BARRA DE PESQUISA

sábado, 13 de março de 2010

EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS ESCOLAS

GOVERNO LANÇA ESTRATÉGIA
NACIONAL DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NAS ESCOLAS


O Grupo de Trabalho criado pelo Coremec (Comitê de Regulação e Fiscalização dos Mercados Financeiro, de Capitais, de Seguros, de Previdência e Capitalização) para desenvolver uma proposta de Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF) acaba de colocar no ar o site do projeto ( http://www.vidaedinheiro.gov.br/ ). Além de divulgar os trabalhos da Estratégia, o portal tem, neste momento, o objetivo de reunir as experiências de iniciativas de educação financeira já existentes no Brasil, formando, com isso, um grande inventário nacional dessas ações.No site da ENEF há espaço para que quaisquer entidades ou pessoas físicas relatem sua experiência com o tema educação financeira desenvolvido no Brasil. O Grupo de Trabalho quer conhecer as iniciativas desse âmbito existentes em todo o território nacional. O site foi criado com o propósito de conseguir registrar todas as ações e projetos de educação financeira em andamento. Para que isso aconteça o grupo de trabalho espera que as entidades que desenvolvam projetos deste tipo se cadastrem. Dessa forma o grupo terá condições de avaliar as possibilidades de integração e até de aproveitar as experiências bem sucedidas.O Grupo de Trabalho realizará também outras iniciativas estratégicas para perceber o nível de conhecimento da população brasileira quando o assunto é finanças pessoais e investimentos. A primeira é fazer uma pesquisa nacional para analisar o grau de conhecimento da sociedade sobre finanças, já em andamento. A pesquisa será importante para balizar as propostas de trabalho que resultarão na estratégia de educação financeira, a ser apresentada pelo grupo até o final deste ano.O Comitê de Regulação e Fiscalização dos Mercados Financeiro, de Capitais, de Seguros, de Previdência e Capitalização (Coremec) criou o Grupo de Trabalho, em 2007, a fim de desenvolver e propor uma "Estratégia Nacional de Educação Financeira" em um prazo de doze meses. O objetivo do Grupo, coordenado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e composto por representantes do Banco Central, SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) e SPC (Secretaria de Previdência Complementar), é definir uma proposta de política pública voltada para a educação financeira de toda a população. O Grupo pretende também receber a participação voluntária de associações e outras entidades representativas do mercado que já desenvolvem ações de educação financeira.

Fonte: Secretaria de Previdência Complementar-SPChttp://www.mps.gov.br/pg_secundarias/previdencia_complementar.asp

INVESTIMENTOS EM OURO

Primeiro analisar o mercado de ouro, não é só porque escutou falar e sair comprado. O mercado de ouro já foi muito ativo no Brasil, hoje é pouco, mas ainda tem algumas corretoras tradicionais que operam nesse mercado.
E o mínimo para investir em ouro, depende de corretora para corretora.
Uma coisa importante no mercado de ouro é o certificado de reconhecimento. Sabe dê onde vem o ouro.

Também não precisa sair correndo investir, é preciso analisar bem, antes.

ETF: COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTOS QUE É NEGOCIADA NA BOLSA

O que é um ETF?


ETF é a cota de um fundo de investimento que é negociada na bolsa, como se fosse uma ação. ETF é a abreviação de Exchange Trade Fund, que é uma unidade negociável na Bolsa de Valores como se fosse uma ação, mas que reune um número variável de ações. Cada ETF se propõe a representar determinado índice de ações ou um segmento setorial de ações, ou ainda ações de determinados países. Há ainda os ETF Ultra short que operam com venda de grupos de ações à descoberto e se benificiam dos períodos de queda das cotações das ações, já que as ações serão cobertas pela compra posterior à venda, estando elas a preços mais baixos.
Existem ainda ETFs que representam letra do tesouro, títulos hipotecários, bônus de empresas e mesmo commodities isoladas como ouro e petróleo.
Todos estes instrumentos são lastreados em títulos que visam dar rentabilidade igual aos objetivos anunciados.
O ETF é estruturado no momento da demanda e desfeito com sua venda. A montagem e desmontagem é feita por instituições financeiras gestoras deste tipo de produto.
Os ETFs pagam dividendos ou juros, conforme seus componentes enquanto estão na posse do investidor. A forma mais comum de utilizar o ETF é a de aposta na valorização dos papeis que os compõem, para vendêlo por um preço superior ao da compra. O PIBB (Papéis Índice Brasil Bovespa) é um ETF; inclusive o PIBB era um fundo fechando inicialmente que foi feita a abertura de cotas dele em determinado e que, ser vendido e depois fechou e então passou a ser negociado somente nana bolsa na BMS Bovespa. E hoje se você quiser investir nesse fundo que reaplica a carteira do IBX, você tem que comprar cotas dele na bolsa, não pode investir no fundo diretamente, exatamente como você faz quando é para comprar uma ação em que você vai no home broker e contrata uma corretora e faz a compra da cota e vende sem liquídez, diária, só que invez de você comprar uma carteira de ações, você esta comprando uma carteira de ações.
Esse é um mercado já ativo no exterior e aqui no Brasil já começa aparecer, surgir alguns ETFs, desde 2008 mercado que esta crescendo continuamente. Interessante ressaltar que toda ação comprada na Bovespa tem um nome de batizado que é negociado na bolsa e o ETF. É muito interessante para quem tem pouco dinheiro para investir. Um tipo de fundo que é muito competitivo para a pessoa física e muito atraente também e que a participação dele tende a crescer no mercado brasileiro.
Então a idéia é comprar cotas, quer dizer invez de você comprar uma ação você compra uma cota de fundo de ações, aí é como se tivesse comprando várias ações; quer dizer você vende enquanto ação instântanea, ele é negociado e cotado, enquanto ação instântanea, diferentemente dos fundos tradicionais em que você aplica com a cota do dia seguinte e resgata com a cota anterior, enfim que tem um processo mais lento.

