modelo tradicional, é possível disponibilizar o currículo de forma interessante e atrativa em outros formatos, como:
Vídeo currículo – transmite credibilidade e desenvoltura, características que pesam em candidatos a vagas nas áreas de Vendas, Comunicação e Telemarketing.
Hotsite – É possível criar um site e inserir informações profissionais, contato, portfolio e outras que sejam relevantes.
LinkedIn – Através dessa rede social, é possível realizar network, disponibilizar informações profissionais e maximizar as chances de ser encontrado por uma empresa. 

sábado, 6 de abril de 2013

ÉTICA DA CONVENIÊNCIA ESTÁ EM UM TERRENO PERIGOSO


Ela induz a pensamentos extremamente negativos, com a ausência de princípios mais sólidos. Pensar bem, nos faz bem, então vamos pensar em ética conveniente.  É aquilo que eu faço porque é bom pra mim. Essa ética quando é marcada pela conveniência ela entra num terreno extremamente perigoso que é do relativismo ético.
Em outras palavras, é aquilo que eu estou desejando, aquilo que eu estou precisando, naquilo que é o meu interesse imediato. Justificando eu faço assim porque é o único jeito que eu posso fazer, se não ser desse jeito o que eu posso fazer. Sendo que não é necessariamente assim.
A ética da conveniência aparece na cola dentro da escola, quando a gente cola ou colávamos na escola, justificando o motivo que se eu não colar não irei conseguir obter uma boa nota. Isso é a conveniência.
Ou então aquele que diz: Pra eu fazer essa licitação dentro do governo, eu preciso colocar um preço mais alto para que depois eu possa fazer a redução. Isso é a conveniência.
A ética da conveniência nos induz a um pensamento extremamente negativo, que é a ausência de princípios éticos mais sólidos, que não sejam voláteis, que não sejam volúveis, que não desapareça a primeira vista quando se balança algo que precisaria ser feita da maneira correta, como deveria ser feito. 
A ética da conveniência é bem utilitarista e por isso bem perigosa.
É essa ética da conveniência que mergulhando fundo dentro do ditado popular que diz: A ocasião faz o ladrão. A pessoa que acredita que a ética tem que ser pela minha conveniência e não por aquilo que se entende, nessa hora a ocasião faz o ladrão, porque criada a circunstância aí é perigoso.

ADMINISTRAÇÃO EFICAZ DE CONFLITOS

Se você não faz parte da solução, então faz parte do problema. 
Mas, aí você vai dizer: Mas, como se eu não faço parte da solução, então eu faço parte do problema? Com certeza  Existe alguma outra alternativa? Não. Pois, eu posso ser útil ou não.
Mas, aí você vai dizer. Mas, eu posso ser neutro então. E realmente você esta certo, você pode ser neutro. Porém, mais tarde, alguém vai tomar a decisão por você.
Mas então, o que é administrar conflitos? Administrar conflitos é chegar num acordo satisfatório, (um consenso) para os envolvidos, em que ambos os lados foram ouvidos e respeitados.
Agora, quais são os motivos que leva a administrar conflitos: 

  1. Mudanças nos processos organizacionais;
  2. Pressões causadas pela globalização;
  3. Competividade e produtividade; 
  4. Novos processos da gestão empresarial;
  5. Maior interação com chefias e colaboradores.
Quando começamos a administrar conflitos? 
Quando nossos interesses (pessoais ou grupais) são ameaças.

No trabalho existem dois tipos básicos de conflitos: Interpessoal e o outro é Organizacional.

