BARRA DE PESQUISA

Mostrando postagens com marcador Mercado de Câmbio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mercado de Câmbio. Mostrar todas as postagens

domingo, 31 de março de 2013

OS DOIS FATORES QUE AFETAM A APOSENTADORIA PRIVADA


Renato Follador

A demora em decidir penaliza, e muito, quem pensa em aderir a uma previdência privada. 
Nesta existem dois fatores fundamentais: tempo e dinheiro. Quanto mais se tem um, menos se precisa do outro.



Significa que, para a mesma aposentadoria a partir da mesma idade, quem começa a contribuir antes contribui com menos. Além da contribuição mensal ser menor- porque a pessoa terá mais anos para contribuir-, há, ainda, os juros da rentabilidade mensal, que quem começa mais tarde perde. Por tudo isso a contribuição deste último fica mais salgada.



Exemplo: quem decide fazer um plano aos 25 anos para se aposentar com R$ 3.000,00 aos 65 anos precisa contribuir com R$ 275,00 mensais. Já quem começa a contribuir aos 35 anos para a mesma aposentadoria na mesma idade, vai precisar de R$ 550,00 mensais. O dobro.



Importante: considerei 6% de rentabilidade real anual. Simular com mais que isso é decepção certa.



Uma dica valiosa: não basta fazer o plano e esquecer. Acompanhe a rentabilidade. Se num período de 3 anos ela for sempre menor que a esperada, peça a portabilidade para outro plano. O imposto é zero.



Outra coisa: para conseguir 6% de rentabilidade real a carteira tem que ter fundo de ações. Se você me disser que a Bolsa caiu muito, ela é cíclica, e até por isso é hora de investir.




quinta-feira, 31 de março de 2011

CORREIOS E CASAS LOTÉRICAS NO BRASIL PODEM VENDER DÓLAR


Decisão vale para transações de até US$ 3.000


O Conselho Monetário Nacional (CMN)facilitou a vida de quem precisa fazer operações cambiais de baixo valor. Casas lotéricas, Correios e outros correspondentes bancários (farmácias e padarias, por exemplo), além de prestadores de serviços turísticos (como agências e hotéis) foram autorizados a fazer tanto remessas quanto compra e venda de moeda estrangeira em espécie ou traveler cheques num limite de até US$ 3 mil por operação. O objetivo da medida é ampliar a rede de atendimento à população e preparar o Brasil para eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, que vão trazer um elevado número de turistas ao país. Lotéricas e agências dos Correios já estavam autorizados a atuar como correspondentes cambiais, mas só podiam fazer remessas. Já os prestadores de serviços de turismo só podiam comprar e vender moeda. Em todos esses casos, as empresas têm de estar associadas a um banco ou corretora para oferecer o serviço. "Agora, todos poderão fazer os dois tipos de operação", explicou o chefe do Departamento de Normas do Banco Central (BC), Sérgio Odilon dos Anjos. A pessoa física que quiser comprar moeda estrangeira ou fazer remessa de divisas nas lotéricas, nos Correios e nas prestadoras de serviço turístico deve apresentar seu CPF e preencher um formulário para concluir a operação. O CMN também estabeleceu que os correspondentes devem ter CNPJ e esclareceu que toda operação realizada por eles é de responsabilidade da instituição financeira. "O correspondente é um preposto do banco", justificou Odilon dos Anjos.

Regras

O CMN também aprovou mudanças nas regras para a contratação dos chamados correspondentes bancários no país. As instituições financeiras que quiserem oferecer seus serviços por meio de estabelecimentos como lotéricas, agências dos Correios e lojas terão que acompanhar de perto essa atividade. Será preciso, por exemplo, designar um diretor responsável pelos correspondentes. Além disso, os estabelecimentos terão que seguir um padrão de qualidade no atendimento e encaminhar para o banco eventuais problemas ou demandas que não tenham sido resolvidos.

