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quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

CRESCE DEMANDA POR TRABALHO TEMPORÁRIO


Mais de um ano após o inicio da vigência da reforma da legislação trabalhista, as empresas intensificaram a busca por mão de obra temporária.
Os contratos de prazo determinado, agora, podem serem estendidos até por nove meses, o que alterou a demanda dos empregadores.
Os sinais ambivalentes da economia fazem as empresas ainda terem receio de chamarem empregados de forma definitiva, e há profissionais qualificados que aceitam o cargo por prazo determinado. 


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

EM QUAIS CASOS UM DESEMPREGADO DEVE ACEITAR UM TRABALHO QUE PAGA MENOS QUE O ANTERIOR?

Quando a situação financeira não estiver favorável  ou se existir a possibilidade de crescimento dentro da nova empresa.
O primeiro caso refere-se a situação financeira pessoal. O profissional tem contas para pagar e não pode ficar nenhum mais dia desempregado, sobre o risco de entrar numa espiral de dívidas, o que poderá vir a descontrolar o seu orçamento.
O segundo caso é mais estratégico. O profissional pode aceitar uma proposta que ira rebaixar momentaneamente o salário; mas sabendo que a empresa pode lhe oferecer oportunidades de crescimento que dentro de algum tempo ira compensar a queda salarial do momento atual.
E o terceiro caso, é o mais difícil de aceitar. Embora não seja tão incomum. Simplesmente no último emprego o profissional estava com a média salarial acima da média salarial do mercado. Isso pode acontecer quando alguém passa muito tempo na mesma empresa e vai recebendo pequenos reajustes anuais. Mas, o acumulo deles após muitos anos extrapolam o valor que é pago atualmente pela mesma função. Outro motivo também pouco admitido pela maioria é de que uma circunstância pode ter criado uma situação especial, ou seja, a pessoa não valia o que recebia. Mas, a empresa em um momento de euforia por bons resultados ou quaisquer outras situações ano molas decidiu inflar alguns salários.
Em síntese, qualquer que seja o caso, uma redução salarial de até 20%, não deve ser encarada como uma tragédia. Uma carreira mesmo bem sucedida raramente é uma linha reta acendente do começo até o fim.



Max Gehringer


quarta-feira, 22 de maio de 2013

DEVO COLOCAR NO CURRÍCULO A PRETENSÃO SALARIAL?

Uma pessoa pergunta, no currículo deve ser colocada a pretensão salarial? Não, já que o salário recebido no fim do mês é apenas uma parte do pacote da remuneração. Um profissional pode aceitar uma proposta de emprego para ganhar 10% menos do que ganha se for adicionado a esse salário um ótimo plano de assistência médica e odontológica ou a possibilidade da empresa financiar um curso de longa duração. Mas, a maioria não costuma fazer essas contas e alguns até sai perdendo na troca ou aceitar um emprego que renda mais no fim do mês e menos na soma do pacote de remuneração.
Mas, há casos em que anúncios de emprego exigem que seja colocada a chamada pretensão salarial, sem que a empresa especifique quais são os benefícios que poderiam complementar o salário base. Nesse caso, quem esta empregado ou momentaneamente desempregado, pode colocar uma pretensão salarial 10% por cento do salário que recebe ou equivalente superior ao último que recebia. E quem esta em busca do primeiro emprego, pode fazer uma pesquisa com colegas que estejam empregados em função de início de carreira, perguntando sem receio de  ofender quantos eles ganham.

Assim a pretensão salarial colocada no currículo não será exagerada nem para mais e nem para menos.
Mas, o mais importante é saber é que quando uma empresa solicita que a pretensão salarial seja colocada no currículo, o objetivo é de eliminar os que estão muito acima da faixa salarial da função.
Isso porque as empresas desconfiam com certa razão que um profissional que aceite ganhar 40% menos do que ganhava, irá se for contratado continuar a procurar outro emprego com as condições salariais que tinha anteriormente.

sábado, 13 de abril de 2013

6 COMPORTAMENTOS E CARACTERÍSTICAS QUE OS CHEFES ABOMINAM



Existe uma máxima no mundo corporativo que afirma que os profissionais são contratados pelas suas competências técnicas e demitidos pelas suas competências comportamentais. Ou seja, a maioria dos profissionais é demitida porque não sabe se comportar de maneira adequada.