A melhor boa saída para ambos os lados chegarem a um acordo - É cada lado abrir mão de uma coisa e  outro lado também abrir mão de alguma coisa. Tentar chegar na colaboração mútua. Algo, que não se faz por decreto, por exemplo: A partir de amanhã todo mundo terá a obrigação de colaborar com todo mundo, deve-se evoluir ao longo de um processo e que envolve também comprometimento. Dessa forma ambos os lados chegam a um acordo equivalente bom para ambas as partes.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

NÃO SE ESQUEÇA DE DESLIGAR O CELULAR

Uma pegadinha em entrevistas muito habitual que é muito importante e que pode acontecer em qualquer entrevista é: esquecer de desligar o celular.
Naquela angustia que antecede a entrevista muita gente esquece de desligar o celular e como manda a famosa lei dos imprevistos, há uma enorme possibilidade do celular tocar durante a entrevista.
Evidentemente a maioria dos candidatos vai desligar sem atender e é nesse momento em que ocorre a pegadinha - O entrevistador na maior calma diz: Tudo bem pode atender, não se preocupe, nós temos bastante tempo. E o candidato na maior inocência atende na quase totalidade dos casos perde a vaga.
A lógica por trás da pegadinha é o foco naquilo que interessa. Se o candidato estivesse aguardando uma ligação muito urgente, ele teria avisado o entrevistador antes da entrevista começar. Se não avisou, então nenhuma ligação era urgente. 
Nesse caso quando o entrevistador sugerir que o candidato  atenda o celular. A resposta deve vir pronta: Obrigado. Mas, nenhuma ligação é mais importante do que essa entrevista. E aí desliga o celular sem nem olhar para ele.
O entrevistador não esta enganando o candidato, esta apenas treinando.  E aí você perguntaria: Isso é Maldade? Não, isso é apenas técnica de entrevista. 
Bom, e se o celular do entrevistador tocar e ele atender?  Isso significa que ele não é um bom entrevistador, além de ser meio mal educado. Mas, a diferença é que ele não esta ali batalhando por uma vaga.

domingo, 31 de março de 2013

OS DOIS FATORES QUE AFETAM A APOSENTADORIA PRIVADA


Renato Follador

A demora em decidir penaliza, e muito, quem pensa em aderir a uma previdência privada. 
Nesta existem dois fatores fundamentais: tempo e dinheiro. Quanto mais se tem um, menos se precisa do outro.



Significa que, para a mesma aposentadoria a partir da mesma idade, quem começa a contribuir antes contribui com menos. Além da contribuição mensal ser menor- porque a pessoa terá mais anos para contribuir-, há, ainda, os juros da rentabilidade mensal, que quem começa mais tarde perde. Por tudo isso a contribuição deste último fica mais salgada.



Exemplo: quem decide fazer um plano aos 25 anos para se aposentar com R$ 3.000,00 aos 65 anos precisa contribuir com R$ 275,00 mensais. Já quem começa a contribuir aos 35 anos para a mesma aposentadoria na mesma idade, vai precisar de R$ 550,00 mensais. O dobro.



Importante: considerei 6% de rentabilidade real anual. Simular com mais que isso é decepção certa.



Uma dica valiosa: não basta fazer o plano e esquecer. Acompanhe a rentabilidade. Se num período de 3 anos ela for sempre menor que a esperada, peça a portabilidade para outro plano. O imposto é zero.



Outra coisa: para conseguir 6% de rentabilidade real a carteira tem que ter fundo de ações. Se você me disser que a Bolsa caiu muito, ela é cíclica, e até por isso é hora de investir.




