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terça-feira, 6 de março de 2012

TSUNAMI MONETÁRIO

Os Estados Unidos, os bancos Europeus, o banco central Inglaterra, o banco do Japão estão colocando muito dinheiro em circulação através de mecanismos de Política Monetária, através também de empréstimos de liquidez aos bancos com juros muito baixos, normalmente empréstimos de liquidez se cobra mais caro e é por um prazo curto, só que nesse caso estão fazendo por longo prazo com juros muito baixo, então é uma ajuda direta com subsidio aos bancos com juros muito baixo e esse dinheiro fica lá na mão dos bancos e eles tem que aplicar em alguma coisa que traga retorno, então em momentos de tranquilidade eles correm para países que tem mais riscos, porém que tem mais remuneração. Em momentos em que eles ficam com muito medo de alguma coisa dar errada, eles correm para títulos público do Governo Americano. Então na entrada e na saída esse mercado fica instável, porque ele desvaloriza a moeda brasileira. Então, quando o Real cai muito, quando desvaloriza muito isso tem impacto na inflação. E quando valoriza muito o Real, isso reduz a inflação, mas provoca outros problemas, como aumentar o déficit na cadéia corrente, dificulta a competição da indústria brasileira e esse não é o único problema que dificulta a competição da indústria brasileira com produtos importados e com produtos de outros países. Mas é um fator desestabilizador.
Outro fator, o que fazer com a China? A China é um grande mercado e tem vários fatores de competitividade e tem trabalhado para controlar esses fatores de competitividade, mas ao mesmo tempo ela controla o preço de sua moeda, quando o dólar desvaloriza em relação as outras moedas, a moeda chinesa o Yuan também desvaloriza, então os produtos chineses também fica mais barato.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

ECONOMIA DA CHINA SUPERA A DO JAPÃO, MAS RENDA PER CAPITA NÃO ACOMPANHA

O Produto Interna Bruto da China, o Valor Agregado chinês, soma de tudo o que se produziu durante o ano de 2010, resultados mostraram que superou o Japão esse ano. Alcançou 5,9 trilhões de dólares contra 5,6 trilhões de dólares do Japão, de maneira então que a China passa a ser a segunda maior economia do mundo. Então em primeiro esta ainda os Estados Unidos que é um PIB, aí em torno de 14,6 trilhões de dólares, (quer dizer quase 3x mais maior do que a China), depois vem a China em segundo lugar, depois o Japão e depois a Alemanhã. Sendo que o Japão ultrapassou a Alemanha à uns 10 anos atrás mais ou menos.
Muitos céticos já previam que ia acontecer isso pelo fato da China estar crescendo à 10% ao ano, desde do ínicio da década de 80, quando Deng Xiaoping assumiu o poder em 1978, derrotando os Mauístas da Revolução Cultural e tomou o poder absoluto, afastou todos os Mauístas e íniciou a revolução ecônomica mais sensacional dos últimos anos. Em 30 anos seguidos a China cresce 10% ao ano; integrou-se a economia mundial, é hoje uma economia capitalista, sendo a maior parte empresas particulares, sendo que tanto extrangeiros como nacionais podem serem donos de empresas, mas tem um forte controle estatal e também tem um forte controle estatal sob o controle da economia.
Portanto a China hoje é a segunda maior economia do planeta, porém com um adendo, é a segunda economia, mais não é a economia mais rica - Porque aí você tem que dividir a produção (o valor da produção a riqueza) pelo número de pessoas e aí a China tem cerca de 1 Bilhão e 350 mil chineses e 200 e pouco milhões de japoneses, o que faz do Japão um país rico. E a China com uma renda per capita aí de US$ 9.000,00 o que é um país de renda média ( o que de certa forma tem crescido essa renda). A China exportou muito, o que faz ela ser atualmente a segunda maior economia do mundo.

CHINA É A SEGUNDA MAIOR ECONOMIA DO MUNDO

O yuan, moeda chinesa: poder de compra cresceu nos últimos anos no país.


O governo do Japão divulgou hoje (14) o balanço econômico de 2010 e confirmou a perda do posto de segunda maior economia mundial para a China. De acordo com dados oficiais, o Produto Interno Bruto (PIB) do Japão em 2010 ficou em US$ 5,474 trilhões. Já a China fechou o ano com um acumulado de US$ 5,8786 trilhões.A queda nas exportações e no consumo interno, desencadeada pela recessão de 2008/2009, prejudicou o desempenho do Japão. Já a China teve excelente desempenho no setor manufatureiro.Segundo os dados divulgados pelo governo, a economia japonesa teve uma retração de 1,1% na taxa anualizada nos três últimos meses de 2010. O crescimento recuou 0,3% em relação ao trimestre anterior. Foi a primeira vez, em quatro trimestres, que a economia registrou uma contração. Assim, o PIB anual teve expansão de 3,9%.O ritmo de recuperação do Japão foi lento demais para segurar a posição de segunda maior economia mundial, posto que o país ocupou por mais de 40 anos.Mas o governo diz que o fato não abala a confiança dos japoneses. “Não estamos competindo por rankings, mas trabalhando para melhorar a vida dos cidadãos”, disse o ministro de Política Econômica do Japão, Kaoru Yosano.Yosano afirmou ainda que o crescimento chinês é uma boa notícia não só para o Japão, mas para os vizinhos asiáticos. “Isso [o crescimento da China] pode ser a base de um desenvolvimento da economia regional, ou seja, da Ásia Oriental e do Sudeste”, sugeriu.A China é atualmente o principal parceiro econômico do Japão. Empresas de eletrônicos como a Sony e fabricantes de carros como a Honda e a Toyota ganham cada vez mais espaço no gigante mercado chinês.O índice de crescimento da China gira em torno dos 10% há alguns anos. Se o ritmo continuar assim, analistas dizem que o país asiático tomará o posto dos Estados Unidos de líder mundial em aproximadamente uma década.A renda per capita dos japoneses, porém, ainda supera a dos China. Os chineses têm ganho anual de cerca de US$ 3,6 mil, enquanto os japoneses contabilizam uma renda quase dez vezes maior.