Para não ser pego de surpresa, o Portal InfoMoneyentrevistou dois especialistas, o Consultor de Carreira da Thomas Case & Associados, Renato Waberski, e o sócio da Search Consultoria em Recursos Humanos, Paulo Naef, que destacaram quais são os comportamentos e características que os líderes e empresas mais abominam nos profissionais. Confira abaixo:

Falta comprometimento

Comprometimento não tem nada a ver com ser o primeiro a chegar e o último a sair. Comprometimento, segundo Naef, é quando o profissional se “envolve com profundidade com seu trabalho, com os objetivos da empresa e com a sua própria carreira. Ele acrescenta que as empresas querem pessoas que “tenham brilho nos olhos” e que se esforcem ao máximo que puder para entregar suas atividades. Para o especialista, quem é comprometido é o primeiro a ser lembrado em caso de promoção.

Falta de bom senso

Não ter bom senso é prejudicial, principalmente, nas relações de trabalho. Geralmente, a pessoa que não tem bom senso causa desarmonia dentro da empresa e mal-estar entre colegas e chefes.

Mudança de humor

Há profissionais que chegam bem dispostos para trabalhar, mas basta receber um e-mail ou telefonema que o mal humor começa a imperar. Já outros são tão mal humorados de manhã que o colega tem até medo de dar “bom dia”, passou a hora do almoço, o bom humor aparece. “Este de tipo de comportamento gera desconforto. Os líderes e os colegas têm dificuldades de lidar com ele”, explica Waberski.

Paranóia

Alguns profissionais têm mania de perseguição que acham que o chefe só quer prejudicá-los ou os colegas sempre estão armando contra. Quem vive desconfiando dos outros perde muito tempo pensando em maneiras de se proteger, o que pode atrapalhar a produtividade.


Manipulador

Este profissional transita muito bem no ambiente corporativo, pois tem boa relação com todos e sabe fazer um “social” como ninguém. “Ele pode ser até visto como competente, mas ele só pensa no seu objetivo. Para alcançá-lo, a pessoa é capaz de manipular os outros em benefício próprio”, acrescenta Waberski.

Insatisfeito

É fácil reconhecer um insatisfeito. Ele reclama de tudo e de todos, gosta de apontar falhas na empresa, no colega e no chefe. Mas, claro que isso não incluiu o seu trabalho, os errados são sempre os outros. Para o consultor da Thomas Case & Associados, o erro principal de pessoas assim é achar que a empresa tem que se adaptar a ele e não ao contrário.

domingo, 20 de maio de 2012

O QUE VALE MAIS NO MERCADO DE TRABALHO: A TEÓRIA OU A PRÁTICA?

A resposta é óbvia vale mais quem sabe transformar a teória em resultados práticos. De cada 1000 pessoas que assistem televisão, talvez uma tenha uma vaga noção de como as imagens são captadas e transmitidas. Eu estou entre as 999 que não fazem nem idéia, justamente porque  nenhum de nós precisa entender de capatação transmissão e recepção para poder desfrutar do resultado. A gente só tem que apertar o botão no controle remoto e o milagre acontece. Mas, aparelhos de televisão as vezes estragam e então é preciso chamar um técnico. E o técnico é um especialista, portanto ele sabe como a televisão funciona. Mas ainda não é bem assim, porque salvo raras excessões  um técnico sabe porque a televisão estragou, mas não como ela gera e transmite imagens, mas o seu conhecimento teórico e quanto prático permite que ele faça o que se espera que ele faça que é consertar o aparelho. 
Com as empresas também é a mesma coisa. A empresa vê o funcionário assim como nós vemos o técnico de televisão. Se ele nos der uma brilhante aula teórica de como a televisão funciona, mais não resolver o problema da imagem, nos vamos procurar outro técnico.
Na carreira profissional também há pessoas cheio de diplomas que entendem de tudo e sabem explicar qualquer coisa detalhadamente, mas na hora de uma promoção eles são ultrapassados por outros com menos formação acadêmica, mais com uma visão mais realista do que a empresa esperava deles.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

