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quarta-feira, 1 de junho de 2011

NOVAS REGRAS PARA CARTÃO DE CRÉDITO ENTRAM EM VIGOR


FONTE: Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 1/6/2011 8:00


SÃO PAULO – As novas regras dos cartões de crédito, aprovadas em 25 de novembro do ano passado pelo Bacen (Banco Central do Brasil), por meio da Resolução 3.919/2010 e da Circular 3.512/2010, entram em vigor nesta quarta-feira (1).

Na data, as instituições financeiras e as demais, autorizadas pelo Banco Central, que emitem cartão de crédito, estão obrigadas a reduzir para apenas cinco o número de tarifas que podem ser cobradas pelos cartões emitidos a partir de 1º de junho.

Além disso, com as novas regras, o consumidor poderá optar por dois tipos de cartões: o básico e o diferenciado. O primeiro poderá ser usado somente para pagamentos de compras, contas e serviços, enquanto o segundo trará a possibilidade de tais pagamentos e a associação a programas de benefícios e recompensas, como bônus e milhagens.

Para o presidente do Banco Central do Brasil, Alexandre Antonio Tombini, as novas regras contribuirão para que o cartão de crédito “continue crescendo de forma sustentável e transparente” e ainda incentivarão o “uso racional desse meio de pagamento, ajudando a evitar que as famílias se endividem em excesso”, disse, durante seminário sobre as novas regras dos cartões.

Extrato e pagamento mínimo

A partir de agora, as empresas de cartões de crédito terão de fornecer aos clientes faturas mensais que contenham as seguintes informações:

  • Limite de crédito total e limites individuais para cada tipo de operação de crédito passível de contratação;
  • Gastos realizados, por evento, incluindo os parcelados;
  • Identificação das operações de crédito contratadas e respectivos valores;
  • Valores relativos aos encargos cobrados, informados de forma segregada, de acordo com os tipos de operações;
  • Valores dos encargos a serem cobrados no mês seguinte, caso o cliente opte pelo pagamento mínimo da fatura;
  • Custo efetivo total para o próximo período das operações de crédito passíveis de contratação.

No que diz respeito ao pagamento mínimo, a partir de junho, ele passará para 15% do saldo total da fatura, e, em dezembro, para 20%.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

CAIXA LANÇA CARTÃO FIADOR, PARA SUBSTITUIR FIADOR NOS CONTRATOS DE LOCAÇÃO RESIDENCIAL

A Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira o Cartão Aluguel, uma alternativa na locação de imóveis residenciais ao fiador, ao depósito caução e ao seguro-fiança.

O projeto piloto começa nesta semana em quatro imobiliárias de Goiás e de São Paulo. A previsão é chegar a todo o Brasil em fevereiro.
O inquilino que optar pelo produto vai receber um cartão de crédito para quitar o aluguel todos os meses. Se atrasar o pagamento, não haverá transtornos para o proprietário da moradia já que o valor será repassado pelo banco e depois cobrado com juros ao locatário.
O cartão será oferecido nas bandeiras Mastercard e Visa e o cliente terá dois limites, sendo um exclusivamente para o aluguel e, o outro, do rotativo, para o pagamento de compras em estabelecimentos comerciais. O produto será comercializado exclusivamente nas imobiliárias credenciadas pela Caixa e também nas redes de agências do banco em todo o país.
A instituição financeira inicia nesta semana o cadastramento das imobiliárias que receberão o cartão aluguel.