Fonte: Paraná On-Line

A China ultrapassou o Japão como a segunda maior economia do mundo no segundo trimestre do ano, ao crescer 1,337 triliões de dólares, contra 1,288 triliões do Japão.

A China esteve na liderança da saída da recessão mundial, com a economia a ser 90 vezes maior que quando Deng Xiaoping começou a reforma para o mercado livre, em 1978.

A ultrapassagem ao Japão é "um marco revelador do papel cada vez mais dominador na economia global".

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

ACORDO ENTRE EUA E CHINA É BOM PARA OS DOIS

As duas maiores economias do planeta, as economias que exercem mais influências sob o resto do mundo. Entre essas duas maiores economias do planeta, há muitas divergências entre Estados Unidos e China, o G2, mais a verdade é que eles estão como que obrigados a se entenderem.
Há uma complementariade entre as duas maiores economias do mundo, muito muito fortes, antigamente se dizia que os Estados Unidos são o shopping center do mundo e a China é a fábrica do mundo. Hoje o shopping center anda meio fraco porque o consumidor americano esta muito endividado e com pouca confiança, mas continua sendo o consumidor mais rico do mundo e o que mais gasta. E a China em grande parte vive de vender para os Estados Unidos, além disso todas a grandes companhías americanas estão na China produzindo e exportando de lá, desde telefones celulares por exemplo que é montado na China, i-phone, que todos nós conhecemos, até automovéis por exemplo, a General Motors obtém os seus melhores resultados justamente na China.
E a China por outro lado precisa do mercado americano, assim como precisa da importação de tecnologia e de capitais americanos, então há uma complementaridade obrigatória entre as duas economias. Naturalmente há muitas divergências; a China esta se tornanadouma potência militar que não agrada os Estados Unidos, mais é isso que esta acontecendo.
Hoje os dois países são obrigados à se entenderem. Os Estados Unidos, contínua disparado na frente, sendo ainda a maior economia do mundo, em termos de volume de produção os Estados Unidos é 3 vezes maior que a China, a China produz algo em torno quase de 5 trilhões de dólares e os Estados Unidos um pouco mais de 14 trilhões de dólores e quando se fala em riqueza das pessoas, riqueza do país, aí os Estados Unidos são muito mais ricos, a renda per capita dos Estados Unidos esta em torno dos US$ 40 000,00 isto é 7x maior do que a da China. Só que a China esta se expandindo, crescendo, crescendo, só que pelo outro lado a China é o país mais populoso do mundo, ou seja, a China vai crescer muito, vai ser uma economia muito grande, mais ainda uma economia pobre, depois de renda média e demora muito pra chegar perto dos Estados Unidos.
De todo mundo a China e os Estados Unidos, são as duas maiores potências do mundo são meio que obrigados a se entenderem, como que o resto do mundo que mantém essa relação com a China. Todo mundo tem medo da China, mais todo mundo gosta da China porque todo mundo vende pra China, inclusive o Brasil.

