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domingo, 26 de dezembro de 2010

CRESCE DESIGUALDADE ENTRE SALÁRIOS PÚBLICOS E PRIVADOS

Os mesmos dados que mostram a queda do desemprego e o aumento da renda ao longo do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva também apontam, ao serem decompostos, o aumento da desigualdade entre o emprego público e o trabalho no setor privado.

Segundo levantamento feito a partir das pesquisas mensais de emprego do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os rendimentos médios dos servidores públicos federais, estaduais e municipais, que já eram superiores, cresceram ainda mais que os da iniciativa privada nos últimos oito anos.

As diferenças começaram a se acentuar em 2006, ano em que a administração petista lançou o primeiro de dois pacotes de reajustes salariais generalizados para os funcionários do Poder Executivo. Governadores e prefeitos também aproveitaram os ganhos de receita para beneficiar o funcionalismo.

Em valores corrigidos pela inflação, o rendimento médio mensal no setor privado, incluindo assalariados, autônomos e empregadores, era de R$ 1.173 em dezembro de 2002, às vésperas do início do governo Lula. De lá para cá, um aumento de 13% levou o valor a R$ 1.323 em novembro passado, pela pesquisa feita nas seis principais regiões metropolitanas São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre e Recife.

No mesmo período, a renda no serviço público, formada basicamente por salários, teve expansão de 31% acima da inflação, passando de R$ 1.909 para R$ 2.494.


FONTE: Site Uol

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

NÃO QUER GASTAR? ENTÃO ANDE COM NOTAS DE 100 REAIS NO BOLSO!

Em tempos de crise, o melhor a fazer é andar sempre com notas de cem reais na carteira. De acordo com uma pesquisa publicada no Journal of Consumer Research, as pessoas têm mais dificuldade de gastar uma nota de cem reais do que cinco notas de vinte. Segundo os pesquisadores, a explicação para isso é que tendemos a isolar os valores na nossa cabeça. Então é mais fácil gastar cem reais quando eles estão em notas menores. Outro receio dos gastadores é que, se eles torrarem os cem, mesmo que seja pra comprar um sorvete, o resto do dinheiro vai embora facilmente. O que é bem verdade (principalmente no meu caso). Os cientistas fizeram um experimento com 89 estudantes, dando a metade deles uma nota de um dólar e ao resto quatro moedas de 25 centavos. Eles poderiam guardar o dinheiro ou gastá-lo com doces. A parte que recebeu as moedas gastou mais, enquanto os que ficaram com as notas e as gastaram, compraram itens mais valiosos. Você sofre desse mal também?

sábado, 18 de dezembro de 2010

CIDADES EMERGENTES BRASILEIRAS MELHORAM APÓS A CRISE

As principais cidades brasileiras e metrópoles de países emergentes melhoraram sua colocação no ranking de dinamismo econômico após a crise mundial, de acordo com pesquisa da London School of Economics.

O estudo Global Metro Monitor mede a performance econômica de 150 regiões metropolitanas pelo mundo nos anos de 2009 e 2010, utilizando indicadores de renda e geração de emprego. Foi a terceira edição do estudo, que também foi feito no período pré-crise (1993 a 2007) e durante a crise (2007 a 2010).

O Rio de Janeiro é a cidade brasileira mais bem colocada na lista, ocupando o 10º lugar. Em seguida estão Belo Horizonte (22º), São Paulo (25º) e Brasília (32º). Istambul ocupa o topo do ranking.

"A análise mostra que muitas metrópoles de América Latina e Ásia se recuperaram completamente da crise, ao contrário da Europa e dos EUA", explica um dos autores do estudo, Alan Berube.

Em relação a edições anteriores, as cidades brasileiras apresentaram significativa melhora. No período pré-crise, o Rio ocupava apenas a 100ª colocação, Belo Horizonte, a 42ª, São Paulo, a 70ª, e Brasília, a 95ª.


FORA DO CENTRO

Das 30 cidades mais bem colocadas do último ranking, 29 não estão nos EUA nem na Europa. Austin é a exceção.