EM EXPANSÃO

O seguro-fiança vem ganhando espaço no mercado de locação, mas ainda esbarra no valor alto. A despesa extra em um ano pode ultrapassar o valor do aluguel de um mês, dependendo da cobertura contratada, que pode englobar também danos ao imóvel e pintura. Há inquilinos que não conseguem encontrar um fiador e locadores que não consideram o depósito caução vantajoso porque cobre apenas três meses de atraso no pagamento do aluguel.
O mercado de locação residencial segue aquecido. Na capital paulista, os contratos novos assinados em novembro tiveram aumento médio de 1,6% em relação aos valores negociados em outubro. No acumulado dos últimos 12 meses, o acréscimo atinge 12,9%, segundo os dados do Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo divulgados nesta segunda-feira.
FONTE: Uol
TATIANA RESENDE
DE SÃO PAULO

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

DICAS PARA USAR O CARTÃO DE CRÉDITO DE MANEIRA SUSTENTÁVEL

Não use cartão como meio de financiamento, se você precisar pegar dinheiro emprestado, use outros mecanismos de financiamento. Pois o dinheiro emprestado pelo cartão é mais caro inclusive di que da financeira. Então, cartão de crédito não é para fazer financiamento. Não acredite no limite do seu cartão. Estabeleça seu próprio limite no cartão de crédito (diga, eu posso, gastar tanto no cartão) E se extrapolar no limite, evitar pagar atrasado, pois é isso que pessoal do cartão mais gostam, que você parcele e pague atrasado, aí você paga juros e multa. E isso dá uma taxa enorme, muito grande e aí começa distorcer a função do cartão, o cartão pode ser um grande aliado se você souber usar. Aí vale a pena você investir nessa relação porque ele realmente é um grande aliado.
E concentre os pagamentos, escolhas as datas certas para os vencimentos do seu cartão de crédito, coloque a data de vencimento para uns dois dias depois de que você recebeu o seu pagamento, para você conseguir fazer o pagamento integral.
Aproveite as promoções, mas comprando somente o necessário, só que você precisa, o grande risco aí é quando você vê uma promoção e aí saí comprando o que não precisa. Organize-se para comprar nas datas boas, por isso te dará um prazo maior para quitar essas compras que você fez. As administradoras de cartões de créditos tem feito promoções muito interessantes.
Compare as taxas de juros, o ideal é você nunca precisar pagar a taxa de juros do cartão, porque ela é muito alta.
Não empreste seu cartão de crédito para ninguém. O que é muito comum, principalmente entre amigos e familiares. Você emprestar o seu cartão, para terceiros fazerem compras, porque a dívida que ele fizer será sua e se ele não pagar a dívida será sua. Não revele a senha.
Se você sabe usar o cartão de crédito ele é uma ferramenta muito boa, um fluxo de caixa interessante pra quem sabe usar adequadamente.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

COMO USAR O 13º SALÁRIO?

Pagar as dívidas começando pelas mais caras. Como: cheque especial e cartão de crédito. E para quem esta livre das dívidas, deve aproveitar para fazer uma reserva de emergência. E também é importante lembrar das grandes despesas do ínicio do ano, como: IPTU, IPVA e as despesas escolares. Por isso tem que sobrar dinheiro agora, para não passar o próximo ano que se ínicia no vermelho.
Investidores conservadores devem aplicarem em renda fixa. Só que nos fundos de renda fixa, é melhor escolher os que possuem as melhores taxas de administração e o perfil mais adequando à você.
Nos fundos de curto prazo, os impostos de renda são mais caros, mais em compensação as flutuações nas cotas dos fundos são mais suaves e nos fundos com prazos longos o imposto de renda é menor, mais há mais flutuação na rentabilidade. Se você conseguir fique com os fundos de prazos mais longos, enfim, melhor então é segurar o dinheiro no final desse ano e não se esqueça de reservar uma parte dessa renda extra para curtir muito bem, as festa de final de ano.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

O CUSTO DO DINHEIRO E CARTÃO DE CRÉDITO

Fevereiro
Março

Abril


...
CARTÃO DE CRÉDITO
Cartão não é:
Renda extra
O melhor financiamento Antidepressivo

Cartão é:
Antecipação de sua renda
Organizador do seu caixa
Espelho do seu orçamento