CUIDADO COM A ROUPA USADA NA ENTREVISTA DE EMPREGO

Cada empresa tem o seu jeito de se vestir e o candidato deve seguir esse padrão. Por isso, qualquer que seja a idade de um candidato e qualquer que seja o cargo em questão. Uma entrevista de emprego sempre gera tensão. Justamente porque ali naquela meia hora, o futuro será decidido, ou pelo menos um futuro próximo.
Muitas vezes porém, um candidato esta tão preocupado com a entrevista em sim, que pode dar uma derrapada antes mesmo de entrar na sala do entrevistador.
Aqui vai uma lista dessas derrapadas: 
  1. Sair de casa com a roupa errada (toda empresa tem o seu padrão de vestir, e o candidato deve seguir o padrão que a empresa segue. Nem que seja para que no dia anterior a entrevista ficar na rua em frente a empresa observando as pessoas que entram e saem).
  2. Chegar na hora errada. Chegar muito antes da hora marcada, por exemplo: 20 ou 30 minutos. Passa a impressão de desespero para conseguir um emprego. Chegar em cima da hora, passa a impressão de desinteresse ou de falta de planejamento. E chegar atrasado não tem desculpa. O ideal é chegar 15 minutos antes da hora marcada. 
  3. Não ser cordial. A simpatia deve começar na portaria e continuar com qualquer um que cruze o caminho do candidato. Como ele ainda não sabe quem é quem na empresa, alguém que o candidato encontre ocasionalmente no caminho, pode influir na decisão da contratação com um simples comentário. Por isso passar uma primeira imagem de simpatia ajuda muito.
     Além disso o traje correto, a pontualidade  e a simpatia, são três coisas que ajudam o candidato a entrar mais tranquilo e mais seguro na sala do entrevistador. E essa será uma vantagem apreciável porque a maioria dos candidatos  estará muito tensa.      

sábado, 30 de março de 2013

NÃO CONTE O MOTIVO DE SUA DEMISSÃO

Não revele a sua verdade porque foi demitido.Justamente porque é a sua verdade. E por mais verdadeira que ela possa ser ela será sempre interpretada pelo entrevistador como sendo a sua versão dos fatos. 
O que com certeza se o entrevistador resolver consultar alguém de sua ex-empresa essa pessoa contará uma outra história diferente da sua. Mas, como entrevistadores não tem tempo para fazer avariações. Seguem pelo método mais simples que é eliminar o candidato.
De modo geral, entrevistadores não apreciam candidatos que falam mal da empresar anterior. Porque um dias esses mesmo candidatos poderão falar mal da empresa que esta contratando agora.
Entrevistadores apreciam pessoas sinceras, mas contratam pessoas positivas.

OS ENTREVISTADORES PRECISAM SEREM DECIFRADOS

Não existem respostas mais adequadas e sim três tipos diferentes de entrevistadores.
A resposta mais adequada em um caso, pode não ser a mais adequado em outro, justamente porque entrevistadores     são diferentes e podem reagir de maneira diferente a uma resposta.
Por isso a primeira coisa que o candidato deve tentar fazer é decifrar o entrevistador.
Existem três tipos de entrevistadores. O primeiro que aparenta ser contra o candidato. Suas perguntas são agressivas do tipo: Você já teve algum problema de relacionamento. E se o candidato se formou numa faculdade pouco conhecida. O entrevistador diz que nunca ouviu falar dela.
O segundo tipo é o que deixa o candidato a vontade, sorri bastante e durante toda a entrevista passa a informação que o candidato esta praticamente contratado.
E o terceiro tipo é o enigmático, ele faz perguntas curtas. Ouve as respostas sem demonstrar qualquer reação e faz longas pausas durante a entrevista.
No primeiro caso, o candidato sempre sai da entrevista achando que foi mal. 
No segundo, sempre sai achando que foi bem.
E no terceiro sempre sai na dúvida.
Nos três casos porém, há uma coisa em que o candidato deve evitar. Essa coisa é falar demais. 
Quando o entrevistador é agressivo. O candidato se poe na defensiva, explicando mais do que deveria. Quando o entrevistador é amigão, o candidato faz confidências que não deveria fazer. E quando o entrevistador é enigmático  o candidato tenta preencher as pausas da conversa mesmo quando não se tem nada a acrescentar.
Em resumo, o candidato deve ter em mente que o entrevistador é como a esfinge, que dizia: decifra-me ou eu te devoro.

O QUE DEVO FAZER SE NÃO RECEBO UMA RESPOSTA APÓS A ENTREVISTA?

