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domingo, 24 de julho de 2011

CURSOS TÉCNICOS SÃO ÓTIMA OPÇÃO PARA QUEM DESEJA MUDAR DE ÁREA

Para quem esta pensando em começar um curso, agora! Com o objetivo de mudar de área, a sugestão é considerar um curso técnico, mesmo que já tenha um curso superior que não rendeu a carreira esperada. O motivo é numérico, os cursos técnicos vem empregando cerca de 80% dos formando, mesmo sem experiência anterior.
Cada vez mais empresas fecham as portas para pessoas sem qualificação profissional dando preferencia para quem cursos técnicos.
No entanto, muitas pessoa estão optando em fazer cursos técnicos pois a formação é mais rápida. Hoje, existe uma lista de variedades de cursos de cursos técnicos e que até estão disponíveis no site do Ministério da Educação os cursos técnicos regulamentados pelo MEC.
É certo que há um preconceito em relação a esse assunto de formação técnica,pois muitas vezes pessoas com curso técnico conseguem melhores sálarios do que aqueles que acabaram de sair de uma faculdade, ou que tem curso superior. Hoje em dia há muitos cursos técnicos disponíveis no mercado. A conclusão de curso é menor que uma graduação e sai como profissional na área e geralmente ganha o mesmo salário de um graduado.
A melhor maneira de entrar rapidamente no mercado de trabalho é através de curso técnico, pois são cursos profissionalizantes que buscam capacitar pessoas pro concorrido mercado. antes mesmo de conseguir o diploma de técnico já é possivel realizar um estágio, ou seja, é o melhor caminho pra trabalhar rapidamente.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O DIPLOMA UNIVERSITÁRIO JUSTIFICA UM SALÁRIO MAIOR?

Ao contratar alguém com mais escolaridade e um salário maior, embora com menos experiência prática, a empresa esta visando o médio e o longo prazo. Ela esta avaliando até onde o novo funcionário poderá ir e o quanto ele poderá crescer na organização. Se for isso e normalmente é, a diferença salarial de curto prazo, é apenas um passo num processo bem mais longo, do ponto de vista da empresa, vale a pena trazer alguém com potencial e pagar um pouquinho a mais no íncio, porque esse investimento será compensado no futuro.

domingo, 17 de outubro de 2010

ENSINO SUPERIOR: PROFISSÕES DO FUTURO

Eis aqui algumas dicas do Max Gehringer:

1º) Não escolher o curso porque o nome dele é atraente ou diferente. Se não conhece até o momento nenhuma pessoa que se formou naquele curso e nem sabe se esta atuando na área, isso já é um sinal de preocupação. É exatamente nesses cursos em que ocorrem maiores desistências nos dois primeiros anos.

2º) Não escolher um curso porque tem algum amigo que esta fazendo o curso e esta gostando muito, por mais que um curso possa preencher o gosto pessoal e imediato de alguém, o objetivo dele é gerar uma oportunidade de emprego para toda a vida e não 4 anos de satisfação escolar.

3º) Não descartar as possibilidades mais conservadoras, não é porque um curso existe há muitas décadas que ele se tornou antigo ou obsoleto, bons cursos nunca envelhecem, porque o mercado se renova, esse é o caso de engenharia cívil, engenharia de produção, administração e tecnologia da informação, em relação ao número de formandos esses são os cursos que proporcionam mais vagas no mercado de trabalho.

4º) Não existem cursos, que não irão gerar emprego, mais há alguns que irão precisar de algo mais além do diploma, porque já existe uma razoável saturação de profissionais no mercado é o caso para citar alguns de: direito, psicologia, comunicação social e odontologia, quem opta por um desses e outros, precisa ter ou estabelecer contatos com profissionais da área enquanto ainda esta estudando. Esperar para procurar um emprego somente depois de formado, pode vir a causar frustrações, finalmente, quem pesquisar mais, conversar mais, perguntar mais, terá menos chance de se arrepender da escolha que vier a fazer, muitos jovens entram em choque com os pais na hora de escolher o curso e nessa horas os dois lados precisam ter argumentos práticos para poder conversar, para que a discussão não se transforme em uma disputa, para ver quem é o mais teimoso.