Na Conferência Internacional de Educação Financeira, organizada pela OCDE e realizada esta semana no Rio, o cartão de crédito foi a estrela. Há muita preocupação sobre este instrumento de crédito e o consenso de que é fundamental que as pessoas sejam treinadas a utilizar seu cartão. Ou seja, transformar o algoz num aliado.O representante do México fez uma apresentação muito boa. No México, a correta utilização do cartão de crédito é uma questão que envolve o próprio governo federal.Aqui link para o filme publicitário que eles fizeram dizendo que cartão de crédito não é um dinheiro extra.http://www.youtube.com/watch?v=2u5ruLj0SEI

Abaixo, estão as regras para a utilização do cartão de crédito elaborado pelo mexicano Condusef (Comissão Nacional para a Proteção e Defesa dos Usuários dos Serviços Financeiros):

Antes de contratar:
Compare entre os diversos cartões. Nem todas oferecem o mesmo. Escolha a que mais se ajusta às suas necessidades e a sua capacidade de pagamento. Procure ter apenas as necessárias.
Informe-se sobre as taxas de juro, tarifas, seguros associados benefícios e responsabilidades.
Antes de assinar o contrato esclareça todas as dúvidas.

Para quem já está com o cartão:
Use dentro do seu orçamento e/ou em caso de emergências. O cartão de crédito pode ser de grande ajuda se for utilizado dentro da sua capacidade de pagamento. Nunca o considere como dinheiro extra para gastar acima da sua renda. Pague pontualmente suas dívidas
Para reduzir sua dívida no cartão:
Pague sempre acima do mínimo
Tente consolidar a dívida numa única linha de crédito. Cancele alguns cartões.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

FALANDO SOBRE GRAU DE ENDIVIDAMENTO: INADIPLÊNCIA

Uma pesquisa do IPEA sobre o endividamento das famílias brasileiras, revelou que 54% diz que não estariam endividadas e apenas 11% responderam que estariam muito endividadas. Ter créditos hoje em dia no Brasil é uma coisa muito nova, porque os bancos passaram a emprestar dinheiro agora, porque antigamente o grande negócio era emprestar dinheiro para o governo e comprar títulos do governo. Então é uma novidade para todo mundo, boa e também ruim ao mesmo tempo, bom porque você ainda tem capacidade de alavancagem e ruim porque o custo do dinheiro é muito alto e a gente não sabe tomar crédito ainda da forma correta - Apesar que nos últimos anos o crédito no Brasil aumentou muito.
Porque na grande maioria das vezes a gente só percebe que esta endividado quando a gente precisa de dinheiro, tem muita gente que acha que não esta muito endividada, ela só vai dar conta disso quando ela precisar de créditos, no momento em que ela realmente precisar de dinheiro, quando acontece alguma coisa e que ela vê que precisa de dinheiro porque nem ao menos ela possui reservas de dinheiros particular. E o que pode ser isso? Pode ser uma separação, pode ser perder o emprego, pode ser uma despesa médica.
Temos dados sobre o tamanho da alavancagem e até dados considerados razoaveis de alavancagem, [Alavancagem quer dizer: é quanto você toma de dinheiro dos outros, de dinheiro que não é seu, de recursos de terceiros, que no caso é do banco, do cartão de crédito, do cheque especial], então com isso daí você pode se alavancar uma vez, duas vezes.
Isso acontece porque quando a gente começa tomar financiamentos e passamos a olhar o financiamento dentro de uma carteira total de financiamento; toda vez que você vai contratar um financiamento, boa parte das pessoas olha pela a prestação desse financiamento, a prestação com que elas conseguirão pagar esse financiamento, mais elas esquecem de somar essa prestação com a outra prestação e assim por diante... e aí o que vai acontecer? Ele vai se alavancando e como a oferta de créditos aumenta é natural que também aumente o tamanho da alavancagem e isso se torna um problema no momento em que a pessoa passa por uma situação adversa.
Outro ponto importante frisar é que há várias formas de endividamentos e para cada necessidade vai ser aconselhado uma forma de endividamento. O custo de cada um dos endividamentos implica na resolução de formas de quitar esses endividamentos. Endividamentos no cartão de crédito ou no cheque especial por exemplo, é perigoso, pois é uma coisa que vai te colocar numa situação muito difícil porque a taxa é muito alta, e é uma das taxas mais altas do mercado. Você pega dinheiro no cheque especial e diz que no mês que vem você vai pagar (mês que vem, você zera esse cheque especial), só que chega o mês que vem e você não consegue pagar, aí o que, que acontece? O tamanho de sua alavancagem aumenta, porque o custo é muito alto. Então isso é uma coisa que tem que prestar bastante a atenção, não conseguiu pagar no primeiro mês, já recorre à uma outra forma. Se possível trocar por uma dívida mais barata para poder conseguir pagar.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

