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quarta-feira, 23 de março de 2011

O FALSO ESPECIALISTA

Muitos investimentos só se mostram viáveis quando executados com a ajuda de um corretor, seja por exigência legal, como acontece com os corretores de valores na compra de ações, seja para facilitar nossa vida e nos dar maior segurança, como acontece com corretores de imóveis e de seguros. Contar com um especialista sempre nos custa, pois ele vive da corretagem sobre cada operação que negocia. Porém, nem sempre é verdade que contar com um especialista significa que confiaremos nossas decisões a quem nos ajudará a tomar as melhores decisões.O negociador especialista, ou corretor, é aquele que se encarrega de efetuar nossas negociações dentro das regras vigentes naquele mercado específico. Para nos manter como clientes, ele ainda procura nos oferecer boas orientações e ferramentas para que nossas sugestões sejam acertadas. Muitas vezes, sentimo-nos frustrados por esperar de nosso corretor maiores orientações e elas não aparecerem da maneira detalhada que desejamos. Isso acontece porque o especialista depende de resultados para tornar seu trabalho viável. Pequenos investidores movimentam pouco dinheiro e pagam pequenas comissões, o que obriga o especialista a nos oferecer apenas o suficiente para um bom começo. Ele é especialista em fazer certo, e não em fazer melhor, afinal, trabalha com o objetivo de lucrar. Como acontece com o gerente do banco, ele é um intermediador de interesses com bom conhecimento da rotina do investimento.
Não confie e nem conte exclusivamente com a recomendação de compra ou venda de um corretor, a não ser que você já tenha experiência no relacionamento com ele, ou esteja negociando uma operação de grande valor. Sempre verifique uma recomendação ou sugestão com outra fonte, e jamais conclua um negócio se tiver dúvidas quanto às orientações recebidas. Fingir que entendeu é uma atitude que conduz a perdas, e não a ganhos. Respeite o tempo do profissional, que é escasso. Faça sempre sua “lição de casa”, procurando aproveitar todas as ferramentas e informações disponibilizadas pela corretora, antes de esclarecer dúvidas com o especialista.


FONTE: Gustavo Cerbasi

quinta-feira, 27 de maio de 2010

COMO SAIR DO VERMELHO

Texto de Gustavo Cerbasi

Se você está no vermelho, há apenas dois motivos para isso: más escolhas ou maus hábitos, ou então a soma dos dois motivos. Não há outra desculpa.
Se alguém entrou no vermelho em razão de um acidente, é porque negligenciou a necessidade de contratar um seguro. Estamos dando mais importância ao consumo de pequenos luxos do que à segurança de nossa família. Muita gente prefere ter um telefone celular em vez de contratar um plano de previdência.
Com a queda nos juros e a extensão dos prazos de financiamentos, poderíamos manter o padrão de nossa casa ou de nosso automóvel e também passar a poupar. No lugar, optamos por ter casas e automóveis mais caros. Damos muita importância aos itens caros de nosso orçamento, mas esquecemos dos pequenos cafezinhos, revistas, roupas e pequenos prazeres.
O erro está em acreditar que os pequenos gastos não ocorrerão, ou em culpá-los por entrarmos no vermelho. A culpa não é do cafezinho ou das pequenas coisas do dia-a-dia, mas sim das enormes prestações assumidas nas grandes escolhas, que acabam tornando proibitivos os prazeres. Repare que, quando uma família briga por falta de dinheiro, o culpado sempre é um gasto que gerou prazer para alguém, mas que não estava nos planos. Se ter prazer passou a ser proibido, esse mundo ficou louco...
Para quem já está no vermelho, sugiro que, ao invés de tentar economizar nas pequenas coisas, tente mudar as grandes: troque seu carro ou sua casa por outra mais barata. Simplesmente assim: seja radical, ao invés de tentar administrar pobreza. Seus problemas financeiros desaparecem instantaneamente.
Dia desses acompanhei uma família cuja renda mensal era de cerca de três mil reais, mas sua dívida estava na casa dos nove mil, ou seja, três vezes a renda mensal da família. Viviam em uma casa de noventa mil reais. O que os tirou das dificuldades? Simples: venderam a casa de noventa, compraram outra na mesma vizinhança por oitenta, quitaram os nove mil da dívida e ainda ficaram com uma reserva de mil reais, estancando de vez o problema. Se tentassem corrigir o problema aos pouquinhos, sofreriam durante meses.
Diante de grandes problemas, pense em grandes soluções.

