BARRA DE PESQUISA

segunda-feira, 28 de junho de 2010

AS CIDADES MAIS CARAS DO MUNDO

Tóquio é a cidade mais cara do mundo; Rio aparece em 28º lugar
Cidades africanas estão na frente de Nova Iorque, diz a "Businessweek".Veja o levantamento das 30 cidades com maior custo de vida do mundo.


Do G1, em São Paulo


Tóquio, no Japão, foi considerada a cidade mais cara do mundo, segundo ranking da ECA - companhia global de recursos humanos - publicado pela revista “Businessweek”.
No levantamento da publicação, que indica as 30 cidades com maior custo de vida, Luanda, na Angola, por exemplo, aparece em terceiro lugar, na frente de grandes metrópoles como Copenhague (Dinamarca), em oitavo, e Nova Iorque (Estados Unidos), na 29ª posição. Rio de Janeiro, única cidade brasileira citada no ranking, aparece em 28º lugar.
Entre as dez cidades mais caras, a maioria é japonesa. A pesquisa atribui o resultado à força da moeda local vista no ano passado. O fato de Luanda ter ficado na frente de cidades de países mais desenvolvidos se deve, conforme informa a revista, ao grande aumento de preços registrado em 2009. No caso do Rio de Janeiro, o estudo afirma que a cidade entrou no ranking devido à valorização do real frente ao dólar no ano anterior.
O ranking da ECA, feito desde 2005, é baseado numa cesta de 128 itens incluindo comida, roupa, eletrônicos e entretenimento. Os preços foram recolhidos em setembro do ano passado e março deste ano.


Posição Cidade


Tóquio, Japão



Oslo, Noruega



Luanda, Angola



Nagoya, Japão



Yokohama, Japão



Stavanger, Noruega



Kobe, Japão



Copenhague, Dinamarca



Genebra, Suíça


10º
Zurique, Suíça


11º
Bern, Suíça


12º
Basel, Suíça


13º
Libreville, Gabão


14º
Helsinki, Finlândia


15º
Moscou, Rússia


16º
Paris, França


17º
Abidjan, Costa do Marfim


18º
Abuja, Nigéria


19º
Tel Aviv, Israel


20º
Seul, Coréia do Sul


21º
Estocolmo, Suécia


22º
Jerusalém, Israel


23º
Kinshasa, República Democrática do Congo


24º
Viena, Áustria


25º
Bruxelas, Bélgica


26º
Berlim, Alemanha


27º
Camberra, Austrália


28º
Rio de Janeiro, Brasil


29º
Nova Iorque, Estados Unidos


30º
Sydney, Austrália


quarta-feira, 23 de junho de 2010

BANCO CENTRAL DA CHINA DIZ QUE CÂMBIO TERÁ "MUDANÇA GRADATIVA"


21 de Junho de 2010.
A Cotação do Yuan é mantina artificialmente baixa desde 2008, o que gera critícas por baratear os produtos chineses e criar ambiente de competição desleal. Tanto que o Banco Central Chinês afirmou que, apesar da promessa de uma maior flutuação cambial, o yuan ficará "basicamente estável". Ainda assim, o mercado financeiro internacional otimismo em torno do anúncio, feito de que Pequim permitirá uma maior flexibilização da sua moeda, cuja contação se mantém praticamente inalterada ante o dólar desde 2008.
A declaração de ontem - de que qualquer mudança no yuan ocorrerá de forma "gradual" - foi interpretada como uma resposta do governo comunista a critícas surgidas dentro da própria China.
Muitos chineses veem a manutenção do câmbio em patamares baixos com o objetivo de fortaleceras exportações, como um sinal de soberania. "Nunca imaginei ver o dia em que a China se curvaria aos interesses dos Estados Unidos, concordando valorizar a moeda chinesa", escreveu um internauta chinês no portal de notícias Sohu.


A flexibilização do yuan tende a ter um impacto positivo para o real ante o dólar. Mas ele seria restrito, a princípio, em razão da pequena correlação entre a divisa brasileira e a chinesa, e da perspectiva de um movimento tímido da moeda chinesa. "O impacto nos mercados de modo geral deve deve ser pequeno porque a sinalização é de uma variação muito pequena na taxa de câmbio chinesa."
O movimento em realação à taxa de câmbio será pequeno, mas pode ser considerado positivo e levar moedas com o real se apreciarem.
Um yuan eventualmente mais forte frente ao dólar poderá elevar o poder de compra dos chineses, grandes importadores de commodities do Brasil, beneficiando as exportações brasileiras.
A decisão da China é um passo construtivo que pode eventualmente ajudar garantir a recuperação global.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

