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sexta-feira, 17 de maio de 2013

quarta-feira, 12 de maio de 2010

CHINELOS HAVAIANAS: fábricadas no Brasil - MADE IN BRAZIL

Havaianas é uma marca brasileira de chinelos de borracha produzidas pela São Paulo Alpargatas, uma empresa do Grupo Camargo Corrêa. A marca, que possui participação de 80% no mercado brasileiro de chinelos de borracha, comercializa cerca de 162 milhões de sandálias anualmente, dos quais 10% para mais de 80 países dos cinco continentes, podendo ser encontrada em mais de 200 mil pontos de venda.


As exportações chegam a 22 milhões de pares (somente nos Estados Unidos está presente em 1.700 pontos de venda). A cada três brasileiros, dois em média consomem um par de "Havaianas" por ano.


As vendas da sandália de borracha Havaianas, produto de sucesso da Alpargatas, já representam metade do faturamento da companhia, que no ano passado foi de R$ 1,6 bilhão. O investimento em marketing da marca, de 12% a 13% do faturamento, tem mantido a Havaianas em trajetória de crescimento.


O percurso para a sandália ganhar status de marca fashion foi longo. Ele começou a ser traçado em 1994, quando a marca estava em crise, com queda de vendas. A empresa reagiu e lançou, com uma grande campanha de marketing, a Havainas Top, um novo modelo de sandálias de uma única cor. De 1994 a 2000 o produto foi aos poucos "sofisticado" pela empresa em campanhas e em muitos lançamentos. Foi quando modelos e celebridades começaram a desfilar com a sandália nos pés. As exportações aceleraram e a marca ganhou espaço em revistas e nas principais vitrines de moda no mundo.




sábado, 8 de maio de 2010

ADMINISTRAÇÃO DE SHOPPING CENTERS

Conhecidos como templos de consumo, simbologia de consumo do mundo moderno, os shopping centers fazem parte do cotidiano de todos que buscam segurança, conveniência, lazer e os mais diversificados produtos.

[Tudo é pensado para que os frequentadores, dos shopping centers encham os olhos e esvaziem os bolsos.]

O sistema de shopping centers teve origem nos Estados Unidos há 60 anos, a partir de uma idéia estratégica de viabilizar um macro ambiente de consumo e que fosse extremamente agradável e ao mesmo tempo confortável, com comodidade, sem os tradicionais problemas verificados nos demais estabelecimentos comerciais.
Almejava-se aproximar o maior número de consumidores, das mais variadas faixas etárias, dos mais variados tipos do comércio, sendo o diferencial que ali os consumidores não teriam os irritantes problemas urbanos, como trânsito, fatores climáticos como chuva, calor, vento e frio, além de problemas com falta de lugar para estacionar. Este modelo foi amplamente seguido no Brasil, procurando suprir seus frequentadores das principais necessidades, em um único ambiente. O fator segurança foi somado à facilidade de se encontrar o que se quer, incluindo aí a diversão e alimentação, levando ao resultado exitoso, fazendo com que este seja uma modalidade de comércio que mais cresce no Brasil.

[Quanto mais um shopping center divulgar o que pode oferecer, mais fregueses conseguirá.]

TIPOS DE SHOPPING CENTERS


A ABRASCE - Associação Brasileira de Shopping Centers, entidade que representa oficialmente o setor do país, definiu vários shoppings classificando-os da seguinte maneira:

  • VIZINHANÇA: reúne lojas de conveniência e tem como âncora o supermercado variando a sua área entre 3 mil metro quadrados e 15 mil metros quadrados.
  • COMUNITÁRIO: venda de mercadorias em geral, com área entre 10 mil metros quadrados e 35 mil metros quadrados.
  • REGIONAL: mercadorias em geral, dispondo de área de 40 mil metros quadrados e 80 mil metros quadrados, pelo seu porte só é viável nas grandes cidades e para um público consumidor das classes A e B.
  • ESPECIALIZADO: composto por lojas especializadas com áreas que variam entre 8 mil metros quadrados e 25 mil metros quadrados, direcionado para as classes A e B.
  • OUTLET CENTER: constituído por lojas de fábricas e off-price, dispondo de áreas que variam de 5 mil metros quadrados e 40 mil metros quadrados, possuíndo como âncoras grandes lojas de fábricas.
  • POWER CENTER: reúne um conjunto de lojas âncoras normalmente constituída por category, killers, lojas de departamentos ou de descontos ou off-price e com reduzido número de lojas satélites, ocupando áreas entre 8 mil metros quadrados e 25 mil metros quadrados.
  • DISCOUNT CENTER: composto normalmente por lojas que trabalham com grandes volumes de produtos vendidos a preços reduzidos com áreas entre 8 mil e 25 mil metros quadrados.
  • FESTIVAL MALL: comporta somente lojas dedicadas ao lazer, à cultura e restaurantes em áreas de 8 mil a 25 mil metros quadrados e é dirigido às classes A e B nas grandes cidades.


A estrutura básica organizacional mostra que um shopping geralmente é dividida em:

  • Operação e Manutenção
  • Segurança Patrimonial e Segurança Contra Incêndios
  • Administração e Finanças
  • Promoção e Publicidade
  • Serviços Auxiliares
Dependendo do porte do shopping, muitos outros setores são estruturados, para que haja um perfeito atendimento.