BARRA DE PESQUISA

Mostrando postagens com marcador Faculdades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Faculdades. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

NÃO CONSIGO EMPREGO PORQUE TENHO MUITAS QUALIFICAÇÕES NO CURRÍCULO

Tenho 27 anos e trabalho desde dos 19 anos. Nesses anos fiz todos os cursos que o tempo e os recursos me permitiram fazer: dois idiomas, MBA, Mestrado e estou concluíndo Doutorado, (relato um jovem). Acontece que a empresa a qual eu trabalhava, uma multinacional Européia, decidiu fechar o escritório regional que mantinha aqui na minha cidade e agora eu desempregado fazem cinco meses, disparei o meu currículo para todos os lados, dentro e fora do meu estado, mas nada aconteceu. Já me disseram que dificilmente uma empresa vai querer me contratar para uma vaga equivalente aquela que eu tinha, porque o meu currículo ficou pesado demais. Como eu posso explicar que estudei e continuo estudando porque e gosto e não vou criar nenhum tipo de complicação para a empresa que me contratar.
Situações como essa estão ficando mais comum no mercado de trabalho na medida que na medida que os ano vão passando, porque as oportunidades de estudar se ampliaram. Fazer um MBA, por exemplo, era algo complicado à 20 anos, mas atualmente não é mais, não que isso seja ruim, mas pelo contrário. De qualquer forma a sua decisão de não para de estudar foi acertada e o tempo mostrará que não há motivos para você se arrepender.
O que esta pegando é algo chamado por: superqualificação. Existem empresas que não querem contratar alguém cuja a qualificação acadêmica esteja bem acima da média dos funcionários atuais e muito acima do exigido para o desempenho de uma função, porque sempre paira aquela suspeita de que a pessoa vai entrar na empresa e imediatamente começar a procurar outro emprego, mais compatível com a formação. O que profissionais como você tem feito é prepar currículos de acordo com as vagas oferecidas. Se a vaga pede apenas os cursos superior, os cursos restantes, são eliminados do currículo. Essa é a situação ideal? Não, nem de longe, mas ela pode gerar algo, que é ser chamado para uma entrevista, para mostrar quem realmente é, e se for o caso poder explicar pessoalmente ao entrevistador que tem cursos adicionais, mais que a empresa não precisa ficar temerosa com relação a isso.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O SÍMBOLO DA ADMINISTRAÇÃO

O Conselho Federal de Administração promoveu em 1979 um concurso nacional para a escolha de um símbolo que o representasse. Foram convidados profissionais relacionados às artes gráficas, além dos Presidentes dos Conselhos Regionais do Rio de Janeiro e de São Paulo e do Conselheiro Federal, para compor um corpo de jurados que deveriam julgar e escolher o Símbolo da Profissão.

O concurso recebeu 309 sugestões, vindas de quase todos os estados brasileiros. Estes trabalhos foram analisados e passaram por duas fases de julgamento. A escolha final, dificílima, devido às linguagens gráficas distintas e oriundas das diversas regiões do país, legitimou o símbolo, que representa em todo o territórionacional a profissão do Administrador.

O símbolo escolhido para identificar a profissão tem a seguinte explicação pelos seus autores (grupo de Curitiba, denominado "Oficina de Criação"):
- O quadro como ponto de partida: uma forma básica, pura, onde o processo de tensão de linhas é recíproco. Sendo assim, os limites verticais/horizontais entram em processo recíproco de tensão.
- "Uma justificativa para a profissão, que possui também certos limites em seus objetivos: organizar, dispor para funcionar, reunir, centralizar, orientar, direcionar, coordenar, arbitrar, relatar, planejar, dirigir, encaminhar os diferentes aspectos de uma questão para o objetivo comum".
- "O quadro é regularidade, possui sentido estático quando apoiado em seu lado, e sentido dinâmico quando apoiado em seu vértice (a posição escolhida)".
- "As flechas indicam um caminho, uma meta, a partir de uma premissa, de um princípio de ação (o centro)".
- "As flechas centrais se dirigem para um objetivo comum, baseado na regularidade (...) as laterais, as metas a serem atingidas".