A melhor atitude que um candidato pode tomar no momento em que colocar o pé para fora da sala do entrevistador. É a de esquecer que fez a entrevista. Se ele esta empregado deve se concentrar em seu trabalho. E se esta desempregado deve se concentrar na próxima entrevista. 
Mas, pouca gente faz isso. Parece que o cérebro vira um sms e fica enviando sempre a mesma mensagem a cada  dois minutos:  - E a entrevista? E a entrevista? 
Salvo poucas exceções, as empresas se comportam como um juiz de futebol depois de marcar um pênalti. Em que a decisão já foi tomada e não tem conversa. Mesmo aquelas empresas que se preocupam em dar um retorno bem educado. Não abrem os reais motivos. Pois, seria bom que uma empresa dissesse, por exemplo: O seu problema é que você revelou dados confidências de sua empresa anterior e não queremos correr esse mesmo risco no futuro. O que não acontece nada disso. A explicação é sempre vaga. Isso acontece porque as empresas não tem interesse em desenvolver bons candidatos para outras empresas. Por isso, o melhor a pensar é que o processo acabou, quando a entrevista terminou.

sábado, 23 de março de 2013

PERFECCIONISMO É UM GRANDE DEFEITO

Em uma entrevista, a resposta parece ser uma grande virtude. Na prática, é um profissional que nunca sai satisfeito com o seu trabalho e nem com o trabalho dos outros.
Qual é o seu maior defeito? Uma resposta bastante como nessa hora é: - Eu sou perfeccionista. Justamente porque perfeccionismo é um defeito que parece virtude. Pelo menos é isso o que os candidatos pensam.
Na verdade no mundo corporativo. Perfeccionismo é mesmo um grande defeito. Pois, o perfeccionista tem problemas para se adaptar a uma empresa em que todos dependam de todos para que um trabalho saia bem feito.Para começar para um legitimo perfeccionista nenhum trabalho esta bom. Nem o dele e nem o dos demais colegas. O perfeccionista não consegue delegar tarefas porque não acredita nos outros. O perfeccionista esta sempre precisando provar que é o melhor, mesmo quando tudo isso não é necessário. E o perfeccionista tem uma baixíssima tolerância a criticas e por isso tem dificuldades de relacionamentos.
Mas, o pior mesmo é que o perfeccionista por natureza - é mais preocupado com os detalhes do que com o resultado final e isso acaba atrasando o trabalho de todo mundo.
Um recrutador comentou que a melhor resposta para perfeccionismo que ele escutou foi essa: "Eu não sou perfeccionista". E o recrutador perguntou se o candidato considerava aquilo um defeito. E o candidato respondeu: - Bom, deve ser porque todos que estão ali fora esperando para ser entrevistado, estará falando que é perfeccionista.  
E o candidato conseguiu a vaga, porque invés de repetir o que todo mundo fala. Ele foi capaz de pensar numa resposta inesperada, diferente e criativa.

sábado, 7 de maio de 2011

TABELAS DE JORNADA DE TRABALHO

[tabela de amostra da jornada de trabalho em alguns países]

"Ao se considerar o fato de que uma redução de jornada leva a pessoa a trabalhar mais motivada, com mais atenção e concentração e sofrendo menor desgaste, é de se esperar, como resposta, um aumento da produtividade do trabalho, que entre 1990 e 2000, cresceu a uma taxa média anual de 6,50%."

"Assim, ao comparar o aumento de custo (1,99%), que ocorrerá uma única vez, com o aumento da produtividade, que já ocorreu no passado e continuará ocorrendo no futuro, vê-se que o diferencial no custo é irrisório. E quando se olha para a produtividade no futuro, em menos de seis meses ele já estará compensado.