Correspondentes terão também financiamento

Os correspondentes podem trabalhar para mais de uma instituição financeira, mas serão obrigados a oferecer aos clientes todos os tipos de financiamento disponíveis em cada uma delas. " Isso vai garantir as condições de concorrência", disse o chefe do Departamento de Normas do Banco Central (BC), Sérgio Odilon dos Anjos. Outra novidade é que caso os correspondentes sejam autorizados a oferecer crédito, seus funcionários terão que passar por um treinamento e ter certificação. Como o país já tem hoje mais de 150 mil pontos de atendimento que atuam como correspondentes, o CMN deu um prazo de três anos para que esses lugares atendam às novas exigências. O conselho deu ainda um ano para que os bancos adaptem seus atuais contratos de correspondente já em vigor. Atualmente, 5.564 municípios brasileiros são cobertos por serviços financeiros, sendo que apenas 34 não contam com atendimento por meio de correspondentes. Entenda - QueM poderá comprar e vender moeda estrangeira? Os correspondentes bancários, como Correios e lotéricas, farmácias, padarias e outros, além das empresas de turismo. Eles podem fazer também remessas de dinheiro ao exterior.

Como será a atuação? Eles serão credenciados por um banco ou corretora, que será responsável pela transação. O cliente deve apresentar CPF e preencher um formulário para fazer a transação.

Qual o limite? US$ 3.000 (cerca de R$ 5.000)



FONTE: Canal do Transporte

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

CÂMBIO

Recentemente, uma declaração de um ministro brasileiro teve repercussão mundial, sendo citada na impressa internacional. O assunto foi chamado pelo ministro de “guerra cambial”.

O ministro usou a expressão para caracterizar alegoricamente o expediente utilizado por alguns países que estão desvalorizando a própria moeda, com o intuito de competir no mercado de exportação com produtos mais baratos.


1. Ref. a câmbio (política cambial)

2. Ref. a títulos de crédito, esp. a letras de câmbio, ou à cobrança dos valores que representam (ação [jurídica] cambial)

s2g.

3. Econ. Letra de câmbio, ou qualquer documento (título de crédito) que vale como promessa ou ordem de pagamento em dinheiro

[Pl.: -ais.]

[F.: câmbio + -al1.]

quarta-feira, 23 de junho de 2010

BANCO CENTRAL DA CHINA DIZ QUE CÂMBIO TERÁ "MUDANÇA GRADATIVA"


21 de Junho de 2010.
A Cotação do Yuan é mantina artificialmente baixa desde 2008, o que gera critícas por baratear os produtos chineses e criar ambiente de competição desleal. Tanto que o Banco Central Chinês afirmou que, apesar da promessa de uma maior flutuação cambial, o yuan ficará "basicamente estável". Ainda assim, o mercado financeiro internacional otimismo em torno do anúncio, feito de que Pequim permitirá uma maior flexibilização da sua moeda, cuja contação se mantém praticamente inalterada ante o dólar desde 2008.
A declaração de ontem - de que qualquer mudança no yuan ocorrerá de forma "gradual" - foi interpretada como uma resposta do governo comunista a critícas surgidas dentro da própria China.
Muitos chineses veem a manutenção do câmbio em patamares baixos com o objetivo de fortaleceras exportações, como um sinal de soberania. "Nunca imaginei ver o dia em que a China se curvaria aos interesses dos Estados Unidos, concordando valorizar a moeda chinesa", escreveu um internauta chinês no portal de notícias Sohu.