PARA SITUAÇÕES DE DEMISSÃO NÃO PRECISA DAR EXPLICAÇÕES

É LEGAL uma empresa demitir sem dar explicações? Sim e Não. A palavra legal tem dois sentidos. O primeiro é o coloquial que significa, excelente, acima da média, além da expectativa. E o segundo é o sentido jurídico de algo previsto em lei. Muitas vezes quando a empresa e não explica os motivo do desligamento; ela não esta sendo nenhum pouco legal (isso no primeiro sentido). No segundo sentido o da LEGALIDADE fria e sem emoção, aí esse o sentido de agir de acordo com a burocracia. Uma demissão pode ser comunicada por um representante da empresa, no caso um funcionário do setor pessoal, que somente precisa informar que a empresa decidiu encerrar o contrato de trabalho, pedir para o demitido assinar a carta de rescisória e informar quando irá ocorrer o pagamento final. Antes que isso parece abusivo, o funcionário tem as mesmas prerrogativas de quem pede demissão só precisa entregar do setor de pessoal uma carta de duas linhas: Comunicando que esta se desligando e informando se irá cumprir o aviso prévio ou se irá paga-lo para sair imediatamente. Não é preciso falar com o chefe e nem explicar para ninguém porque esta saindo, para onde vai e quanto irá ganhar.
A maioria dos demissionários explicam tudo. Muitas vezes por não saber que não é preciso explicar nada. Essa é a diferença entre ser legal e agir legalmente.

NO MERCADO DE TRABALHO, O TEMPO NÃO ESPERA

No mercado de trabalho. O tempo é um fator proporcional. O tempo não espera ninguém. É preciso estar se atualizando constantemente.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

NORMATIVAS DE UM CURRÍCULO VITAE

Ao elaborar seu currículo, coloque-se no lugar de quem está escolhendo um futuro funcionário. O que você pensaria se encontrasse erros de português no documento ou fotos sensuais do candidato ou candidata? Os exemplos podem parecer bobos, mas esse tipo de equívoco ainda acontece -- e muito.

O currículo é o primeiro contato entre o candidato e o selecionador e deve servir como isca para um convite à entrevista. Por isso, tem que ser claro e objetivo. “Não adianta querer contar a vida inteira no currículo. É preciso resumir as qualificações e colocá-las de forma clara. O dia a dia dos selecionadores é muito corrido e eles não têm tempo de ficar lendo um currículo super extenso”, explica Luiz Pagnez, diretor do site Emprego Certo.

É certo que o currículo deve atrair o potencial empregador, mas não adianta usar de qualidades que não podem ser comprovadas por meio do papel. "É desnecessário colocar habilidades que julga ter, como responsabilidade, proatividade, dedicação", diz a consultora da Cia de Talentos, Fernanda Montero. Segundo ela, esses pontos costumam ser explorados na entrevista por meio de perguntas sobre sua maneira de agir em situações diversificadas.

O que o currículo deve ter

Segundo Pagnez, errar pelo excesso é comum, mas o contrário também acontece. “Não dá pra colocar apenas o nome no currículo e acreditar que o selecionador vai adivinhar o resto”, diz.

O ideal é ter um limite. “Um bom currículo não deve nunca ultrapassar duas páginas”, afirma o especialista em RH, Roberto Caldeira.


Caldeira sugere uma ordem para apresentação dos principais dados no currículo:

Monte seu currículo

- Dados pessoais (nome, endereço e contatos)
- Objetivo profissional
- Histórico profissional em ordem cronológica - da mais recente para a mais antiga (com nome da empresa, segmento, ano de entrada, ano de saída, cargo ocupado e principais atribuições)
- Histórico acadêmico
- Conhecimentos de idiomas e de informática
- Voluntariado

