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quarta-feira, 22 de maio de 2013

DEVO COLOCAR NO CURRÍCULO A PRETENSÃO SALARIAL?

Uma pessoa pergunta, no currículo deve ser colocada a pretensão salarial? Não, já que o salário recebido no fim do mês é apenas uma parte do pacote da remuneração. Um profissional pode aceitar uma proposta de emprego para ganhar 10% menos do que ganha se for adicionado a esse salário um ótimo plano de assistência médica e odontológica ou a possibilidade da empresa financiar um curso de longa duração. Mas, a maioria não costuma fazer essas contas e alguns até sai perdendo na troca ou aceitar um emprego que renda mais no fim do mês e menos na soma do pacote de remuneração.
Mas, há casos em que anúncios de emprego exigem que seja colocada a chamada pretensão salarial, sem que a empresa especifique quais são os benefícios que poderiam complementar o salário base. Nesse caso, quem esta empregado ou momentaneamente desempregado, pode colocar uma pretensão salarial 10% por cento do salário que recebe ou equivalente superior ao último que recebia. E quem esta em busca do primeiro emprego, pode fazer uma pesquisa com colegas que estejam empregados em função de início de carreira, perguntando sem receio de  ofender quantos eles ganham.

Assim a pretensão salarial colocada no currículo não será exagerada nem para mais e nem para menos.
Mas, o mais importante é saber é que quando uma empresa solicita que a pretensão salarial seja colocada no currículo, o objetivo é de eliminar os que estão muito acima da faixa salarial da função.
Isso porque as empresas desconfiam com certa razão que um profissional que aceite ganhar 40% menos do que ganhava, irá se for contratado continuar a procurar outro emprego com as condições salariais que tinha anteriormente.

sábado, 5 de junho de 2010

CONFLITOS NA EMPRESA SOBRE OS HORÁRIOS DA COPA DO MUNDO

Quando se entra em conflito porcausa dos horários dos jogos do Brasil na empresa por conta da Copa do Mundo, o que fazer? Em muitos caso, a empresa vai alegar que dia útil é dia útil e portanto o expediente será normal, mas se dispõe a instalar uma tv no refeitório para que todos os funcionários assistam os jogos; só que daí pode haver alguns funcionários que irão considerar que em momentos de Copa do Mundo, a coisa não é como capítulo de novela que se assiste e pronto, tem os comentários de antes e depois e além disso essas pessoas alegariam que gostariam de escolher a companhia de quem vão querer assistir os jogos juntos. Pois, todos nós temos os nossos amigos do peito que são os companheiros ideiais para aquelas duas horas de alegria e aflição. O que essas pessoas querem é ter meio-dia livre para ser compensado em outra ocasião. Mas pode haver também o lado da empresa que poderá se demonstrar fechada para chegar num acordo sobre a possibilidade de liberar os funcionários para casa, para assistir os jogos da Copa do Mundo.
Em quase todas as empresas em todos as ocasiões de Copa do Mundo, a discussão foi quase sempre a mesma. Em muitas empresas e talvez a maioria delas, há setores em que não podem parar, é o caso de vendedores externos e do pessoal da fabricação, portanto os beneficiados por uma eventual liberação seriam os funcionários do escritório, e aí haveria a tradicional reclamação de que o pessoal do administrativo sempre recebe tratamento diferenciado, e a direção da empresa acaba preferindo ser antipática com a minoria para não desagradar a maioria; vale também lembrar que não são todos os empregados que fazem questão de assistir os jogos da Copa do Mundo, tem também os que não estão nem aí, e não são poucos; uma solução seria a empresa colocar várias opções para votação geral: dia inteiro, meio-dia, tv no trabalho ou expediente integral sem assistir aos jogos e então seria escolhida a opção mais votada com a compreensão democrática dos que votaram contra. Muitas empresas podem ser surpreender se promoverem uma votação dessas.