DIAGNÓSTICO MOSTRA REDUÇÃO DO USO DE CHEQUES E AUMENTO DE PAGAMENTOS PELA INTERNET

Esses dados fazem parte do Adendo estatístico - 2009, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, 5/7, contendo a atualização das estatísticas apresentadas no Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil

Os brasileiros estão deixando de utilizar o cheque como meio de pagamento e optando cada vez mais pelos meios eletrônicos. Em 2009, a Internet passou a ser o canal de atendimento bancário mais utilizado, por onde foram iniciadas 31% das transações bancárias, ultrapassando os terminais de auto-atendimento (ATM). Já em relação aos cheques, continua a tendência de redução da sua utilização, principalmente daqueles de menor valor unitário, que têm sido substituídos pelos cartões de pagamento. Em 2009, em comparação com 2008, a quantidade de cheques emitidos apresentou redução de 8,2%, o que fez com que a participação desse instrumento na quantidade total dos pagamentos de varejo sem o uso do dinheiro fosse reduzida para 9,8%, ante 13,9% em 2008. Houve também uma desaceleração no crescimento da quantidade de cartões de crédito e de débito em circulação, mas ainda há espaço para aumento no uso desse instrumento de pagamento.
Esses dados fazem parte do Adendo estatístico - 2009, divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira, 5/7, contendo a atualização das estatísticas apresentadas no "Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil". As principais fontes de informação para a composição do diagnóstico são o próprio BC, bancos, câmaras e prestadores de serviços de compensação e de liquidação, proprietários de bandeiras, emissores e credenciadores de cartões de pagamento, Bank for International Settlements (BIS) e Banco Central Europeu (BCE).

quarta-feira, 9 de junho de 2010

COMO SAIR DO CHEQUE ESPECIAL?

Texto de: Gustavo Cerbasi

Um dos piores hábitos dos brasileiros em relação a seu bolso é a facilidade de uso do cheque especial. São raros aqueles que nunca caíram nessa armadilha.Todos sabem que os juros são altos, mas aparentemente a encrenca é inevitável. O dinheiro acaba mas o mês ainda sobra... E a consequência é que parte do orçamento do mês seguinte já estará comprometida com a cobertura da conta e com o pagamento dos juros. Isso encurta as verbas e causa o problema novamente no mês seguinte, parece que não acabará nunca.Os motivos para tamanho problema são dois: simplicidade e ignorância. Simplicidade porque nenhum outro serviço financeiro é tão simples de ser contratado: basta faltar dinheiro na conta que você já o está usando, e pagando BEM pelo serviço. O outro motivo, ignorância, deve-se ao fato de ninguém nos ensinar a lidar bem com nosso dinheiro.
A inflação do passado, além de nos castigar, nos pregou uma peça. Antes do Plano Real, o brasileiro sabia que não podia bobear com seu salário, pois os preços subiam de um dia para outro. O sucesso significava correr ao mercado para comprar muitas coisas. Aprendemos, com isso, a fazer a COMPRA DO MÊS, comprar mais do que precisamos, fazer estoque...Hoje isso não faz mais sentido, mas foi assim que aprendemos a fazer compras. Duvida?Quando você estiver com as contas no vermelho, faça um pequeno teste: abra as portas da despensa da cozinha e veja quantos produtos estão lá parados, antes de serem consumidos... Muitos reais faltando no banco, e a maior parte do dinheiro que falta está lá, na prateleira de casa!E o tanque de gasolina do carro? Provavelmente estará cheio! E o guarda-roupas? Provavelmente com muitas roupas ainda não usadas! Claro, compradas em promoção – mas que estão custando mais caro em razão dos juros do cheque especial.O mesmo vale para presentes comprados antes da hora, livros não lidos, DVDs não assistidos, e muito mais.O hábito do brasileiro de deixar para a última hora não é tão ruim assim, se for para preservar as finanças da família. Se o mês não acabou mas o dinheiro está no fim, compre apenas o necessário!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

