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quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

CRESCE DEMANDA POR TRABALHO TEMPORÁRIO


Mais de um ano após o inicio da vigência da reforma da legislação trabalhista, as empresas intensificaram a busca por mão de obra temporária.
Os contratos de prazo determinado, agora, podem serem estendidos até por nove meses, o que alterou a demanda dos empregadores.
Os sinais ambivalentes da economia fazem as empresas ainda terem receio de chamarem empregados de forma definitiva, e há profissionais qualificados que aceitam o cargo por prazo determinado. 


terça-feira, 26 de outubro de 2010

QUAL O VALOR MÍNIMO PARA INVESTIR NA BOLSA?


A bolsa de valores ficou bem acessível nesses últimos anos, graças a popularização do Mercado de Ações. Você então pode começar investido através de Fundo de Ações nos bancos ou nas corretoras. Há alguns fundos que exigem apenas R$ 200,00 como capital inicial. Você também pode abrir uma conta numa corretora de ações e operar através da internet nos Home Brokers. O site da B&F Bovespa, trás uma lista de corretoras associadas, você rapidamente vai perceber que não é difícil abrir uma conta e que a partir aí de uns R$ 1000,00 você pode começar à operar com ações através do Home Broker. Mais o importante mesmo é que você esteja preparado para enfrentar a instabilidade dos preços. É importante que você mantenha uma boa reserva em renda fixa antes de se aventurar no mercado de ações. Alguns novatos em bolsa depois tem que vender alguns papéis rapidamente, só pra cumprir alguns compromissos financeiros em casa, o que normalmente essas vendas são feitas sem planejamento e são realizadas no momento infeliz, gerando prejuízo.
Uma estratégia recomendada é a de investir aos poucos gradualmente montando uma carteira bem diversificada de ações e mantendo esse investimento por muitos anos, assim você pode se isolar das grandes flutuações do dia-dia, essa ainda tem sido uma forma bastante rentavél de se investir no mercado brasileiro e certamente é a forma que irá trazer menos dor de cabeça pra você e para os demais pequenos investidores.


quinta-feira, 17 de junho de 2010

O CONSUMIDOR QUE NÃO INVESTE

Texto de: Gustavo Cerbasi
As primeiras dicas de investimento que recebemos normalmente vêm de alguém que se auto-intitula “conservador nos investimentos”, ou então “investidor à moda antiga”. Esses são nomes dados àquele que construiu riqueza como todos faziam no século passado: comprando terras e imóveis.
Na verdade, muitos daqueles que têm em seus imóveis uma fonte de renda construíram essa riqueza sem saber que o faziam. O planejamento nunca fez parte da vida do brasileiro, afinal nossa moeda mudou de nome e valor várias vezes na história. Não tínhamos valores, mas sim propriedades. De repente, aqueles que acumularam terras se vêem com um belo patrimônio e sugerem que seus filhos façam o mesmo – parece fácil, visto do ângulo final.
Porém, o conservador não reconhece que ele pouco conhece de investimentos e não tolera riscos. Também não confessa que não sabia, ao longo da vida, que chegaria a tanto. O conservador, na verdade, não é investidor, mas sim um acumulador, um poupador. Quando diz que prefere “a boa e velha Caderneta de Poupança”, ou “nada como a solidez do dólar”, ou que “quem casa, quer casa”, ele está reforçando antigos maus hábitos de quem não sabe construir riqueza com qualidade.
Em uma economia crescente e com perspectivas positivas como a brasileira neste início de milênio, investidor conservador é aquele que investe pouco em negócios, negociações e ações, e não aquele que nada investe nos ativos que acompanham tendências. Estacionar seu dinheiro totalmente em imóveis para renda, moeda estrangeira e renda fixa não é investir de maneira conservadora, mas sim aposentar-se como investidor.
Não esqueça que táticas que funcionaram no passado podem não continuar funcionando no futuro. Os investimentos se esgotam com o tempo – e isso vale, inclusive, para as ações: raríssimos papéis serão um ótimo negócio ao longo de décadas. Ouça o que o conservador tem a dizer, apenas como um exercício de reflexão – pode ser que o motivo da repulsa dele pelo investimento que você escolheu seja um bom tema para sua pesquisa pessoal, enquanto estuda para amadurecer seus investimentos.


quarta-feira, 19 de maio de 2010

O SALDO DO FGTS

Texto e Direitos Autorais de: Gustavo Cerbasi

Se você conta com um saldo no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, deveria dar boa atenção a ele e incluí-lo em seu planejamento pessoal. Não que você possa contar com ele a qualquer momento, mas sim porque, ao desprezá-lo, você pode estar deixando uma pequena fortuna muito mal aproveitada, rendendo menos do que a Caderneta de Poupança, quando poderia estar rendendo de maneira mais eficiente – e, conseqüentemente, melhorando sua segurança – em um investimento.
Não são muitas as hipóteses que permitem o saque de seu saldo no FGTS. Basicamente, você contará com essa reserva em caso de perda de emprego ou na compra de seu primeiro imóvel próprio. De tempos em tempos, o governo brasileiro analisa a possibilidade de utilizar recursos do FGTS para determinados investimentos, como aconteceu para a compra de ações da Petrobras e da Vale durante o processo de privatização dessas empresas. Muitos achavam que a permissão para comprar ações era uma forma de o governo dar ao povo o direito de manter-se sócio das empresas que, até então, "eram do povo".
Na prática, o que definiu se o FGTS poderia ser usado ou não para a compra de ações foi a grande certeza que o governo tinha de que aquelas empresas, quando privatizadas, só tenderiam a melhorar. O FGTS rende pouco, mas é seguro. Jamais um governo colocaria em risco a segurança já garantida de seus trabalhadores. Por isso, sempre que você ouvir falar da autorização de uso do FGTS para qualquer finalidade, aproveite – isso será uma espécie de dica de investimento das autoridades financeiras do país.


Por outro lado, sempre que você tiver uma boa oportunidade para sacar seu saldo no FGTS, faça-o. Seja para a compra da casa própria, seja para a mudança para uma casa maior. O acúmulo de um grande saldo em sua conta na Caixa Econômica pode ser usado como um aviso de que você tem em mãos a oportunidade de melhorar o padrão de sua moradia. A liberação do saldo será viável se a moradia atual for vendida e o saque for solicitado para ajudar a pagar a moradia seguinte.


Se está rendendo pouco, por que não colher como resultado um aumento em seu bem-estar?


sexta-feira, 14 de maio de 2010

NOVA MODALIDADE: PROPRIEDADE FRACIONADA


o que é propriedade fracionada?

É o percentual de uma parte de um ativo muito caro. O dono da fração ou cota desse ativo que pode ser ¼, 1/8 ou 1/10. Tudo irá variar do ativo, da empresa que opera e do contrato a ser assinado. Existe muitas variações. Seria a divisão do uso das partes. Propriedade Fracionada já é uma modalidade muito utilizada nos Estados Unidos e começa a ser divulgada no Brasil.


PROPRIEDADE FRACIONADA: NOVA MODALIDADE PARA AQUISIÇÃO DE IMÓVEL DE VERANEIO
João Francisco Regos - 28/04/2009


Em épocas de instabilidade econômica —em que qualquer investimento corre o sério risco de se transformar rapidamente em custo— a aquisição do imóvel de veraneio parece uma realidade distante para a maioria das pessoas. Aqueles que se deparam com uma oferta desta natureza, se vêm, na verdade, diante de uma série de dúvidas.
Primeira delas: como tornar real o sonho da segunda casa com um investimento que não nos comprometa? Segunda: vale o esforço para ter um lugar que utilizaremos somente três ou quatro vezes por ano? Terceira: é compensável o desgaste gerado com a manutenção desse imóvel, muitas vezes sendo necessária a contratação de um caseiro? E como lidar com a irritação ao chegar na casa de veraneio e ainda precisar limpá-la e arrumá-la?
Uma resposta pode estar na propriedade fracionada. Esse recurso permite que uma pessoa, juntamente com outras, seja titular de um direito real sobre determinado imóvel (a tão sonhada segunda casa). O fato de compartilhar deste direito, porém, não impede o uso exclusivo em determinados períodos, observadas as regras para o fracionamento do tempo de utilização. A grande diferença, quando comparamos esta estrutura com o time-sharing (tempo compartilhado), reside no fato da existência do direito de propriedade sobre o imóvel (ainda que sobre uma fração apenas).
Assim, o investimento para a aquisição de uma segunda casa pode ser viável. Já que não se trata da aquisição de um imóvel, mas sim, de parte dele, é possível comprar uma propriedade, ainda que não integralmente, e ao mesmo tempo desfrutar de toda ela com exclusividade. Trata-se de um sistema vantajoso para o construtor, que viabiliza imóveis de melhor qualidade e valor maior com a certeza de ter a venda facilitada; e para o comprador, que terá acesso a um imóvel que, em outra circunstância, não estaria ao seu alcance.
E as demais preocupações? Como lidar com elas, ainda mais no caso de uma propriedade dividida com terceiros? Já existem empresas especializadas no gerenciamento deste tipo de propriedade. Toda a relação com estas empresas é formalizada em contratos que garantem ao proprietário a tranqüilidade na manutenção do imóvel. Tal cuidado pode incluir a obrigação de guarda dos itens pessoais (tais como lençóis e objetos de decoração como porta-retratos e outros bens pessoais) e a colocação destes itens antes da chegada de cada proprietário. Dessa forma, é mantido o sentimento de que a propriedade é exclusiva.
Em alguns casos há até a possibilidade se trocar o período de uso da propriedade pelo de outras (mesmo que em outros países). Empresas especializadas já oferecem este tipo de intercâmbio no Brasil.
Vale lembrar que nosso ordenamento jurídico prevê todos os fundamentos necessários para a implantação e gozo da propriedade nestas condições. Outros Países adotaram formas distintas. A França, pioneira neste tipo de operação, dá ao empreendimento a natureza jurídica societária e obrigacional. A Espanha já lhe concede o direito de natureza jurídico-real, sendo o tempo de uso um fato diferenciado. Portugal o trata como um direito real de habitação periódica.
Ao se analisar a questão no Brasil depara-se com os princípios previstos na Constituição Federal. O artigo 5º, inciso XXII determina expressamente que a propriedade atenderá à sua função social. Já o artigo 170 dispõe que a ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, terá por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados, entre outros princípios, o da propriedade privada.
Nosso Código Civil, como não poderia deixar de ser, assegura ao proprietário a faculdade de usar e gozar do bem, devendo exercê-lo em consonância com as suas finalidades econômicas e sociais. Ele também já contém disposições que permitem a aplicação do conceito. A constituição de condomínio ordinário parece-nos a melhor opção para regular a propriedade e sua utilização.
Nada há a limitar, portanto, a segurança jurídica que todos (sejam elas empreendedores, construtores e adquirentes) buscam principalmente tratando-se de conceito ainda não amplamente difundido. Basta-nos ser criativos e utilizar as ferramentas que já temos à mão.
Como se vê, o sonho da segunda casa pode se concretizar de forma mais fácil do que imaginamos.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

O IMPORTANTE É COMEÇAR

Se você está esperando sobrar um bom dinheiro para tomar a decisão de investir, é melhor esperar sentado. Não há momento mais difícil no enriquecimento do que o primeiro passo. Esqueça a idéia de que você precisa entender de ações, contratar um especialista, estudar o portal de investimentos de seu banco.
Um investimento bom só é diferente de um investimento ruim para quem tem muito dinheiro. Por isso, siga o que diz seu gerente de conta. Comece poupando o que você tem, mesmo que sejam míseros dez reais – que não encontram outro destino possível a não ser a Caderneta de Poupança. De dez em dez reais, você irá bem mais longe do que se simplesmente ficar esperando sobrar mais que isso.
Ao invés de se esforçar em busca de tempo para aprender, esforce-se em economizar, para acumular reservas mais rapidamente no começo de seu projeto de ficar rico.
Lembre-se que a rentabilidade de seu investimento gera ganhos sobre o total de sua poupança, daí a importância de acelerar no início. Quanto mais dinheiro tiver no começo, mais rendimentos se acumularão nos anos seguintes.
À medida que acumular poupança, aí sim comece a tentar entender o extrato do banco, questionar alternativas com seu gerente, ler mais sobre o assunto e buscar caminhos mais rentáveis. Com o tempo, o especialista será você mesmo!

Texto: Gustavo Cerbasi

terça-feira, 13 de abril de 2010

OPÇÕES PARA QUEM TEM POUCO DINHEIRO PARA INVESTIR

Pessoas que possuem poucas quantias disponíveis para investir para investir em fundos ou ações. Daí tem-se aquele dilema! Invisto em Renda Fixa ou Ações? Renda Fixa mais conservadora e Ações possuem um pouco mais de risco e com maior potencial no logo prazo. Decidido esse ponto vem a pergunto que se faz diretamente ou via fundo - Porque na realidade, toda aplicação, todo ativo ou pelo menos boa parte dos ativos hoje disponíveis, você pode comprar via Fundo de Investimentos, você pode ter a opção de comprar diretamente ou via Fundos de Investimentos. E quando você faz via Fundos de Investimentos, você esta optando em montar uma carteira com um gestor profissional para gerenciar a sua carteira de investimentos.
Porém o problema dos Fundos de Investimentos é que quando você tem pouco dinheiro, você vai encontrar algumas vezes e principalmente nas redes bancárias, fundos muito caros e com custos muito alto. Em geral os fundos mais baratos são de corretoras e muitas vezes com opções boas e com bons gestores.
Agora, quando eu devo investir em ações? Em primeiro caso, quando eu já tiver uma boa parcela de capital aplicadas em Fundos de Renda Fixa que é a parte mais conservadora. Isso para a pessoa ter o conforto para enfrentar as crises que enventualmente irão surgir no decorrer desse percurso. O prazo das aplicações dos investimentos também conta muito (resgatar o dinheiro no curto prazo, aí vai depender da sorte), porque por exemplo se você precisar do dinheiro logo, você pode cometer graves equivocos, como por exemplo em investir em Ações.

quarta-feira, 31 de março de 2010

FUNDOS DE INVESTIMENTOS QUE APARECEM MAIS NA MÍDIA TEM PIOR DESEMPENHO

Sabe que foi realizada uma pesquisa (um estudo) pelo Boston College e foi verificado que os Fundos de Investimentos que aparecem mais na mídia tem um desempenho pior - essa pesquisa refere-se mais ao mercado americano. Os Fundos Investimentos que mais aparecem mais na mídia e que tem performance menor, menos rendimentos, tem um retorno menor, possuem um performance em média de 3,5% ao ano, menor do que os outros, quais ninguém conhece, ou melhor, que quase ninguém conhece; os que aparecem menos na lista, que são menos exibidos. Muita mídia, menos rendimentos. Muito investimento e muita divulgação e pouco em gestão.
A cobertura da mídia tende a induzir o investidor à aplicar num determinado fundo, então ele aparece muito na mídia, nos jornais, nas revistas, na televisão - e aí as pessoas procuram aqueles fundos pra investir e com isso eles tem uma captação maior e quando o investidor faz a captação ele é obrigado a comprar ativos do fundo, porque esta entrando dinheiro no fundo, afinal o fundo é isso você coloca dinheiro no fundo para o gestor fazer as aplicações pra você e quando o fundo começa a ficar muito grande ele passa a ter menos agilidade.
Fundos que tem a pior performance investem mais em acessória de impressa para aparecer mais nos jornais.
Alguns fundos chegam num determinado tamanho e eles fecham para captação, eles não permitem a entrada de novos cotistas, justamente porque acaba não tendo muito mercado para operar.
O caso é tem fundos muito bons em que realmente não aparecem na mídia, fundos que possuem uma rentabilidade muito boa e que nunca aparece na mídia.
Uma coisa que também pode ocorrer é que no momento em que o fundo cresceu muito o incentivo para gestor (a pessoa que você contrata para fazer as aplicações para você) fica distorcido - porque além de pagar a taxa de administração ainda há a taxa de performance (que é o que o gestor dá acima de determinados índices), então quando ele consegue bater os índices você paga um percentual que é essa taxa de performance, então quando o fundo fica muito grande, como a taxa de administração é cobrada sobre o patrimônio do fundo é o que ocorre elevação das deduções dos rendimentos dos fundos de investimentos muito divulgados na mídia.

EMPRESAS CHINESAS QUE FAZEM NEGÓCIOS NO BRASIL OBEDECEM ÀS ESTRATÉGIAS DO GOVERNO CHINÊS

Os novos negócios da China no Brasil, quer dizer, agora não é negócio da China, agora é negócio do Brasil para a China. Sabe, que tem havido notícias sobre investimentos chineses no Brasil e dois deles chamaram a atenção que são na área de mineração, são as empresas chinesas comprando participação de empresas empresas brasileiras de mineração ou então, fazendo associação por aqui.
Bem, isso de certo modo tem o seu aspecto positivo porque traz dinheiro, é uma coisa boa, dinheiro que vem para a economia brasileira.
Porém as empresas chinesas que vindo para o Brasil fazer esse negócio, são empresas estatais e elas obedecem não uma lógica de economia em si, mas elas obedecem aos interesses específicos do governo chinês, a estratégia internacional do governo chinês. E qual é essa estratégia não apenas no Brasil, mas no mundo todo, os chineses estão investido em determinado países para que esses países exportem para a China, recursos que a China não tem, por exemplo: a China esta comprando fazendas, terras no continente Africano, para plantar alimentos e desenvolver criações em países da África, para enviar para a China, exportar para a China que tem uma obvia carência de produção de alimentos, porque tem poucas terras agriculturadas na China, então ela esta se expandindo. E aqui no Brasil as empresas estatais chinesas estão comprando de empresas que produzem insumos, como minério por exemplo, que interessa a economia chinesa. Então são negócios assim, casados em que a empresa vem para o Brasil para produzir minérios para vender para China, exportar para a China, para atender as necessidades de desenvolvimento da China. Mas, o que acontece se o mercado mundial for melhor que o mercado chinês? Se as empresas daqui resolverem vender minério para o mercado europeu e não para a China? Vão Poder? Provavelmente não. Porque elas estarão vinculadas à um plano chinês. Por exemplo: no ano passado o Banco de Desenvolvimento Chinês que é estatal, emprestou cerca de US$ 10 000 000 000 (dez bilhões de dólares) para a Petrobras, só que isso por exemplo esta vinculado primeiro a compra de máquinas e equipamentos chineses e depois esse dinheiro esta vinculado à exportação de petróleo, quer dizer de certo modo a Petrobras paga para exportar petróleo da China. A Petrobras tava precisando de dinheiro e tem um negócio bom na China e tal, mas novamente fica um negócio casado com o mercado chinês. A China empresta dinheiro para Petrobras, mas pelo contrato que a Petrobras tem com a China, a Petrobras se compromete a vender petróleo apenas para o mercado chinês, por isso que se torna um negócio casado. O negócio seria mais apropriado a Petrobras tomar dinheiro emprestado e fazer sua produção e vender onde ser mais conveniente para Petrobras e não ter essas obrigações contratuais.
Enfim receber investimento estrangeiro é um bom negócio e o Brasil vai precisar disso porque esta com déficit nas contas externas, mas precisa ver que tipo de investimento vem e se os negócios não amarram demais a economia brasileira para com os interesses de uma outra economia.

