Por mais que uma pessoa ganhe, os gastos acabam acompanhando esse aumento na renda. Pessoas que ainda estão estudando ou que acabaram de entrar no mercado de trabalho, geralmente tem pouco problema de viver sem um carro ou então procurar outras opções mais baratas de diversão. Só que a partir do momento que a renda aumenta é normal que também o estilo de vida mude e que se torne mais caro, tudo se torna mais caro: carro novo, roupas mais caras, celular melhor, viagens com mais frequência. E claro que todos nós merecemos conforto e devemos saber aproveitar as coisas boas que o dinheiro nos oferece. Mas, é ainda melhor se a gente conseguir evitar dívidas e usar a maior parte do aumento de nossa renda para poupar mais. Quem compra a vista tem muito mais poder numa negociação, quem compra à prazo acaba tendo que obedecer as regras que nem sempre são equilibradas e que são impostas pelo vendedor. Por isso se você receber um aumento em uma fonte de renda extra, não esqueça de pagar a coisa mais importante primeiro. Aumente a percentagem destinada a sua poupança e aos seus investimentos, depois disso quanto mais dinheiro sobrar na sua conta bancária, maiores serão as chances de você poder gastar muito bem nas coisas que realmente irão lhe proporcionar conforto e bem estar e tudo isso sem qualquer remoço. Pense nisso, leve uma vida equilibrada planejando o seu futuro financeiro, priorizando o que é mais importante.
BARRA DE PESQUISA
sábado, 5 de junho de 2010
QUANDO DÁ PROPOSTA DE GANHAR MAIS
Sempre que alguém recebe uma proposta para dobrar o salário, deve ter duas reações. Uma de imensa alegria e a outra de enorme desconfiança. Pois, só existem duas situações em que dobrar o salário numa só tacada é algo acreditável. A primeira é bem no começo da carreira. Existem empresas que não pagam bons salários iniciais e não são apenas empresas pequenas, várias empresas de renome também fazem isso; porque elas sabem que irão proporcionar ao contratado a possibilidade de colocar uma grife no currículo e como isso será interessante para a carreira, a quantidade de jovens cândidatos sempre é muito maior, do que o número de vagas oferecidas e aí o salário cai. Um ano depois será possível mudar para outra empresa até com o dobro do salário, a segunda situação é a do profissional que ficou muito tempo em uma única empresa ganhando pouco, sem nunca ter procurando se informar se o salário que recebia era compatível com a média do mercado.A dica para quem receber uma proposta, o ideal é assinar um contrato por 2 ou 3 anos.
CONFLITOS NA EMPRESA SOBRE OS HORÁRIOS DA COPA DO MUNDO
Quando se entra em conflito porcausa dos horários dos jogos do Brasil na empresa por conta da Copa do Mundo, o que fazer? Em muitos caso, a empresa vai alegar que dia útil é dia útil e portanto o expediente será normal, mas se dispõe a instalar uma tv no refeitório para que todos os funcionários assistam os jogos; só que daí pode haver alguns funcionários que irão considerar que em momentos de Copa do Mundo, a coisa não é como capítulo de novela que se assiste e pronto, tem os comentários de antes e depois e além disso essas pessoas alegariam que gostariam de escolher a companhia de quem vão querer assistir os jogos juntos. Pois, todos nós temos os nossos amigos do peito que são os companheiros ideiais para aquelas duas horas de alegria e aflição. O que essas pessoas querem é ter meio-dia livre para ser compensado em outra ocasião. Mas pode haver também o lado da empresa que poderá se demonstrar fechada para chegar num acordo sobre a possibilidade de liberar os funcionários para casa, para assistir os jogos da Copa do Mundo.Em quase todas as empresas em todos as ocasiões de Copa do Mundo, a discussão foi quase sempre a mesma. Em muitas empresas e talvez a maioria delas, há setores em que não podem parar, é o caso de vendedores externos e do pessoal da fabricação, portanto os beneficiados por uma eventual liberação seriam os funcionários do escritório, e aí haveria a tradicional reclamação de que o pessoal do administrativo sempre recebe tratamento diferenciado, e a direção da empresa acaba preferindo ser antipática com a minoria para não desagradar a maioria; vale também lembrar que não são todos os empregados que fazem questão de assistir os jogos da Copa do Mundo, tem também os que não estão nem aí, e não são poucos; uma solução seria a empresa colocar várias opções para votação geral: dia inteiro, meio-dia, tv no trabalho ou expediente integral sem assistir aos jogos e então seria escolhida a opção mais votada com a compreensão democrática dos que votaram contra. Muitas empresas podem ser surpreender se promoverem uma votação dessas.
POR QUE NÃO SOU CHAMADO PARA NENHUMA ENTREVISTA?