MESMO COM O MERCADO SATURADO, É FUNDAMENTAL TER UM CURSO SUPERIOR

Será que vale a pena continuar estudando? Será que não seria melhor mudar de curso ou mudar de faculdade ou mesmo parar de estudar? Afinal, parece que gasta-se dinheiro e não aparece nenhuma oportunidade de emprego boa. A resposta é não. Não vale a pena desistir no meio do caminho. Pois a escolaridade que é a soma de todos os cursos feitos é um investimento para toda a vida profissional, portanto não pode e nem deve ser vista como uma medida de curto prazo, mesmo para aquelas pessoas que estudam ou estudaram uma coisa e estão trabalhando em outra completamente diferente, os cursos feitos e o conhecimento acumulado, serão úteis em algum momento futuro. Para as pessoas que já tomaram a decisão de trancar a matrícula, fica o aviso que a falta de um curso superior, será cada vez mais sentido, na medida em que os anos forem passando. Daqui à 10 anos é provável que 40 de cada 100 brasileiros com mais de 21 anos de idade, tenham algum curso superior, a pouco mais de 20 anos esse índice era de 15 em cada 100. Isso faz com que o curso superior seja um pré-requisito para vagas que não faz muito tempo, poderiam ser preenchidas, apenas com uma formação de nível médio. É verdade que existem muitos profissionais sem curso superior, que estão bem empregados e não sentem falta do diploma. Porém nas empresas em que eles trabalham, é bem provável que esteja sendo exigido dos novos contratados, um curso superior e na pior das hipóteses a dispensa de alguém bem empregado e sem curso superior, faz com que conseguir um emprego com o mesmo salário em outra empresa, será bem complicado, em resumo: "Ter um curso superior, não significa ter emprego certo no curto prazo, mas não ter irá significar uma grande dor de cabeça no longo prazo."

domingo, 26 de setembro de 2010

NÃO EXISTE EMPREGO PERFEITO, NEM EMPRESAS QUE SÓ TENHAM DEFEITOS

O primeiro emprego sempre deixa saudades, por ser uma experiência nova. Os primeiros chefes pareciam ter uma dimensão humana e profissional, muito maior do que realmente tinham; aos poucos na medida em que o tempo passa e carreira avança, vamos descobrindo que não existe um emprego perfeito e nem uma empresa perfeita, mas também aprendemos que não existe empresas que só tem defeitos e que só contratam pessoas ruins.
"O que nos faz continuar progredindo é a nossa capacidade de adaptação ao momento em que vivemos e não a busca pelo momento que imaginamos ter vivido."

O MELHOR EMPREGO DO MUNDO


A IMPORTÂNCIA DO CURSO SUPERIOR

Pessoas entre 20 e 25 anos dizem que não fizeram curso superior e se sentem meio incomodados com isso, embora estejam trabalhando e não corram riscos imediatos de perder o emprego.
Há riscos em tomar uma decisão absoluta como parâmetro para uma decisão.
Para quem não tem curso superior, caso o emprego atual seja perdido, a possibilidade de encontrar outro emprego igual equivalente, ficará cada vez mais remota, na medida em que o tempo passa e as faculdades despejam mais de meio milhão de jovens por ano no mercado de trabalho.
Qualquer sacrifício é válido para não ficar para trás em termos de exigências curriculares. O diploma do curso superior é como uma guarda-chuva, a melhor hora para nos darmos conta de que vamos precisar de uma é quando o tempo esta bom e firme.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