FONTE: Site Uol

CÂNDIDATO DEVE DEFINIR O FOCO PROFISSIONAL


A maioria das pessoas que buscam emprego no SineBahia tem idade entre 18 e 25 anos, de acordo com Joviniano Queiroz, gerente do órgão.Para Queiroz, os candidatos a primeiro emprego precisam apresentar um perfil já definido para ter vantagem na hora da seleção. "As pessoas chegam ao órgão sem ter um foco definido, pedindo para trabalhar em qualquer coisa. Isso não é bom. É necessário ter um perfil estruturado", salienta Queiroz, dizendo que os jovens que procuram o primeiro emprego, principalmente, os da escola pública, devem investir também na comunicação textual e verbal e ter conhecimento de informática.
Segundo o gerente regional do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), Alessandro Salvatore,o estudante precisa decidir em que área da sua futura profissão gostaria de atuar. "Desta forma, o candidato pode verificar quais são as exigências para a vaga, procurando desenvolver as habilidades e conhecimentos necessários que o diferenciem dos demais concorrentes, para ser aprovado em um processo seletivo", destaca.
Para o gerente do SineBahia, é preciso também que o estudante foque em construir uma boa relação de contatos durante o período de estágio. "Essa relação pode contribuir para ingressar no mercado, uma vez que a pessoa que o conheceu no estágio pode indicá-lo para outra colocação", salienta

Artigo Extraído de: Jornal Atarde, edição de domingo 16/08/09

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

NÃO CONSIGO EMPREGO PORQUE TENHO MUITAS QUALIFICAÇÕES NO CURRÍCULO

Tenho 27 anos e trabalho desde dos 19 anos. Nesses anos fiz todos os cursos que o tempo e os recursos me permitiram fazer: dois idiomas, MBA, Mestrado e estou concluíndo Doutorado, (relato um jovem). Acontece que a empresa a qual eu trabalhava, uma multinacional Européia, decidiu fechar o escritório regional que mantinha aqui na minha cidade e agora eu desempregado fazem cinco meses, disparei o meu currículo para todos os lados, dentro e fora do meu estado, mas nada aconteceu. Já me disseram que dificilmente uma empresa vai querer me contratar para uma vaga equivalente aquela que eu tinha, porque o meu currículo ficou pesado demais. Como eu posso explicar que estudei e continuo estudando porque e gosto e não vou criar nenhum tipo de complicação para a empresa que me contratar.
Situações como essa estão ficando mais comum no mercado de trabalho na medida que na medida que os ano vão passando, porque as oportunidades de estudar se ampliaram. Fazer um MBA, por exemplo, era algo complicado à 20 anos, mas atualmente não é mais, não que isso seja ruim, mas pelo contrário. De qualquer forma a sua decisão de não para de estudar foi acertada e o tempo mostrará que não há motivos para você se arrepender.
O que esta pegando é algo chamado por: superqualificação. Existem empresas que não querem contratar alguém cuja a qualificação acadêmica esteja bem acima da média dos funcionários atuais e muito acima do exigido para o desempenho de uma função, porque sempre paira aquela suspeita de que a pessoa vai entrar na empresa e imediatamente começar a procurar outro emprego, mais compatível com a formação. O que profissionais como você tem feito é prepar currículos de acordo com as vagas oferecidas. Se a vaga pede apenas os cursos superior, os cursos restantes, são eliminados do currículo. Essa é a situação ideal? Não, nem de longe, mas ela pode gerar algo, que é ser chamado para uma entrevista, para mostrar quem realmente é, e se for o caso poder explicar pessoalmente ao entrevistador que tem cursos adicionais, mais que a empresa não precisa ficar temerosa com relação a isso.

NÃO TIVE SUCESSO NO MEU NEGÓCIO E AGORA ESTOU PROCURANDO EMPREGO

Pergunta de uma pessoa, tive um negócio que não obtive êxito e agora estou procurando emprego, devo mencionar esse empredimento em meu currículo? Resposta, sim e não, deve mencionar a parte do negócio próprio porque ele é parte integrante do seu histórico profissional. Mas não deve mencionar, nem no currículo, nem em entrevistas, nem em conversas pessoais que não obteve êxito em seu seu negócio próprio, nem sequer o fato de você ter encerrado o negócio com dívidas para pagar (pode ser classificado como um fracasso) embora essa seja a medida mais utilizada, ela não é a única e nem mais importante.
Você tirou lições valiosas de sua experiência como empreendedor, apreendeu, que coisas que reclamava quando era empregado, não eram assim, tão fáceis de solucionar como pareciam ser. Apreendeu a ver um negócio como um todo, conheceu setores que não conhecia até então, teve que entender de contabilidade, fluxo de caixa, legislação fiscal e trabalhista e mais inúmeros aspectos desconhecidos, para quem tem uma função em um setor de uma empresa. Apreender a correr riscos e a tomar decisões, apreendeu que otimismo é bom, mais nem sempre conduz à resultados favoravéis, com tudo isso transformou você numa pessoa e num profissional mais consciênte de suas possibilidade e de suas limitações. Tanto é que se você abri-se um novo negócio, certamente não cometiria os mesmo erros que cometeu. O único cuidado que deve ter agora é de demonstrar como que a experiência como empresário para ser útil numa empresa. Alguns entrevistadores ficam com o pé atrás porque imaginam que se acostumou a mandar e a decidir tudo sozinho vai ter dificuldades para se adaptar a um sistema mais rigído de decisões. Além disso, ex-empresários tendem a ser bastante críticos na avaliação de seus superiores hierarquícos. Se você conseguir demonstrar numa entrevista que pode contribuir sem crirar conflitos e se realmente praticar isso depois que começar a trabalhar em pouco tempo você descobrirá que esse ato como empreendedor terá sido uma experiência muito bem sucedida.

