O que muda é a forma de remunerar as novas poupanças, o que muda então é o cálculo para a remuneração das novas aplicações, . E regra de 70% da Selic mais TR só passa a valer quando a taxa básica de juros chegar a 8,5%. Poupança continua sendo aplicação mais rápida e mais segura para quem quer aplicar em poupança.
Historicamente falando qual foi a remuneração da poupança nos últimos 10 anos? A remuneração da poupança foi 67% na taxa básica da economia, que é a taxa Selic.Já a partir de agora quando a taxa da economia cair a partir de 8,5%, passa valer automaticamente 70% da Selic.
O que esta acontecendo é que a taxa básica de juro, a Selic esta caindo e isto é muito bom para a economia.
A poupança continua sendo a porta de entrada mais segura para aplicar para quem já esta habituado com essa modalidade de fundo de aplicação.
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domingo, 30 de setembro de 2012
quarta-feira, 2 de junho de 2010
O INSS
Texto de: Gustavo Cerbasi
O Instituto Nacional do Seguro Social, ou simplesmente INSS, é o mecanismo público que assegura aos trabalhadores brasileiros benefícios como o seguro-desemprego, a licença-maternidade e a aposentadoria. Apesar da dificuldade em arrecadar mais do que paga, estudos mostram que o INSS é viável segundo o atual modelo e que ele não deve quebrar tão facilmente como se supunha.
Por outro lado, não há motivos também para contar com o sistema de previdência pública no Brasil. O mecanismo de acumulação é extremamente ineficiente e a poupança produzida por cada trabalhador é do sistema, e não individual. Isso exige que confiemos na instituição pública pelo resto de nossas vidas, o que não faz o menor sentido no Brasil.
Se o mesmo recurso que você direciona hoje ao INSS fosse investido de maneira conservadora em fundos de renda fixa ou planos de previdência privada, seu dinheiro se multiplicaria com maior eficiência, segurança e previsibilidade e, nas últimas décadas de sua vida, seria só seu. Mesmo que você confie e se satisfaça com o modelo da previdência pública, sua renda não estará assegurada na aposentadoria. Se contribuir pelo valor máximo (o chamado "teto"), começará a receber uma aposentadoria que será corrigida, ano a ano, por um índice de inflação muito aquém da realidade dos idosos. Ano após ano, o aposentado verá seu poder de compra cair, convergindo para o mínimo pago pelo INSS, que é o salário mínimo – aquele mesmo, que mal paga uma cesta básica.
Por esse motivo, contribuir para o INSS com cotas maiores do que o mínimo que lhe é imposto é um equívoco daqueles que contam com a Previdência Privada e outras modalidades de investimento. A contribuição coerente para o INSS é a mínima, porque a única garantia que teremos é o salário mínimo. Se você tem mais a poupar, contrate um Plano de Previdência Privada. Se pensou no seguro-desemprego, sugiro não contar com ele; faça sua própria reserva de emergências, equivalente a poupar três ou quatro meses de consumo de sua família – este dinheiro estará rendendo e se multiplicando. Seguindo uma boa estratégia, provavelmente você nem precisará de um salário mínimo vindo do governo.
Fica a sugestão: quando você tiver direito a uma aposentadoria pelo INSS, doe-a para alguém querido que confiou apenas na proteção pública. Essa pessoa querida estará precisando muito desse dinheiro.
Por outro lado, não há motivos também para contar com o sistema de previdência pública no Brasil. O mecanismo de acumulação é extremamente ineficiente e a poupança produzida por cada trabalhador é do sistema, e não individual. Isso exige que confiemos na instituição pública pelo resto de nossas vidas, o que não faz o menor sentido no Brasil.
Se o mesmo recurso que você direciona hoje ao INSS fosse investido de maneira conservadora em fundos de renda fixa ou planos de previdência privada, seu dinheiro se multiplicaria com maior eficiência, segurança e previsibilidade e, nas últimas décadas de sua vida, seria só seu. Mesmo que você confie e se satisfaça com o modelo da previdência pública, sua renda não estará assegurada na aposentadoria. Se contribuir pelo valor máximo (o chamado "teto"), começará a receber uma aposentadoria que será corrigida, ano a ano, por um índice de inflação muito aquém da realidade dos idosos. Ano após ano, o aposentado verá seu poder de compra cair, convergindo para o mínimo pago pelo INSS, que é o salário mínimo – aquele mesmo, que mal paga uma cesta básica.
Por esse motivo, contribuir para o INSS com cotas maiores do que o mínimo que lhe é imposto é um equívoco daqueles que contam com a Previdência Privada e outras modalidades de investimento. A contribuição coerente para o INSS é a mínima, porque a única garantia que teremos é o salário mínimo. Se você tem mais a poupar, contrate um Plano de Previdência Privada. Se pensou no seguro-desemprego, sugiro não contar com ele; faça sua própria reserva de emergências, equivalente a poupar três ou quatro meses de consumo de sua família – este dinheiro estará rendendo e se multiplicando. Seguindo uma boa estratégia, provavelmente você nem precisará de um salário mínimo vindo do governo.
Fica a sugestão: quando você tiver direito a uma aposentadoria pelo INSS, doe-a para alguém querido que confiou apenas na proteção pública. Essa pessoa querida estará precisando muito desse dinheiro.

quarta-feira, 19 de maio de 2010
O SALDO DO FGTS
Se você conta com um saldo no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, deveria dar boa atenção a ele e incluí-lo em seu planejamento pessoal. Não que você possa contar com ele a qualquer momento, mas sim porque, ao desprezá-lo, você pode estar deixando uma pequena fortuna muito mal aproveitada, rendendo menos do que a Caderneta de Poupança, quando poderia estar rendendo de maneira mais eficiente – e, conseqüentemente, melhorando sua segurança – em um investimento.