DICA PARA SAIR DO VERMELHO

Se você está endividado, com grande parte de sua renda comprometida a ponto de não mais conseguir pagar as contas em dia, não se desespere. Com disciplina e criatividade, é possível desenvolver um planejamento para uma gradual e definitiva eliminação de todas as dívidas.Conhecendo a dívidaAntes de tudo, liste todas as suas dívidas e classifique-as de acordo com a gravidade de cada uma delas. Para isso, devem ser levados em conta os seguintes critérios:- Nível da taxa de juros- Peso do pagamento no orçamento mensal- Garantia dada pela dívida- Imprevisibilidade da taxa de juros- Peso dos encargos em caso de atraso- Aspectos psicológicosPlanejamento para eliminação das dívidasApós relacionar e classificar as dívidas, liste todos os seus bens, incluindo propriedades, investimentos, aplicações e rendas. Estude os contratos dos empréstimos e defina, de acordo com seu orçamento, os gastos prioritários, cortando os gastos supérfluos que dificultam o alcance de seu objetivo de equilíbrio financeiro.Compare os juros do empréstimo contratado com os disponíveis no mercado e, se for o caso, substitua-o por outro com taxas melhores. Considere a possibilidade abrir mão de algum bem ou resgatar uma aplicação financeira.No futuro, com as contas em dia, você poderá ter o bem a que renunciou e muitos outros.Negociando a dívidaAssim que perceber que terá problemas para continuar pagando uma dívida, procure o credor e informe a ele sua situação. Desta forma, você evita que sua dívida aumente demais.Informe-se sobre o contrato da dívida. Se fizer um acordo para o pagamento da dívida, verifique a cláusula da quebra do acordo. Normalmente, na renegociação da dívida, é dado um desconto sobre o valor devido, desde que as parcelas sejam pagas em dia. Em alguns casos, quando o acordo é quebrado, a dívida volta ao seu patamar original, com juros e multas. Por isso, esteja preparado para cumprir o acordo e procure negociar até conseguir um planejamento que possa cumprir.

Dica:

Fale com seus familiares sobre a atual situação e definam juntos quais gastos cortar.Não perca seu objetivo de vista e lembre-se sempre que, se seguir à risca um bom planejamento para eliminação das dívidas, o endividamento diminuirá progressivamente, mês a mês.


quarta-feira, 12 de maio de 2010

DINHEIRO PARA RESGATAR A GRÉCIA TEM COMO DESTINO SALVAÇÃO DOS CREDORES

Neste final de semana vários países se reuniram prometendo um pacote de empréstimos e de garantias, para salvar os países mais endividados da zona do Euro.
Porém, esse dinheiro para resgatar a Grécia ou qualquer outro país, ele tem sempre como destino o salvamento dos credores, ou seja, dos bancos e dos seus clientes, que em última instância, são os tomadores dos papéis. Por exemplo: Mais de 1/3 (um terço) dos papéis emitidos pela Grécia hoje, estão nas mãos dos bancos franceses, o que então explica o forte interesse dos dirigentes da França em montar essa operação de socorro.
Geralmente no mercado financeiro a crise aperta, quando os dirigentes de determinado país abusaram demais (gastaram demais); porém, os políticos no entanto sempre fazem o papél de que foram as vitímas das crises financeiras de seus países.
A alternativa pra Grécia, seria dar o calote nos credores, mas isso acabaria levando a quebra de importantes bancos e um prejuízo então para milhões de clientes do mundo. A solução do calote, embora seja mais rápida, ela seria dolorosa demais para o sistema financeiro e com isso os políticos modernos preferem utilizar o dinheiro público para estabilizar o sistema financeiros adiando a dor e a esperança de transferir essa conta suavimente para as gerações futuras. Outro fato curioso nessa história, é que um dirigente do bloco econômico Europeu, agora enfrenta uma grande dificuldade para ajustar a sua economia. No passado: a Grécia, Irlanda, Portugal, Espanhã... elas tinham moedas próprias e utilizavam mecanismo da infração monetária, para baixar os seus custos internos e principalmente salários, tornando então seus produtores competitivos. A solução agora é fazer corte nos gastos públicos sem anesteziar o povo com infração ou então desvalorizações cambiais. Isso então, explica aqueles protesto na Grécia ocorridos na semana passada.