domingo, 17 de outubro de 2010

ENSINO SUPERIOR: PROFISSÕES DO FUTURO

Eis aqui algumas dicas do Max Gehringer:

1º) Não escolher o curso porque o nome dele é atraente ou diferente. Se não conhece até o momento nenhuma pessoa que se formou naquele curso e nem sabe se esta atuando na área, isso já é um sinal de preocupação. É exatamente nesses cursos em que ocorrem maiores desistências nos dois primeiros anos.

2º) Não escolher um curso porque tem algum amigo que esta fazendo o curso e esta gostando muito, por mais que um curso possa preencher o gosto pessoal e imediato de alguém, o objetivo dele é gerar uma oportunidade de emprego para toda a vida e não 4 anos de satisfação escolar.

3º) Não descartar as possibilidades mais conservadoras, não é porque um curso existe há muitas décadas que ele se tornou antigo ou obsoleto, bons cursos nunca envelhecem, porque o mercado se renova, esse é o caso de engenharia cívil, engenharia de produção, administração e tecnologia da informação, em relação ao número de formandos esses são os cursos que proporcionam mais vagas no mercado de trabalho.

4º) Não existem cursos, que não irão gerar emprego, mais há alguns que irão precisar de algo mais além do diploma, porque já existe uma razoável saturação de profissionais no mercado é o caso para citar alguns de: direito, psicologia, comunicação social e odontologia, quem opta por um desses e outros, precisa ter ou estabelecer contatos com profissionais da área enquanto ainda esta estudando. Esperar para procurar um emprego somente depois de formado, pode vir a causar frustrações, finalmente, quem pesquisar mais, conversar mais, perguntar mais, terá menos chance de se arrepender da escolha que vier a fazer, muitos jovens entram em choque com os pais na hora de escolher o curso e nessa horas os dois lados precisam ter argumentos práticos para poder conversar, para que a discussão não se transforme em uma disputa, para ver quem é o mais teimoso.


domingo, 26 de setembro de 2010

A IMPORTÂNCIA DO CURSO SUPERIOR

Pessoas entre 20 e 25 anos dizem que não fizeram curso superior e se sentem meio incomodados com isso, embora estejam trabalhando e não corram riscos imediatos de perder o emprego.
Há riscos em tomar uma decisão absoluta como parâmetro para uma decisão.
Para quem não tem curso superior, caso o emprego atual seja perdido, a possibilidade de encontrar outro emprego igual equivalente, ficará cada vez mais remota, na medida em que o tempo passa e as faculdades despejam mais de meio milhão de jovens por ano no mercado de trabalho.
Qualquer sacrifício é válido para não ficar para trás em termos de exigências curriculares. O diploma do curso superior é como uma guarda-chuva, a melhor hora para nos darmos conta de que vamos precisar de uma é quando o tempo esta bom e firme.

sábado, 14 de agosto de 2010

MODALIDADE: CURSOS TÉCNICOS

“O curso técnico é todo e qualquer tema especializado que a pessoa estuda como forma de complementação, aperfeiçoamento ou especialização. Pode ser feito em qualquer idade”, explica o conselheiro de carreira José Augusto Narelli. “Muitas pessoas hoje estão perdendo seus cargos porque sua ocupação deixou de existir ou o seu trabalho foi substituído por outras formas. Essas pessoas precisam se qualificar para continuar trabalhando em outro lugar”.

O curso técnico foi a solução encontrada por Marcos Antônio, de Recife. Ele nunca teve carteira assinada e, enquanto enfrentava as dificuldades em busca de um emprego formal, investia em cursos técnicos. Ele fez 15 cursos na área de informática – e, graças a esses cursos, pode fazer manutenção de computadores.

