BARRA DE PESQUISA

Mostrando postagens com marcador Ensino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ensino. Mostrar todas as postagens

domingo, 17 de outubro de 2010

ENSINO SUPERIOR: PROFISSÕES DO FUTURO

Eis aqui algumas dicas do Max Gehringer:

1º) Não escolher o curso porque o nome dele é atraente ou diferente. Se não conhece até o momento nenhuma pessoa que se formou naquele curso e nem sabe se esta atuando na área, isso já é um sinal de preocupação. É exatamente nesses cursos em que ocorrem maiores desistências nos dois primeiros anos.

2º) Não escolher um curso porque tem algum amigo que esta fazendo o curso e esta gostando muito, por mais que um curso possa preencher o gosto pessoal e imediato de alguém, o objetivo dele é gerar uma oportunidade de emprego para toda a vida e não 4 anos de satisfação escolar.

3º) Não descartar as possibilidades mais conservadoras, não é porque um curso existe há muitas décadas que ele se tornou antigo ou obsoleto, bons cursos nunca envelhecem, porque o mercado se renova, esse é o caso de engenharia cívil, engenharia de produção, administração e tecnologia da informação, em relação ao número de formandos esses são os cursos que proporcionam mais vagas no mercado de trabalho.

4º) Não existem cursos, que não irão gerar emprego, mais há alguns que irão precisar de algo mais além do diploma, porque já existe uma razoável saturação de profissionais no mercado é o caso para citar alguns de: direito, psicologia, comunicação social e odontologia, quem opta por um desses e outros, precisa ter ou estabelecer contatos com profissionais da área enquanto ainda esta estudando. Esperar para procurar um emprego somente depois de formado, pode vir a causar frustrações, finalmente, quem pesquisar mais, conversar mais, perguntar mais, terá menos chance de se arrepender da escolha que vier a fazer, muitos jovens entram em choque com os pais na hora de escolher o curso e nessa horas os dois lados precisam ter argumentos práticos para poder conversar, para que a discussão não se transforme em uma disputa, para ver quem é o mais teimoso.


sábado, 14 de agosto de 2010

MODALIDADE: CURSOS TÉCNICOS

“O curso técnico é todo e qualquer tema especializado que a pessoa estuda como forma de complementação, aperfeiçoamento ou especialização. Pode ser feito em qualquer idade”, explica o conselheiro de carreira José Augusto Narelli. “Muitas pessoas hoje estão perdendo seus cargos porque sua ocupação deixou de existir ou o seu trabalho foi substituído por outras formas. Essas pessoas precisam se qualificar para continuar trabalhando em outro lugar”.

O curso técnico foi a solução encontrada por Marcos Antônio, de Recife. Ele nunca teve carteira assinada e, enquanto enfrentava as dificuldades em busca de um emprego formal, investia em cursos técnicos. Ele fez 15 cursos na área de informática – e, graças a esses cursos, pode fazer manutenção de computadores.

Em dois anos, Marcos se tornou dono de uma lan house. “Os cursos me permitiram abrir e manter o meu próprio negócio”, conta. “Com o curso técnico nós podemos tirar uma renda e nos qualificar melhor na área que escolhemos”.


É claro que uma faculdade é sempre muito bem-vinda nos currículos, mas para quem ainda não tem condições de pagar por um curso superior, os cursos técnicos podem ser uma boa opção. “Existe mercado de trabalho para o nível técnico, porque as organizações não precisam só de gestores, mas também de especialistas, supervisores e executores de tarefa”, garante Narelli.

O índice de empregabilidade de quem sai das escolas técnicas estaduais, as Etecs, aumentou. Uma pesquisa realizada em 2007 com ex-alunos revela que 77% deles estão empregados. De acordo o Ministério da Educação, praticamente 100% dos jovens que se formam nas escolas técnicas federais terminam o curso empregados.

Em Cuiabá, o crescimento do setor de construção civil tem garantido muitas vagas para quem se forma na escola técnica federal da cidade. De 2006 para 2007, o crescimento foi de 10% em Mato Grosso, garantindo empregos até mesmo para quem ainda não terminou o curso técnico.


Uma escola de Cuiabá que oferece dez cursos profissionalizantes vive essa situação. Numa das turmas do curso de Controle Tecnológico de Obras, todos os alunos já estão trabalhando na área.