É PRECISO APRENDER COM OS ERROS FINANCEIROS

Cometer erros financeiros é mais comum do que se possa imaginar. É claro que fatores como: informação, cautela e planejamento, pode evitar com que você dê passos maiores do que as próprias pernas.
E a questão principal é aprender com eles, para que os erros não se repitam. Seja no investimento que não trouxe retorno, ou então numa dívida que ficou muito alto, ou gastos excessivos com superfluos. Lembre-se que essas falhas não devem serem encaradas como uma coisa possível de se evitar, ou que vai ficar na sua vida marcada sempre, como se fosse um fantasma. Pessoas bem sucedidas não jogam a culpa em si mesmas, quando elas cometem essas falhas, elas assumem a responsabilidade, mas não levam aquilo para o lado pessoal, elas encaram como se fosse um acontecimento temporário.
Uma pequena parte, como um todo, um pequeno tropeço nessa longa caminhada.
Se você esta disposto à pagar suas dívidas, aprender a investir melhor, à gastar menos, você deve aceitar os erros como algo natural, lembra-se ainda que nunca é tarde para mudar de direção; você pode se arrepender por não ter começado a poupar mais cedo ou até por ter exagerado nos gastos - mas, você não deve ver esses fatos como acontecimentos que irão deixar você com medo de tentar de novo, mas sim, como um grande incentivo, uma motivação, para mudar formas de agir daqui pra frente. Enfim, aprenda com as suas falhas.

terça-feira, 6 de abril de 2010

ELEGER PRIORIDADES É A MELHOR SAÍDA PARA RESOLVER PROBLEMAS FINANCEIROS

Eleger novas PRIORIDADES; é preciso criar uma boa reserva para emergências para não cair em endividamentos. Titítulos de Capitalização rendem muito pouco e possuem um montão de regras que acabam dificultando o saque do dinheiro. Previdência Privada é algo que pode vir a ser interessante no futuro.


quinta-feira, 11 de março de 2010

MENOS PROTECIONISMO, MAIS RÁPIDA A RECUPERAÇÃO

Só o Livre Comércio pode vencer a Crise Econômica Mundial. E para superar/vencer esses problemas. É aplicar esforços e demonstrar interesse e disposição pra eliminar barreiras vinculadas ao PROTECIONISMO INTERNACIONAL.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

TAXA DE RISCO PAÍS

Ambiente de maior incerteza repercurte na elevação da taxa de risco de vários países. Isso insere no contexto político vários climas de incertezas. Se houver uma grande risco no Brasil, eleva a taxa de risco e com o dólar mais alto significa mais inflação.



quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

ESCASSEZ

Em linguagem economica subtende-se que estudar os fênomenos ESCASSOS na produção de bens e serviços visando atender as necessidades ilimitadas da humanidade. E é em função dessa ESCASSEZ DE RECURSOS DE PRODUÇÃO associadas às necessidades ilimitadas da humanidade que originam-se muitos problemas economicos e sociais como, por exemplo:

  • aumento de preços;
  • desemprego (falta de emprego);
  • violência;
  • desvalorização da taxa de câmbio;
  • déficit público (quando o governo gasta mais do que arrecada);
  • taxa de juros elevada
  • diminuição dos investimentos.