AS RELAÇÕES ENTRE JOGOS E INVESTIMENTOS

Esse é um estudo realizado e divulgado no jornal de finanças comportamentais, realizados por pesquisadores da Universidade de Oklahoma nos Estados Unidos e tem dados muito interessantes de semelhanças e características de cada perfil entre jogadores e investidores e tenta achar as diferenças de cada uma desses perfis. Investigou até que pontos os jogadores partilham da mesmas características dos investidores em ações. O que demonstrou que os dois tem muitas coisas em comum segundo esse estudo.
A principal delas: [os dois grupos estão colocando dinheiro em risco]. O interesse do público tanto em jogos, como pelas ações tem aumentado nos últimos anos. Segundo o estudo 49% das famílias americanos possuem investimentos em ações, sendo que nos anos 90 era 40%. E a indústria do jogo também esta experimentando um crescimento, cerca de 60% dos adultos americanos, jogam pelo menos 1x por ano; com excessão dos Estados do Hawaii e Utah, todo estado americano tem jogo legalizado.
Um resultado interessante é que a receita estimado em jogos nos Estados Unidos, jogos legalizados é de US$ 73 bilhões, que cerca de US$ 30 bilhões de dólares a mais do que os gastos dos americanos com outros enterterimento como: cinema, música, parque temático.
Um dos pontos colocados nesta pesquisa é que [o jogo depende mais de sorte do que de análise] e outro ponto [você tem mais chance de perder tudo no jogo, do que no investimento em ações] e o terceiro ponto [quando você acerta numa aposta, você tem um retorno excessivo e muito alto] quer dizer você demora muito pra acertar, mais também quando acerta vem um bolada cheia, é o caso da lotéria ou mesmo nos cassinos, pois a tendência sempre é que você tende a perder do que ganhar, mais quando você acerta, você ganha um dinheirão. E investimentos em ações é ao contrário, a expectativa é que no longo prazo você ganhe, mais tem um porém, esse ganho não é tão proporcional como acontece com o jogo. O problema é que essas definições pressupõe investidores racionais e disciplinados.
O resultado de uma pesquisa fazendo uma correlação entre jogos e investimentos surtiu numa correlação analítica.
Resultados imediatos tem uma correlação positiva com jogador e negativa com investidor. O que isso quer dizer? O jogador esta atrás do retorno rápido, daquele retorno imediato e o investidor não, ele esta enxergando em longo prazo, ele é mais racional.
E estabilidade emocional tem correlação positiva com o jogador e negativa com o investidor, quer dizer, o jogador é mais instável emocionalmente.
A impulsividade tem tem uma correlação forte com o jogador, os jogadores são mais impulsivos e os investidores não chegam a serem impulsivos.

sábado, 14 de agosto de 2010

MODALIDADE: CURSOS TÉCNICOS

“O curso técnico é todo e qualquer tema especializado que a pessoa estuda como forma de complementação, aperfeiçoamento ou especialização. Pode ser feito em qualquer idade”, explica o conselheiro de carreira José Augusto Narelli. “Muitas pessoas hoje estão perdendo seus cargos porque sua ocupação deixou de existir ou o seu trabalho foi substituído por outras formas. Essas pessoas precisam se qualificar para continuar trabalhando em outro lugar”.

O curso técnico foi a solução encontrada por Marcos Antônio, de Recife. Ele nunca teve carteira assinada e, enquanto enfrentava as dificuldades em busca de um emprego formal, investia em cursos técnicos. Ele fez 15 cursos na área de informática – e, graças a esses cursos, pode fazer manutenção de computadores.

Em dois anos, Marcos se tornou dono de uma lan house. “Os cursos me permitiram abrir e manter o meu próprio negócio”, conta. “Com o curso técnico nós podemos tirar uma renda e nos qualificar melhor na área que escolhemos”.


É claro que uma faculdade é sempre muito bem-vinda nos currículos, mas para quem ainda não tem condições de pagar por um curso superior, os cursos técnicos podem ser uma boa opção. “Existe mercado de trabalho para o nível técnico, porque as organizações não precisam só de gestores, mas também de especialistas, supervisores e executores de tarefa”, garante Narelli.

O índice de empregabilidade de quem sai das escolas técnicas estaduais, as Etecs, aumentou. Uma pesquisa realizada em 2007 com ex-alunos revela que 77% deles estão empregados. De acordo o Ministério da Educação, praticamente 100% dos jovens que se formam nas escolas técnicas federais terminam o curso empregados.

Em Cuiabá, o crescimento do setor de construção civil tem garantido muitas vagas para quem se forma na escola técnica federal da cidade. De 2006 para 2007, o crescimento foi de 10% em Mato Grosso, garantindo empregos até mesmo para quem ainda não terminou o curso técnico.


Uma escola de Cuiabá que oferece dez cursos profissionalizantes vive essa situação. Numa das turmas do curso de Controle Tecnológico de Obras, todos os alunos já estão trabalhando na área.


A duração dos cursos técnicos varia de três meses a dois anos, e é bom ter atenção na hora de escolher a escola. A primeira dica é visitar o estabelecimento; converse com o diretor, com os alunos e com quem já acabou o curso, para saber como foi a formação. Outra dica: duvide de muitas facilidades; tudo que é sério requer esforço.


“Hoje, há uma pressão social e mercadológica muito forte para todo mundo fazer curso universitário, ignorando o valor e o espaço do curso técnico. O que acaba acontecendo é que as pessoas adquirem cursos de nível superior de baixa qualificação e frustram os seus sonhos, porque vão trabalhar em atividades menores – que o curso técnico supriria perfeitamente”, acredita o consultor Narelli.


Para quem está no início de carreira, o curso técnico pode ser uma boa oportunidade para antecipar a profissionalização e ingressar no mercado de trabalho. Para quem já se formou, uma especialização nunca é demais.


FONTE: G1.com