A CONTRIBUIÇÃO SINDICAL É OBRIGATÓRIA?

A contribuição sindical é obrigatória por lei. No mês de março haverá um desconto por 1 dia, de trabalho. E esse valor será repassado à representações sindicais. Só existe uma meneira de evitar esse desconto, é pagando a anuidade da categória profissional. Por exemplo: um engenheiro, um advogado, um administrador, que estejam registrados em seus respectivos orgãos de classe, devem apresentar até o dia 28 de fevereiro ao setor de pessoal da empresa o comprovante de que esse pagamento foi feito. Se nenhum comprovante ser apresentado a empresa fara o desconto de 1 dia de trabalho (salário) em março. No caso dos prestadores de serviços autonômos de serviços, chamados de P.J. também estão obrigados ao recolhimento.
A primeira dúvida que sempre aparece é a dos trabalhadores que não são sindicalizados. Eles também são obrigados ao pagamento? Resposta, sim. Associar-se à um sindicato é uma decisão de cada um, quem não quiser não se associa, tanto que atualmente cerca de 80% dos empregados não são formalmente associados à nenhum sindicato, mas o pagamento da contribuição sindical não leva isso em conta.
A contribuição sindical é um tributo federal, instituído em 1940 e não faz distinção entre sindicalizados ou não.
E o que acontece com quem não paga? Resposta, a mesma coisa que acontece com quem deixa de pagar qualquer imposto além da cobrança judicial acrescida de multa, pode haver a suspenção do direito de exercer o exercício profissional. E para onde vai o dinheiro? O bolo estimado em 500 milhões de reais é dividido entre o sindicato quem fica com 60% do valor, à confederação nacional da categoria e o ministério do trabalho. E o que é feito com o dinheiro? Os sindicatos não são obrigados legalmente a dizer como que o dinheiro foi empregado; os que prestam contas ao público fazem isso expontâneamente. E a última pergunta é: É justo descontar um dia de trabalho de quem nunca precisou do sindicato? Essa é a resposta mais simples, embora não seja fácil de digerir. O conceito que cada pessoa possa ter com o que é, e o que não é justo, pode e deve ser utilizado para argumentar e tentar e mudar a situação.
Mas enquanto tiver uma lei em vigor, ela não pode deixar de ser cumprida.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

NÚMERO DE NOVAS EMPRESAS CRIADAS NO BRASIL DOBRA EM 2010

Boa notícia! Chegou a 101% o percentual de crescimento no total de empresas criadas no País, entre os anos de 2009 e 2010. A avaliação foi feita pelo Departamento Nacional de Registros do Comércio, do Ministériodo Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e foi divulgada hoje no informativo “Em Questão”, do Governo Federal.
A análise aponta um total de 1.370.464 empresas constituídas no Brasil ano passado. Em 2009, foram 680.881 empreendimentos registrados.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

POSSO TER DOIS EMPREGOS REGISTRADOS NA CARTEIRA?