"Mais um argumento a favor da redução da jornada de trabalho pode ser encontrado nos dados do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos que mostram o custo horário da mão-de-obra na indústria manufatureira em vários países. Um simples olhar para a tabela a seguir mostra que o custo da mão-de-obra brasileira não só é mais baixo, mas é muitas vezes mais baixo. O custo na Coréia do Sul, país que mais se aproxima dos valores brasileiros, é três vezes maior que o do Brasil. Isso significa que há muita margem para a redução da jornada.
"Assim, a redução de jornada não traria prejuízo algum à competitividade brasileira. Além disso, muitos países já têm jornada de trabalho menor que o Brasil. Na realidade, o diferencial na competitividade dos países não está no custo da mão-de-obra. Caso assim o fosse, os EUA e o Japão estariam entre os países menos competitivos do mundo, pois o custo da mão-de-obra está entre os maiores. O que torna um país competitivo são as vantagens sistêmicas que ele oferece: um sistema financeiro a serviço do financiamento de capital de giro e de longo prazo com taxas de juros acessíveis; redes de institutos de pesquisa e universidades voltadas para o desenvolvimento tecnológico; população com altas taxas de escolaridade; trabalhadores especializados; infra-estrutura desenvolvida, entre várias outras vantagens."


[tabela da jornada de trabalho no Brasil em 1978]

quinta-feira, 28 de abril de 2011

TRABALHO EM EQUIPE

O QUE SIGNIFICA TRABALHO EM EQUIPE?

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.

Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao curral da fazenda advertindo a todos:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!

A galinha disse:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o ssenhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda. O rato foi até o porco e lhe disse:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!

O porco disse:

- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.

O rato dirigiu-se então à vaca. A vaca lhe disse:
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?
- Acho que não!

Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.

Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.

A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher.

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

Para amenizar a sua febre, nada melhor que uma canja de galinha.

Então o fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.Então para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral.
Então o fazendeiro sacrificou a vaca, para poder alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que: quando existir uma ratoeira todos corremos risco.

"O problema de um é problema de todos - Quando convivemos em equipe."


Colunista: Rodrigo Teixeira
Cidade: Rio de Janeiro
Data: 01/04/2004 16:45:14 h

domingo, 24 de abril de 2011

ALGUNS ICÓNES QUE DÃO SUPORTE A ARÉA DA ADMINISTRAÇÃO BRASILEIRA

Max Gehringer, Começou sua carreira como office-boy na antiga fábrica da Cica, em Jundiaí. Graduou-se em Administração de Empresas. Foi escolhido como um dos 30 Executivos Mais Cobiçados do Mercado em pesquisa do jornal Gazeta Mercantil, em janeiro de 1999. Foi um dos cinco finalistas do prêmio Top of Mind em 2005 e 2006 na categoria Palestrante.

Bernardo Rocha de Rezende, conhecido como Bernardinho, forma em Ciências Econômicas, palestrante e escritor.


Idalberto Chiavenato nascido em 1936 no interior do estado de São Paulo, é autor brasileiro na área de administração de empresas e de recursos humanos tendo seus livros utilizados por administradores no Brasil, países da América Latina, Portugal, Espanha e países africanos de língua portuguesa. Atualmente, o Professor Chiavenato atua como conselheiro no Conselho Regional de Administração do Estado de São Paulo (CRA-SP) e Presidente do Instituto Chiavenato de Educação. É um dos autores nacionais mais conhecidos e respeitados na área de Administração de Empresas e Recursos Humanos.

Daniel Godrin e seu filho Daniel Godrin Júnior, juntos formam a dupla que realizam palestras motivacionais, bastante reconhecida em todo território nacional.

GURO DA ADMINISTRAÇÃO BRASILEIRA

IDALBERTO CHIAVENATO. Fundador e Presidente do Instituto Chiavenato, Idalberto Chiavenato é Doutor (PhD) e Mestre (MBA) em Administração pela City University of Los Angeles-CA, EUA, especialista em Administração de Empresas pela FGV-EAESP, graduado em Filosofia/Pedagogia, com especialização em Psicologia Educacional pela USP e em Direito pela Universidade Mackenzie.


É professor honorário de várias universidades do exterior e renomado palestrante ao redor do Mundo.


É reconhecido autor de 39 livros abordando Administração, Recursos Humanos, Estratégia Organizacional, Comportamento Organizacional publicados no Brasil e no exterior.