A flexibilização do yuan tende a ter um impacto positivo para o real ante o dólar. Mas ele seria restrito, a princípio, em razão da pequena correlação entre a divisa brasileira e a chinesa, e da perspectiva de um movimento tímido da moeda chinesa. "O impacto nos mercados de modo geral deve deve ser pequeno porque a sinalização é de uma variação muito pequena na taxa de câmbio chinesa."
O movimento em realação à taxa de câmbio será pequeno, mas pode ser considerado positivo e levar moedas com o real se apreciarem.
Um yuan eventualmente mais forte frente ao dólar poderá elevar o poder de compra dos chineses, grandes importadores de commodities do Brasil, beneficiando as exportações brasileiras.
A decisão da China é um passo construtivo que pode eventualmente ajudar garantir a recuperação global.

terça-feira, 23 de março de 2010

DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA CHINESA DESEQUILIBRA O COMÉRCIO MUNDIAL

Fazendo uma análise da economia mundial, no mês de fevereiro agora, deste ano 2010, quando a economia mundial tem uma recuperação lenta na maior parte dos países, especialmente os países desenvolvidos; as exportações chinesas revelaram um crescimento de 46% para o mundo todo, enquanto nenhum país esta conseguindo crescimento à este nível. O Brasil, por exemplo teve crescimento, mais foi menor do que o crescimento chinês, o Brasil é um país alías que esta bem no processo de recuperação, apesar de ter um avanço das exportações muito menor do que este, além disso o Brasil tem mais importações, o que não é o caso da China. Nos Estados Unidos por exemplo o déficit do comércio externo foi de US$ 37 000 000 000 (trinta e sete bilhões) no mês de janeiro, sendo que US$ 12 000 000 000 (doze bilhões) com o resto do mundo e US$ 18 000 000 000 (dezoito bilhões) com a China, o resto sendo petroléo - então doze bilhões com o resto do mundo e dezoite bilhões com a China.
Então começa, que diversos países começam a reclamar que a moeda chinesa esta desvalorizada artificialmente, o que reduz muito o preço dos produtos chineses de exportação, que podem ter algumas vantagens fornecidas pelo governo. O resultado é que agora a pressão sobre a China aumentou muito, quer dizer que a moeda chinesa esta desvalorizada não é de hoje, mas ocorre que a partir de 2005, eles iniciaram o processo de valorização de sua moeda, tudo com um acordo com os Estados Unidos e quando veio a crise, eles pararam, e mantiveram a moeda bem desvalorizada para sair da crise. Esse fato da moeda da China estar muito desvalorizada e o fato da China ter uma presença muito grande no comércio mundial desequílibra o comércio mundial em todos os países, esse é o ponto principal da questão - e com isso começa uma bronca geral, quer dizer, aquela bronca que era disfarçada, agora ela se torna explícita e direta. "Um dos grandes desequílibrios mundiais é que a moeda da China, esta muito desvalorizada". A situação para China começa apertar na medida que a China se torna esse gigante do comércio externo, pois a pressão é muito forte, ou seja, os chineses vão ter que se esforçarem para valorizarem a moeda deles em algum momento, de algum modo e com algum tipo de acordo internacional, porque se não fizerem isso, muitos países vão começar à aplicar restrições aos produtos chineses. E se os chineses valorizarem a sua moedas, os produtos chineses no mundo inteiro ficam mais caros, os consumidores do mundo inteiro vão acabar pagando mais caro pelos produtos chineses, ou seja, vai ser preciso aí, uma administração de política internacional de comércio, bem delicada para resolver essa questão.





quarta-feira, 10 de março de 2010

QUAL A MELHOR MANEIRA DE INVESTIR NA BOLSA DE VALORES ALTAS QUANTIAS?



