BARRA DE PESQUISA

quarta-feira, 3 de março de 2010

TÍTULOS DE CAPITALIZAÇÃO NÃO SÃO INVESTIMENTOS

Essa é pra quem acha que quando se esta guardando ao dar entrada num Título de Capitalização, esquiva-se sobre erro. Títulos de capitalização continua sendo um grande mico. Títulos de Capitalização é pra quem gosta de jogar. Portanto títulos de capitalização não são investimentos. Possuem pouco rendimentos, e na hora que vai sacar ainda tem que pagar uma remuneração pra entrar e pra sair e a remuneração dos juros pelos títulos de capitalização são menores.
Títulos de Capitalização são como lotéria em que é dado um número e você sempre concorre com esse número por um concurso pela Caixa Econômica Federal; portanto não é investimento, não é aplicação financeira, não é guardar dinheiro para a aposentadoria, para comprar a casa própria ou pra faculdade. É um dinheiro extra que se você tiver muita sorte você vai ganhar e será recompensado por isso.
Falta de informação, porque os bancos devem vender os Títulos de Capitalização como num sorteio, uma lotéria. Os bancos tem uma meta de cotas para vender determinadas quantidade de Títulos de Capitalização para os seus clientes, isso também para dar lucro para eles e em muitos bancos não é apenas para cumprir metas e nem pela pressão dos superiores, mas sim, porque a comissão que o banco pagava pelos Títulos de Capitalização vendidos são altíssimos. Portanto compre Títulos de Capitalização consciênte de que não é um investimento.



O grande problema dos Títulos de Capitalização é o de serem vendidos como INVESTIMENTOS, o que não é. Relação de Confiança cliente banco, o cliente é enganado, ele esta querendo construir um patrímonio para ele, de certo modo por de informação, ocorre situações incomodas de certo modo para os clientes.

CURIOSIDADE: ELIMINAR O USO DE CHEQUE DE PAPEL NA INGLATERRA

A Inglaterra e os bancos da Inglaterra estão com um projeto aí de acabar com o uso de talões de cheques, abolir o uso de cheques e isso tem um prazo pra daqui 3 à 4 anos, mas a idéia é eliminar o talão de cheques de papel; tanto que o cheque descontrola muito facilmente o orçamento, ao contrário do cartão que tem um limite. Cheques vão se endossando vai passando na mão de um de outro e até que você não sabe onde é que vai parar. É uma situação complicada, daí.

É PRECISO ESTAR ATENTO QUANTO AOS EFEITOS COLATERAIS DO CRESCIMENTO ECONÔMICO

Crescimento Econômico tem efeitos colaterais e é preciso ficar ligado. O Brasil tende a crescer esse ano mais que o crecimento do mundo, isso quer dizer que o Brasil tende a exportar menos e importar mais e isso vai ter uma balança comercial com um resultado muito pior do que no ano anterior. O déficit entre as ações correntes é uma conta mais ampla, porque entra turismo, remessas de divendendos, juros, investimentos entrando e saindo, então essa conta global que é o déficit corrente e ele esta indo aí para 3% do PIB esse ano, o que significa R$ 60 000 000 000 (Sessenta Bilhões) de déficit para o Brasil financiar através da entrada de investimentos estrangeiros. O problema vai ser no ano de 2011, pois aí o Brasil terá que financiar R$ 100 000 000 000 (Cem Bilhões). O Brasil vai ter um aumento em 2011, podendo arcar com essa quantia de financiamentos externos. Esse déficit continuado já levou o Brasil entrar em momentos de recessão no passado (momentos de crise no passado). A situação atual é diferente, pois o Brasil esta num momento muito mais sólido, tem muito mais reservas, e uma coisa que pode acontecer que pode ser boa para alguns e ruim para outros é que o a moeda, o dólar, tende a ficar um pouco mais forte perante a economia brasileira e que o real desvalorize um pouco mais e então ele pode ficar oscilando aí na faixa dos $ 1,90 até o final do ano e isso aí ajuda o exportador e então começa a reverter a situação de desequlíbrio do balanço de pagamento. Se bem, que o câmbio flutuante automaticamente se corrige, não precisa nem há necessidade de querer fazer especulação para isso. Mas, para gato escaldado, até de água fria a gente tem medo. O que quer dizer então que: "Déficits externos continuados, já nos levaram a crises no passado".
O fato então do Brasil crescer acima da média mundial, pode vir a favorecer o fluxo de investimentos no Brasil no sentindo que vai sim entrar mais investimentos no Brasil, mas não vai ser em quantidades suficientes para cobrir essas dificuldades de financiamento externo que o Brasil e isso seria coberto pela entrada de capital
estrangeiro, mais isso não seria suficiente porque os investidores estrangeiros estão tendo dificuldade de investir, pois as empresas estrangeiras não estão numa situação tão estável assim, para poder estar investindo nesses momentos.
Mas, crescimento econômico sempre tem o lado bom, o que a gente tem que ficar de olhos é nos seus efeitos colaterais que podem ocorrer nos meios para que possa crescer de forma sustentada.