sábado, 13 de março de 2010

EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS ESCOLAS

GOVERNO LANÇA ESTRATÉGIA
NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS ESCOLAS


O Grupo de Trabalho criado pelo Coremec (Comitê de Regulação e Fiscalização dos Mercados Financeiro, de Capitais, de Seguros, de Previdência e Capitalização) para desenvolver uma proposta de Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) acaba de colocar no ar o site do projeto ( http://www.vidaedinheiro.gov.br/ ). Além de divulgar os trabalhos da Estratégia, o portal tem, neste momento, o objetivo de reunir as experiências de iniciativas de educação financeira já existentes no Brasil, formando, com isso, um grande inventário nacional dessas ações.No site da ENEF há espaço para que quaisquer entidades ou pessoas físicas relatem sua experiência com o tema educação financeira desenvolvido no Brasil. O Grupo de Trabalho quer conhecer as iniciativas desse âmbito existentes em todo o território nacional. O site foi criado com o propósito de conseguir registrar todas as ações e projetos de educação financeira em andamento. Para que isso aconteça o grupo de trabalho espera que as entidades que desenvolvam projetos deste tipo se cadastrem. Dessa forma o grupo terá condições de avaliar as possibilidades de integração e até de aproveitar as experiências bem sucedidas.O Grupo de Trabalho realizará também outras iniciativas estratégicas para perceber o nível de conhecimento da população brasileira quando o assunto é finanças pessoais e investimentos. A primeira é fazer uma pesquisa nacional para analisar o grau de conhecimento da sociedade sobre finanças, já em andamento. A pesquisa será importante para balizar as propostas de trabalho que resultarão na estratégia de educação financeira, a ser apresentada pelo grupo até o final deste ano.O Comitê de Regulação e Fiscalização dos Mercados Financeiro, de Capitais, de Seguros, de Previdência e Capitalização (Coremec) criou o Grupo de Trabalho, em 2007, a fim de desenvolver e propor uma "Estratégia Nacional de Educação Financeira" em um prazo de doze meses. O objetivo do Grupo, coordenado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e composto por representantes do Banco Central, SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) e SPC (Secretaria de Previdência Complementar), é definir uma proposta de política pública voltada para a educação financeira de toda a população. O Grupo pretende também receber a participação voluntária de associações e outras entidades representativas do mercado que já desenvolvem ações de educação financeira.

Fonte: Secretaria de Previdência Complementar-SPChttp://www.mps.gov.br/pg_secundarias/previdencia_complementar.asp

quarta-feira, 10 de março de 2010

FUNDOS DE INVESTIMENTOS OU POUPANÇA?