sexta-feira, 12 de março de 2010

GANHADORES DE LOTERIA QUE NÃO INVESTEM O DINHEIRO CHEGAM DECLARAR FALÊNCIA

Quem compra loteria em grande parte das vezes são pessoas com pouco dinheiro e que não sabem gerenciar esse dinheiro; não sabem lidar com um monte de dinheiro, então aí acabam fazendo um monte de opções erradas com esse dinheiro. Então, quando ganham na loteria não sabem gerenciar esse dinheiro, não sabem a melhor maneira de fazer o dinheiro trabalhar por elas e entram na falência. Uma pesquisa constatou que, aí uns 5 anos depois a pessoa está endividada e sem dinheiro. E tem outro problema também, a pessoa é pobre e tem vários amigos, aí acaba emprestando dinheiro para os amigos.
Isso acontece porque eles não compram ativos, eles gastam o dinheiro aos poucos, torram o dinheiro. Por exemplo: a pessoa ganhou R$ 1 500 000 (um milhão e quinhentos reais), e compra uma casa de R$ 640 000 (seiscentos e quarenta mil) e que custa por ano uns R$ 9000,00 (nove mil), então ele vai capitalizando apenas e não investe esse dinheiro, comprar casa não é investimento, comprar carro também não é investimento e a pessoa vai lá e compra um carrão e do mais caro. E casa e carro não são investimentos, aí o dinheiro vai se capitalizando. Dinheiro tem que gerar renda - e como gerar renda? Através de aplicações, de investimentos.
E aí ele vai perdendo esse dinheiro aos poucos, aliás acaba perdendo o dinheiro e ficando com dívidas porque ele entra em falência, ou seja, a pessoa acaba ficando em situação pior do que estava anter de ter ganho - o que indica que algumas vezes a pessoa que sempre viveu com pouco não esta suficientemente preparada e madura para gerenciar bastante quantias de dinheiro.
As pessoas precisam adquirir o hábito de saber gerenciar pouco dinheiro, pra quando ter muito, saber gerenciar melhor ainda.

NÃO HÁ CONSENSO PARA OS ROYALTIES DO PETROLÉO

O Senado Federal do Brasil, aprovou lei que concede o direito de que os royalties do petroléo seja dividido sob proporções iguais entre os estados, em que 50% fique com a União e a outra metade com os estados.

A questão dos royalties do petroléo não se trata de uma decisão exclusiva do Senado brasileiro, trata-se sim de uma questão Constitucional. Pois, quando foi elaborada a Nova Constituição de 88, determinou-se que o petroléo, os minérais e as energia, sobre tudo a energia gerada por hidrelétricas e áreas inundadas, teriam o ICMS cobrado no destino, ou seja no estado consumidor e não no estado produtor; como compensação e como compensação para com os danos ambientais e os danos de infra-estrutura, os estados estados produtores receberiam royalties - e por quê isso? Porque o Estado não pode extrair petroléo, porque o subsolo pertence a União. Então, a Constituição brasileira entendeu que o estado produtor do petroléo, ele teria concessão para extrair o petroléo e a União ficaria com uma parte e pagaria a outra parte para o estado. Por essa razão, que não é benefício, não é privilégio, não é prêmio, não é gratificação. É algo que esta escrito no artigo 20 da Constituição Brasileira. É compensação.