Uma vez indetificados os problemas da sociedade, o objetivo da Economia, passa a ser analisar os problemas da melhor forma e tentar achar soluções para melhor qualidade de vida da sociedade.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

BOLSA DE VALORES ENTRA EM CRISE?

Bolsa de Valores não entram em Crises Financeiras. O que entra em Crise são as empresas que compram títulos na Bolsa de Valores. O que acontece é que Bolsa de Valores pode ter baixa ou alta em seus títulos devido à reflexos nos cenários políticos mundiais e especulação.


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

ENRIQUECIMENTO ILÍCITO

Lavagem de Dinheiro. Ganhar dinheiro não é pecado. Mais quando há uma desigualdade em que uns ganham mais e outros menos, isso pode ser considerado algo ilícito.



Dinheiro Sujo: É o tipo de dinheiro adquirido por meios ilícitos.


Desigualdade Socia Rola Soltal: É o que pode ser chamado de Apartheid Social.



Quem Pode Mais. Consegue Mais e Ganha Mais.



Enriquecimento Ilícito. Ganhar dinheiro para igreja católica é pecado, é o Brasil é um país de grande maioria de pessoas católicas. Os Estados Unidos, já é um país de grande maioria de pessoas protestantes e lá ganhar dinheiro não é pecado. É dada como uma recopensa pelo seu esforço. Claro, desde que seja de meios legais, sem que tenha furtado, corrompido alguém, extornado alguém para consiguir esse dinheiro.


Dinheiro Sujo



Por que será que neste país ninguém vê nada, ninguém sabe de nada. Nossa, parece que esse povo anda capega das vistas.



Lavagem de Dinheiro na Máquina de Lavar




Desigualdade Social de Renda, de Riquezas




REGRAS BÁSICAS PARA O BOM USO DO CARTÃO DE CRÉDITO

Cartões de Crédito são simples e convenientes e uma ótima forma de pagar despesas por um prazo maior, cartões de créditos são uma necessidade para quem viaja muito, principalmente para o exterior. Eles nos dão segurança, no caso de uma emergência. Mais tudo que é muito bom também tem o lado ruim. Os juros que vão ser pago saldo que não foi pago no vencimento da faturo, são os maiores do mercado, variam entre: 8% e 15% ao mês. E portanto para evitar efeitos colaterais no cartão de crédito, basta siguir tais procedimentos:

1) Sempre pague o total da fatura do seu cartão na data do vencimento. (regra de ouro)

2) Faça compra de iténs mais caros, logo após a data de vencimento do seu cartão de crédito. ( você pode ganhar aí uns 30 dias de prazo sem juros)

3) Evite sacar dinheiro com o cartão de crédito. (porque os juros são muito altos)

4) Se percebe que gasta muito no cartão de crédito compulsivamente. (procure deixar o cartão de crédito em casa, é a melhor maneira para evitar compras por impulso)

DÍVIDAS: IGNORAR E CONTINUAR GASTANDO OU ASSUMIR O PROBLEMA E RESOLVER?



As suas Ações definem a sua vida. Se você tem dívidas suas opções são: ignorar ou continuar gastando sem nenhum critério ou então, assumir o problema e tentar resolver dentro da melhor maneira possível, dentro de suas possiblidades. DISCIPLINA, PACIÊNCIA E RESPONSABILIDADE, são as 3 vertentes que devem fazer parte de sua estratégia para sair do Vermelho.


Muitas pessoas tem dívidas em vários cartões de créditos ou então estão sempre no limite do cheque especial e com isso elas já perderam o prazo de pagamento de seus débitos.


