BARRA DE PESQUISA

domingo, 13 de fevereiro de 2011

DNA EMPRESARIAL - IDENTIDADE CORPORATIVA COMO REFERÊNCIA ESTRATÉGICA

A DIFERENÇA ENTRE A MARCA E A IDENTIDADE CORPORATIVA

Muitas empresas por incrível que pareça não sabem o que é identidade corporativa. Identidade é um termo bastante polêmico porque ele foi confundido ao longo da história dos processos de gestão, com uma marca gráfica, com o que algumas pessoas chamam de logomarca. Então a identidade corporativa se a gente for procurar no google e se a gente for conversar com um profissional de design, ele pode dizer: eu vou desenhar a marca da sua empresa e isso é identidade corporativa. O que é algo equivocado, pois não se trata disso.
A identidade corporativa é o conjunto de características ou atributos que fazem com que a empresa seja única no mundo e não tenha nenhuma outra igual à ela, por essa razão que ela é o DNA.
Então se a gente for até Sócrates lá na filosofia clássica, ele vai nos ensinar que todas as coisas no mundo tem dois tipos de atributos. Os atributos essenciais que fazem com que as coisas serem o que são (que definem, que são a essência) e também os atributos acidentais, que são aqueles que ajudam a definir uma coisa num determinado momento, mais não são a essência (ou seja, são aqueles que a gente adquire durante a vida, mais podemos perder). E o grande problema é que as empresas muitas vezes confundem entre o que é acidental e o que é essencial.
Imagem é o contrário de Identidade: Imagem é o que eu pareço ser.
A Imagem eu só consigo influênciar. Já identidade eu sei o que é, eu sei como é que eu sou.
Marca é uma entidade construída com o principal objetivo de seduzir e fidelizar, seria seduzir o cliente e fidelizar o cliente. A Identidade é quem você é; quem você é algo abstrato que não necessariamente seduz a primeira vista com todos os seus atributos (seria o quem você é de fato). A marca eu retiro da identidade para uma marca poder ser construída, poder ser bem coerente. Eu retiro da identidade aqueles atributos que eu acho que irão seduzir e vou trabalhar em cima deles. Então se eu quero seduzir alguém irei pegar os pontos fortes para utilizar como arma de sedução e depois de fidelização.
Então a identidade é tudo, a marca é uma parte que eu utilizo para seduzir. A identidade é maior que a marca, a identidade é mais completa. A identidade seria equivalente à eu sem maquiagem me olhando no espelho, a marca seria eu se arrumando pra sair.
É preciso identificar que parte do mercado eu quero atender, porque ninguém atende todo mundo, nem a Coca-Cola, que é uma empresa grande consegue atender à todo mundo. Então é preciso identificar que [Público de Interesse] que atender (Público Alvo, já fica fora do padrão, porque é algo que só serve pra ser espetado). Então, é importante que a gente saiba quem a gente quer seduzir, ter o nosso Público de Interesse.
Eu tenho que identificar que público que eu quero antender. Quando se fala em DNA Empresarial, se trata de uma figura tridimensional.
Tudo depende do DNA da empresa. O DNA é uma elicóide tridimensional, eu não consigo definir uma figura tridimensional com um ponto só, eu preciso demais pontos para definir uma figura tridimensional. Esses quanto mais pontos eu tiver, menor será a minha distorção. Então, quais são esses pontos? Os outros funcionários, então é preciso juntos todo mundo dentro da empresa, mesmo que de maneira representativa, isso significa desde da menor hierarquia até o dono da empresa na mesma reunião, com isso depois é definido o DNA corporativo da empresa.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

POSSO TER DOIS EMPREGOS REGISTRADOS NA CARTEIRA?

