BARRA DE PESQUISA

quinta-feira, 11 de março de 2010

PLANEJAMENTO FINANCEIRO e REDUÇÃO DE CUSTOS

Planejamento financeiro é um processo racional de administrar a renda, os investimentos, as despesas, o patrimônio, e uas dívidas, objetivando tornar realidade seus sonhos, desejos e objetivos, tais como: casa própria, poupar para a educação dos filhos, fazer a viagem dos sonhos, investir de acordo com o perfil pessoal, ser bem sucedido na carreira profissional, reduzir impostos, tornar-se empresário, aposentar-se confortavelmente, planejar e administrar testamento, partilha. O planejamento das finanças não visa apenas o sucesso financeiro, ele é relevante para o sucesso pessoal e profissional.
O gerenciamento adequado das finanças é o diferencial entre sonhadores e realizadores.
A idéia do planejamento financeiro aplica-se em “procurar gastar menos do que ganha” . Este é apenas um dos aspectos do planejamento. É necessário, entre outros aspectos, estabelecer objetivos, sem os quais as pessoas age como um barco sem rumo.



REDUÇÃO DE CUSTOS

A redução de custos é espontânea e é buscada antes de qualquer sinal de crise atingir a empresa ou as finanças pessoais. Ela visa manter ou conseguir uma vantagem competitiva. Seus efeitos são tipicamente expansionistas e, em geral, não sofre restrições por parte dos colaboradores.






MENOS PROTECIONISMO, MAIS RÁPIDA A RECUPERAÇÃO

Só o Livre Comércio pode vencer a Crise Econômica Mundial. E para superar/vencer esses problemas. É aplicar esforços e demonstrar interesse e disposição pra eliminar barreiras vinculadas ao PROTECIONISMO INTERNACIONAL.

PRODUTOS QUE OFERECEM BRINDES (PRÊMIOS) E VANTAGENS NEM SEMPRE SÃO O QUE PARECEM

Faça o seu Seguro de Vida e ganhe prêmios, invista no Fundo de Renda Fixa Tal e concorra à prêmios toda semana pela a loteria federal. Isso faz lembrar aqueles produtos dos supermercados que ainda hoje oferecem brinquedos embalado junto a um produto de marca desconhecida ou então aquele produto anunciado longamente na televisão que vende um jogo de facas que aparentemente faz milagres, mas que vem junto com uma penca de brindes por um preço que faria os camelos ficarem de boca aberta. Na hora de investir ou de escolher um produto financeiro, é melhor optar por produtos que não venham com brindes, produtos claros e simples, porque fica muito mais fácil comparar com os concorrentes, já os produtos que são complexos, cheio de novidades, eles são desenhados exatamente para dificultara comparação com os seus pares e com seus concorrentes e são feitos para confundir a cabeça do consumidor também e quase sempre esses produtos exoticos garantem boa margem de lucro pra quem esta vendendo e não para quem esta comprando. Pelo fato de que produtos que vem com brindes e prêmios criam uma ilusão e só dá lucro para quem esta vendendo. Pois, decisões em finanças, são importantes demais, para que a gente não caía nesse jogo de ilusões.

quarta-feira, 10 de março de 2010

FUNDOS DE INVESTIMENTOS OU POUPANÇA?


Existem diversas opções de fundos de investimentos. Dentro desses fundos, cada fundo é composto por investidores com os mesmos intereses e objetivos para investir. Quando você aplica emum fundo - de renda fixa ou variável - se junta a outros investidores com o mesmo perfil. Assim, você obtém um retornoque não conseguiria individualmente. Defina seu perfil e escolha o melhor fundo de investimentos para você. Investir é muito mais do que se imagina.
Dinheiro bom é aquele que rende. Para isso, é preciso manter as reservas ativas, junto a algum tipo de produto bancário como cadernetas de poupança e fundos de investimento. Mas cuidado: observe que a escolha por um dos dois produtos deve ser adequada a pontos específicos.
1) Verifique quanto você está disposto a ganhar e perder. As cadernetas de poupança são mais seguras que a maioria dos fundos, mas apresentam baixa rentabilidade em curto prazo.
2) Fique atento ao pagamento de impostos. Taxas como o Imposto de Renda costumam incidir sobre os fundos de investimento. Enquanto isso, as cadernetas de poupança ficam livres de alguns tributos.
3) Verifique se você tem perfil conservador ou não. As cadernetas levam muito mais tempo para oferecer um bom lucro sobre a quantia inicial investida. Por outro lado, alguns fundos apresentam riscos e o que se ganha pode ser perdido rapidamente.
4) Em épocas de crise, as poupanças são mais interessantes para os investidores. Isto porque a turbulência no mercado financeiro atinge as ações da maioria das empresas. Estas ações costumam compor até mesmo os fundos mais conservadores, como os DI e os de renda fixa. A poupança fica livre desse vai-e-vem. Além disso, os fundos tendem a cair em períodos de queda de juros.
IMPORTANTE: Todo investimento apresenta algum tipo de risco.

QUAL A MELHOR MANEIRA DE INVESTIR NA BOLSA DE VALORES ALTAS QUANTIAS?