OBRIGATORIEDADE DE 5% DE DESCONTO NAS COMPRAS À VISTA

A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou no dia 14 de maio o Projeto de Lei 2556/07, do Senado, que proíbe a venda a prazo pelo mesmo valor do preço à vista. A proposta também considera abusiva a recusa da concessão de desconto sobre os juros, caso o consumidor queira antecipar uma ou mais parcelas de produtos financiados.Pelo projeto, o consumidor que optar por pagar à vista tem direito a um desconto. Essa iniciativa impactará os estabelecimentos comerciais que não oferecem desconto para pagamento à vista, e dão a informação de que o preço à vista pode ser pago em várias parcelas.Segundo o deputado e relator do projeto, Vital do Rego Filho (PMDB-RN), a maioria dos consumidores limita-se a verificar se o valor da prestação está adequado ao seu orçamento mensal. “Dessa forma, o cliente adquire um bem ou serviço por um suposto preço à vista que esconde um custo de financiamento. Isso trará enormes benefícios ao consumidor brasileiro, especialmente para as camadas menos favorecidas da população, por acabar com esses abusos”, acrescentou.TramitaçãoO projeto, que tramita em caráter conclusivo. Para virar lei, basta que asse também pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.



NOTA:

Câmara aprova projeto que obriga desconto em venda à vista.

Extraído de: Câmara dos Deputados 05 de Dezembro de 2008A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou na quinta-feira (4) o Projeto de Lei 2556/07, do Senado, que proíbe os fornecedores de produtos ou serviços de fixar o preço à vista igual ao preço a prazo.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, volta para o Senado, por ter sido alterado pela Câmara.O projeto também obriga os fornecedores de produtos ou serviços a dar desconto sobre os juros incorporados às parcelas de pagamento a prazo, na hipótese em que o consumidor se disponha a antecipar uma ou mais dessas parcelas. A proposta altera o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90).

Segundo o autor do projeto, senador Antonio Carlos Valadares (PSDB-SE), ao comprar o bem ou serviço desejado, o consumidor assume o pagamento de juros a uma taxa em geral desconhecida, e sobre a qual não lhe é dada oportunidade de refletir. "Esse procedimento tem a mesma natureza das práticas abusivas previstas no Código de Defesa do Consumidor", afirmou.O relator, deputado Leonardo Picciani (PMDB-RJ), acolheu emenda aprovada anteriormente pela Comissão de Defesa do Consumidor que proíbe a cobrança de taxa de antecipação, a qualquer título, em compras a prazo.A CCJ analisou a proposta apenas quanto aos seus aspectos de admissibilidade, ou seja, se estava de acordo com a Constituição e com as normas gerais do Direito.