Sim, você pode. Pode até ter mais de dois. Em se tratando de empresas do setor privado, as leis trabalhistas, que são cheias de detalhezinhos de todos os tipos, não fazem qualquer referência ao número máximo de empregos que uma pessoa pode ter. Logo, o que não é proibido por lei, é permitido. Mesmo que isso possa parecer um exagero, você pode ter três, quatro ou cinco empregos registrados em sua carteira. Mas há um cuidado importante que você deve tomar: é ler bem o contrato de trabalho da primeira empresa antes de assinar o da segunda. Se no primeiro contrato consta um horário de trabalho que você deve cumprir, não pode haver sobreposição no segundo contrato. Se houver, você estará sujeito a duas demissões por justa causa.O segundo cuidado é ver se no contrato de trabalho da primeira empresa não existe uma cláusula de exclusividade. Existem empresas que colocam no contrato que o profissional não pode ter outro emprego. Embora a legislação permita mais de um emprego, assinar um contrato se comprometendo a ter um só, tem valor legal. É como se, ao assiná-lo, você abrisse mão do seu direito de ter um segundo emprego.Há ainda uma dúvida que sempre aparece quando surge a possibilidade de acumular dois empregos. O profissional deve dizer à primeira empresa que irá trabalhar em uma segunda? Por exemplo, um vendedor que atua longe da matriz, que não precisa registrar o horário de trabalho e que ganha uma comissão pelo que vende. Como dispõe de tempo livre, ele consegue um segundo emprego administrativo, de meio expediente. Ele deve, ou não, revelar à empresa distante que vai remontar empregos? A legislação não obriga a dizer, porém, em minha opinião, seria sensato não apenas dizer, como perguntar se haverá algum problema antes de aceitar o segundo emprego. Mas a minha opinião é apenas isso: um ponto de vista pessoal. Legalmente, não é preciso falar. Seria mais uma questão de respeito à empresa que ofereceu o primeiro emprego.


FONTE: Max Gehringer, CBN.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O RANKING DAS VENDAS DA MINHA EMPRESA NÃO AJUDA A MELHORAR DESEMPENHO

O diretor de vendas de uma empresa que esta no mercado a mais de 30 anos, relata uma pessoa. Temos 180 vendedores espalhados pelo Brasil e desde que entrei na empresa, faz 12 anos, sempre utilizamos um sistema de rankiamento dos vendedores em relação aos objetivos. Todo mês, uma lista de 1 à 120 mostra os melhores e os piores e esta lista é enviada a todas nossas filiais. Nunca ouvi reclamações sobre esse sistemas aberto e transparente de mostrar quem vai bem e quem precisa melhorar. Porém a nossa diretoria de Relações Humanos emitiu um parecer de que o ranking não é politicamente correto, porque deprecia e eventualmente humilha os vendedores com os piores resultados e essa depreciação segunda o parecer faz com que haja queda de motivação na equipe e isso não impedirá a empresa de substituir os vendedores menos efetivos.
"Empresas se tornam fortes porque sabem serem competitivas", e carreiras são construídas com base na construção direta. Esse mesmo argumento da depreciação foi utilizados para eliminar a depreciação das notas escolares. Até uns 15, 20 anos atrás, sabia-se quem era o melhor e o pior aluno da classe, agora não se sabe mais, pois a comparação foi extinta e todo mundo passa de ano. O efeito que isso teve na formação dos aluno é no mínimo duvidoso, tanto em relação ao que ele realmente aprendeu na escola, quanto ao seu futuro profissional. Muitos recém formado tem um choque quando entram numa determinada empresa e descobrem que o seu rendimento será comparado com o rendimento dos seus colegas, e mesmo que os resultados não sejam publicados, isso não impedirá a empresa de substituir os vendedores menos efetivos. A diferença é que um ranking mostra sem que ninguém precise falar qual é a situação de cada um, sem o ranking, o vendedor poderá achar que uma eventual demissão por outros fatores, como: perseguição do chefe ou inveja dos colegas.
O caso é que todos nós samos a favor do politicamente correto, mais é preciso ter cuidado para diferenciar entre o que é feito para depreciar e o que é feito para informar, caso contrário, vamos acabar eliminando os campeonatos de futebol porque os jogadores que estão na zona de rebaixamento podem se sentir depreciados e perder a motivação para correr mais e jogar melhor.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