Aplicar em Bolsa de Valores é como um jogo em que se ganha e se perde. Ele encanta e dá medo. Ele encanta quando esta em alta, aí quando vem uma Crise de nível internacional, as pessoas ficam com medo de perder dinheiro. Por essa razão é muito importante entender sobre Investimentos em Bolsa de Valores, os funcionamentos e os riscos que você esta correndo, porque cada vez mais torna-se relevante você ter uma parcela do seu dinheiro (sua carteira) investida na Bolsa e principalmente para investimentos no longo prazo. Exemplos como: Vender um terreno de R$ 2 000 000 e querer aplicar na Bolsa de Valores. Sempre que a gente vai investir uma quantia, analisar antes, quantos que essa quantia representa da nossa carteira e não se dá para decidir sobre uma aplicação financeira em Bolsa de Valores de forma isolada. O ideal é repartir para se ser uma carteira equilíbrada, para potencializar o ganho e equilíbrar o risco. Então, por essa razão tem que analisar o quanto esse dinheiro representa na carteira, se é tudo o que tem (esses R$ 2 000 000 dois milhões, no caso). Se esse ser todo o dinheiro que tiver, "não pode investir tudo em Bolsa de Valores". Pois, antes de aplicar em ações tem que ter Renda Fixa. Quem aplica tudo em Bolsa, corre um risco muito grande de perda. E você tendo uma parte aplicada em Renda Fixa, você terá a tranquilidade e mais segurança em saber que você poderá esperar o melhor momento para fazer o resgate desse dinheiro, esse é o ponto de partida.
"Toda vez que se vai tomar decisões em investimentos, existem 3 perguntas básicas" para se fazer, tais como:
1º) O que esse dinheiro representa da minha carteira? O que esse dinheiro representa do total da carteira?
2º) O que eu vou fazer com esse dinheiro? Essa é uma pergunta muito relevante, porque uma coisa é você precisar do dinheiro, para comprar alguma coisa e outra coisa é você precisar do dinheiro para viajar, sendo que você pode adiar essa viagem.
3º) Quando eu vou querer resgatar esse dinheiro?
Você fazendo essas 3 perguntar, consegue-se com isso criar um panarôma sobre como você pode investir esse dinheiro. Após feitas essas perguntas, você já terá suas respostas e poderá procurar o tipo de investimento que você pretende fazer.
Mesmo na Bolsa de Valores, é possivel diversificar esses investimentos, podendo investir uma parcela em empresas de crescimento, que são empresas de maior risco, mas que tem um maior potêncial de retorno e pode também investir uma parcela nas empresas de valor que são aquelas empresas já madura e que pagam bons dividendos e possuem um risco menor. Essa então seria, um modelo de carteira diversificada mesmo dentro da Bolsa de Valores. E muito cuidado para não embarcar na Bolsa de Valores nos momentos de euforia e comprar títulos somente quando ela estiver em alta (fazer investimentos "comprar", quando ela estiver em alta).

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

TAXA DE RISCO PAÍS

Ambiente de maior incerteza repercurte na elevação da taxa de risco de vários países. Isso insere no contexto político vários climas de incertezas. Se houver uma grande risco no Brasil, eleva a taxa de risco e com o dólar mais alto significa mais inflação.



terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

FUSÕES DA TAXA DE CÂMBIO

Todas as remessas de dólar ou quaisquer moedas estrangeiras que entram no Brasil, como é de saber, ficam nos cofres do Banco Central e para isso para serem considerado LEGAL devem serem registrados de acordo com a lei. Quando o dólar não é registrado perante o Banco Central ele se torna um dólar do mercado "Paralelo", o chamado DÓLAR PARALELO, e que também tem a sua taxa de cotação e variação.
O Regime de Câmbio Flutuante foi adotado oficialmente no país na sequência de Crises Câmbiais experimentadas por alguns países em desenvolvimento da Ásia em 1997 e da Rússia em 1998.
A decisão pela adoção do regime de Câmbio Flutuante foi tomada após a frustrada crianção da Banda Cambial endrogena, que previa alterações graduais para elevar a margem de flutuação da moeda.


- DÓLAR TURISMO: É comprado com finalidade de turismo internacional.
-DESVALORIZAÇÃO CAMBIAL: É quando a moeda nacional perde o seu valor diante de uma moeda internacional, como o DÓLAR AMERICANO que é uma moeda que está aí com cerca de uns 250 anos de existência como um assunto puxa outro, fazendo apenas um adendo, a Constituição dos Estados Unidos, está já na faixa dos 244 anos.