LEI Nº 8.869 CAPÍTULO II DOS PREÇOS E DA SUA AFIXAÇÃO SEÇÃO I DOS PREÇOS

Art. 3º - Os estabelecimentos que comercializem bens e os prestadores de serviços quando efetuarem vendas para pagamento a prazo, através dos sistemas parcelado ou rotativo (cartão de crédito próprio), diretamente ou através de instituições financeiras (pactuadas dentro do próprio estabelecimento), deverão manter à disposição dos consumidores e da Fiscalização, em lugar visível e de fácil leitura, nos locais de atendimento, a indicação dos seguintes dados: a) preços à vista, do bem ou do serviço, em moeda corrente nacional, na forma desta Portaria; b) taxa de juros ao mês calculada sobre o valor financiado, quando pré-fixada; c) taxa de juros ao mês, que será acrescida ao índice pactuado, quando pós-fixada; d) multas decorrentes de mora; Parágrafo único - Para efeito do disposto nas alíneas "b", "c" e "d", na base de cálculo da incidência dos juros e da multa de mora, será considerado como preço de partida o preço à vista.

Art. 4º - Nas operações efetuadas através de cartão de crédito de terceiros, fica assegurado, para o pagamento, o preço à vista.

Art. 5º - Para efeito dos artigos 3º e 4º, considera-se preço à vista o preço líquido, após os descontos concedidos.

Art. 6º - No caso de exposição de um mesmo bem ou serviço por preços diferentes, no mesmo estabelecimento, na condição à vista, prevalecerá, na concretização da transação, o menor dos preços.

terça-feira, 4 de maio de 2010

TER CRÉDITO FAZ BEM

Nada é mais importante em sua vida financeira do que seu crédito. Graças a ele, vivemos em lares melhores do que os que construiríamos com nosso próprio suor, pois podemos comprá-los de empresas que usam capital e tecnologias caras para construí-los. Também é graças ao crédito que podemos nos mudar para dentro desses lares ainda jovens e contar com os mesmos itens de conforto de que nossos pais desfrutam. Numa visão mais ampla, o crédito nos permite contratar planos de saúde, que por sua vez asseguram que seremos atendidos em caso de emergência, por mais grave que seja. Quanto mais bem avaliado for nosso crédito, mais limites teremos no cheque especial e no cartão de crédito, mais baratos serão nossos juros, menos tarifas pagaremos, mais mimos receberemos de nossos bancos e prestadores de serviços financeiros. Seu banco nunca lhe mandou presentes?? Então, você tem um longo trabalho a fazer por você mesmo. O conceito é simples. Basicamente, você deve fazer as instituições financeiras acreditarem que você tem sua vida financeira tão equilibrada que eles pouco terão a melhorá-la com os serviços ou produtos que se esforçam para vender. Instituições financeiras lucram em cima das dificuldades de seus clientes, mas clientes com problemas lhes consomem recursos e dão trabalho para serem administrados.Os melhores clientes dos bancos são os que menos precisam de seus serviços, pois são os que possuem comportamento mais previsível. Investem regularmente, só assumem financiamentos que conseguem pagar com o pé nas costas, não usam o limite do cheque especial e gastam todos os meses no cartão de crédito valores elevados e que oscilam pouco. Os bancos não precisam dedicar horas de um gerente para convencer bons clientes a contratarem produtos lucrativos para a instituição, pois esses clientes naturalmente têm a iniciativa de contratar o que lhes prouver.Seu desafio é convencer seu banco de que você é um bom cliente ou, se não for ainda, que está no caminho certo para se tornar um excelente cliente em poucos anos. Cuide melhor, portanto, de seu crédito.
Texto de: Gustavo Cerbasi