DIEESE: SALÁRIO MÍNIMO DEVERIA SER R$ 2.194,00 EM JANEIRO DESTE ANO

SÃO PAULO - O brasileiro precisaria de um salário mínimo no valor de R$ 2.194,76 em janeiro deste ano, para conseguir arcar com suas despesas básicas, de acordo com o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
A entidade verificou que são necessárias 4,06 vezes o valor do salário mínimo para suprir as demandas do trabalhador. O cálculo foi feito com base no mínimo de R$ 540, em vigor desde o início deste ano.
Em dezembro do ano passado, o valor necessário para suprir as necessidades mínimas do trabalhador era de R$ 2.227,53 - 4,37 vezes o mínimo vigente de R$ 510.
O salário mínimo necessário é o que segue o preceito constitucional de atender às necessidades vitais do cidadão e de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, sendo reajustado periodicamente para preservar o poder de compra.
Cesta versus salário
Em janeiro, o comprometimento da renda com os gastos da cesta básica alcançava, em média, 46,96% do salário mínimo, ante os 48,51% necessários em dezembro.


Fonte: Dieese - Uol

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

POR QUE A LEGISLAÇÃO TRABALHISTA SÓ BENEFÍCIA EMPREGADOS?

Nos alicerces das leis trabalhistas existe uma palavra que muito raramente nos usamos: hipo-suficiente; ela significa o lado mais fraco, aquela pessoa que precisa ser protegida porque não dispõe de meios ou recursos próprios para fazer frente à uma situação: financeira ou trabalhista.
As leis do trabalho foram redigidas pensando na proteção do trabalhador, supostamente, supostamente a parte mais fraca na relação com uma empresa. Acontece que as leis para poder oferecer essa proteção discriminam uma série de responsabilidades que o empregado deve cumprir.
Então se dispuser de ler a CLT - Consolidação das Leis do Trabalho, notará que os direitos são divididos, por exemplo, o empregador é protegido quando o empregado falta sem justificativa, a lei faculta o empregador de descontar as horas o dia inteiro e de aplicar punições em caso de reincidência. O que há nessa relação é uma visão parcial de cada uma das partes. Pois cada uma vê a parte que mais lhe interessa. Para o empregado não importa se a empresa esta cumprindo com 99% de sua obrigações, se vier a descumprir só uma delas; e para o empregador é a mesma coisa. O empregado pode ser bom em muita coisa, mais se falhar aquele quesito acaba tendo um significado maior e muitas vezes desproporcional.
Em resumo as leis são uma cartilha básica para que os dois lados se comportem devidamente sem desagradar um ao outro, quando existe algo desacordo que não pode ser resolvido pacificamente, a justiça do trabalho decide quem tem razão. Na internet existe milhares de páginas com decisões de juízes trabalhistas, e como pode ser constatado, nem sempre a sentença é favorável ao empregado. O juíz procura dar razão à quem tem razão, com base no que diz a lei. Porém como as duas partes sempre acreditam que tem razão, o número de processos trabalhistas, beira a insanidade, são 2 milhões a cada ano.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

ACORDO ENTRE EUA E CHINA É BOM PARA OS DOIS

As duas maiores economias do planeta, as economias que exercem mais influências sob o resto do mundo. Entre essas duas maiores economias do planeta, há muitas divergências entre Estados Unidos e China, o G2, mais a verdade é que eles estão como que obrigados a se entenderem.
Há uma complementariade entre as duas maiores economias do mundo, muito muito fortes, antigamente se dizia que os Estados Unidos são o shopping center do mundo e a China é a fábrica do mundo. Hoje o shopping center anda meio fraco porque o consumidor americano esta muito endividado e com pouca confiança, mas continua sendo o consumidor mais rico do mundo e o que mais gasta. E a China em grande parte vive de vender para os Estados Unidos, além disso todas a grandes companhías americanas estão na China produzindo e exportando de lá, desde telefones celulares por exemplo que é montado na China, i-phone, que todos nós conhecemos, até automovéis por exemplo, a General Motors obtém os seus melhores resultados justamente na China.
E a China por outro lado precisa do mercado americano, assim como precisa da importação de tecnologia e de capitais americanos, então há uma complementaridade obrigatória entre as duas economias. Naturalmente há muitas divergências; a China esta se tornanadouma potência militar que não agrada os Estados Unidos, mais é isso que esta acontecendo.
Hoje os dois países são obrigados à se entenderem. Os Estados Unidos, contínua disparado na frente, sendo ainda a maior economia do mundo, em termos de volume de produção os Estados Unidos é 3 vezes maior que a China, a China produz algo em torno quase de 5 trilhões de dólares e os Estados Unidos um pouco mais de 14 trilhões de dólores e quando se fala em riqueza das pessoas, riqueza do país, aí os Estados Unidos são muito mais ricos, a renda per capita dos Estados Unidos esta em torno dos US$ 40 000,00 isto é 7x maior do que a da China. Só que a China esta se expandindo, crescendo, crescendo, só que pelo outro lado a China é o país mais populoso do mundo, ou seja, a China vai crescer muito, vai ser uma economia muito grande, mais ainda uma economia pobre, depois de renda média e demora muito pra chegar perto dos Estados Unidos.
De todo mundo a China e os Estados Unidos, são as duas maiores potências do mundo são meio que obrigados a se entenderem, como que o resto do mundo que mantém essa relação com a China. Todo mundo tem medo da China, mais todo mundo gosta da China porque todo mundo vende pra China, inclusive o Brasil.

ESTADOS UNIDOS E CHINA SERÃO OBRIGADOS A FAZER CONCESSÃO UM PARA O OUTRO

A questão do câmbio entre Estados Unidos e China é uma questão relativamente bem difícil, pelo fato de que a moeda chinesa esta artificialmente desvalorizada e isso é um entendimento universal, todos entendem que a moeda chinesa esta artificialmente desvalorizada, só os chineses que não acham isso. E isso dá uma vantagem para todos os produtos chineses de exportação, que é uma vantagem contra o resto do mundo.
Os chineses por sua vez, prometeram valorizar a sua moeda o (YUAN), estão valorizando a moeda, mais num rítmo muito lento.
A relação China, Estados Unidos tem problemas comerciais, problemas de produtos americanos, que empresas americanas tem dificuldades para exportar e colocar seus produtos na China e tem problemas políticos também. Pois os Estados Unidos criticam a China pela restrição aos direitos humanos, restrição aos direitos de liberdade que tem na China e tem desentendimento também com relação ao Irã e a Coréia do Norte. Então há uma falta de consenso bastante grande de certo modo, entre ambos os países. Aí até se questiona, será que eles vão terminar se desentendendo! A resposta é não. Porque China e Estados Unidos estão obrigados à trabalhar juntos. Isso porque a China vive em grande parte de vender para os Estados Unidos, vive de exportar para os Estados Unidos; e são companhías dos Estados Unidos que se instalam na China e exportam novamente para os Estados Unidos. E a China ainda compra títulos do governo americano. Então entre ambos os países tem uma relação econômica, muito intensa e muito forte, muito sólida, é como se dissesse que eles estão condenados à trabalharem juntos, quer dizer se eles acabarem brigando vão acabar morrendo juntos.
Um tem que fazer concessão para o outro, porque esses dois países não conseguem viver sem o outro. Os americanos não conseguem viver sem o dinheiro chinês por exemplo, para aplicar lá nos títulos americanos. Mas e se governo chinês resolve-se de uma hora pra outra se desfazer dos títulos americanos, ele perderia muito dinheiro, porque aí iria desvalorizar os papéis e além disso ele perde seu principal frêgues que é justamente os Estados Unidos, quer dizer, você não vai brigar com seu frêgues não é!
E de certo modo China e Estados Unidos formam o grupo que é chamado de G2, então tem lá as duas maiores potências do mundo, os dois presidentes mais poderosos e mais influentes do mundo e que tão lá decidindo assuntos que são de tal interesse para o mundo inteiro. Pois se você pensar que frente desses acordos estão em pauta o dólar americano e o yuan chinês e que por sua vez são os dois maiores exportadores do mundo; então você vê quanta coisa que esta em jogo. Agora de todo modo não é uma briga entre o capitalismo e o comunismo, quer dizer, a China oficialmente é um país comunista, mais que teoricamente esta longe de possuir práticas comunistas, pois agora há influências capitalistas na China.
Então na verdades eles estão discutindo problemas dentro do capitalismo, isto é, como organizar a moeda, como organizar o comércio, como organizar os investimentos, como organizar a relação entre as companhías (quer dizer, como as empresas chinesas se relacionam com as empresas americanas) e assim por diante. Uma discussão dentro do capitalismo.