Sim, você pode. Pode até ter mais de dois. Em se tratando de empresas do setor privado, as leis trabalhistas, que são cheias de detalhezinhos de todos os tipos, não fazem qualquer referência ao número máximo de empregos que uma pessoa pode ter. Logo, o que não é proibido por lei, é permitido. Mesmo que isso possa parecer um exagero, você pode ter três, quatro ou cinco empregos registrados em sua carteira. Mas há um cuidado importante que você deve tomar: é ler bem o contrato de trabalho da primeira empresa antes de assinar o da segunda. Se no primeiro contrato consta um horário de trabalho que você deve cumprir, não pode haver sobreposição no segundo contrato. Se houver, você estará sujeito a duas demissões por justa causa.O segundo cuidado é ver se no contrato de trabalho da primeira empresa não existe uma cláusula de exclusividade. Existem empresas que colocam no contrato que o profissional não pode ter outro emprego. Embora a legislação permita mais de um emprego, assinar um contrato se comprometendo a ter um só, tem valor legal. É como se, ao assiná-lo, você abrisse mão do seu direito de ter um segundo emprego.Há ainda uma dúvida que sempre aparece quando surge a possibilidade de acumular dois empregos. O profissional deve dizer à primeira empresa que irá trabalhar em uma segunda? Por exemplo, um vendedor que atua longe da matriz, que não precisa registrar o horário de trabalho e que ganha uma comissão pelo que vende. Como dispõe de tempo livre, ele consegue um segundo emprego administrativo, de meio expediente. Ele deve, ou não, revelar à empresa distante que vai remontar empregos? A legislação não obriga a dizer, porém, em minha opinião, seria sensato não apenas dizer, como perguntar se haverá algum problema antes de aceitar o segundo emprego. Mas a minha opinião é apenas isso: um ponto de vista pessoal. Legalmente, não é preciso falar. Seria mais uma questão de respeito à empresa que ofereceu o primeiro emprego.


FONTE: Max Gehringer, CBN.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O RANKING DAS VENDAS DA MINHA EMPRESA NÃO AJUDA A MELHORAR DESEMPENHO

O diretor de vendas de uma empresa que esta no mercado a mais de 30 anos, relata uma pessoa. Temos 180 vendedores espalhados pelo Brasil e desde que entrei na empresa, faz 12 anos, sempre utilizamos um sistema de rankiamento dos vendedores em relação aos objetivos. Todo mês, uma lista de 1 à 120 mostra os melhores e os piores e esta lista é enviada a todas nossas filiais. Nunca ouvi reclamações sobre esse sistemas aberto e transparente de mostrar quem vai bem e quem precisa melhorar. Porém a nossa diretoria de Relações Humanos emitiu um parecer de que o ranking não é politicamente correto, porque deprecia e eventualmente humilha os vendedores com os piores resultados e essa depreciação segunda o parecer faz com que haja queda de motivação na equipe e isso não impedirá a empresa de substituir os vendedores menos efetivos.
"Empresas se tornam fortes porque sabem serem competitivas", e carreiras são construídas com base na construção direta. Esse mesmo argumento da depreciação foi utilizados para eliminar a depreciação das notas escolares. Até uns 15, 20 anos atrás, sabia-se quem era o melhor e o pior aluno da classe, agora não se sabe mais, pois a comparação foi extinta e todo mundo passa de ano. O efeito que isso teve na formação dos aluno é no mínimo duvidoso, tanto em relação ao que ele realmente aprendeu na escola, quanto ao seu futuro profissional. Muitos recém formado tem um choque quando entram numa determinada empresa e descobrem que o seu rendimento será comparado com o rendimento dos seus colegas, e mesmo que os resultados não sejam publicados, isso não impedirá a empresa de substituir os vendedores menos efetivos. A diferença é que um ranking mostra sem que ninguém precise falar qual é a situação de cada um, sem o ranking, o vendedor poderá achar que uma eventual demissão por outros fatores, como: perseguição do chefe ou inveja dos colegas.
O caso é que todos nós samos a favor do politicamente correto, mais é preciso ter cuidado para diferenciar entre o que é feito para depreciar e o que é feito para informar, caso contrário, vamos acabar eliminando os campeonatos de futebol porque os jogadores que estão na zona de rebaixamento podem se sentir depreciados e perder a motivação para correr mais e jogar melhor.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

POR QUE A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA SÓ BENEFÍCIA EMPREGADOS?