Você precisa assumir o controle de suas dívidas. Não entre em pânico, faça a conta de tudo, um por um e prepara-se para quitar as suas dívidas; renogociar as dívidas é a melhor opção. Abrir o jogo com os credores, tentar negociar com os credores.



domingo, 14 de fevereiro de 2010

PREPARE-SE PARA SAIR DO VERMELHO

1º - PASSO: Pague as dívidas do cartão de crédito e do cheque especial, quitando-as integralmente se possível. Fale com o gerente do seu banco e cancele ou reduza o valor do seu cheque especial. Guarde ou quebre, seu cartão de crédito, se ainda não estiver preparado para usá-lo com equilíbrio.
2º - PASSO: Faço um levantamento de gastos de fim de ano e começo de ano, como por exemplo o pagamento do IPTU e IPVA (aproveite o desconto de ambos), compra de presente de Natal (seja rigoroso na lista de quem deseja presentear).
3º - PASSO: Forme uma reserva para gastos emergênciais ou abrir uma conta de investimento para garantir a aquisição de bens e serviços no futuro.


sábado, 13 de fevereiro de 2010

O REGIME DE CÂMBIO FLUTUANTE BRASILEIRO

O regime de câmbio flutuante no Brasil, foi adotado oficialmente no país, devido a sequência de crises cambiais experimentadas por alguns países em desenvolvimento na Asia em 1997 e na Rússia em 1998.




A decisão pela adoção do regime de câmbio flutuante foi tomada após frustada a criação de "Banda Cambial" que previa alterações graduais para elevar a margem de flutuação da moeda.

GRANDES IDÉIAS PARA AS CRISES FINANCEIRAS

Grandes ideias que surgiram em decorrência de cenários adversos.



1910 - Pós-Pânico Na Bolsa De 1907
Linha de produção Em meio à recuperação econômica depois do estrago causado pela contração monetária, Henry Ford se inspirou nos sistemas de transporte interno de matadouros e cervejarias para criar as linhas de produção industriais

1920 - Pós-Primeira Guerra
Segmentação de mercado Durante a retomada das atividades industriais dos Estados Unidos após a Primeira Guerra Mundial, Alfred Sloan, da General Motors, criou submarcas que passaram a operar como companhias independentes e produzir carros para mercados específicos.


1931 - Grande Depressão
Gerenciamento de marca Durante o pior período da economia americana, provocado pela quebra da bolsa de Nova York em 1929, a Procter&Gamble começou a criar marcas de sabonete para atender a públicos distintos nos Estados Unidos.

1943 - Segunda Guerra Mundial
Grupos com autonomia Na Segunda Guerra, a Lockheed Martin criou uma divisão para construir um avião de combate em 143 dias. Chamada Skunk Works (trabalho de gambá, em tradução livre), usava pequenos grupos de funcionários com grande autonomia de decisão.

1950 - Pós-Segunda Guerra
Produção enxuta No Japão arrasado pela guerra, a Toyota criou um novo sistema de produção para aumentar a produtividade sem reduzir pessoal. Marcado pela melhoria de qualidade, redução de tempo e corte de custos, é ainda hoje copiado em todo o mundo.

1973 - Crise Do Petróleo
Visão 360 graus Na crise econômica provocada pela disparada do preço dos combustíveis, a DuPont — altamente dependente do petróleo — adotou uma ferramenta de gestão que busca ideias em todas as partes envolvidas no processo de produção, do operário ao cliente.


1990 - Recessão Americana
Reengenharia A recessão do começo dos anos 90 levou à criação de novos modelos de gestão, como Seis Sigma (inventado pela Motorola), terceirização (feito pela IBM para a Kodak) e reengenharia (mudança nos processos, que levou a cortes de postos de trabalho).





2000 - Estouro Da Bolha Da Internet
Inovação aberta Com o estouro da bolha da internet, centenas de empresas quebraram e os investidores perderam bilhões de dólares. Sem recursos, as empresas passaram a comprar invenções e a desenvolver soluções inovadoras em colaboração com consumidores e fornecedores.



CRISES DE IMAGENS

Atravessar crises e enfrenta-las faz parte do processo de amadurecimento. O crescimento de uma empresa repercurte em suas experiências em atravessar crises. No caso, o problema é o tipo de crise que se atravessa. Uma crise de imagem por exemplo, antes de tudo é uma crise de confiança, de credibilidade, uma crise de reputação. Tende a abalar o fator confiança que o consumidor tem na empresa ou naquela marca utilizada continuamente. As empresas comercializam produtos e serviços mas vendem na verdade credibilidade. E isso vale para diversos tipos de empresas. Não importa o tamanho da organização, o cliente só procura os serviços ou produtos de uma empresa baseado na percepção que pode ser mais ou menos verídica e de que esta seguro pela a sua opção feita. A crise de imagem pode ser devastadora quando ela atinge a organização no seu ponto mais sensível. A capacidade que ela tem de fazer para que as pessoas confiem nela pode vir a ser bastante desgastante para a empresa.