ARTIGO 20 DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL
Art. 20. São bens da União:

I - os que atualmente lhe pertencem e os que lhe vierem a ser atribuídos;

II - as terras devolutas indispensáveis à defesa das fronteiras, das fortificações e construções militares, das vias federais de comunicação e à preservação ambiental, definidas em lei;


III - os lagos, rios e quaisquer correntes de água em terrenos de seu domínio, ou que banhem mais de um Estado, sirvam de limites com outros países, ou se estendam a território estrangeiro ou dele provenham, bem como os terrenos marginais e as praias fluviais;


IV - as ilhas fluviais e lacustres nas zonas limítrofes com outros países; as praias marítimas; as ilhas oceânicas e as costeiras, excluídas, destas, as que contenham a sede de Municípios, exceto aquelas áreas afetadas ao serviço público e a unidade ambiental federal, e as referidas no
art. 26, II;


V - os recursos naturais da plataforma continental e da zona econômica exclusiva;


VI - o mar territorial;


VII - os terrenos de marinha e seus acrescidos;


VIII - os potenciais de energia hidráulica;


IX - os recursos minerais, inclusive os do subsolo;


X - as cavidades naturais subterrâneas e os sítios arqueológicos e pré-históricos;


XI - as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios.


§ 1º É assegurada, nos termos da lei, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, bem como a órgãos da administração direta da União, participação no resultado da exploração de petróleo ou gás natural, de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos minerais no respectivo território, plataforma continental, mar territorial ou zona econômica exclusiva, ou compensação financeira por essa exploração.


§ 2º A faixa de até cento e cinqüenta quilômetros de largura, ao longo das fronteiras terrestres, designada como faixa de fronteira, é considerada fundamental para defesa do território nacional, e sua ocupação e utilização serão reguladas em lei.



E atualmente os estados e municípios já recebem esses royalties, porque a União já fica com uma parte dessa extração de petroléo e já distribui sob a forma de fundo de distribuição de estados e municípios.

Agora o que ocorre, é que os estados produtores tem uma devastação muito grande, danos de meio ambiente, danos de infra-estratura, por essa razão tem que haver uma compensação.

Os estados produtores, alegaram ser uma decisão inconstitucional e esperavam que fosse vetada. É uma questão que pode ainda ir para no Supremo Tribunal Federal - STF.



Fonte: Extraído do site da ANP

Royalties são uma compensação financeira devida ao Estado pelas empresas concessionárias produtoras de petróleo e gás natural no território brasileiro e são distribuídos aos Estados, Municípios, ao Comando da Marinha, ao Ministério da Ciência e Tecnologia e ao Fundo Especial administrado pelo Ministério da Fazenda, que repassa aos estados e municípios de acordo com os critérios definidos em legislação específica.
Os royalties, que incidem sobre a produção mensal do campo produtor, são recolhidos mensalmente pelas empresas concessionárias por meio de pagamentos efetuados para a Secretaria do Tesouro Nacional – STN, até o último dia do mês seguinte àquele em que ocorreu a produção. A STN repassa os royalties aos beneficiários com base nos cálculos efetuados pela ANP de acordo com o estabelecido pelas Leis
nº 9.478/97 e nº 7.990/89, regulamentadas, respectivamente, pelos Decretos nº 2.705/98 e nº 01/91.
A partir da Lei
nº 9.478/97, a alíquota dos royalties passou de 5% para até 10% da produção, podendo ser reduzida a um mínimo de 5%, tendo em vista os riscos geológicos, as expectativas de produção e outros fatores pertinentes.
Cálculo dos Royalties
Os royalties incidem sobre a produção mensal do campo produtor. O valor a ser pago pelos concessionários é obtido multiplicando-se três fatores: (1) alíquota dos royalties do campo produtor, que pode variar de 5% a 10%; (2) a produção mensal de petróleo e gás natural produzidos pelo campo; e (3) o preço de referência destes hidrocarbonetos no mês, como determinam os artigos 7º e 8º do Decreto nº 2.705/98, que regulamentou a Lei nº 9.478/97, conhecida como a Lei do Petróleo.
Para alíquota dos royalties do campo produtor até 5%, o Comando da Marinha tem direito a 20% dela. Acima de 5% a parcela é de 15%.

OBS. Não há fundamento jurídico e nem político para isso, então vias das contrapartidas, esse caso pode ir para no Supremo Tribunal Federal - STF.