terça-feira, 2 de março de 2010

CONCESSÕES DE CRÉDITOS

Conceder créditos é equivalente a conceder confiança. Confiar em alguém que ela terá subsídios para arcar com o que ela tomou como empréstimo. É uma coisa boa para que precisa e pode ser melhor ainda quando influenciado pelo capitalismo que devido à atrasos há meios de compensação como os juros.
VARIÁVEIS PARA CONCESSÃO DE CRÉDITO
  • CARÁTER: Indoneidade no mercado de créditos;
  • CAPACIDADE: Habilidade em converter investimentos em receita;
  • CONDIÇÕES: Impacto de fatores externos sob a fonte geradora de receita;
  • CAPITAL: Situação financeira
  • COLATERAL: Situação patrimonial;
  • CONGLOMERADO: Empréstimo à pessoa jurídica e pessoas físicas.

O VALOR DA CONFIANÇA
RETORNA SOBRE INFLUÊNCIA

ALAVANCAS PARA CONCESSÃO DE CRÉDITO
  • CADASTRO: Identificação, pontualidade, existência de restrições, experiência de negócios, atuação na praça.
  • EXISTÊNCIA DE RESTRIÇÕES: Ações jurídicas e de penhora, emissão de cheques sem fundos, atraso de pagamento de impostos, ação executiva, situação irregular no comércio exterior e situação irregualar do CNPJ/CPF.
FONTES DE INFORMAÇÕES:

  • Cartórios;
  • Entidade conveniadas como: Serasa, Equifax;
  • Bacen (Pelo Sisbacen)

O GOVERNO DEVERIA PRIVATIZAR SOMENTE SETORES QUE NÃO FUNCIONAM

Quando o assunto é estatização, vemos que em alguns setores da economia brasileira, alguns serviços e alguns produtos são muito caros. E exemplo disso é o setor de telecomunicações. Com isso o governo federal pretende criar uma estatal na área de comunicações. Uma idéia para se criar uma estatal de telecomunicação é de que as empresas privadas não atendem o mercado e que a banda larga no Brasil é cara e lenta, quer dizer ainda de má qualidade em algumas empresas privadas. Caras para muitas pessoas ainda, que não tem condições suficiente para arcar, por exemplo com uma internet banda larga ADSL - então a idéia do governo seria criar uma banda larga universal e barata, de custo acessível. Mas, por quê, que é cara a internet banda larga no Brasil? A explicação para isso é a seguinte: Você vai olhar tem impostos muito elevados, de cada R$ 100,00 em que você paga pelos serviços de telefonia, cerca aí de R$ 35,40, vão para o governo. Então impostos muito elevados; sem dizer que no caso da banda larga, paga-se imposto também sobre o modem, o modem que permite a ligação com a internet, com isso a internet ADLS possuí um preço elevado. E depois se houver uma redução nessas arestas, que são os impostos no caso, o preço tende a cair.
Aí vem aquele dilema! Não, mas as empresas privadas não se interessarão pelas áreas menos rentáveis; pode-se fazer uma venda casada (uma parceria) no começo das privatizações, como lá nos anos ínicio dos anos 90, em que uma coisa de bem público muito utilizada era os orelhões, e orelhão não dava dinheiro e continua não dando, pelo contrário, dá gastos e manutenção; então as empresas que ganhassem uma determinada área de concessão rentável tinha a obrigação de instalar aparelhos de orelhões em determinadas áreas já específicadas. Um exemplo de setor que é inteiramente estatal, é estratégico e que não funciona, são os aeroportos e são administrados no país todo pela Infraero e que a sua gestão estratégica vai de mal para pior, é um exemplo de setor que poderia ser privatizado - poderia ser feito uma concessão dos aeroportos. O caso é que o governo tem dinheiro parado lá em seu cofres, e não sabe onde gastar (investir) esse dinheiro e agora vem com a idéia de criar uma estatal.
Não seria preciso estatizar nada, seria mais rentável é privatizar setores que não estão funcionando dentro do governo.

segunda-feira, 1 de março de 2010

ANALISANDO RISCOS E TOMANDO DECISÕES

RISCO é a possibilidade de haver prejuízo financeiro transação. Para RISCO, prever situações de RISCOS em transações financeiras, DEPENDE... Pois há margens de erro. RISCOS são SAZONAIS.
Decisões tomadas no PRESENTE, com base em informações do PASSADO e cujos efeitos se projetarão para o FUTURO.

O RISCO é algo que está ligado ao FUTURO, não existe RISCO PASSADO.

Só existe RISCO EM DECISÕES que ainda vamos tomar, nas DECISÕES JÁ TOMADAS, O RISCO VIROU HISTÓRICO.

Os RISCOS estão ligados à ação das esferas de Governo: federal, estadual e muncipal e dentre essas, as mediantes POLÍTICAS DE GOVERNOS, tais como:


- Política Monetária;

- Política de Rendas;

- Política Fiscal e Tributária;

- Política Cambial;

- Políticas Setoriais e de Incentivos.

ANALISANDO AS DESPESAS FIXAS

Se as despesas fixas estiverem altas, estiverem altas em casa ou então no negócio próprio. