BARRA DE PESQUISA

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

CAIXA LANÇA CARTÃO FIADOR, PARA SUBSTITUIR FIADOR NOS CONTRATOS DE LOCAÇÃO RESIDENCIAL

A Caixa Econômica Federal lançou nesta segunda-feira o Cartão Aluguel, uma alternativa na locação de imóveis residenciais ao fiador, ao depósito caução e ao seguro-fiança.

O projeto piloto começa nesta semana em quatro imobiliárias de Goiás e de São Paulo. A previsão é chegar a todo o Brasil em fevereiro.
O inquilino que optar pelo produto vai receber um cartão de crédito para quitar o aluguel todos os meses. Se atrasar o pagamento, não haverá transtornos para o proprietário da moradia já que o valor será repassado pelo banco e depois cobrado com juros ao locatário.
O cartão será oferecido nas bandeiras Mastercard e Visa e o cliente terá dois limites, sendo um exclusivamente para o aluguel e, o outro, do rotativo, para o pagamento de compras em estabelecimentos comerciais. O produto será comercializado exclusivamente nas imobiliárias credenciadas pela Caixa e também nas redes de agências do banco em todo o país.
A instituição financeira inicia nesta semana o cadastramento das imobiliárias que receberão o cartão aluguel.



EM EXPANSÃO

O seguro-fiança vem ganhando espaço no mercado de locação, mas ainda esbarra no valor alto. A despesa extra em um ano pode ultrapassar o valor do aluguel de um mês, dependendo da cobertura contratada, que pode englobar também danos ao imóvel e pintura. Há inquilinos que não conseguem encontrar um fiador e locadores que não consideram o depósito caução vantajoso porque cobre apenas três meses de atraso no pagamento do aluguel.
O mercado de locação residencial segue aquecido. Na capital paulista, os contratos novos assinados em novembro tiveram aumento médio de 1,6% em relação aos valores negociados em outubro. No acumulado dos últimos 12 meses, o acréscimo atinge 12,9%, segundo os dados do Secovi (Sindicato da Habitação) de São Paulo divulgados nesta segunda-feira.
FONTE: Uol
TATIANA RESENDE
DE SÃO PAULO

sábado, 18 de dezembro de 2010

CIDADES EMERGENTES BRASILEIRAS MELHORAM APÓS A CRISE

As principais cidades brasileiras e metrópoles de países emergentes melhoraram sua colocação no ranking de dinamismo econômico após a crise mundial, de acordo com pesquisa da London School of Economics.

O estudo Global Metro Monitor mede a performance econômica de 150 regiões metropolitanas pelo mundo nos anos de 2009 e 2010, utilizando indicadores de renda e geração de emprego. Foi a terceira edição do estudo, que também foi feito no período pré-crise (1993 a 2007) e durante a crise (2007 a 2010).

O Rio de Janeiro é a cidade brasileira mais bem colocada na lista, ocupando o 10º lugar. Em seguida estão Belo Horizonte (22º), São Paulo (25º) e Brasília (32º). Istambul ocupa o topo do ranking.

"A análise mostra que muitas metrópoles de América Latina e Ásia se recuperaram completamente da crise, ao contrário da Europa e dos EUA", explica um dos autores do estudo, Alan Berube.

Em relação a edições anteriores, as cidades brasileiras apresentaram significativa melhora. No período pré-crise, o Rio ocupava apenas a 100ª colocação, Belo Horizonte, a 42ª, São Paulo, a 70ª, e Brasília, a 95ª.


FORA DO CENTRO

Das 30 cidades mais bem colocadas do último ranking, 29 não estão nos EUA nem na Europa. Austin é a exceção.

"O crescimento rápido das metrópoles nos mercados emergentes desafia as outras metrópoles a procurar modelos mais produtivos de crescimento econômico em substituição àqueles que precederam a crise", diz Berube.

"Esses modelos devem incluir a expansão das exportações para abastecer a crescente demanda dos emergentes por bens e serviços de alto valor", completa.

Além da força dos emergentes na recuperação econômica pós-crise, o estudo também conclui que a economia global é dependente das metrópoles. Apesar de as 150 regiões analisadas terem apenas 12% da população mundial, concentram cerca de 46% do PIB global.

O estudo ainda mostra que a performance econômica das metrópoles está altamente atrelada à performance das economias nacionais. Assim, as políticas fiscal, monetária e de comércio tornam-se fundamentais na maior exposição ou proteção das grandes cidades a crises.


FONTE: GUILHERME CHAMMAS - Uol
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

DIVISÃO DE CLASSE SOCIAL NO BRASIL: ALTA, ALTA MÉDIA, MÉDIA, BAIXA

As classes Sociais são as divisões estabelecidas na sociedade, segundo critérios de renda, de acesso aos bens de consumo, moradia, educação, saúde, etc.

A Divisão de classes, segundo os capitalistas, é esta:
- A - Classe Alta-Alta: Grandes empresários e indivíduos oriundos de famílias tradicionalmente ricas ("elite");
- B - Classe Alta: Empresários altamente bem pagos ("novos ricos");
- C - Classe Média-Alta: indivíduos com salários médio-altos (profissionais liberais, executivos);
- D - Classe Média: Pessoas com salários razoáveis ou medianos, porém inferiores aos dos membros da subclasse supramencionada (professores, arquitetos, gerentes de lojas);
- E - Classe Média-Baixa: Pessoas que recebem salários mais baixos mas não são trabalhadores braçais. (donos de pequenas lojas, etc.);
- F - Classe Baixa: Trabalhadores braçais (serventes, operários, camponeses), também conhecidos como a "classe trabalhadora";
- G - Miseráveis: pessoas desempregadas ou não, que vivem em um estado constante e desesperador de pobreza. São os "excluídos".

A Divisão de classes, segundo os anarquistas, é esta:
1 - Classe trabalhadora: A que tem que trabalhar para viver mas não tem nenhum controle real sobre isso, sobre seu trabalho ou outras decisões que lhe dizem respeito.
Nesta classe também estão incluídos os desempregados, pensionistas, etc., que tem que sobreviver daquilo que é fornecido pelo Estado. Eles possuem pouca riqueza e pouco poder (oficial). Também fazem parte dela os trabalhadores do setor de serviços, a maioria deles (senão a vasta maioria) são chamados de trabalhadores do “colarinho branco”, enquanto que os trabalhadores da indústria são chamados de trabalhadores de “colarinho azul”.

2 - Classe dominante: Os que controlam e decidem sobre investimentos, que comandam a política dos primeiros escalões e que determinam a aplicação do capital.Estes constituem o topo da elite, os proprietários ou os altos administradores das grandes companhias, multinacionais e bancos, latifundiários, altos funcionários do estado, os políticos, a aristocracia, etc. Eles tem poder real sobre a economia e o Estado, e portanto, controlam a sociedade. Essa elite consiste em cerca de 5 a 15% da população.

Cada regime político elabora as divisões das classes sociais conforme os seus conceitos doutrinários. Não existe certo ou errado, apenas pontos de vista que justifiquem as suas próprias ideologias.


  • Até 1 Salário Mínimo
  • Mais de 1 a 2 Salários Mínimos
  • Mais de 2 a 3 Salários Mínimos
  • Mais de 3 a 5 Salários Mínimos
  • Mais de 5 a 10 Salários Mínimos
  • Mais de 10 a 20 Salários Mínimos
  • Mais de 20 Salários Mínimos

Outra classificação da consultoria Target:

  1. Classe A1: inclui as famílias com renda mensal maior que R$ 14.400
  2. Classe A2: maior que R$ 8.100
  3. Classe B1: maior que R$ 4.600
  4. Classe B2: maior que R$ 2.300
  5. Classe C1: maior que R$ 1.400
  6. Classe C2: maior que R$ 950
  7. Classe D: maior que R$ 600
  8. Classe E: maior que R$ 400
  9. Classe F: menor que R$ 200

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

DICAS PARA USAR O CARTÃO DE CRÉDITO DE MANEIRA SUSTENTÁVEL

Não use cartão como meio de financiamento, se você precisar pegar dinheiro emprestado, use outros mecanismos de financiamento. Pois o dinheiro emprestado pelo cartão é mais caro inclusive di que da financeira. Então, cartão de crédito não é para fazer financiamento. Não acredite no limite do seu cartão. Estabeleça seu próprio limite no cartão de crédito (diga, eu posso, gastar tanto no cartão) E se extrapolar no limite, evitar pagar atrasado, pois é isso que pessoal do cartão mais gostam, que você parcele e pague atrasado, aí você paga juros e multa. E isso dá uma taxa enorme, muito grande e aí começa distorcer a função do cartão, o cartão pode ser um grande aliado se você souber usar. Aí vale a pena você investir nessa relação porque ele realmente é um grande aliado.
E concentre os pagamentos, escolhas as datas certas para os vencimentos do seu cartão de crédito, coloque a data de vencimento para uns dois dias depois de que você recebeu o seu pagamento, para você conseguir fazer o pagamento integral.
Aproveite as promoções, mas comprando somente o necessário, só que você precisa, o grande risco aí é quando você vê uma promoção e aí saí comprando o que não precisa. Organize-se para comprar nas datas boas, por isso te dará um prazo maior para quitar essas compras que você fez. As administradoras de cartões de créditos tem feito promoções muito interessantes.
Compare as taxas de juros, o ideal é você nunca precisar pagar a taxa de juros do cartão, porque ela é muito alta.
Não empreste seu cartão de crédito para ninguém. O que é muito comum, principalmente entre amigos e familiares. Você emprestar o seu cartão, para terceiros fazerem compras, porque a dívida que ele fizer será sua e se ele não pagar a dívida será sua. Não revele a senha.
Se você sabe usar o cartão de crédito ele é uma ferramenta muito boa, um fluxo de caixa interessante pra quem sabe usar adequadamente.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

PRESSÃO NO TELEMARKETING

O pedido de demissão em empresas de telemarketing não causam surpresas; cujo o índice de rotatividade chega a ser superior á 100% em um ano, ou seja o funcionário incomum é aquele que consegue permanecer no emprego por 12 meses, o que transforma as demissões numa excessão, mas em algo tão habitual que as empresas nem se preocupam muito em perguntar porquê o empregado esta saindo.
Nas empresas de telemarketing a pressão é grande, o salário é relativamente baixo e as oportunidades de desenvolvimento e de crescimento são exiguas, porém não deixará de ser uma experiência interessante pela sensação das pressões ocasionadas.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

O SÍMBOLO DA ADMINISTRAÇÃO

O Conselho Federal de Administração promoveu em 1979 um concurso nacional para a escolha de um símbolo que o representasse. Foram convidados profissionais relacionados às artes gráficas, além dos Presidentes dos Conselhos Regionais do Rio de Janeiro e de São Paulo e do Conselheiro Federal, para compor um corpo de jurados que deveriam julgar e escolher o Símbolo da Profissão.

O concurso recebeu 309 sugestões, vindas de quase todos os estados brasileiros. Estes trabalhos foram analisados e passaram por duas fases de julgamento. A escolha final, dificílima, devido às linguagens gráficas distintas e oriundas das diversas regiões do país, legitimou o símbolo, que representa em todo o territórionacional a profissão do Administrador.

O símbolo escolhido para identificar a profissão tem a seguinte explicação pelos seus autores (grupo de Curitiba, denominado "Oficina de Criação"):
- O quadro como ponto de partida: uma forma básica, pura, onde o processo de tensão de linhas é recíproco. Sendo assim, os limites verticais/horizontais entram em processo recíproco de tensão.
- "Uma justificativa para a profissão, que possui também certos limites em seus objetivos: organizar, dispor para funcionar, reunir, centralizar, orientar, direcionar, coordenar, arbitrar, relatar, planejar, dirigir, encaminhar os diferentes aspectos de uma questão para o objetivo comum".
- "O quadro é regularidade, possui sentido estático quando apoiado em seu lado, e sentido dinâmico quando apoiado em seu vértice (a posição escolhida)".
- "As flechas indicam um caminho, uma meta, a partir de uma premissa, de um princípio de ação (o centro)".
- "As flechas centrais se dirigem para um objetivo comum, baseado na regularidade (...) as laterais, as metas a serem atingidas".

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O DIPLOMA UNIVERSITÁRIO JUSTIFICA UM SALÁRIO MAIOR?

Ao contratar alguém com mais escolaridade e um salário maior, embora com menos experiência prática, a empresa esta visando o médio e o longo prazo. Ela esta avaliando até onde o novo funcionário poderá ir e o quanto ele poderá crescer na organização. Se for isso e normalmente é, a diferença salarial de curto prazo, é apenas um passo num processo bem mais longo, do ponto de vista da empresa, vale a pena trazer alguém com potencial e pagar um pouquinho a mais no íncio, porque esse investimento será compensado no futuro.