ESTADOS UNIDOS E CHINA SERÃO OBRIGADOS A FAZER CONCESSÃO UM PARA O OUTRO

A questão do câmbio entre Estados Unidos e China é uma questão relativamente bem difícil, pelo fato de que a moeda chinesa esta artificialmente desvalorizada e isso é um entendimento universal, todos entendem que a moeda chinesa esta artificialmente desvalorizada, só os chineses que não acham isso. E isso dá uma vantagem para todos os produtos chineses de exportação, que é uma vantagem contra o resto do mundo.
Os chineses por sua vez, prometeram valorizar a sua moeda o (YUAN), estão valorizando a moeda, mais num rítmo muito lento.
A relação China, Estados Unidos tem problemas comerciais, problemas de produtos americanos, que empresas americanas tem dificuldades para exportar e colocar seus produtos na China e tem problemas políticos também. Pois os Estados Unidos criticam a China pela restrição aos direitos humanos, restrição aos direitos de liberdade que tem na China e tem desentendimento também com relação ao Irã e a Coréia do Norte. Então há uma falta de consenso bastante grande de certo modo, entre ambos os países. Aí até se questiona, será que eles vão terminar se desentendendo! A resposta é não. Porque China e Estados Unidos estão obrigados à trabalhar juntos. Isso porque a China vive em grande parte de vender para os Estados Unidos, vive de exportar para os Estados Unidos; e são companhías dos Estados Unidos que se instalam na China e exportam novamente para os Estados Unidos. E a China ainda compra títulos do governo americano. Então entre ambos os países tem uma relação econômica, muito intensa e muito forte, muito sólida, é como se dissesse que eles estão condenados à trabalharem juntos, quer dizer se eles acabarem brigando vão acabar morrendo juntos.
Um tem que fazer concessão para o outro, porque esses dois países não conseguem viver sem o outro. Os americanos não conseguem viver sem o dinheiro chinês por exemplo, para aplicar lá nos títulos americanos. Mas e se governo chinês resolve-se de uma hora pra outra se desfazer dos títulos americanos, ele perderia muito dinheiro, porque aí iria desvalorizar os papéis e além disso ele perde seu principal frêgues que é justamente os Estados Unidos, quer dizer, você não vai brigar com seu frêgues não é!
E de certo modo China e Estados Unidos formam o grupo que é chamado de G2, então tem lá as duas maiores potências do mundo, os dois presidentes mais poderosos e mais influentes do mundo e que tão lá decidindo assuntos que são de tal interesse para o mundo inteiro. Pois se você pensar que frente desses acordos estão em pauta o dólar americano e o yuan chinês e que por sua vez são os dois maiores exportadores do mundo; então você vê quanta coisa que esta em jogo. Agora de todo modo não é uma briga entre o capitalismo e o comunismo, quer dizer, a China oficialmente é um país comunista, mais que teoricamente esta longe de possuir práticas comunistas, pois agora há influências capitalistas na China.
Então na verdades eles estão discutindo problemas dentro do capitalismo, isto é, como organizar a moeda, como organizar o comércio, como organizar os investimentos, como organizar a relação entre as companhías (quer dizer, como as empresas chinesas se relacionam com as empresas americanas) e assim por diante. Uma discussão dentro do capitalismo.

sábado, 18 de dezembro de 2010

CIDADES EMERGENTES BRASILEIRAS MELHORAM APÓS A CRISE

As principais cidades brasileiras e metrópoles de países emergentes melhoraram sua colocação no ranking de dinamismo econômico após a crise mundial, de acordo com pesquisa da London School of Economics.

O estudo Global Metro Monitor mede a performance econômica de 150 regiões metropolitanas pelo mundo nos anos de 2009 e 2010, utilizando indicadores de renda e geração de emprego. Foi a terceira edição do estudo, que também foi feito no período pré-crise (1993 a 2007) e durante a crise (2007 a 2010).

O Rio de Janeiro é a cidade brasileira mais bem colocada na lista, ocupando o 10º lugar. Em seguida estão Belo Horizonte (22º), São Paulo (25º) e Brasília (32º). Istambul ocupa o topo do ranking.

"A análise mostra que muitas metrópoles de América Latina e Ásia se recuperaram completamente da crise, ao contrário da Europa e dos EUA", explica um dos autores do estudo, Alan Berube.

Em relação a edições anteriores, as cidades brasileiras apresentaram significativa melhora. No período pré-crise, o Rio ocupava apenas a 100ª colocação, Belo Horizonte, a 42ª, São Paulo, a 70ª, e Brasília, a 95ª.


FORA DO CENTRO

Das 30 cidades mais bem colocadas do último ranking, 29 não estão nos EUA nem na Europa. Austin é a exceção.

"O crescimento rápido das metrópoles nos mercados emergentes desafia as outras metrópoles a procurar modelos mais produtivos de crescimento econômico em substituição àqueles que precederam a crise", diz Berube.

"Esses modelos devem incluir a expansão das exportações para abastecer a crescente demanda dos emergentes por bens e serviços de alto valor", completa.

Além da força dos emergentes na recuperação econômica pós-crise, o estudo também conclui que a economia global é dependente das metrópoles. Apesar de as 150 regiões analisadas terem apenas 12% da população mundial, concentram cerca de 46% do PIB global.

O estudo ainda mostra que a performance econômica das metrópoles está altamente atrelada à performance das economias nacionais. Assim, as políticas fiscal, monetária e de comércio tornam-se fundamentais na maior exposição ou proteção das grandes cidades a crises.


FONTE: GUILHERME CHAMMAS - Uol
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

domingo, 5 de setembro de 2010

LISTA ENUMERA ECONOMICAMENTE O QUE TRAZ FELICIDADE

Vários estudos sobre finanças comportamental, economia comportamental, definem vários pontos para satisfazer as necessidades das pessoas e tornar as pessoas felizes.

A lista faz parte de uma matéria do jornal inglês Financial Times que fez um levantamento dos estudos que estão sendo feitos sobre felicidade. Na tabela, os autores tentam quantificar o valor de cada evento em nossas vidas. A matéria completa está aqui:http://www.ft.com/cms/s/2/9a4d4a64-b0b9-11df-8c04-00144feabdc0.html


Os sete segredos da felicidade:

-dinheiro compra pouca felicidade;

-amigos valem mais do que uma Ferrari nova;

-ganhar na loteria não vai deixá-lo feliz;

-perder io emprego vai deixa-lo infeliz, mas menos se outros também perderem;

-amigos gordos deixam mais feliz do que os magros;

-Divorcio gera felicidade;

-Felicidade é contagiosa.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

MERCOSUL APROVA CÓDIGO ADUANEIRO COMUM, DEPOIS DE 6 ANOS DE NEGOCIAÇÕES

Do Site Uol

O Mercosul aprovou nesta terça-feira o esperado Código Aduaneiro comum que elimina a bitributação de produtos que circulam pelos países do bloco, depois de seis anos de discussões, anunciou a presidente argentina Cristina Kirchner, na cidade de San Juan (oeste).