Em dois anos, Marcos se tornou dono de uma lan house. “Os cursos me permitiram abrir e manter o meu próprio negócio”, conta. “Com o curso técnico nós podemos tirar uma renda e nos qualificar melhor na área que escolhemos”.


É claro que uma faculdade é sempre muito bem-vinda nos currículos, mas para quem ainda não tem condições de pagar por um curso superior, os cursos técnicos podem ser uma boa opção. “Existe mercado de trabalho para o nível técnico, porque as organizações não precisam só de gestores, mas também de especialistas, supervisores e executores de tarefa”, garante Narelli.

O índice de empregabilidade de quem sai das escolas técnicas estaduais, as Etecs, aumentou. Uma pesquisa realizada em 2007 com ex-alunos revela que 77% deles estão empregados. De acordo o Ministério da Educação, praticamente 100% dos jovens que se formam nas escolas técnicas federais terminam o curso empregados.

Em Cuiabá, o crescimento do setor de construção civil tem garantido muitas vagas para quem se forma na escola técnica federal da cidade. De 2006 para 2007, o crescimento foi de 10% em Mato Grosso, garantindo empregos até mesmo para quem ainda não terminou o curso técnico.


Uma escola de Cuiabá que oferece dez cursos profissionalizantes vive essa situação. Numa das turmas do curso de Controle Tecnológico de Obras, todos os alunos já estão trabalhando na área.


A duração dos cursos técnicos varia de três meses a dois anos, e é bom ter atenção na hora de escolher a escola. A primeira dica é visitar o estabelecimento; converse com o diretor, com os alunos e com quem já acabou o curso, para saber como foi a formação. Outra dica: duvide de muitas facilidades; tudo que é sério requer esforço.


“Hoje, há uma pressão social e mercadológica muito forte para todo mundo fazer curso universitário, ignorando o valor e o espaço do curso técnico. O que acaba acontecendo é que as pessoas adquirem cursos de nível superior de baixa qualificação e frustram os seus sonhos, porque vão trabalhar em atividades menores – que o curso técnico supriria perfeitamente”, acredita o consultor Narelli.


Para quem está no início de carreira, o curso técnico pode ser uma boa oportunidade para antecipar a profissionalização e ingressar no mercado de trabalho. Para quem já se formou, uma especialização nunca é demais.


FONTE: G1.com

segunda-feira, 24 de maio de 2010

QUANDO O DIPLOMA PARECE SER UM ENTRAVE

Pelo menos metade dos formandos, acabam não trabalhando diretamente na aréa em que se formou. Para o mercado de trabalho a formação acadêmica é mais um passaporte do que uma prisão. Quando um jovem decide que curso superior irá fazer, ele ainda não sabe ao certo em que direção a sua carreira irá seguir. O caso mais exemplar é a dos bachareis em Direito, que de cada 10 que se forma, 8 não trabalham como advogados, mas nem por isso a gente vê uma multidão de bachareis em Direito desesparado em busca de um emprego; pois os formandos simplesmente vão trabalhar nos setores administrativos ou comerciais das empresas, que não veem o diploma de bacharel como um empecilho, claro que naturalmente há excessões, por exemplo: será relativamente difícil conseguir uma vaga de secretária com um diploma de Enfermagem.
Porém, ficar espalhando currículos não é a maneira mais eficiente de conseguir uma vaga, na maioria dos casos quem se forma em uma aréa e trabalha em outra aréa, consegue um emprego através de uma indicação e depois de empregado, a pessoa passa a fazer cursos especifícos compatíveis com a função que executão, para poderem equilibrar o currículo.

sábado, 22 de maio de 2010

NA ERA DO CONHECIMENTO E DA INFORMAÇÃO

Estamos vivendo na era do CONHECIMENTO E DA INFORMAÇÃO. Até aí tudo bem. Mas, como pode-se ganhar dinheiro com isso? É possível sim, ganhar dinheiro com a era atual, sendo qualquer que seja o nome dado á ela, se fizer o que alguns de nossos privilegiados antepassados vem fazendo, desde do mais remoto dos tempos, que são: ESTUDAR, APRENDER, OBSERVAR, AVALIAR, PENSAR EM ALGO DIFERENTE E COLOCAR EM PRÁTICA E NÃO DESISITIR SE NÃO DER CERTO NA PRIMEIRA TENTATIVA.
Acadêmicos podem contradizerem esse comentário. Mas, estamos vivendo na era do conhecimento à vários anos já.