Aplicar em Bolsa de Valores é como um jogo em que se ganha e se perde. Ele encanta e dá medo. Ele encanta quando esta em alta, aí quando vem uma Crise de nível internacional, as pessoas ficam com medo de perder dinheiro. Por essa razão é muito importante entender sobre Investimentos em Bolsa de Valores, os funcionamentos e os riscos que você esta correndo, porque cada vez mais torna-se relevante você ter uma parcela do seu dinheiro (sua carteira) investida na Bolsa e principalmente para investimentos no longo prazo. Exemplos como: Vender um terreno de R$ 2 000 000 e querer aplicar na Bolsa de Valores. Sempre que a gente vai investir uma quantia, analisar antes, quantos que essa quantia representa da nossa carteira e não se dá para decidir sobre uma aplicação financeira em Bolsa de Valores de forma isolada. O ideal é repartir para se ser uma carteira equilíbrada, para potencializar o ganho e equilíbrar o risco. Então, por essa razão tem que analisar o quanto esse dinheiro representa na carteira, se é tudo o que tem (esses R$ 2 000 000 dois milhões, no caso). Se esse ser todo o dinheiro que tiver, "não pode investir tudo em Bolsa de Valores". Pois, antes de aplicar em ações tem que ter Renda Fixa. Quem aplica tudo em Bolsa, corre um risco muito grande de perda. E você tendo uma parte aplicada em Renda Fixa, você terá a tranquilidade e mais segurança em saber que você poderá esperar o melhor momento para fazer o resgate desse dinheiro, esse é o ponto de partida.
"Toda vez que se vai tomar decisões em investimentos, existem 3 perguntas básicas" para se fazer, tais como:
1º) O que esse dinheiro representa da minha carteira? O que esse dinheiro representa do total da carteira?
2º) O que eu vou fazer com esse dinheiro? Essa é uma pergunta muito relevante, porque uma coisa é você precisar do dinheiro, para comprar alguma coisa e outra coisa é você precisar do dinheiro para viajar, sendo que você pode adiar essa viagem.
3º) Quando eu vou querer resgatar esse dinheiro?
Você fazendo essas 3 perguntar, consegue-se com isso criar um panarôma sobre como você pode investir esse dinheiro. Após feitas essas perguntas, você já terá suas respostas e poderá procurar o tipo de investimento que você pretende fazer.
Mesmo na Bolsa de Valores, é possivel diversificar esses investimentos, podendo investir uma parcela em empresas de crescimento, que são empresas de maior risco, mas que tem um maior potêncial de retorno e pode também investir uma parcela nas empresas de valor que são aquelas empresas já madura e que pagam bons dividendos e possuem um risco menor. Essa então seria, um modelo de carteira diversificada mesmo dentro da Bolsa de Valores. E muito cuidado para não embarcar na Bolsa de Valores nos momentos de euforia e comprar títulos somente quando ela estiver em alta (fazer investimentos "comprar", quando ela estiver em alta).

terça-feira, 9 de março de 2010

FUNDO MONETÁRIO EUROPEU PODE SAIR DO PAPEL

A idéia de criar um Fundo Monetário Europeu, para a Europa, é uma idéia que pode fazer algum sentido, pode vir a ser uma entidade independente, que por sua vez tenha o seu forum de decisão e com regras de assistência financeira. Concessões financeiras para que os países membros do bloco econômico Europeu possa cumprir até então, as exigências desse Fundo Monetário Europeu. A imposição de regras para os empréstimos, (regras com fundamentação jurídica), regras de prudência fiscal, de controle das contas públicas.
Essa é a idéia da França e da Alemanha, que levantaram essa possibilidade de criação de um Fundo Monetário Europeu, que funcionaria, mais ou menos igual ao FMI - Fundo Monetário Internacional, até mesmo para reforçar a cooperação econômica e ajudar os países endividados do bloco Europeu.
É uma idéia que pode sair do papel, porque é uma idéia interessante e que é capaz que se próspere, comparando com a situação atual, no caso por exemplo de aplicar uma assistência financeira aos países do bloco, essa decisão seria tomada, baseado numa decisão de governo; governos comos: França, Reino Unido, Alemanha e que seriam governos que teriam capacidade de fazer esse tipo de assistência. Só que para tomar essa decisão muitos governos do bloco terão o desafio de enfrentar seus problemas internos políticos como por exemplo ter que gastar o dinheiro dos contribuintes dos países que fariam parte do bloco.




ENCARGOS DE FINANCIÂMENTO SOB O CARTÃO DE CRÉDITO

EXPLICAÇÃO DETALHADA
O governo cobra impostos sobre empréstimos e financiamentos. Então, quando a pessoa não paga a conta do cartão de crédito em dia, o período entre a data de vencimento e o dia em que pagou é considerado empréstimo. A administradora do cartão precisa repassar o imposto ao governo, por isso cobra de você. No caso é a parte do dinheiro emprestado remunerada porcausa da morosidade.
Bancos e Financeiras pagam imposto sobre empréstimo de maneira similar a outros serviços (como por exemplo cabelereiro, advogados, médicos, etc).
Encargos portando são as "despesas incorridas de juros a vencer", que normalmente são contabilizadas pelo método "pro rata temporis" no mês em que incorrem, sendo pagas ou amortizadas em períodos subsequentes (meses posteriores, pós o pagamento da fatura).


De acordo com a legislação tributária brasileira, encargos são aquelas despesas do exercício que normalmente devem ser contabilizadas e serem consideradas dedutíveis do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro, sem estarem com os valores totalmente definidos em termos monetários (somente quando pagas ou creditadas na forma da lei é que esse fato se dará, o que deve ocorrer total ou parcialmente em períodos subsequentes ao da competência (vide princípios contábeis) ou do mês em que ela se iniciou). Essa metodologia é própria do chamado regime econômico ou regime de competência tributária, utilizado para a apuração da base de cálculo do Imposto de Renda pela forma do Lucro Real, mais avançado do que o conhecido regime de caixa, base para a apuração do Lucro Presumido. Também se usam essas metodologias para a apuração da Base de Cálculo da Contribuição Social, mas aqui a rigor não se pode afirmar tratar-se de um regime econômico, pois as Contribuição só segue aspectos jurídicos para fins de arrecadação (ao passo que o imposto de renda segue aspectos jurídicos e econômicos).