Hoje, um produto que ingressa no Mercosul pelo Paraguai e depois é reexportado para o Brasil, por exemplo, paga duas vezes o imposto de importação. A eliminação da bitributação estava prevista no tratado de criação do Mercosul.

A dupla tributação da Tarifa Externa Comum no Mercosul era vista por especialistas como um grande entrave.
"O anuncio a aprovação do Código Aduaneiro, sobre o qual vínhamos trabalhando arduamente durante anos", disse a presidente no plenário.

Representantes dos países do bloco trabalharam numa corrida contra o relógio para conseguir o acordo.

"Esta é uma conquista dos quatro Estados membros, todos fizemos um grande esforço para aprová-lo", disse Kirchner, em referência aos sócios plenos do bloco - Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

O Mercosul, numa declaração conjunta, considerou que a aprovação do Código e a distribuição da receita "constituem passos decisivos no aperfeiçoamento da União Aduaneira".

Como éComo fica? Quando um produto é importado de países de fora do bloco, paga-se uma taxa de importação. Em seguida, há o pagamento de uma segunda tarifa para circular dentro do bloco.
Com o novo código, prevê-se o fim dessa cobrança

quarta-feira, 23 de junho de 2010

BANCO CENTRAL DA CHINA DIZ QUE CÂMBIO TERÁ "MUDANÇA GRADATIVA"


21 de Junho de 2010.
A Cotação do Yuan é mantina artificialmente baixa desde 2008, o que gera critícas por baratear os produtos chineses e criar ambiente de competição desleal. Tanto que o Banco Central Chinês afirmou que, apesar da promessa de uma maior flutuação cambial, o yuan ficará "basicamente estável". Ainda assim, o mercado financeiro internacional otimismo em torno do anúncio, feito de que Pequim permitirá uma maior flexibilização da sua moeda, cuja contação se mantém praticamente inalterada ante o dólar desde 2008.
A declaração de ontem - de que qualquer mudança no yuan ocorrerá de forma "gradual" - foi interpretada como uma resposta do governo comunista a critícas surgidas dentro da própria China.
Muitos chineses veem a manutenção do câmbio em patamares baixos com o objetivo de fortaleceras exportações, como um sinal de soberania. "Nunca imaginei ver o dia em que a China se curvaria aos interesses dos Estados Unidos, concordando valorizar a moeda chinesa", escreveu um internauta chinês no portal de notícias Sohu.


A flexibilização do yuan tende a ter um impacto positivo para o real ante o dólar. Mas ele seria restrito, a princípio, em razão da pequena correlação entre a divisa brasileira e a chinesa, e da perspectiva de um movimento tímido da moeda chinesa. "O impacto nos mercados de modo geral deve deve ser pequeno porque a sinalização é de uma variação muito pequena na taxa de câmbio chinesa."
O movimento em realação à taxa de câmbio será pequeno, mas pode ser considerado positivo e levar moedas com o real se apreciarem.
Um yuan eventualmente mais forte frente ao dólar poderá elevar o poder de compra dos chineses, grandes importadores de commodities do Brasil, beneficiando as exportações brasileiras.
A decisão da China é um passo construtivo que pode eventualmente ajudar garantir a recuperação global.

sábado, 22 de maio de 2010

POR QUE AS FAMÍLIAS CHINESAS POUPAM TANTO?

Será que as famílias chinesas estão caíndo no consumismo? Pesquisa realizada em 6000 domícilios chineses pela Consultoria Mackinze, mostrou que até agora, nem tanto.

Essa pesquisa revelou que as famílias chinesas, poupam na média pelo menos 25% da sua renda. E quais são os principais motivos para os chineses pouparem tanto? Primeiro, é uma preocupação, pois eles temem que algum familiar adoeça e então eles precisam ter uma reserva financeira, 50% do entrevistados chineses, mostraram então essa preocupação. Segundo, garantir uma aposentadoria, pois o sistema de saúde de previdência da China são bastante limitados e aqueles então que ganham um pouco mais, não tem dúvidas de colocar a mão no bolso para fazer planos complementares. Terceiro motivo, dê comprar uma casa própria, esse é o sonho de consumo de 36% dos entrevistados, o que então explica o grande bum imobilíario que eles estão vivendo lá. Quarto motivo, eles desejam deixar uma herança para os filhos, o que é algo bastante novo, numa China até pouco tempo ainda com vestígios comunista. Quinto motivo, simplesmente 30% dos entrevistados consideram que poupar é uma virtude.

Temos aí então, bons igredientes pra considerar bastante forte a hipotse de que a China vai ser a maior potência do mundo em 2050.