Em cada estágio do desenvolvimento da humanidade, sempre existiu uma maioria de pessoas, que simplesmente executavam o trabalho e uma minoria que ficava se perguntando se aquele trabalho poderia ser feito de maneira mais efeciente ou se não havia algo que pudesse substituir ou eliminar aquele trabalho. Esse restrito grupo capaz de ver o que as outras pessoas não viam, acabava mudando a meneira de como o mundo iria se comportar e não raramente ganhava mais dinheiro do que os outros ou mais prestigío, ou ainda mais poder.

A internet é fruto da nossa era de conhecimento, assim como a lâmpada elétrica foi à um século ou como a pólvora foi a mil anos; desde que o mundo é mundo, toda e quaisquer gerações sempre acharam que o desenvolvimento havia chegado ao apice, exatamente naquela época. E a nossa geração não é uma exceção, não é uma maravilhosa coincidência que o mundo vai evoluindo até chegar no momento perfeito e nos estamos vivos exatamente nesse momento, dá até pena das gerações que passaram e daquelas que virão. Por se colocar na crista da onda, a humanidade foi inventando nomes para as eras anteriores, nomes como: A ERA DA AGRICULTURA, A ERA DA INDUSTRIALIZAÇÃO, A ERA DA TECNOLOGIA, A ERA DA INFORMAÇÃO.
Parece até meio inocente chamar a era atual, de como: A ERA DO CONHECIMENTO. Porque o conhecimento atual certamente será considerado irrisório daqui à uns 50 anos (escreva isso no papél). Mas, as gerações futuras, não deixaram passar batido e poderá batizar de como: A ERA DO PÓS-CONHECIMENTO.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

JOVENS CURTINDO A VIDA


POR Gustavo Cerbasi

Certa vez, um jovem recém formado me escreveu comentando uma idéia que ele e um grupo de amigos cultivavam, de que para eles era importante pensar em curtir a vida e a juventude até os trinta anos, para depois pensar em planejar o futuro. Respondi a ele com um questionamento, perguntando se o grupo de amigos fazia academia, alimentava-se de maneira saudável e evitava vícios para cultivar a saúde. A resposta foi afirmativa.O brasileiro se preocupa sim com o futuro, mas não seu futuro financeiro. Nossa vida financeira é um dos pilares da qualidade de vida, que deve merecer tanta atenção quanto o cuidado do corpo, da alimentação, da carreira e da vida social. Tudo que fazemos hoje é uma construção do que seremos amanhã.
Se deixarmos para cuidar de nosso futuro financeiro após os trinta, provavelmente teremos que mudar de planos em função de um caro projeto de sair de casa e se casar. Depois, outro motivo para mudar de planos será a vinda de filhos. Depois, a vontade de educar bem esses filhos, seguida dos incríveis custos de encaminhá-los para a vida, investindo em cursos universitários. Até que os nossos filhos saiam de casa, teremos várias e consistentes desculpas para não conseguir poupar.
Provavelmente, quem deixar seus planos financeiros para mais tarde só vai conseguir colocá-los em prática após os cinqüenta anos, o que exigirá uma enorme economia mensal para tirar o atraso. De tanto curtir a juventude, os jovens podem vir a se transformar em escravos de sua falta de planos, envelhecendo a partir do momento em que não tiverem outra opção a não ser correr atrás do prejuízo para manter em dia uma vida digna.
Se todo jovem começasse a cuidar de seu futuro desde cedo, estaria garantindo uma boa melhoria em seu padrão de vida futuro, pois sua reserva financeira continuaria se multiplicando por muitos anos mesmo que fatos importantes como o casamento ou um filho o impedissem de continuar poupando. Plantar cedo nos permite colher mais frutos, e esse é o motivo de meu incentivo aos jovens.
Com um futuro equacionado e com menos preocupações, é provável que a tranqüilidade decorrente desse fato faça com que a juventude dure mais tempo. Por isso as pessoas vivem mais em países desenvolvidos. Preocupação é um dos motivos de envelhecermos e morrermos antes da hora.