A duração dos cursos técnicos varia de três meses a dois anos, e é bom ter atenção na hora de escolher a escola. A primeira dica é visitar o estabelecimento; converse com o diretor, com os alunos e com quem já acabou o curso, para saber como foi a formação. Outra dica: duvide de muitas facilidades; tudo que é sério requer esforço.


“Hoje, há uma pressão social e mercadológica muito forte para todo mundo fazer curso universitário, ignorando o valor e o espaço do curso técnico. O que acaba acontecendo é que as pessoas adquirem cursos de nível superior de baixa qualificação e frustram os seus sonhos, porque vão trabalhar em atividades menores – que o curso técnico supriria perfeitamente”, acredita o consultor Narelli.


Para quem está no início de carreira, o curso técnico pode ser uma boa oportunidade para antecipar a profissionalização e ingressar no mercado de trabalho. Para quem já se formou, uma especialização nunca é demais.


FONTE: G1.com

segunda-feira, 24 de maio de 2010

QUANDO O DIPLOMA PARECE SER UM ENTRAVE

Pelo menos metade dos formandos, acabam não trabalhando diretamente na aréa em que se formou. Para o mercado de trabalho a formação acadêmica é mais um passaporte do que uma prisão. Quando um jovem decide que curso superior irá fazer, ele ainda não sabe ao certo em que direção a sua carreira irá seguir. O caso mais exemplar é a dos bachareis em Direito, que de cada 10 que se forma, 8 não trabalham como advogados, mas nem por isso a gente vê uma multidão de bachareis em Direito desesparado em busca de um emprego; pois os formandos simplesmente vão trabalhar nos setores administrativos ou comerciais das empresas, que não veem o diploma de bacharel como um empecilho, claro que naturalmente há excessões, por exemplo: será relativamente difícil conseguir uma vaga de secretária com um diploma de Enfermagem.
Porém, ficar espalhando currículos não é a maneira mais eficiente de conseguir uma vaga, na maioria dos casos quem se forma em uma aréa e trabalha em outra aréa, consegue um emprego através de uma indicação e depois de empregado, a pessoa passa a fazer cursos especifícos compatíveis com a função que executão, para poderem equilibrar o currículo.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

A VÁLIDADE DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO À DISTÂNCIA

A situação dos cursos à distância é que não é que os cursos à distância sejam bem aceitos, é que eles são menos aceitos de que os outros cursos. Vamos supor que se três cândidos há uma vaga numa determinada empresa empatarem em todas as situações dos testes aplicados, e um deles tiver concluido um curso de bacharelado de quatros anos, o outro, um curso tecnólogico de dois anos e o terceiro um curso de ensino à distância, esse será o que terá menos chances de ser contratado.
Isso não quer dizer que os cursos à distância sejam ruíns ou menos eficazes, até pelo contrário, porque quem se dispõe a estudar sozinho em casa, precisa ter muito mais determinação para estudar, do que alguém que faz parte de um grupo de alunos numa faculdade.
Eu me arriscaria à dizer que daqui à 10 ou 15 anos, os cursos à distância terão um estatus diferente e muito maior do que tem hoje. O avanço tecnológico irá permitir que uma pessoa do continente da América do Sul, estuma numa renomada Universidade do continente Europeu, da América do Sul através do curso à distância. Mas, depois é depois e agora é agora.
O curso à distância apesar de ser recente há o seu lado prático e a comodidade que o ensino à distância oferece. Há também a possibilidade de fazer o cursos à distância para se aperfeiçoar os conhecimentos, sem se preocupar com um impacto imediato que o diploma irá ter no mercado de trabalho. Dessa o curso à distância seria encarado como um curso de Pós-Graduação e não como um substituto para a obtenção de diploma para cursos presenciais e isso vale para profissionais de quaisquer idades, inclusive os antigos que se formaram à 10 anos ou mais que isso, e não reciclaram mais seus conhecimentos após formados.
O ensino à distância permite a atualização sem o deslocamente, (mobilidade) e o conhecimento adquirido será utilizado pafra melhorar a carreira e não para melhorar o currículo.
Por isso tende a se benefíciar mais quem encarar os cursos à distância quem encarar como: ALÉM DÊ... e não como um curso: INVÉS DÊ...