O CONSUMIDOR QUE NÃO INVESTE

Texto de: Gustavo Cerbasi
As primeiras dicas de investimento que recebemos normalmente vêm de alguém que se auto-intitula “conservador nos investimentos”, ou então “investidor à moda antiga”. Esses são nomes dados àquele que construiu riqueza como todos faziam no século passado: comprando terras e imóveis.
Na verdade, muitos daqueles que têm em seus imóveis uma fonte de renda construíram essa riqueza sem saber que o faziam. O planejamento nunca fez parte da vida do brasileiro, afinal nossa moeda mudou de nome e valor várias vezes na história. Não tínhamos valores, mas sim propriedades. De repente, aqueles que acumularam terras se vêem com um belo patrimônio e sugerem que seus filhos façam o mesmo – parece fácil, visto do ângulo final.
Porém, o conservador não reconhece que ele pouco conhece de investimentos e não tolera riscos. Também não confessa que não sabia, ao longo da vida, que chegaria a tanto. O conservador, na verdade, não é investidor, mas sim um acumulador, um poupador. Quando diz que prefere “a boa e velha Caderneta de Poupança”, ou “nada como a solidez do dólar”, ou que “quem casa, quer casa”, ele está reforçando antigos maus hábitos de quem não sabe construir riqueza com qualidade.
Em uma economia crescente e com perspectivas positivas como a brasileira neste início de milênio, investidor conservador é aquele que investe pouco em negócios, negociações e ações, e não aquele que nada investe nos ativos que acompanham tendências. Estacionar seu dinheiro totalmente em imóveis para renda, moeda estrangeira e renda fixa não é investir de maneira conservadora, mas sim aposentar-se como investidor.
Não esqueça que táticas que funcionaram no passado podem não continuar funcionando no futuro. Os investimentos se esgotam com o tempo – e isso vale, inclusive, para as ações: raríssimos papéis serão um ótimo negócio ao longo de décadas. Ouça o que o conservador tem a dizer, apenas como um exercício de reflexão – pode ser que o motivo da repulsa dele pelo investimento que você escolheu seja um bom tema para sua pesquisa pessoal, enquanto estuda para amadurecer seus investimentos.


quarta-feira, 9 de junho de 2010

AS CONTRATAÇÕES ATRAVÉS DE INDICAÇÕES

Mais de 50% das contratações em empresas privadas são realizadas através de indicações. A história da tradição das indicações em território brasileiro, começa em 1º de Maio de 1500, quando o escrivão Pero Vaz de Caminha, escreveu a cerebre carta ao rei Dom Manuel de Portugal, relatando a localização da nova terra, que futuramente iria se chamar Brasil, ao finalizar o seu relato, Caminha solicita ao rei a transferência do genro Jorge Osório da Ilha de São Tomé para Lisboa - Jorge Osório era um bandido que havia sido exilado na Ilha de São Tomé após um assalto e Caminha teve a cara de pau de pedir um favor desses ao venturoso rei, por um simples motivo. Ele tinha acesso direto à quem podia decidir. Mais de 5 séculos se passaram e favores nunca deixaram de serem prestados a quem pudesse presta-los, tanto favores pessoais, quanto favores profissionais.
E numa situação como a atual em que há mais cândidatos bons, do que bons empregos, sempre haverá alguém que peça uma indicação e sempre haverá quem atenda o pedido. E nem é preciso conhecer o rei, basta conhecer alguém bem relacionado dentro da empresa; vale também dizer que quem indica esta avalizando profissionalmente o indicado, o que para uma empresa já é motivo suficiente para atender ao pedido.
Sobre as agências de recrutamento e seleção, elas entram no processo quando não existem uma recomendação firme e consistente. É assim que as coisas funcionam pela lógica da história desde dos tempos de Pero Vaz de Caminha.




PROFISSÕES DO FUTURO: SUPPLY CHAIN

Falando sobre as profissões que terão destaque no futuro, aqui vai uma delas: Suppy Chain ou brasileiramente falando, Cadéia de Suplimentos; embora as empresas venham preferindo usar a expressão inglesa. Supply Chain é a gestão de todos os aspectos de um processo produtivo que começa com o fornecedor e continua até o cliente final, cujo o objetivo é aumentar a eficiência e reduzir custos, um binômio que as empresas gostam de chamar de criação de valor. A maioria da indústrias de grande porte já tem areás de Supply Chain em seus organogramas. Como cada empresa utiliza esse conceito? É o que ainda varia um pouco. No começo há uns 15 anos, Supply Chain foi a junção das aréas de Suprimentos e de Distribuição, com o passar do tempo, outros setores foram sendo agregados, como: Compras, Planejamento e Controle de Produção, Almoxarifado, Transportes, Logística, Terceirização da Produção, Desenvolvimento de Novos Insumos e de Novos Fornecedores; ao fazer tudo isso o Gestor da Cadéia de Suplimentos, acaba se envolvendo diretamente em outras aréas da empresa, como: Marketing, Produção e Finanças. A velocidade com que Supply Chain estendeu seus tentáculos, leva acreditar de que cedo ou tarde, o diretor de Supply Chain, acabará sendo um dos três profissionais mais importantes da empresa depois do presidente.
Agora, se uma aréa dessas proporciona tamanho potencial de carreira, então que cursos formam um especialista em Supply Chain? Existem faculdades para isso? Não, como também não existem faculdades com cursos de vendas. Outra aréa vital para qualquer empresa. Os especialistar em Supply Chain, normalmente, são engenheiros, mas isso não é essencial. Pois o profissional de Supply Chain é acima de tudo um curioso, ele precisa entender de cada passo de um processo, longo e cheio de detalhes e precisa ter um bom relacionamento, porque parte de suas decisões irá afetar aréas que não são diretamente subordinadas à ele e mexer no quintal alheio é algo que sempre provoca discussões e ciúmes, isso em quaisquer empresas.
Quando se fala em profissoões do futuro, quase sempre são citadas, algumas que afetarão poucos setores e Supply Chain é um desses fenômenos que afetará a todos eles, é só uma questão de tempo.