terça-feira, 4 de maio de 2010

MEC VAI LIBERAR CRÉDITO ESTUDANTIL APENAS PARA QUEM TIVER FEITO A PROVA DO ENEM

O MEC (Ministério da Educação) vai passar a exigir a participação no Enem para os estudantes que pedirem financiamento estudantil pelo Fies, programa do governo federal. A medida vale só para quem entrar na faculdade no primeiro semestre de 2011. O aluno que for pedir financiamento este ano não precisa comprovar participação no Enem.A decisão foi publicada nesta segunda-feira (3) no Diário Oficial da União. A próxima edição do Enem deverá ser aplicada nos dias 6 e 7 de novembro deste ano. A expectativa do ministério é que a prova tenha até 7 milhões de estudantes inscritos. O exame de 2009 teve 4,1 milhões de inscritos, mas a abstenção chegou a cerca de 38%. A portaria do MEC trata também das regras e dos procedimentos para inscrição no Fies neste ano. Os pedidos de financiamento deverão ser feitos somente pela internet, no site do SisFies. No entanto, a data de abertura do sistema ainda não foi divulgada. A partir de então o aluno poderá solicitar o Fies em qualquer período do ano.O ministério anunciou que estudava mudanças no programa, como o fim da exigência do fiador. Mas, para o primeiro semestre deste ano, ainda serão pedidas garantias, como o fiador convencional ou o grupo de fiadores solidários, composto por até cinco alunos em que cada um é corresponsável pelo pagamento das prestações de todos os integrantes. O MEC estuda criar um fundo para que não haja mais a cobrança.Entenda o que é o FiesO Fies, um programa do governo federal criado em 1999, oferece crédito para estudantes em instituições particulares de ensino superior. Para conseguir o benefício, é necessário que o aluno já esteja matriculado em uma das cerca de 1.500 universidades, centros universitários e faculdades cadastrados no sistema. Além disso, é pré-requisito que a graduação tenha avaliação positiva pelo MEC. O programa não vale para cursos a distância. Os financiamentos podem ser de 50%, 75% e até 100% do valor da mensalidade. Quem tem bolsa parcial pelo ProUni (Programa Universidade para Todos) também pode pedir crédito. Este ano, o Conselho Monetário Nacional reduziu os juros do Fies de 3,5% para 3,4% ao ano. Outra mudança é que o prazo para quitar a dívida, que antes era de duas vezes o período do curso, agora passou a ser de três. Um aluno que financiou um curso de quatro anos, por exemplo, pode quitar seu saldo devedor com o banco em até 12 anos.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

CURSOS TÉCNICOS, CURSOS TECNOLÓGICOS E CURSOS DE GRADUAÇÃO (Superior)