Há uma pergunta que se repete dentre muitas frequentemente. A pergunta é: Por que raramente sou chamado para uma entrevista? Essas pessoas relatam a sua boa experiência profissional (quando estão desempregados) ou a sua boa formação acadêmica (quando estão em busca do primeiro emprego) e aqueles que estão empregados revelam o desejo de mudar (para ter em outra empresa, as oportunidades que não estão tendo na empresa atual).O caminho seguido pela maioria é o mesmo: currículos enviados para dezenas de empresas por correio ou e-mail e cadastramento em sites de empregos. E aí, nada acontece. Silêncio total da parte de quem recebeu o currículo. Para essa questão a resposta é a seguinte - Empresas não chamam profissionais para uma entrevista só porque elas receberam um currículo; empresas programam entrevista quando tem uma vaga para ser preenchida. O segundo fato, é pela indicação direta de algum funciónario de dentro da empresa e isso ocorre em mais da metade dos casos, fazendo com que se reduza ainda mais a possibilidade de uma entrevistas. Como o envio de currículos pelo correio e o cadastramento em sites são opções de custo zero para os cândidatos, as empresas vem sendo inundadas por currículos. O diretor de uma multinacional contou que diariamente chega é média 400 currículos por via eletrônica, no máximo dez vão para o banco de dados e o restante é descartado, mas nem mesmo os 10 que sobram são avisados para evitar expectativas que podem não se concretizar. Então esse é o cenário. Não é a idade, nem a experiência, nem o modelo do currículo. A possibilidade de uma entrevista é remota, porque o número de vagas abertas é infinitamente inferior ao número de currículos recebidos sem terem sido solicitados. É por isso que o serviço público esta atraindo uma multidão cada vez maior de interessados, enquanto durar a festa é uma bela opção profissional, no mais das vezes o salário inicial é superior ao da iniciativa privada e as exigências da escolaridade são menores, não preciso conhecer ninguém, não é necessário enviar currículos e principalmente não há entrevistas.
DIREITOS QUE POSSUE AO PEDIR DEMISSÃO DE UMA EMPRESA PRIVADA

Passei num concurso público e aí vou sair da empresa à qual trabalho a 3 anos, relata uma pessoa. O problema é que nunca fui registrado nessa empresa. A questão é... Essa pessoa teria algum direito que possa pleitear quando ela solicitar a sua demissão? A resposta é sim. Ela tem direito de receber tudo que deixou de receber durante esses 3 anos. O mais obvio é o Fundo de Garantia que a empresa dessa pessoa provavelmente não recolheu; mas ela não deve se entusiasmar muito com a possibilidade de reaver esse dinheiro numa boa. Pois, se uma empresa não registra seus funcionários, ela não fará nenhum acordo com um empregado que pedir demissão, se a empresa fizer esse acordo ela estará reconhecendo a sua ilegalidade da situação e dando munição para que todos os outros empregados possam no futuro mover processos trabalhistas contra essa empresa. A situação dessa pessoa é totalmente fora da lei, mas não é uma excessão no mercado de trabalho, pois quase 50% dos trabalhadores brasileiros não são registrados, segundo dados do próprio Ministério do Trabalho. O motivo pode ser tanto a exploração do trabalhador, quanto a alta carga tributária, que impediria uma empresa de sobreviver, caso ela decidir legalizar a sua situação perante o Ministério do Trabalho. O segundo motivo pode até parecer melhor do que o primeiro que é imoral, mas ambos são ilegais. Mas voltando o comentário dessa pessoa, em casos como o dela, há trabalhadores que simplesmente deixam o passado para trás, entendendo que a empresa sempre foi justa para com eles, embora ela não tenha cumprido as suas obrigações para com o governo e a trabalhadores e não são poucos, que quando conseguem um emprego formal, acionam a ex-empresa na justiça do trabalho, nesse caso é preciso juntar documentos que comprovem o emprego, por exemplo: um papel assinado pelo chefe em que conste o nome do funcionário. A pessoa que relata esse fato tem o prazo de 2 anos para tomar uma resolução, o mais conveniente seria que ela assuma seu posto no cargo público e depois volte a pensar no assunto.COMO FAZER COM QUEM UM CURRÍCULO SE DESTAQUE SEM MENTIRAS?
O que acontece com os currículos que são enviados para as empresas? Apenas uma pequena parcela desses currículos vai para um banco de dados e a possibilidade de ser chamado para uma entrevista é bastante remota.Para quem esta elaborando um currículo e quer que ele seja bastante chamativo; foi encaminhado a resposta de um selecionador de uma grande empresa, exatamente aquela pessoa responsável por uma equipe que faz a leitura e a triagem inicial dos currículos que chegam pelo correio ou e-mail, para as pessoas que querem se destacarem a partir de seus currículos. Esse selecionador relatou um fato preocupante, ele diz que: 1 em cada 3 currículos que são selecionados contém alguma mentira, talvez pela anciedade de fazer com que seu currículo se destaque; muitos pretendente à uma vaga de emprego exageram nos cursos que fizeram ou nas funções que ocuparam, ou na fluência de um idioma. Para ilustrar esse fato ocorrido, esse selecionador usou o exemplo de um jovem de 25 anos, que colocou no currículo uma Pós-Graduação na Inglaterra e que tinha Inglês Fluênte. Evidentemente o currículo chamou a atenção e o jovem foi convocado para uma entrevista. O selecionador precisou de apenas 2 minutos para descobrir que a Pós-Graduação tinha sido na verdade um curso de férias de uma semana e que o Inglês do jovem estava longe de ser fluênte - E o jovem explicou que de fato exagerou um pouco para conseguir a entrevista, mas que tinha boas condições de realizar o trabalho, caso fosse admitido pela empresa; de sua parte o selecionador deu por encerrada a entrevista e explicou que nenhuma empresa séria admitiria um cândidato que mentiu no currículo. Conclusão, além de uma lista de realizações acadêmicas e profissionais, o currículo também funciona como um atestado de idoneidade do cândidato e faltar com a verdade já no primeiro contato não é uma boa estratégia.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
O INSS
Texto de: Gustavo Cerbasi
O Instituto Nacional do Seguro Social, ou simplesmente INSS, é o mecanismo público que assegura aos trabalhadores brasileiros benefícios como o seguro-desemprego, a licença-maternidade e a aposentadoria. Apesar da dificuldade em arrecadar mais do que paga, estudos mostram que o INSS é viável segundo o atual modelo e que ele não deve quebrar tão facilmente como se supunha.
Por outro lado, não há motivos também para contar com o sistema de previdência pública no Brasil. O mecanismo de acumulação é extremamente ineficiente e a poupança produzida por cada trabalhador é do sistema, e não individual. Isso exige que confiemos na instituição pública pelo resto de nossas vidas, o que não faz o menor sentido no Brasil.
Se o mesmo recurso que você direciona hoje ao INSS fosse investido de maneira conservadora em fundos de renda fixa ou planos de previdência privada, seu dinheiro se multiplicaria com maior eficiência, segurança e previsibilidade e, nas últimas décadas de sua vida, seria só seu. Mesmo que você confie e se satisfaça com o modelo da previdência pública, sua renda não estará assegurada na aposentadoria. Se contribuir pelo valor máximo (o chamado "teto"), começará a receber uma aposentadoria que será corrigida, ano a ano, por um índice de inflação muito aquém da realidade dos idosos. Ano após ano, o aposentado verá seu poder de compra cair, convergindo para o mínimo pago pelo INSS, que é o salário mínimo – aquele mesmo, que mal paga uma cesta básica.
Por esse motivo, contribuir para o INSS com cotas maiores do que o mínimo que lhe é imposto é um equívoco daqueles que contam com a Previdência Privada e outras modalidades de investimento. A contribuição coerente para o INSS é a mínima, porque a única garantia que teremos é o salário mínimo. Se você tem mais a poupar, contrate um Plano de Previdência Privada. Se pensou no seguro-desemprego, sugiro não contar com ele; faça sua própria reserva de emergências, equivalente a poupar três ou quatro meses de consumo de sua família – este dinheiro estará rendendo e se multiplicando. Seguindo uma boa estratégia, provavelmente você nem precisará de um salário mínimo vindo do governo.
Fica a sugestão: quando você tiver direito a uma aposentadoria pelo INSS, doe-a para alguém querido que confiou apenas na proteção pública. Essa pessoa querida estará precisando muito desse dinheiro.
Por outro lado, não há motivos também para contar com o sistema de previdência pública no Brasil. O mecanismo de acumulação é extremamente ineficiente e a poupança produzida por cada trabalhador é do sistema, e não individual. Isso exige que confiemos na instituição pública pelo resto de nossas vidas, o que não faz o menor sentido no Brasil.
Se o mesmo recurso que você direciona hoje ao INSS fosse investido de maneira conservadora em fundos de renda fixa ou planos de previdência privada, seu dinheiro se multiplicaria com maior eficiência, segurança e previsibilidade e, nas últimas décadas de sua vida, seria só seu. Mesmo que você confie e se satisfaça com o modelo da previdência pública, sua renda não estará assegurada na aposentadoria. Se contribuir pelo valor máximo (o chamado "teto"), começará a receber uma aposentadoria que será corrigida, ano a ano, por um índice de inflação muito aquém da realidade dos idosos. Ano após ano, o aposentado verá seu poder de compra cair, convergindo para o mínimo pago pelo INSS, que é o salário mínimo – aquele mesmo, que mal paga uma cesta básica.
Por esse motivo, contribuir para o INSS com cotas maiores do que o mínimo que lhe é imposto é um equívoco daqueles que contam com a Previdência Privada e outras modalidades de investimento. A contribuição coerente para o INSS é a mínima, porque a única garantia que teremos é o salário mínimo. Se você tem mais a poupar, contrate um Plano de Previdência Privada. Se pensou no seguro-desemprego, sugiro não contar com ele; faça sua própria reserva de emergências, equivalente a poupar três ou quatro meses de consumo de sua família – este dinheiro estará rendendo e se multiplicando. Seguindo uma boa estratégia, provavelmente você nem precisará de um salário mínimo vindo do governo.
Fica a sugestão: quando você tiver direito a uma aposentadoria pelo INSS, doe-a para alguém querido que confiou apenas na proteção pública. Essa pessoa querida estará precisando muito desse dinheiro.

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