COMO SAIR DO CHEQUE ESPECIAL?

Texto de: Gustavo Cerbasi

Um dos piores hábitos dos brasileiros em relação a seu bolso é a facilidade de uso do cheque especial. São raros aqueles que nunca caíram nessa armadilha.Todos sabem que os juros são altos, mas aparentemente a encrenca é inevitável. O dinheiro acaba mas o mês ainda sobra... E a consequência é que parte do orçamento do mês seguinte já estará comprometida com a cobertura da conta e com o pagamento dos juros. Isso encurta as verbas e causa o problema novamente no mês seguinte, parece que não acabará nunca.Os motivos para tamanho problema são dois: simplicidade e ignorância. Simplicidade porque nenhum outro serviço financeiro é tão simples de ser contratado: basta faltar dinheiro na conta que você já o está usando, e pagando BEM pelo serviço. O outro motivo, ignorância, deve-se ao fato de ninguém nos ensinar a lidar bem com nosso dinheiro.
A inflação do passado, além de nos castigar, nos pregou uma peça. Antes do Plano Real, o brasileiro sabia que não podia bobear com seu salário, pois os preços subiam de um dia para outro. O sucesso significava correr ao mercado para comprar muitas coisas. Aprendemos, com isso, a fazer a COMPRA DO MÊS, comprar mais do que precisamos, fazer estoque...Hoje isso não faz mais sentido, mas foi assim que aprendemos a fazer compras. Duvida?Quando você estiver com as contas no vermelho, faça um pequeno teste: abra as portas da despensa da cozinha e veja quantos produtos estão lá parados, antes de serem consumidos... Muitos reais faltando no banco, e a maior parte do dinheiro que falta está lá, na prateleira de casa!E o tanque de gasolina do carro? Provavelmente estará cheio! E o guarda-roupas? Provavelmente com muitas roupas ainda não usadas! Claro, compradas em promoção – mas que estão custando mais caro em razão dos juros do cheque especial.O mesmo vale para presentes comprados antes da hora, livros não lidos, DVDs não assistidos, e muito mais.O hábito do brasileiro de deixar para a última hora não é tão ruim assim, se for para preservar as finanças da família. Se o mês não acabou mas o dinheiro está no fim, compre apenas o necessário!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

ESCONDER O EMPREGO ATUAL NO CURRÍCULO E ELIMINAR FUNÇÃO NO CURRÍCULO SÃO AS PIORES OPÇÕES

Pode eliminar o emprego atual de um currículo que vai ser enviado à outra empresa? A resposta mais obvia é, claro que não. Pois um currículo é uma folha corrida de cursos e de funções e ao eliminar o emprego atual, o profissional daria a impressão de que esta desempregado, o que não seria verdade. Porém, embora possa parecer até meio absurda, a pergunta faz sentido; pois existem casos em que o emprego atual quebra uma sequência anterior, por exemplo: um profissional que teve 3 bons empregos e de repente por necessidade viu-se obrigado à aceitar uma função que nada tem haver com as anteriores. Para ilustrar, há o exemplo de uma pessoa que foi vendedor em 3 empresas e agora esta quebrando o galho como atendente de call center. Há também o caso de uma outra pessoa que ocupou o cargo de supervisão em duas empresas e atualmente esta trabalhando como vendedor, função que aceitou após ficar vários meses sem emprego. Há também um terceiro caso de uma pessoa que passou 12 anos em multinacionais e agora levado pelas circunstâncias da vida, esta numa empresa de pequeno porte e ganhando bem menos do que ganhava. O que há com todas essas pessoas? Todas essas pessoas descofiam que o emprego atual depoe contra a possibilidade deles conseguir vagas compagtíveis com as que tinham anteriormente.
Agora, toda essa desconfiança é real ou imaginária? Para os recrutadores, ela é real. Como essa situação poderia ser contornada? Eliminar a função do currículo é a pior das decisões porque isso seria descoberto numa eventual entrevista e o cândidato ficaria numa situação melindrosa. O que os recrutadores propoe é que o emprego seja sitado, mas com uma observação do tipo: *aceitei a função atual apenas para não ficar parado; pois além de evitar um buraco no currículo essa explicação é 100% sincera e sinceridade é a primeira coisa que se espera em um currículo.