Que sirva de uma boa orientação para nós aqui no Brasil.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

DINHEIRO PARA RESGATAR A GRÉCIA TEM COMO DESTINO SALVAÇÃO DOS CREDORES

Neste final de semana vários países se reuniram prometendo um pacote de empréstimos e de garantias, para salvar os países mais endividados da zona do Euro.
Porém, esse dinheiro para resgatar a Grécia ou qualquer outro país, ele tem sempre como destino o salvamento dos credores, ou seja, dos bancos e dos seus clientes, que em última instância, são os tomadores dos papéis. Por exemplo: Mais de 1/3 (um terço) dos papéis emitidos pela Grécia hoje, estão nas mãos dos bancos franceses, o que então explica o forte interesse dos dirigentes da França em montar essa operação de socorro.
Geralmente no mercado financeiro a crise aperta, quando os dirigentes de determinado país abusaram demais (gastaram demais); porém, os políticos no entanto sempre fazem o papél de que foram as vitímas das crises financeiras de seus países.
A alternativa pra Grécia, seria dar o calote nos credores, mas isso acabaria levando a quebra de importantes bancos e um prejuízo então para milhões de clientes do mundo. A solução do calote, embora seja mais rápida, ela seria dolorosa demais para o sistema financeiro e com isso os políticos modernos preferem utilizar o dinheiro público para estabilizar o sistema financeiros adiando a dor e a esperança de transferir essa conta suavimente para as gerações futuras. Outro fato curioso nessa história, é que um dirigente do bloco econômico Europeu, agora enfrenta uma grande dificuldade para ajustar a sua economia. No passado: a Grécia, Irlanda, Portugal, Espanhã... elas tinham moedas próprias e utilizavam mecanismo da infração monetária, para baixar os seus custos internos e principalmente salários, tornando então seus produtores competitivos. A solução agora é fazer corte nos gastos públicos sem anesteziar o povo com infração ou então desvalorizações cambiais. Isso então, explica aqueles protesto na Grécia ocorridos na semana passada.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

PORQUÊ EMPRESTAR 2 MILHÕES DE EUROS À GRÉCIA? E QUEM NOS EMPRESTARIA 2 MILHÕES DE EUROS?

Por: Manuel de Sousa
A economia da União Europeia está seriamente comprometida, a ponto de se questionar o sucesso da moeda única, o Euro, que em vez de ser um motor de crescimento, está a comprometer a nossa competitividade junto das grandes potências mundiais e está a provocar o estrangulamento económico de alguns países da Zona Euro. Será culpa do Euro ou apenas culpa dos países que foram «maus alunos» a economia? Pelo que as grandes potências da União Europeia (UE) como a Alemanha, dirão é que a culpa é dos países que se portaram mal e não souberam controlar as contas públicas, de forma a controlar os défices excessivos. O certo é que, os países que pertencem ao PIGS (Portugal, Itália, Grécia e Espanha) estão em «maus lençóis» e terão de resolver, o mais rapidamente, as contas internas, sob ameaça dos outros países que nos consideram culpados de tudo. Ameaças a Portugal começam a ser directas e por mais disfarçados que pretendemos passar na nossa extremidade geográfica europeia, estamos a ser permanentemente apontados. O caos económico em que a Grécia se encontra a viver neste momento é extremamente grave e por isso é evidente a revolta social que se tem visto através das notícias que nos chegam, denunciando uma explosão social sem precedentes e à qual não sabemos onde terá o seu máximo e quais as graves consequências que daí podem resultar. Grave o que por lá se vive e que já em outros anos se havia manifestado, ainda que numa dimensão inferior à actual. Nem com os anúncios efectuados pelo Governo e pela União Europeia, que em conjunto com o FMI, pretendem dar uma ajuda de largos milhões para tentar erguer a economia. Parece que este dinheiro por si só não está a gerar o efeito de calmante social que se desejaria. Parece que falta algo mais na economia da Grécia que os gregos tentam transmitir, mas que não está a fazer eco junto dos decisores da UE. Enquanto isso, Portugal irá comparticipar com uma ajuda que chega a rondar os dois mil milhões de Euros, sendo que 775 milhões terão de ser dados ainda este ano. Se o nosso país também vive sob uma crise financeira de longa duração, a quem nos pedem para «apertar o cinto», questiono-me: Como vamos emprestar dois mil milhões de Euros? Como não temos esse montante para emprestar, ainda que faseadamente, teremos de também pedir emprestado ao exterior e pagar juros sob esse valor a pedir. Daqui resulta mais um estrangulamento na nossa economia e um aumento de dívida pública. Não diga o senhor Ministro das Finanças que as coisas não são bem assim, mas a realidade é esta. Estamos em crise, endividados e vamos endividarmo-nos mais para tapar um outro buraco. Será que existe alguém que nos vai emprestar um montante para tapar o nosso fosso e esse alguém também tenha de pedir emprestado? Desta forma, criamos um ciclo vicioso de empréstimo, em que a UE será condenada ao caos económico. É certo que vivemos numa comunidade e que todos os países têm de ser solidários com aqueles que precisam e até porque também poderemos a vir a necessitar de ajuda financeira para tentar equilibrar o estrangulamento económico em que vivemos. Mas, aqui a teoria do Bom Samaritano poderá ser uma má solução para ambos os países.Como pode um país como a Grécia ou mesmo como Portugal chegar a este caos económico? Onde foi parar o dinheiro? Onde estão os fundos enviados pela UE? Costuma-se dizer que o dinheiro onde está não fala. Muitos terão «enchido o bolso» à custa de outros. Assim vai a nossa economia, uma economia para alguns para desespero de outros. Certamente que os Gregos não querem apenas dinheiro, se calhar as vozes de protesto são pela forma como a economia está organizada em beneficio apenas de alguns que acumulam poder, império, enquanto outros pedem para comer ou são condenados ao desemprego. Uma nova organização social precisa-se porque a actual não melhorou o estado do Mundo e da Europa. Se dizem que o modelo Socialista não foi a solução, também não foi o modelo Capitalista e Neoliberal. Será que em Portugal também é necessário uma outra organização social?