TAXA SELIC CONTROLA A INFLAÇÃO

A taxa overnight do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC), expressa na forma anual, é a taxa média ponderada pelo volume das operações de financiamento por um dia, lastreadas em títulos públicos federais e realizadas no SELIC, na forma de operações compromissadas. É divulgada pelo Comitê de Política Monetária (Copom).
*Taxa é usada pelo governo como forma de controlar a inflação. Selic dá a medida das outras taxas de juros, como cheque especial e financiamentos.
O que é a Selic?
A taxa Selic é a média de juros que o governo brasileiro paga por empréstimos tomados dos bancos. Quando a Selic aumenta, os bancos preferem emprestar ao governo, porque paga bem. Já quando a Selic cai, os bancos são "empurrados" para emprestar dinheiro ao consumidor e conseguir um lucro maior. Assim, quanto maior a Selic, mais "caro" fica o crédito que os bancos oferecem aos consumidores, já que há menos dinheiro disponível.
Por que a Selic é importante para a política econômica?
O governo usa essa taxa como instrumento para controlar a inflação. Se a Selic é alta, há menos dinheiro circulando e menos procura por produtos e serviços à venda. Se a demanda é menor, os preços caem. A Selic também ajuda a controlar a entrada de investimentos estrangeiros. Quem investe em títulos brasileiros ganha com os juros altos, o que faz entrar mais dinheiro no país.
Quanto mais dólares entram no país, menor a cotação dessa moeda por aqui. Por que tanta gente reclama dos juros altos?
Os juros altos diminuem o consumo, o que prejudica as vendas e as empresas. Se as empresas não crescem, há mais desemprego, e a economia encolhe. Além disso, o investimento estrangeiro que entra no país por causa dos juros altos é especulativo. Esse dinheiro pode sair daqui a qualquer momento; é diferente do capital que entra para construir uma fábrica ou melhorar uma empresa.
E para o consumidor, que diferença isso faz?
É a Selic que dá a medida das outras taxas de juros usadas no país: do cheque especial, do crediário, dos cartões de crédito, da poupança. É a partir dela que os bancos calculam quanto cobrarão de juros para conceder um empréstimo. Quanto menor a Selic, mais "barato" fica para o consumidor fazer um empréstimo ou comprar a prazo. Mas essa relação não é direta. Quando o Banco Central reduz a Selic, essa queda demora a chegar ao consumidor. Isso acontece porque os bancos também cobram, em forma de juros, impostos (IOF), inadimplência, seus custos e seu lucro. Essa diferença entre o que o banco paga ao tomar um empréstimo e o que ele cobra ao conceder um empréstimo é o chamado "spread bancário".
Também dá para ganhar com a Selic alta?
Como a Selic também influencia os juros que os bancos pagam quando emprestam dinheiro de alguém, o consumidor também pode ganhar com isso. Em geral, quanto maior a Selic, maior o rendimento das aplicações de renda fixa, como poupança e CDBs.

A Taxa Selic também é chamada de Taxa Primária; pois é a Taxa que Remunera o Open Market e os Títulos Públicos.
O COPOM, entidade que determina a Taxa de Juros foi instituído em 20 de junho de 1996, com o objetivo de estabelecer a diretrizes da Política Monetária nacional.




MANUTENÇÃO DA TAXA DE JUROS E TAXA DE CÂMBIO


A Taxa Selic esta interligada com a Taxa de Inflação. Sempre consegue-se baixar a Taxa Selic a medida que a Inflação baixa. Aí entra a ação da Política Monetária, em que daí usa-se o termo de Política Monetária Expansiva, cujo o seu objetivo é baixar os juros e *retirar dinheiro de circulação não é uma boa opção; pois sempre que se retira dinheiro de circulação do meio da população, a Taxa de Juros tende a aumentar.