É conselheiro do CRA-SP e membro vitalício da Academia Brasileira de Ciências da Administração ocupando a cadeira nº 47. Recebeu dois títulos de Doutor Honoris Causa por universidades latino-americanas e a Comenda de Recursos Humanos pela ABRH-Nacional.


Atividades

Fundador e atual presidente do Instituto Chiavenato, conselheiro do Conselho Regional de Administração de São Paulo e candidato na chapa de Roberto Cardoso á vice-presidência do Conselho Federal de Administração em 2011, Idalberto Chiavenato é reconhecido e solicitado palestrante por todo o Brasil, América Latina, Portugal e países de língua portuguesa na África. Ganhador da comenda de Recursos Humanos da ABRH-Nacional e Doutor Honoris Causa na América Latina continua produzindo suas pesquisas e conceitos em administração através de seus livros, muitos deles Best-seller de suas áreas como Teoria Geral da Administração, Gestão de Pessoas e Planejamento Estratégico.

FONTE: Site Administradores


  • Administração para Administradores e Não-Administradores - Ed. Saraiva (2008) 272 páginas
  • Introdução à Teoria Geral da Administração 7ª edição - Ed. Campus (2004) 634 páginas
  • Administração nos Novos Tempos 2ª edição - Ed. Campus (2004) 648 páginas
  • Carreira - Você É Aquilo Que Faz - Ed. Saraiva (2006) 153 páginas
  • Cartas a um Jovem Administrador 2ª edição - Ed. Campus (2007) 164 páginas
  • Construção de Talentos - Coaching & Metoring - Ed. Campus (2002)188 páginas
  • Administração - Teoria, Processo e Prática 4ª edição - Ed. Campus (2006) 408 páginas
  • Administração de Materiais - Ed. Campus (2005) 192 páginas
  • Planejamento Estratégico - Ed. Campus (2004) 415 páginas
  • Administração da Produção - Ed. Campus (2005) 200 páginas
  • Administração de Vendas - Ed. Campus (2005) 200 páginas
  • Teoria Geral da Administração Vol. I 6ª edição - Ed. Campus (2001) 695 páginas
  • Teoria Geral da Administração Vol. II 6ª edição - Ed. Campus (2001) 560 páginas
  • Gestão de Pessoas 3ª edição - Ed. Campus (2008) 624 páginas
  • Princípios da Administração - Ed. Campus (2006) 375 páginas
  • Introdução à Teoria Geral da Administração 3ª edição Compacta - Ed. Campus (2004) 528 páginas
  • Comportamento Organizacional 2ª edição - Ed. Campus (2005) 539 páginas
  • Administração Financeira - Ed. Campus (2005) 116 páginas
  • Recursos Humanos - O Capital Humano das Organizações 9ª edição - Ed. Campus (2009) 522 páginas
  • Administração Geral e Pública 2ª edição - Ed. Campus (2008) 514 páginas
  • Os Novos Paradigmas 5ª edição - Ed. Manole (2008) 422 páginas
  • Gerenciando com as Pessoas - Ed. Campus (2005) 335 páginas
  • Administração Estratégica - Ed. Saraiva (2003) 286 páginas
  • Planejamento e Controle da Produção 2ª edição - Ed. Manole (2008) 138 páginas
  • Escolha seu Futuro - Ed. Saraiva (2008) 192 páginas
  • História da Administração - Ed. Saraiva (2008) 230 páginas
  • Empreendedorismo 3ª edição - Ed. Saraiva (2008) 281 páginas
  • Visão e Ação Estratégica 3ª edição - Ed. Manole (2009) 205 páginas
  • Administração de Recursos Humanos 7ª edição - Ed. Manole (2009) 308 páginas
  • Desempenho Humano nas Empresas 6ª edição - Ed. Manole (2009) 184 páginas
  • Planejamento, Recrutamento e Seleção de Pessoal 7ª edição - Ed. Manole (2009) 176 páginas
  • Remuneração, Benefícios e Relações de Trabalho 6ª edição - Ed. Manole (2009) 246 páginas
  • Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos 7ª edição - Ed. Manole (2009) 210 páginas