quinta-feira, 11 de março de 2010

PRODUTOS QUE OFERECEM BRINDES (PRÊMIOS) E VANTAGENS NEM SEMPRE SÃO O QUE PARECEM

Faça o seu Seguro de Vida e ganhe prêmios, invista no Fundo de Renda Fixa Tal e concorra à prêmios toda semana pela a loteria federal. Isso faz lembrar aqueles produtos dos supermercados que ainda hoje oferecem brinquedos embalado junto a um produto de marca desconhecida ou então aquele produto anunciado longamente na televisão que vende um jogo de facas que aparentemente faz milagres, mas que vem junto com uma penca de brindes por um preço que faria os camelos ficarem de boca aberta. Na hora de investir ou de escolher um produto financeiro, é melhor optar por produtos que não venham com brindes, produtos claros e simples, porque fica muito mais fácil comparar com os concorrentes, já os produtos que são complexos, cheio de novidades, eles são desenhados exatamente para dificultara comparação com os seus pares e com seus concorrentes e são feitos para confundir a cabeça do consumidor também e quase sempre esses produtos exoticos garantem boa margem de lucro pra quem esta vendendo e não para quem esta comprando. Pelo fato de que produtos que vem com brindes e prêmios criam uma ilusão e só dá lucro para quem esta vendendo. Pois, decisões em finanças, são importantes demais, para que a gente não caía nesse jogo de ilusões.

domingo, 7 de março de 2010

FLUTUAÇÕES ECONÔMICAS

Há basicamente 4 fases no Ciclo Econômico que geram "Flutuações Econômicas", como:

  • PROSPERIDADE
  • RECESSÃO
  • DEPRESSÃO
  • RECUPERAÇÃO

Muitas vezes as 4 fases do Ciclo Econômico recebem denominações diferentes, como por exemplo:

  • EXPANSÃO: Prosperidade
  • CRISE: Recessão (Retração da Economia)
  • CONTRAÇÃO: Depressão
  • REAÇÃO: Recuperação (Restabelecimento da Atividade Econômica)

O Ciclo Econômico é na realidade a sucessão de períodos de declínio e de elevação que atravessam o Sistema Econômico.

sexta-feira, 5 de março de 2010

O VALOR DO DINHEIRO

Há praticamente 3 razões mais importantes, pelas quais o valor do dinheiro decresce progressivamente no longo do tempo, são elas:

  • INFLAÇÃO
  • RISCO
  • PREFERÊNCIA PELA LIQUIDEZ (Manter o Dinheiro em Caixa)

OBS. Os produtos e serviços tem preços sobre eles, porque há escassez; escassez determina que se coloque um preço em tudo. Caso contrário, não haveria preço sobre os produtos e serviços, essa é a lógica da Economia.

quarta-feira, 3 de março de 2010

CURIOSIDADE: ELIMINAR O USO DE CHEQUE DE PAPEL NA INGLATERRA

A Inglaterra e os bancos da Inglaterra estão com um projeto aí de acabar com o uso de talões de cheques, abolir o uso de cheques e isso tem um prazo pra daqui 3 à 4 anos, mas a idéia é eliminar o talão de cheques de papel; tanto que o cheque descontrola muito facilmente o orçamento, ao contrário do cartão que tem um limite. Cheques vão se endossando vai passando na mão de um de outro e até que você não sabe onde é que vai parar. É uma situação complicada, daí.

terça-feira, 2 de março de 2010

CONCESSÕES DE CRÉDITOS

Conceder créditos é equivalente a conceder confiança. Confiar em alguém que ela terá subsídios para arcar com o que ela tomou como empréstimo. É uma coisa boa para que precisa e pode ser melhor ainda quando influenciado pelo capitalismo que devido à atrasos há meios de compensação como os juros.
VARIÁVEIS PARA CONCESSÃO DE CRÉDITO
  • CARÁTER: Indoneidade no mercado de créditos;
  • CAPACIDADE: Habilidade em converter investimentos em receita;
  • CONDIÇÕES: Impacto de fatores externos sob a fonte geradora de receita;
  • CAPITAL: Situação financeira
  • COLATERAL: Situação patrimonial;
  • CONGLOMERADO: Empréstimo à pessoa jurídica e pessoas físicas.