terça-feira, 23 de março de 2010

DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA CHINESA DESEQUILIBRA O COMÉRCIO MUNDIAL

Fazendo uma análise da economia mundial, no mês de fevereiro agora, deste ano 2010, quando a economia mundial tem uma recuperação lenta na maior parte dos países, especialmente os países desenvolvidos; as exportações chinesas revelaram um crescimento de 46% para o mundo todo, enquanto nenhum país esta conseguindo crescimento à este nível. O Brasil, por exemplo teve crescimento, mais foi menor do que o crescimento chinês, o Brasil é um país alías que esta bem no processo de recuperação, apesar de ter um avanço das exportações muito menor do que este, além disso o Brasil tem mais importações, o que não é o caso da China. Nos Estados Unidos por exemplo o déficit do comércio externo foi de US$ 37 000 000 000 (trinta e sete bilhões) no mês de janeiro, sendo que US$ 12 000 000 000 (doze bilhões) com o resto do mundo e US$ 18 000 000 000 (dezoito bilhões) com a China, o resto sendo petroléo - então doze bilhões com o resto do mundo e dezoite bilhões com a China.
Então começa, que diversos países começam a reclamar que a moeda chinesa esta desvalorizada artificialmente, o que reduz muito o preço dos produtos chineses de exportação, que podem ter algumas vantagens fornecidas pelo governo. O resultado é que agora a pressão sobre a China aumentou muito, quer dizer que a moeda chinesa esta desvalorizada não é de hoje, mas ocorre que a partir de 2005, eles iniciaram o processo de valorização de sua moeda, tudo com um acordo com os Estados Unidos e quando veio a crise, eles pararam, e mantiveram a moeda bem desvalorizada para sair da crise. Esse fato da moeda da China estar muito desvalorizada e o fato da China ter uma presença muito grande no comércio mundial desequílibra o comércio mundial em todos os países, esse é o ponto principal da questão - e com isso começa uma bronca geral, quer dizer, aquela bronca que era disfarçada, agora ela se torna explícita e direta. "Um dos grandes desequílibrios mundiais é que a moeda da China, esta muito desvalorizada". A situação para China começa apertar na medida que a China se torna esse gigante do comércio externo, pois a pressão é muito forte, ou seja, os chineses vão ter que se esforçarem para valorizarem a moeda deles em algum momento, de algum modo e com algum tipo de acordo internacional, porque se não fizerem isso, muitos países vão começar à aplicar restrições aos produtos chineses. E se os chineses valorizarem a sua moedas, os produtos chineses no mundo inteiro ficam mais caros, os consumidores do mundo inteiro vão acabar pagando mais caro pelos produtos chineses, ou seja, vai ser preciso aí, uma administração de política internacional de comércio, bem delicada para resolver essa questão.





segunda-feira, 22 de março de 2010

APROVAÇÃO DA REFORMA DA SAÚDE NOS EUA ERA UMA OBRIGAÇÃO DOS DEMOCRATAS

A reforma saiu bem mitigada, quer dizer, na negociação feita pelo Congresso Americano para ser aprovada, ela acabou recebendo diversas emendas que acabaram tornando a reforma mais simplificada do que a inicialmente prevista. Agora, mesmo assim, é um passo importante para os Estados Unidos da América, porque os americanos vivem uma situação depreciativa, quando o assunto é saúde, pelo fato de ser o país que mais gasta com saúde, se você pega todos os países desenvolvidos, vai ver que os americanos é a nação que mais gasta com saúde, se você somar gastos públicos e gastos privados e entretanto, quer dizer, mesmo assim gastando mais de 16% do PIB com saúde deixava de fora do sistema um número muito grande de americanos, que não tinham nenhum tipo de plano de saúde, nem público e nem privado e isso se torna um paradoxo, porque você tem um gasto enorme com saúde e ainda assim deixa de fora uma parcela expressiva da população e com esse plano de saúde aprovado, resolve esse dilema, digamos assim; ele cria condições para que esse pessoal entre no plano de saúde, uma das formas é estabelecer novas séries de regras e obrigar a todas as pessoas terem um plano de saúde e dar um subsídios para os mais pobres poderem pagar esse plano de saúde, além disso há uma série de regras, cujo o objetivo é reduzir o custo geral dos serviços de prestação de serviço dos Estados Unidos, porque há uma série de regras e práticas que levam sistematicamente à um aumento de gastos muito grande no sistema de saúde dos Estados Unidos.
A idéia geral da reforma do plano de saúde nos Estados Unidos é de incluir mais gente e ter objetivo de reduzir o custo geral para as pessoas que já estão dentro do programa.

quarta-feira, 17 de março de 2010

ANALISANDO A SITUAÇÃOS DOS EUA: Sem Inflação, juros nos EUA devem ficar perto de zero por muito tempo