PIBB-11 (PAPÉIS ÍNDICE BRASIL BOVESPA)



O PIBB-11 é o primeiro fundo que começa a ficar disponível no Brasil e barato; um fundo que negocia cotas em bolsa de valores, um veículo de investimentos bom e barato, tem outros semelhantes ao PIBB-11.
Então para você investir nesse fundo, não há a necessidade de ir lá com o seu gestor e comprar uma cota, diferente dos outros fundos; você compra a cota é na bolsa, pois as cotas dos fundos são negociadas na bolsa.
Para investir no PIBB-11, você investe dá mesma forma que faria, se fosse investir em ações, também é preciso ir lá na Corretora e se cadastrar e faz a compra desses papéis e a diferença é que ao invez de você comprar uma ação, você compra uma carteira de ações porque esses fundos respresentam essa carteira de ações, a cota representa a carteira de ações, é competitivo e o custo dele, a taxa dele não é tão alta, então vale a pena avaliar esse veículo e ele tende a ficar cada vez mais popular na bolsa de valores brasileira.
Interessante destacar é que sempre os fundos seguem algum índice e no caso do PIBB-11 é o Índice Brasil BRX. Então realmente vale apena analisar esses fundos.

quinta-feira, 11 de março de 2010

COMO INVESTIR EM AÇÕES?

A primeira idéia que vem em mente na cabeça do investidor é que ele mesmo monte sua carteira de ações. Para fazer essa idéia que venham dar melhores oportunidades de dar certo, é preciso montar um plano de trabalho, e estabelecer uma disciplina de atuação no mercado de ações.

CONHEÇA O MERCADO NÃO CONHECE, O MERCADO DE AÇÕES É UM TERRENO MINADO (DÊ RISCO)
Existem variáveis independentes, e variáveis sujeitos a eventos de todas natureza. Esta é a informação fundamentalista básica para conhecer o mercado do qual deseja participar.

CONHEÇA-SE BEM E ANÁLISE A SI PRÓPRIO

Avalie o seu grau de controle emocional, independência mental, influências externas. Você deve ser rigoroso no planejamento e ter capacidade de cumprir com o planejado.

COMECE COM UMA RENDA DISCRICIONÁRIA

Evite empenhar (colocar) as economias familiares em risco, já de cara. E esteja preparado para uma hipotése de perde dinheiro.

COMECE COM POUCO

Faça operações fictícias, use pequenas quantias.

ENTRE EM MERCADOS MAIS ESTAVÉIS

Anote o que aprendeu. Discuta os seus progressos.

NÃO SE COMPROMETA DEMAIS

Mantenha dinheiro vivo em sua conta de investimentos.

APROVEITE DINHEIRO VIVO PARA COMPRAR BOAS OPORTUNIDADES

Evite liquidar posições fora de hora por falta de dinheiro.

ESQUEÇA A ESPERANÇA

Não sonhe com altas quantias, só porque isso será bom para você. Pois o mercado, é o que é, não o que você quer que ele seja.

ACOMPANHE O MERCADO

Um dia de baixa não deve estragar a sua estratégia.

MUITO CUIDADO QUANDO MUDAR DE OPINIÃO

Trabalhe com uma idéia básica. Aguarde a melhora hora pra executá-la.

SE VOCÊ COM DINHEIRO E SEM IDÉIA, FIQUE DE FORA

Pausas fazem você se distanciar mais. O observador mais distante vê mais coisas, com menos detalhes.

TIRE FÉRIAS DOS NEGÓCIOS

Aproxime-se quando quiser ver os detalhes.

FIQUE NA SUA, EXAGERE: SEJA DO CONTRA! NÃO VÁ ATRÁS DA MASSA

A tendência da massa é errar. Se a idéia é tão popular que a massa vai atrás dela, reveja a sua idéia...

EVITE ORDENS A MERCADO

Limite as suas ordens com cuidado. Só use ordens a mercado quando precisar de cumprimento imediato.

NÃO AUMENTE POSIÇÕES PERDEDORAS

Cuidado com as técnicas de fazer preço médio. Não trave prejuízo. Assuma que errou, liquide a posição e tente ganhar em outra posição.

TRABALHE COM ORDENS DE "STOP" (A HORA DE PARAR)

Pare se perder nas posições ruins. Se a oferta acabou, e o mercado revertou, saia dele com ordens stop.

ESTENDA OS SEUS LUCROS

Ordens STOP são para posições perdedoras. Não limite seus ganhos nas posições lucrativas. Ponha de lado a idéia de lucro sastifatório.

SEJA IMPACIENTE COM AS PERDAS

Não passe mais de dois dias em posições perdedoras. Não passe o fim de semana perdendo dinheiro.

EVITE OS ESTREMOS DOS PREÇOS

Topos e fundos são posições vulneráveis. Deixe o mercado identificar as tendências antes.


TUDO QUE SOBRE DESCE

Preços muito altos pesam demais. Eles podem cair, isso é uma lógica do mercado, pesou demais, caem, só porque pesaram demais.


VENDA RÁPIDO

As baixas costumas ser mais rápidas que as altas. Nas baixas, procure saia rápido.


CONHEÇA OS FUNDAMENTOS, MAS AVALIE OS GRÁFICOS

Conheça gráficos e tendências. E observe as formações de reversões e consolidações.