Existem diversas opções de fundos de investimentos. Dentro desses fundos, cada fundo é composto por investidores com os mesmos intereses e objetivos para investir. Quando você aplica emum fundo - de renda fixa ou variável - se junta a outros investidores com o mesmo perfil. Assim, você obtém um retornoque não conseguiria individualmente. Defina seu perfil e escolha o melhor fundo de investimentos para você. Investir é muito mais do que se imagina.
Dinheiro bom é aquele que rende. Para isso, é preciso manter as reservas ativas, junto a algum tipo de produto bancário como cadernetas de poupança e fundos de investimento. Mas cuidado: observe que a escolha por um dos dois produtos deve ser adequada a pontos específicos.
1) Verifique quanto você está disposto a ganhar e perder. As cadernetas de poupança são mais seguras que a maioria dos fundos, mas apresentam baixa rentabilidade em curto prazo.
2) Fique atento ao pagamento de impostos. Taxas como o Imposto de Renda costumam incidir sobre os fundos de investimento. Enquanto isso, as cadernetas de poupança ficam livres de alguns tributos.
3) Verifique se você tem perfil conservador ou não. As cadernetas levam muito mais tempo para oferecer um bom lucro sobre a quantia inicial investida. Por outro lado, alguns fundos apresentam riscos e o que se ganha pode ser perdido rapidamente.
4) Em épocas de crise, as poupanças são mais interessantes para os investidores. Isto porque a turbulência no mercado financeiro atinge as ações da maioria das empresas. Estas ações costumam compor até mesmo os fundos mais conservadores, como os DI e os de renda fixa. A poupança fica livre desse vai-e-vem. Além disso, os fundos tendem a cair em períodos de queda de juros.
IMPORTANTE: Todo investimento apresenta algum tipo de risco.

terça-feira, 9 de março de 2010

GESTÃO DE INVESTIMENTOS: PRIVATIZAÇÕES x NACIONALIZAÇÃO

Privatizações, de forma geral, tem-se como objetivos básicos a busca de um aumento da competitividade e eficiência interna, e na expectativa de que as forças de mercado podem promover este aumento de competitividade, de forma ainda melhor do que se ficar sobre o controle do Estado. Além disso, espera-se que com a maior competitividade interna também gere maior competitividade externa dos produtos.

As privatizações trazem, como decorrência direta, a democratização da propriedade. A transferência de ativos do setor público para o setor privado e dá as pessoas a oportunidade de se tornarem propietárias dos bens e das ações das companhias privatizadas. Portanto, as privatizações estimulam a formação de poupança, aumentando consequentemente também a liberdade e independência das pessoas. Ao estabelecer um novo conjunto de proprietários, gera-se uma série de importante efeitos positivos sobre as atitudes, de maneira geral. Há uma tendência para se romper a divisão entre PROPRIETÁRIOS e ASSALARIADOS que têm maior segurança e MAIORES OPORTUNIDADES de gerar riqueza para si mesmo e para o país.
As privatizações também traz benefícios para o nível de empregos na economia, além da política de transferência de empresas governamentais para o setor público, o esforço das privatizações também envolve estímulos diretos à atividade empresarial, contratando-se serviços no setor privado sempre que seus custos forem competitivos. A contratação externa implica serviços mais especializados e práticas de trabalho e de utilização de mão-de-obra mais flexíveis. Com isso, a eficiência e o padrão de serviços no setor público tendem a elevar-se. A contratação externa pode economizar muitos recursos dos contribuintes. Espera-se, portanto, que cada empresa governamental contrate serviços externos quando isso for eficiente. Os resultados até agora são altamente encorajadores. Mas o processo encontra-se no ínicio e muito ainda pode ser feito neste sentido.

NOTA:
PRIVATIZAÇÃO: Privatização ou Desestatização é o processo de venda de uma empresa ou instituição do setor público que integra como patrimônio do Estado para o setor privado, geralmente por meio de leilões públicos. No Brasil, o processo de Desestatização consistiu principalmente em tornar o Estado um sócio minoritário, pois grande parte das empresas já eram de capital aberto e negociadas em bolsa de valores e o Estado Brasileiro, através do BNDES, continuou como sócio minoritário.
NACIONALIZAÇÃO: Nacionalização ou Estatização é o termo dado ao estabelecimento de monopólio estatal sobre a exploração de determinado recurso natural, ou à aquisição, eventualmente compulsória, pelo Estado, de uma empresa privada, de modo que passe a ser de propriedade pública.
A estatização pode ser uma política de Estado, voltada a um aumento notável da participação do setor público na economia.