O FED, Federal Reserve, Banco Central dos Estados Unidos, manteve a taxa de juros hoje no menor patamar da história, no intervalo de 0,025% ao ano. Isso exprime a forma de como o Banco Central dos EUA, esta analisando (vendo) a economia nos Estados Unidos.
E isso indica que lá, a atividade econômica esta se recuperando, mercados de mão-de-obra estão se estabilizando, quer dizer, a taxa de desemprego não esta aumentando, ela parou de cair, mas também parou de aumentar (ficou estável, não piorou), quer dizer tá bem, mas não tá tão mal assim. Os gastos das famílias, o consumo das famílias norte americana esta se expandido num rítimo moderado. E os investimentos das empresas americanas em máquinas e informática aumentaram significamente, isso é o lado bom da história. O lado rui, é que ainda há desemprego nos EUA e as empresas estão relutantes em contratar, permanecem relutantes em aumentar a contratação; além disso o investimento em obras, em contruções residênciais continua caíndu e as obras residencias, quer dizer investimentos em casa própria, permanecem estável, mais num rítimo muito baixo - então, aí você tem o balanço do que vai bem e do que vai mal nos EUA.
Concluíndo a economia dos EUA, esta trabalhando (se-expandindo), muito a baixo de sua capacidade. Portanto não terá pressão inflacionária e os juros irão continuar nesse nível por um prolongado tempo, essa é a análise do Banco Central americano.




sábado, 13 de março de 2010

ETF: COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTOS QUE É NEGOCIADA NA BOLSA

O que é um ETF?


ETF é a cota de um fundo de investimento que é negociada na bolsa, como se fosse uma ação. ETF é a abreviação de Exchange Trade Fund, que é uma unidade negociável na Bolsa de Valores como se fosse uma ação, mas que reune um número variável de ações. Cada ETF se propõe a representar determinado índice de ações ou um segmento setorial de ações, ou ainda ações de determinados países. Há ainda os ETF Ultra short que operam com venda de grupos de ações à descoberto e se benificiam dos períodos de queda das cotações das ações, já que as ações serão cobertas pela compra posterior à venda, estando elas a preços mais baixos.
Existem ainda ETFs que representam letra do tesouro, títulos hipotecários, bônus de empresas e mesmo commodities isoladas como ouro e petróleo.
Todos estes instrumentos são lastreados em títulos que visam dar rentabilidade igual aos objetivos anunciados.
O ETF é estruturado no momento da demanda e desfeito com sua venda. A montagem e desmontagem é feita por instituições financeiras gestoras deste tipo de produto.
Os ETFs pagam dividendos ou juros, conforme seus componentes enquanto estão na posse do investidor. A forma mais comum de utilizar o ETF é a de aposta na valorização dos papeis que os compõem, para vendêlo por um preço superior ao da compra. O PIBB (Papéis Índice Brasil Bovespa) é um ETF; inclusive o PIBB era um fundo fechando inicialmente que foi feita a abertura de cotas dele em determinado e que, ser vendido e depois fechou e então passou a ser negociado somente nana bolsa na BMS Bovespa. E hoje se você quiser investir nesse fundo que reaplica a carteira do IBX, você tem que comprar cotas dele na bolsa, não pode investir no fundo diretamente, exatamente como você faz quando é para comprar uma ação em que você vai no home broker e contrata uma corretora e faz a compra da cota e vende sem liquídez, diária, só que invez de você comprar uma carteira de ações, você esta comprando uma carteira de ações.
Esse é um mercado já ativo no exterior e aqui no Brasil já começa aparecer, surgir alguns ETFs, desde 2008 mercado que esta crescendo continuamente. Interessante ressaltar que toda ação comprada na Bovespa tem um nome de batizado que é negociado na bolsa e o ETF. É muito interessante para quem tem pouco dinheiro para investir. Um tipo de fundo que é muito competitivo para a pessoa física e muito atraente também e que a participação dele tende a crescer no mercado brasileiro.
Então a idéia é comprar cotas, quer dizer invez de você comprar uma ação você compra uma cota de fundo de ações, aí é como se tivesse comprando várias ações; quer dizer você vende enquanto ação instântanea, ele é negociado e cotado, enquanto ação instântanea, diferentemente dos fundos tradicionais em que você aplica com a cota do dia seguinte e resgata com a cota anterior, enfim que tem um processo mais lento.

sexta-feira, 12 de março de 2010

PIBB-11 (PAPÉIS ÍNDICE BRASIL BOVESPA)



O PIBB-11 é o primeiro fundo que começa a ficar disponível no Brasil e barato; um fundo que negocia cotas em bolsa de valores, um veículo de investimentos bom e barato, tem outros semelhantes ao PIBB-11.
Então para você investir nesse fundo, não há a necessidade de ir lá com o seu gestor e comprar uma cota, diferente dos outros fundos; você compra a cota é na bolsa, pois as cotas dos fundos são negociadas na bolsa.
Para investir no PIBB-11, você investe dá mesma forma que faria, se fosse investir em ações, também é preciso ir lá na Corretora e se cadastrar e faz a compra desses papéis e a diferença é que ao invez de você comprar uma ação, você compra uma carteira de ações porque esses fundos respresentam essa carteira de ações, a cota representa a carteira de ações, é competitivo e o custo dele, a taxa dele não é tão alta, então vale a pena avaliar esse veículo e ele tende a ficar cada vez mais popular na bolsa de valores brasileira.
Interessante destacar é que sempre os fundos seguem algum índice e no caso do PIBB-11 é o Índice Brasil BRX. Então realmente vale apena analisar esses fundos.