Durante a maior parte do século XX, não existiram dúvidas sobre a própria finalidade e funcionalidade dos cursos técnicos. O próprio nome do curso já deixava clara, a direção em que o formando iria seguir na vida profissional. Por exemplo: Técnico em Contabilidade, Técnico em Radiologia, Técnico em Enfermagem ou Técnico Desenhista Projetista. Atualmente os cursos técnicos continuam sendo o que sempre foram, totalmente orientados para a prática, pois ao se formar o jovem já terá uma profissão definida. Também durante a maior parte do século XX, fazer um curso superior, era a aspiração de uma minória de jovens, de cada 100 alunos que ingressavam no 1º grau, só um ou dois iriam concluir o curso superior 15 anos depois. Essa situação mudou completamente nos últimos 20 anos, devido há dois fatores. O primeiro foi a proliferação de faculdades pelo Brasil a fora e o segundo motivo foi o surgimento dos cursos Tecnológicos em nível superior. Esses dois fatores permitiram que o diploma de ensino superior torna-se muito mais acessível, mas ao mesmo tempo acabaram criando um iato no mercado de trabalho. Atualmente o maior índice de desemprego atinge os jovens até 24 anos com diploma de bacharel ou de tecnológo, por outro lado existe uma carência de técnicos no mercado de trabalho, isso porque há primeiro vista um curso superior parecer oferecer muito mais oportunidades do que curso técnico, ou equiívoco que os jovens cometem é de achar que um curso tecnológico de 2 ou 3 anos, tem exatamente o mesmo peso que um curso superior de 4 ou 5 anos em qualquer situação. Na realidade não tem o mesmo peso; pois um curso teconológico, assim como um curso técnico tende a preparar o jovem para uma função bem específica, já um curso superior de 4 ou 5 anos, amplia o tamanho do alvo, que poderá ser mirado pelo formando. Por isso ao optar por um curso tecnológico o jovem deve ter bem claro o que ele deseja da vida profissional e não deve fazer o curso tecnológico pensando em poupar tempo ou cortar caminho, caso contrário acabará desempenhando funções que não exigem especialização e que nada terão haver com o que estudou.
Em resumo para quem precisa trabalhar, o curso técnico é a via mais fácil para quem quer ingressar no mercado de trabalho, porque a concorrência ainda é menor. O curso tecnológico é a opção para quem tem um foco bem definido e não pensa em dar grandes saltos na carreira em médio prazo. Já o bacharelado poderá proporcionar uma carreira mais ampla, mas a competição para conseguir uma boa vaga será muito maior e quem não tem um bom circulo de relacionamento (networking), irá sofrer bem menos se optar por um curso técnico ou pelo curso tecnológico correto.

A VÁLIDADE DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO À DISTÂNCIA

A situação dos cursos à distância é que não é que os cursos à distância sejam bem aceitos, é que eles são menos aceitos de que os outros cursos. Vamos supor que se três cândidos há uma vaga numa determinada empresa empatarem em todas as situações dos testes aplicados, e um deles tiver concluido um curso de bacharelado de quatros anos, o outro, um curso tecnólogico de dois anos e o terceiro um curso de ensino à distância, esse será o que terá menos chances de ser contratado.
Isso não quer dizer que os cursos à distância sejam ruíns ou menos eficazes, até pelo contrário, porque quem se dispõe a estudar sozinho em casa, precisa ter muito mais determinação para estudar, do que alguém que faz parte de um grupo de alunos numa faculdade.
Eu me arriscaria à dizer que daqui à 10 ou 15 anos, os cursos à distância terão um estatus diferente e muito maior do que tem hoje. O avanço tecnológico irá permitir que uma pessoa do continente da América do Sul, estuma numa renomada Universidade do continente Europeu, da América do Sul através do curso à distância. Mas, depois é depois e agora é agora.
O curso à distância apesar de ser recente há o seu lado prático e a comodidade que o ensino à distância oferece. Há também a possibilidade de fazer o cursos à distância para se aperfeiçoar os conhecimentos, sem se preocupar com um impacto imediato que o diploma irá ter no mercado de trabalho. Dessa o curso à distância seria encarado como um curso de Pós-Graduação e não como um substituto para a obtenção de diploma para cursos presenciais e isso vale para profissionais de quaisquer idades, inclusive os antigos que se formaram à 10 anos ou mais que isso, e não reciclaram mais seus conhecimentos após formados.
O ensino à distância permite a atualização sem o deslocamente, (mobilidade) e o conhecimento adquirido será utilizado pafra melhorar a carreira e não para melhorar o currículo.
Por isso tende a se benefíciar mais quem encarar os cursos à distância quem encarar como: ALÉM DÊ... e não como um curso: INVÉS DÊ...