Nos alicerces das leis trabalhistas existe uma palavra que muito raramente nos usamos: hipo-suficiente; ela significa o lado mais fraco, aquela pessoa que precisa ser protegida porque não dispõe de meios ou recursos próprios para fazer frente à uma situação: financeira ou trabalhista.
As leis do trabalho foram redigidas pensando na proteção do trabalhador, supostamente, supostamente a parte mais fraca na relação com uma empresa. Acontece que as leis para poder oferecer essa proteção discriminam uma série de responsabilidades que o empregado deve cumprir.
Então se dispuser de ler a CLT - Consolidação das Leis do Trabalho, notará que os direitos são divididos, por exemplo, o empregador é protegido quando o empregado falta sem justificativa, a lei faculta o empregador de descontar as horas o dia inteiro e de aplicar punições em caso de reincidência. O que há nessa relação é uma visão parcial de cada uma das partes. Pois cada uma vê a parte que mais lhe interessa. Para o empregado não importa se a empresa esta cumprindo com 99% de sua obrigações, se vier a descumprir só uma delas; e para o empregador é a mesma coisa. O empregado pode ser bom em muita coisa, mais se falhar aquele quesito acaba tendo um significado maior e muitas vezes desproporcional.
Em resumo as leis são uma cartilha básica para que os dois lados se comportem devidamente sem desagradar um ao outro, quando existe algo desacordo que não pode ser resolvido pacificamente, a justiça do trabalho decide quem tem razão. Na internet existe milhares de páginas com decisões de juízes trabalhistas, e como pode ser constatado, nem sempre a sentença é favorável ao empregado. O juíz procura dar razão à quem tem razão, com base no que diz a lei. Porém como as duas partes sempre acreditam que tem razão, o número de processos trabalhistas, beira a insanidade, são 2 milhões a cada ano.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

MENTIRAS NO CURRÍCULO

Consulta de uma pessoa sobre currículos, ela diz: Algumas amigas minhas, elaboram currículos que não correspondem com a realidade. Elas afirmam que se não fizerem isso, os seus currículos não chamarão a atenção de quem for avalia-los, então elas inventam uma coisinha aqui, aumentam uma coisinha ali e criam um currículo chamativo. Eu acho errado mentir, mais fico imaginando se a minha sinceridade não, irá me prejudicar, já que o meu currículo ficará aparentando pobre, se comparado aos das minhas amigas.
Mentir no currículo parece estar se tornando um esporte nacional. Tanto que a prática já chamou a atenção do Congresso Nacional, atualmente esta tramitando um projeto de lei que prevê uma pena de 2 meses a 2 anos de detenção para quem mentir no currículo. Se a lei ser sancionada, quem mal arranha o inglês e coloca no currículo que tem inglês fluênte pode ir para cadeia. A aplicabilidade dessa lei é discutível, porque uma empresa teria que constatar a falsidade de uma informação e aí mover um processo contra o candidato. Eu não acredito que alguma empresa esteja disposta a tomar uma medida tão radical, mas pelo outro lado o fato de existir uma punição tão severa, poderá fazer com que um candidato pense duas vezes antes de maquiar ou turbinar o seu currículo.

E QUAIS SÃO AS MENTIRAS MAIS FREQUENTES?
São quatro, a mais frequente é a do idioma. A segunda é da formação acadêmica, com a transformação de seminários ou palestras em cursos completos, a terceira é o exagero na descrição das tarefas efetivamente desempenhadas em funções anteriores e a quarta é a participação em trabalhos voluntários. Essas seriam digamos as mentirinhas básicas. Mas há os mentirosos mais corajosos que simplesmente inventam cursos que não frequentaram ou funções que nunca desempenharam, nesses casos os bons entrevistadores são capazes flagar a esperteza numa entrevista. No caso das mentirinhas nem sempre é possível descobrir a fraude, principalmente quando o candidato além de mentir por escrito, também sabe mentir falando.
Não se deixe levar pela onda de que a mentira traz vantagens e de que portanto seria aceitável, não é, mesmo que pareça ser no curto prazo.

