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terça-feira, 19 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
quarta-feira, 2 de junho de 2010
O INSS
Texto de: Gustavo Cerbasi
O Instituto Nacional do Seguro Social, ou simplesmente INSS, é o mecanismo público que assegura aos trabalhadores brasileiros benefícios como o seguro-desemprego, a licença-maternidade e a aposentadoria. Apesar da dificuldade em arrecadar mais do que paga, estudos mostram que o INSS é viável segundo o atual modelo e que ele não deve quebrar tão facilmente como se supunha.
Por outro lado, não há motivos também para contar com o sistema de previdência pública no Brasil. O mecanismo de acumulação é extremamente ineficiente e a poupança produzida por cada trabalhador é do sistema, e não individual. Isso exige que confiemos na instituição pública pelo resto de nossas vidas, o que não faz o menor sentido no Brasil.
Se o mesmo recurso que você direciona hoje ao INSS fosse investido de maneira conservadora em fundos de renda fixa ou planos de previdência privada, seu dinheiro se multiplicaria com maior eficiência, segurança e previsibilidade e, nas últimas décadas de sua vida, seria só seu. Mesmo que você confie e se satisfaça com o modelo da previdência pública, sua renda não estará assegurada na aposentadoria. Se contribuir pelo valor máximo (o chamado "teto"), começará a receber uma aposentadoria que será corrigida, ano a ano, por um índice de inflação muito aquém da realidade dos idosos. Ano após ano, o aposentado verá seu poder de compra cair, convergindo para o mínimo pago pelo INSS, que é o salário mínimo – aquele mesmo, que mal paga uma cesta básica.
Por esse motivo, contribuir para o INSS com cotas maiores do que o mínimo que lhe é imposto é um equívoco daqueles que contam com a Previdência Privada e outras modalidades de investimento. A contribuição coerente para o INSS é a mínima, porque a única garantia que teremos é o salário mínimo. Se você tem mais a poupar, contrate um Plano de Previdência Privada. Se pensou no seguro-desemprego, sugiro não contar com ele; faça sua própria reserva de emergências, equivalente a poupar três ou quatro meses de consumo de sua família – este dinheiro estará rendendo e se multiplicando. Seguindo uma boa estratégia, provavelmente você nem precisará de um salário mínimo vindo do governo.
Fica a sugestão: quando você tiver direito a uma aposentadoria pelo INSS, doe-a para alguém querido que confiou apenas na proteção pública. Essa pessoa querida estará precisando muito desse dinheiro.
Por outro lado, não há motivos também para contar com o sistema de previdência pública no Brasil. O mecanismo de acumulação é extremamente ineficiente e a poupança produzida por cada trabalhador é do sistema, e não individual. Isso exige que confiemos na instituição pública pelo resto de nossas vidas, o que não faz o menor sentido no Brasil.
Se o mesmo recurso que você direciona hoje ao INSS fosse investido de maneira conservadora em fundos de renda fixa ou planos de previdência privada, seu dinheiro se multiplicaria com maior eficiência, segurança e previsibilidade e, nas últimas décadas de sua vida, seria só seu. Mesmo que você confie e se satisfaça com o modelo da previdência pública, sua renda não estará assegurada na aposentadoria. Se contribuir pelo valor máximo (o chamado "teto"), começará a receber uma aposentadoria que será corrigida, ano a ano, por um índice de inflação muito aquém da realidade dos idosos. Ano após ano, o aposentado verá seu poder de compra cair, convergindo para o mínimo pago pelo INSS, que é o salário mínimo – aquele mesmo, que mal paga uma cesta básica.
Por esse motivo, contribuir para o INSS com cotas maiores do que o mínimo que lhe é imposto é um equívoco daqueles que contam com a Previdência Privada e outras modalidades de investimento. A contribuição coerente para o INSS é a mínima, porque a única garantia que teremos é o salário mínimo. Se você tem mais a poupar, contrate um Plano de Previdência Privada. Se pensou no seguro-desemprego, sugiro não contar com ele; faça sua própria reserva de emergências, equivalente a poupar três ou quatro meses de consumo de sua família – este dinheiro estará rendendo e se multiplicando. Seguindo uma boa estratégia, provavelmente você nem precisará de um salário mínimo vindo do governo.
Fica a sugestão: quando você tiver direito a uma aposentadoria pelo INSS, doe-a para alguém querido que confiou apenas na proteção pública. Essa pessoa querida estará precisando muito desse dinheiro.

sábado, 13 de março de 2010
INVESTIMENTOS EM OURO
Primeiro analisar o mercado de ouro, não é só porque escutou falar e sair comprado. O mercado de ouro já foi muito ativo no Brasil, hoje é pouco, mas ainda tem algumas corretoras tradicionais que operam nesse mercado.E o mínimo para investir em ouro, depende de corretora para corretora.
Uma coisa importante no mercado de ouro é o certificado de reconhecimento. Sabe dê onde vem o ouro.
Também não precisa sair correndo investir, é preciso analisar bem, antes.
quarta-feira, 3 de março de 2010
DIFERENCIAR INFORMAÇÕES PRIVILEGIADAS SOBRE INVESTIMENTOS NA INTERNET

Tem muitas informações sobre investimentos na INTERNET, isso é fato. Agora, como diferenciar essas informações entre o que pode ser uma coisa boa e o que pode vir a ser uma coisa má! Tanto porque antes o problema era a dificuldade em obter e ter acesso as informações sobre investimentos e aplicações financeiras e agora o problema é o excesso de informações. Informações que podem serem encontradas de monte.
Redes Sociais como o Twitter é exemplo de ferramento de mídia, muito boa para você trocar informações e trocar experiências sobre investimentos e aplicações financeiras. Porém, não pode ser dada como ferramenta para se tomar decisões. Tanto que tem muitas corretores e empresas abertas que estão no Twitter, com isso você pode ir formando a sua rede de informações. Porém não pode ser considerada como a forma final para se basear em tomada de decisão. A questão de obter informações extraídas da internet é muito relevante.
Atualmente quando você vai investir num fundo de ações, você assina lá um contrato, com todas as clausulas e você e fica como responsável ciente; isso para caso de no futuro vir a ocorrer alguma zebra em sua aplicação e você dizer que não sabia e querer recorrer de seus direitos, o banco ou a corretora que administrou esse seu fundo de ações use esse contrato contra você.
Facilitar as informações é crucial, agora você deve arcar com a sua responsabilidade pelo acesso as informações obtidas por você.
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