O VALOR DA CONFIANÇA
RETORNA SOBRE INFLUÊNCIA

ALAVANCAS PARA CONCESSÃO DE CRÉDITO
  • CADASTRO: Identificação, pontualidade, existência de restrições, experiência de negócios, atuação na praça.
  • EXISTÊNCIA DE RESTRIÇÕES: Ações jurídicas e de penhora, emissão de cheques sem fundos, atraso de pagamento de impostos, ação executiva, situação irregular no comércio exterior e situação irregualar do CNPJ/CPF.
FONTES DE INFORMAÇÕES:

  • Cartórios;
  • Entidade conveniadas como: Serasa, Equifax;
  • Bacen (Pelo Sisbacen)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

AGENTES MACROECONÔMICOS


Existem 3 agentes na ECONOMIA:


-Governos;
-Famílias;
-Empresas.


Os consumidores oferecem mão-de-obra para as empresas. E por sua vez, numa sociedade onde prevalece a Economia de mercado, o governo que controla a Economia. E a Economia paga salários para os trabalhadores e lucro para as empresas.


Retenção de dinheiro quebra a Economia. Mais consumo, expande a Economia. Isso é onde entra a MACROECONOMIA, que cria dois mercados:


  • Consumo;

  • Trabalho.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

O GOVERNO DEVERIA REDUZIR IMPOSTOS SOBRE OS INVESTIMENTOS E NÃO SOBRE OS CONSUMOS



A Carga Tributária no Brasil é muito elevada, disso todos nós sabemos. Um país como o Brasil em que pessoas físicas e pessoas jurídicas (as pessoas e as empresas) pagam muito impostos é uma coisa. Salário em redução de impostos é uma coisa boa. Pagar menos impostos é sempre uma coisa positiva para o consumidor. Impostos sobre folha de pagamento, sobre salários por exemplo e depois o governo escolhe aqueles setores que irão pagar menos impostos. Mas quando se olha o conjunto da economia e da política econômica a coisa não é tão simples assim. Todo mundo paga alto os impostos, menos os setores especificos em que o governo escolhe que vai pagar menos impostos. E isso provoca diversas distorções e ineficiência na economia (em diversos setores da economia). Pagar menos impostos é uma coisa boa. Pagar menos impostos é uma coisa positiva (significa produtos e serviços mais baratos). Uma carga tributária muito alta.
Uma redução geral de impostos pra todo mundo, beneficíaria todos os consumidores, todos os pagadores de impostos. O governo tem procurado reduzir mais impostos sobre consumo. Seria interessante o governo reduzir impostos sobre investimentos. Estimular mais a parte dos investimentos. Temos então, uma política econômica que é mais política do que a própria econômia em si.

REGRAS BÁSICAS PARA O BOM USO DO CARTÃO DE CRÉDITO

Cartões de Crédito são simples e convenientes e uma ótima forma de pagar despesas por um prazo maior, cartões de créditos são uma necessidade para quem viaja muito, principalmente para o exterior. Eles nos dão segurança, no caso de uma emergência. Mais tudo que é muito bom também tem o lado ruim. Os juros que vão ser pago saldo que não foi pago no vencimento da faturo, são os maiores do mercado, variam entre: 8% e 15% ao mês. E portanto para evitar efeitos colaterais no cartão de crédito, basta siguir tais procedimentos:

1) Sempre pague o total da fatura do seu cartão na data do vencimento. (regra de ouro)

2) Faça compra de iténs mais caros, logo após a data de vencimento do seu cartão de crédito. ( você pode ganhar aí uns 30 dias de prazo sem juros)

3) Evite sacar dinheiro com o cartão de crédito. (porque os juros são muito altos)

4) Se percebe que gasta muito no cartão de crédito compulsivamente. (procure deixar o cartão de crédito em casa, é a melhor maneira para evitar compras por impulso)