Não são muitas as hipóteses que permitem o saque de seu saldo no FGTS. Basicamente, você contará com essa reserva em caso de perda de emprego ou na compra de seu primeiro imóvel próprio. De tempos em tempos, o governo brasileiro analisa a possibilidade de utilizar recursos do FGTS para determinados investimentos, como aconteceu para a compra de ações da Petrobras e da Vale durante o processo de privatização dessas empresas. Muitos achavam que a permissão para comprar ações era uma forma de o governo dar ao povo o direito de manter-se sócio das empresas que, até então, "eram do povo".
Na prática, o que definiu se o FGTS poderia ser usado ou não para a compra de ações foi a grande certeza que o governo tinha de que aquelas empresas, quando privatizadas, só tenderiam a melhorar. O FGTS rende pouco, mas é seguro. Jamais um governo colocaria em risco a segurança já garantida de seus trabalhadores. Por isso, sempre que você ouvir falar da autorização de uso do FGTS para qualquer finalidade, aproveite – isso será uma espécie de dica de investimento das autoridades financeiras do país.
Por outro lado, sempre que você tiver uma boa oportunidade para sacar seu saldo no FGTS, faça-o. Seja para a compra da casa própria, seja para a mudança para uma casa maior. O acúmulo de um grande saldo em sua conta na Caixa Econômica pode ser usado como um aviso de que você tem em mãos a oportunidade de melhorar o padrão de sua moradia. A liberação do saldo será viável se a moradia atual for vendida e o saque for solicitado para ajudar a pagar a moradia seguinte. sexta-feira, 12 de março de 2010
GANHADORES DE LOTERIA QUE NÃO INVESTEM O DINHEIRO CHEGAM DECLARAR FALÊNCIA
Quem compra loteria em grande parte das vezes são pessoas com pouco dinheiro e que não sabem gerenciar esse dinheiro; não sabem lidar com um monte de dinheiro, então aí acabam fazendo um monte de opções erradas com esse dinheiro. Então, quando ganham na loteria não sabem gerenciar esse dinheiro, não sabem a melhor maneira de fazer o dinheiro trabalhar por elas e entram na falência. Uma pesquisa constatou que, aí uns 5 anos depois a pessoa está endividada e sem dinheiro. E tem outro problema também, a pessoa é pobre e tem vários amigos, aí acaba emprestando dinheiro para os amigos.Isso acontece porque eles não compram ativos, eles gastam o dinheiro aos poucos, torram o dinheiro. Por exemplo: a pessoa ganhou R$ 1 500 000 (um milhão e quinhentos reais), e compra uma casa de R$ 640 000 (seiscentos e quarenta mil) e que custa por ano uns R$ 9000,00 (nove mil), então ele vai capitalizando apenas e não investe esse dinheiro, comprar casa não é investimento, comprar carro também não é investimento e a pessoa vai lá e compra um carrão e do mais caro. E casa e carro não são investimentos, aí o dinheiro vai se capitalizando. Dinheiro tem que gerar renda - e como gerar renda? Através de aplicações, de investimentos.
E aí ele vai perdendo esse dinheiro aos poucos, aliás acaba perdendo o dinheiro e ficando com dívidas porque ele entra em falência, ou seja, a pessoa acaba ficando em situação pior do que estava anter de ter ganho - o que indica que algumas vezes a pessoa que sempre viveu com pouco não esta suficientemente preparada e madura para gerenciar bastante quantias de dinheiro.
As pessoas precisam adquirir o hábito de saber gerenciar pouco dinheiro, pra quando ter muito, saber gerenciar melhor ainda.
quarta-feira, 10 de março de 2010
FUNDOS DE INVESTIMENTOS OU POUPANÇA?

Existem diversas opções de fundos de investimentos. Dentro desses fundos, cada fundo é composto por investidores com os mesmos intereses e objetivos para investir. Quando você aplica emum fundo - de renda fixa ou variável - se junta a outros investidores com o mesmo perfil. Assim, você obtém um retornoque não conseguiria individualmente. Defina seu perfil e escolha o melhor fundo de investimentos para você. Investir é muito mais do que se imagina.
Dinheiro bom é aquele que rende. Para isso, é preciso manter as reservas ativas, junto a algum tipo de produto bancário como cadernetas de poupança e fundos de investimento. Mas cuidado: observe que a escolha por um dos dois produtos deve ser adequada a pontos específicos.
1) Verifique quanto você está disposto a ganhar e perder. As cadernetas de poupança são mais seguras que a maioria dos fundos, mas apresentam baixa rentabilidade em curto prazo.
2) Fique atento ao pagamento de impostos. Taxas como o Imposto de Renda costumam incidir sobre os fundos de investimento. Enquanto isso, as cadernetas de poupança ficam livres de alguns tributos.
3) Verifique se você tem perfil conservador ou não. As cadernetas levam muito mais tempo para oferecer um bom lucro sobre a quantia inicial investida. Por outro lado, alguns fundos apresentam riscos e o que se ganha pode ser perdido rapidamente.
4) Em épocas de crise, as poupanças são mais interessantes para os investidores. Isto porque a turbulência no mercado financeiro atinge as ações da maioria das empresas. Estas ações costumam compor até mesmo os fundos mais conservadores, como os DI e os de renda fixa. A poupança fica livre desse vai-e-vem. Além disso, os fundos tendem a cair em períodos de queda de juros.
IMPORTANTE: Todo investimento apresenta algum tipo de risco.
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