"O crescimento rápido das metrópoles nos mercados emergentes desafia as outras metrópoles a procurar modelos mais produtivos de crescimento econômico em substituição àqueles que precederam a crise", diz Berube.

"Esses modelos devem incluir a expansão das exportações para abastecer a crescente demanda dos emergentes por bens e serviços de alto valor", completa.

Além da força dos emergentes na recuperação econômica pós-crise, o estudo também conclui que a economia global é dependente das metrópoles. Apesar de as 150 regiões analisadas terem apenas 12% da população mundial, concentram cerca de 46% do PIB global.

O estudo ainda mostra que a performance econômica das metrópoles está altamente atrelada à performance das economias nacionais. Assim, as políticas fiscal, monetária e de comércio tornam-se fundamentais na maior exposição ou proteção das grandes cidades a crises.


FONTE: GUILHERME CHAMMAS - Uol
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O SÍMBOLO DA ADMINISTRAÇÃO

O Conselho Federal de Administração promoveu em 1979 um concurso nacional para a escolha de um símbolo que o representasse. Foram convidados profissionais relacionados às artes gráficas, além dos Presidentes dos Conselhos Regionais do Rio de Janeiro e de São Paulo e do Conselheiro Federal, para compor um corpo de jurados que deveriam julgar e escolher o Símbolo da Profissão.

O concurso recebeu 309 sugestões, vindas de quase todos os estados brasileiros. Estes trabalhos foram analisados e passaram por duas fases de julgamento. A escolha final, dificílima, devido às linguagens gráficas distintas e oriundas das diversas regiões do país, legitimou o símbolo, que representa em todo o territórionacional a profissão do Administrador.

O símbolo escolhido para identificar a profissão tem a seguinte explicação pelos seus autores (grupo de Curitiba, denominado "Oficina de Criação"):
- O quadro como ponto de partida: uma forma básica, pura, onde o processo de tensão de linhas é recíproco. Sendo assim, os limites verticais/horizontais entram em processo recíproco de tensão.
- "Uma justificativa para a profissão, que possui também certos limites em seus objetivos: organizar, dispor para funcionar, reunir, centralizar, orientar, direcionar, coordenar, arbitrar, relatar, planejar, dirigir, encaminhar os diferentes aspectos de uma questão para o objetivo comum".
- "O quadro é regularidade, possui sentido estático quando apoiado em seu lado, e sentido dinâmico quando apoiado em seu vértice (a posição escolhida)".
- "As flechas indicam um caminho, uma meta, a partir de uma premissa, de um princípio de ação (o centro)".
- "As flechas centrais se dirigem para um objetivo comum, baseado na regularidade (...) as laterais, as metas a serem atingidas".

domingo, 19 de setembro de 2010

O QUE AS ESTATÍSTICAS INDICAM SOBRE O BRASIL?

  • As famílias brasileiras encolheram, e sobe a proporção de casais sem filhos.

  • A expectativa de vida em SC e no DF é de 8 anos a mais do que em AL que apresentou o pior desempenho.

  • Aumenta o número de "recasamentos" no país entre 1999 e 2008.

  • O Brasil tem cinco milhões de mulheres a mais do que homens.

  • Cerca de 14% dos idosos tem dificuldade para andar.

  • O RS é o Estado com menor taxa de natalidade, Roraima lidera esse raking.

  • Pretos e Pardos ganham mais, mas a remuneração equivale a apenas 57% da renda dos brancos.

  • Mais de 50% dos óbitos de homens, ocorrem na faixa dos 15 a 29 anos, vitímas de homicídio.

  • O Brasil tem a maior taxa de abandono escolar do Mercosul.

  • Somente metade dos adolescentes entre 15 e 17 anos estão no ensino médio.

  • Mais da metade dos alunos que deveriam estarem no ensino superior, estão atrasados.

  • Programas assistenciais representam 28% da renda dos mais pobres.

  • Desigualdade diminui, mas não favorece os mais pobres.

  • Desigualdade entre a renda das mulheres e dos homens não melhora em 10 anos.

FONTE: Site Uol, IBGE