POLÍTICA DE CÂMBIO

Há uma palavra que muitos desconhecem. É o processo de Escâmbo. O Escâmbo é quando não se usa a moeda como negócio e sim como meio de troca.
O Regime de Câmbio no Brasil, depois passou a ser o Regime Flutuante, o que quer dizer que agora aqui no Brasil quem determina a Taxa de Câmbio é o próprio mercado. Até meados da década de 40, usavamos o Regime de Câmbio. Agora, é usado o Regime de Câmbio de Banda Cambial, adotado no ano de 1999.
OBS.
Taxa de Câmbio: É representado pelo preço da moeda estrangeira no Mercado Cambial de Divisas.
Regime de Câmbio Fixo: É a Autoridade Monetária Nacional em relação a moeda estrangeira que se compromete com a sustentação da paridade, ou seja, há um comprometimento do Banco Central em comprar ou vender a moeda à uma determinada Taxa de Câmbio a ser anunciada.

No Mercado de Câmbio se a Taxa de Câmbio baixa, quem exporta perde mais. E se pelo outro lado a Taxa de Câmbio sobe gera Inflação. Porém não existe uma limite de Taxa de Câmbio ideal.

POLÍTICA MONETÁRIA



Sempre quando falamos de Política Monetária, estamos falando de nossa moeda. E moeda tem haver com a cultura do país.
O dinheiro é uma expressão monetária de valor. E o preço do dinheiro é a Taxa de Juros.
Moeda é uma Relação de Confiança. Quando não se confia na moeda, as pessoas passam a utilizar moedas estrangeiras, como: o dólar americano, o euro e também, meios indexadores como: IPC, IPLA e a UFIR (a UFIR é um indexador de resultado da inflação, ela visa corrigir o valor, dentro das diretrizes da inflação). E isso pode fazer com a moeda nacional desvalorize.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

TAXA DE CÂMBIO - PRA ONDE VAI O DÓLAR?



Uma das coisas mais complicadas que tem em Economia e Política Econômica é antecipar as taxas de câmbio, a variação das moedas. O ex-presidente do Banco Central Americanda, o FED, Allan Greenspan dizia que você tem duas maneiras de calcular as taxas de câmbio, uma delas é fazer as equações matemáticas de fazer cenários e tal e a outra é jogar uma moedinha pra cima e estipular um valor, que deve dar mais ou menos a mesma coisa, é pequena a margem de erro.
O que existe de concreto, é que toda vez quando se tem assim, um clima de estresse nos mercados financeiros mundiais, tem-se uma valorização da moeda americana (como se esta ocorrendo, agora). Porque por alguma razão os investidores do mercado financeiro internacional ainda consideram que os títulos mais seguros do mundo é a da moeda americana. Então, toda vez que se dá um estresse os investidores procuram comprar títulos do governo americano. Embora a economia americana ainda esteja em crise, pelo fato de que nunca mudou a moeda americana e nunca deram calote; e pra comprar títulos do governo americano precisa ter dólar. E nesse movimento todo acaba valorizando a moeda americana. Isso dá pra ver que desdo do começo do ano as bolsas cairam no mundo todo. E quanto a nós aqui, o que esta acontecendo é que o Brasil esta aumentando muito as exportações e com isso o Brasil acaba tendo déficit nas contas externas, o que constitui aí mais um fator pra empurrar o dólar pra cima. Agora se perguntar pra onde vai o dólar, então vai ter que jogar a moedinha pra cima e depois falar pra onde vai o dólar.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

O REGIME DE CÂMBIO FLUTUANTE BRASILEIRO

O regime de câmbio flutuante no Brasil, foi adotado oficialmente no país, devido a sequência de crises cambiais experimentadas por alguns países em desenvolvimento na Asia em 1997 e na Rússia em 1998.




A decisão pela adoção do regime de câmbio flutuante foi tomada após frustada a criação de "Banda Cambial" que previa alterações graduais para elevar a margem de flutuação da moeda.