quinta-feira, 11 de março de 2010

MENOS PROTECIONISMO, MAIS RÁPIDA A RECUPERAÇÃO

Só o Livre Comércio pode vencer a Crise Econômica Mundial. E para superar/vencer esses problemas. É aplicar esforços e demonstrar interesse e disposição pra eliminar barreiras vinculadas ao PROTECIONISMO INTERNACIONAL.

quarta-feira, 10 de março de 2010

QUAL A MELHOR MANEIRA DE INVESTIR NA BOLSA DE VALORES ALTAS QUANTIAS?



Aplicar em Bolsa de Valores é como um jogo em que se ganha e se perde. Ele encanta e dá medo. Ele encanta quando esta em alta, aí quando vem uma Crise de nível internacional, as pessoas ficam com medo de perder dinheiro. Por essa razão é muito importante entender sobre Investimentos em Bolsa de Valores, os funcionamentos e os riscos que você esta correndo, porque cada vez mais torna-se relevante você ter uma parcela do seu dinheiro (sua carteira) investida na Bolsa e principalmente para investimentos no longo prazo. Exemplos como: Vender um terreno de R$ 2 000 000 e querer aplicar na Bolsa de Valores. Sempre que a gente vai investir uma quantia, analisar antes, quantos que essa quantia representa da nossa carteira e não se dá para decidir sobre uma aplicação financeira em Bolsa de Valores de forma isolada. O ideal é repartir para se ser uma carteira equilíbrada, para potencializar o ganho e equilíbrar o risco. Então, por essa razão tem que analisar o quanto esse dinheiro representa na carteira, se é tudo o que tem (esses R$ 2 000 000 dois milhões, no caso). Se esse ser todo o dinheiro que tiver, "não pode investir tudo em Bolsa de Valores". Pois, antes de aplicar em ações tem que ter Renda Fixa. Quem aplica tudo em Bolsa, corre um risco muito grande de perda. E você tendo uma parte aplicada em Renda Fixa, você terá a tranquilidade e mais segurança em saber que você poderá esperar o melhor momento para fazer o resgate desse dinheiro, esse é o ponto de partida.
"Toda vez que se vai tomar decisões em investimentos, existem 3 perguntas básicas" para se fazer, tais como:
1º) O que esse dinheiro representa da minha carteira? O que esse dinheiro representa do total da carteira?
2º) O que eu vou fazer com esse dinheiro? Essa é uma pergunta muito relevante, porque uma coisa é você precisar do dinheiro, para comprar alguma coisa e outra coisa é você precisar do dinheiro para viajar, sendo que você pode adiar essa viagem.
3º) Quando eu vou querer resgatar esse dinheiro?
Você fazendo essas 3 perguntar, consegue-se com isso criar um panarôma sobre como você pode investir esse dinheiro. Após feitas essas perguntas, você já terá suas respostas e poderá procurar o tipo de investimento que você pretende fazer.
Mesmo na Bolsa de Valores, é possivel diversificar esses investimentos, podendo investir uma parcela em empresas de crescimento, que são empresas de maior risco, mas que tem um maior potêncial de retorno e pode também investir uma parcela nas empresas de valor que são aquelas empresas já madura e que pagam bons dividendos e possuem um risco menor. Essa então seria, um modelo de carteira diversificada mesmo dentro da Bolsa de Valores. E muito cuidado para não embarcar na Bolsa de Valores nos momentos de euforia e comprar títulos somente quando ela estiver em alta (fazer investimentos "comprar", quando ela estiver em alta).

terça-feira, 9 de março de 2010

FUNDO MONETÁRIO EUROPEU PODE SAIR DO PAPEL

A idéia de criar um Fundo Monetário Europeu, para a Europa, é uma idéia que pode fazer algum sentido, pode vir a ser uma entidade independente, que por sua vez tenha o seu forum de decisão e com regras de assistência financeira. Concessões financeiras para que os países membros do bloco econômico Europeu possa cumprir até então, as exigências desse Fundo Monetário Europeu. A imposição de regras para os empréstimos, (regras com fundamentação jurídica), regras de prudência fiscal, de controle das contas públicas.
Essa é a idéia da França e da Alemanha, que levantaram essa possibilidade de criação de um Fundo Monetário Europeu, que funcionaria, mais ou menos igual ao FMI - Fundo Monetário Internacional, até mesmo para reforçar a cooperação econômica e ajudar os países endividados do bloco Europeu.
É uma idéia que pode sair do papel, porque é uma idéia interessante e que é capaz que se próspere, comparando com a situação atual, no caso por exemplo de aplicar uma assistência financeira aos países do bloco, essa decisão seria tomada, baseado numa decisão de governo; governos comos: França, Reino Unido, Alemanha e que seriam governos que teriam capacidade de fazer esse tipo de assistência. Só que para tomar essa decisão muitos governos do bloco terão o desafio de enfrentar seus problemas internos políticos como por exemplo ter que gastar o dinheiro dos contribuintes dos países que fariam parte do bloco.