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

INFLEXIBILIDADE SEM CAUSA CRIA RÓTULO INDESEJÁVEL, MAIS PODE SER CORRIGIDA


A primeira característica da pessoa inflexível é a de negar que ele seja inflexível, pois todo inflexível se considera autêntico e seguro de suas opiniões; mas um bom avaliador consegue perceber isso que a pessoa tem traços inflexíveis por causa de repetitivas demonstrações de inflexibilidade. (Não precisa mudar radicalmente de atitude, a tática é começar concordando para depois discordar, por exemplo, se um participando estiver comentando sobre algo e você tiver uma opinião oposta, ele deve dizer algo assim: o ponto do colega é válido, mais eu gostaria de abordar essa questão por outro ângulo; e aí emitir seu parecer, sem criar um confronto).
Inflexibilidade é a característica da pessoa que não houve o que os outros dizem, porque esta convencido de que a sua opinião é definitiva e suficiente, porém ao demonstrar que ouviu o que o outro falou e deu a ele um mínimo de crédito, a inflexibilidade se diluí. Outro ponto importante é não interromper quem estiver falando, a pessoa inflexível é sempre impaciente e já mostra isso nos gestos, antes mesmo de cortar o colega que esta falando.
Não se deve confundir inflexibilidade com "concordância geral e restrita", chefes tendem a serem inflexíveis quando a situação exige uma posição mais dura e as empresas apreciam isso.
Mas, o verdadeiro inflexível se revela quando não precisa discordar e discorda, quando poderia ouvir e não ouve, quando não precisaria interromper e interrompe. Essa são características da inflexibilidade sem causa que de fato criam rótulos indesejaveis, mais que podem serem facilmente corrigidas.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

PRESSÃO NO TELEMARKETING

O pedido de demissão em empresas de telemarketing não causam surpresas; cujo o índice de rotatividade chega a ser superior á 100% em um ano, ou seja o funcionário incomum é aquele que consegue permanecer no emprego por 12 meses, o que transforma as demissões numa excessão, mas em algo tão habitual que as empresas nem se preocupam muito em perguntar porquê o empregado esta saindo.
Nas empresas de telemarketing a pressão é grande, o salário é relativamente baixo e as oportunidades de desenvolvimento e de crescimento são exiguas, porém não deixará de ser uma experiência interessante pela sensação das pressões ocasionadas.

domingo, 17 de outubro de 2010

CURRÍCULO: É VÁLIDO COLOCAR UMA FRASE DE UM GRANDE PENSADOR?

É válido colocar no currículo uma frase de um grande pensador para diferenciar o nosso currículo? Antes disso, vamos começar pela definição do que é um currículo. Um currículo é uma lista de informações acadêmicas e profissionais que permitirão ao selecionador decidir se você deverá ser chamado para uma entrevista pessoal. Ao colocar uma frase, seja ela filosófica ou religiosa, você estaria tornando o seu currículo diferente, mais nesse caso "diferente" não significaria necessariamente melhor, digamos que você esteja se candidatando à uma vaga na área financeira, e você relacionou os cursos que concluiu, os empregos que teve, as funções que desempenhou e aí para concluir você escreve: "A coragem é a primeira qualidade humana, pois garante todas as outras." Aristótoles. Pois bem, ao ler isso o entrevistador poderá pensar que você é um candidato acima da média porque incorporou uma secular frase pérola da sabedoria grega em seu currículo. Ou ele poderá pensar! O que isso tem haver com a rotina da área financeira?! E aí, descartar o seu currículo. Esse é o risco porque você não conhece a pessoa que irá avaliar o seu currículo, não sabe o que ela pensa, o que ela estudou e que tipo de conversa ela aprecia ou detesta e mesmo que você tenha sorte de a primeira pessoa que ler o seu currículo gostar da frase, muito raramente um processo de seleção será resolvido por uma única pessoa e pode ser que a segunda ache que frases soltas em currículos é tão fora da realidade quanto usar chinelos em baile de gala.
É por isso que se recomenda que as informações contidas no currículo sejam apenas aquelas adequadas à empresa que esta recrutando e ao cargo pretendido. Depois numa entrevista será possível mencionar de passagem, fatos e frases sobre religião, política e lazer, que possam criar empatia com o entrevistador. Mas tentar antecipar no currículo a formação e as pretensões da pessoa que irá lé-lo, seria bem como disse Aristóteles, muita coragem. Só que na hora de batalhar por um emprego, ter coragem é sem dúvida uma grande qualidade, mais ter bom senso, costuma a dar mais resultado.