Diferente de uma CRISE FINANCEIRA que pode ser enfretada sem abalar a confiança do consumidor.




CRISES FINANCEIRAS

"Crises econômicas sempre fizeram parte do financiamento da economia, relação mundo, mas poucas são comparavéis ao que está ocorrendo nesse momento."
Frase: Problemas globais, requerem soluções globais.
[Presidente Luís Inácio Lula da Silva]

1929 - Crasch na Bolsa de Nova York. Fez vários países adotarem medidas protecionistas para proteger suas economias.
BRASIL - No Brasil repercutiu também, pois houve a necessidade de fazer redução na expectativa de exportação do café. Todas as crises econômicas externas que o Brasil teve, era crise por falta de dólar. Faltar dólar para o Brasil quitar as suas dívidas.

1973 - Houve devasto choque do petroléo. Com a guerra do "Yom Kippur do Petroléo". A OPEP - [Organizações dos Países Exportadores de Petroléo] decide cancelar a exportação de petroléo. Para países que apoiaram Israel no conflito com o Egito e a Síria. Como resultado os preços de produtos derivados do petroléo quadriplicaram.
BRASIL - No Brasil, o efeito foi sentido na desaceleração do crescimento iniciado com o chamado milagre econômico que passou de 9% para 4,6% em 1978.

1979 - Teve o 2º Choque do Petroléo - No Irã, líder radical que assumiu o poder passou à controlar a produção de petroléo, ocasionando uma segunda disparada nos preços dos barris de petroléo. O valor do barril do petroléo chegou à custar US$ 40,00 na êpoca.
BRASIL - No Brasil, houve aumento nos preços dos combustiveis.

1982 - Crise da Dívida. O México se atola em uma crise, que acaba ficando afetando vários outros países.

1987 - Crasch de 1997.

1997 - Crise da Ásia nas Bolsas de Valores de Hong Kong.

1998 - Crise da Rússia.

2001 - Crise do Terrorismo do dia 11 de Setembro de 2001. Afetando parcialmente o mercado de turismo e de aviação aérea.

2008 - Crise Imobiliária. A crise que afetou o mercado financeiro dos EUA, teve a sua origem nas hipotecas americanas. Com baixo juros e boas condições de financiamento muitas pessoas compraram imovéis, achando que consiguiria pagar porque ganham bem, com isso acabaram não consiguindo pagar as prestações e foi acumulando dívidas, se endividaram. Os juros e a economia desaqueceu e com isso a inadiplência aumentou. O efeito sobre a economia foi a primeira recessão global.


Tanto em Economia, quanto em Finanças, não existe algo politicamente correto. O que existe são estatísticas e que são determinadas pelo mercado. E mercado é o sistema que é formado pelos que querem comprar e vender produtos ou serviços. Mercado pode ser definido como o encontro da oferta e da demanda por bens e serviços. Mercado é um espaço de fluxos em que é determinado pela concorrência e regido pelos preços; tanto que: "Os preços sobem porque os custos subiram. E se os custos subiram é porque se esta vendendo menos. E se esta se vendendo menos é porque os preços estão altos." Em Economia, Finanças, uma coisa liga à outra. Tudo é relativo.
OBSERVAÇÃO:
Spread Bancário: É a margem entre o custo de captar dinheiro e a taxa cobrada pelos bancos ao emprestar dinheiro ao cliente. Também pode ser conhecido como a diferença entre os jutos pagos pelos bancos e os juros captados ao conceder empréstimos.
*O SUBPRIME que fez os EUA quebrar para financiar as casas.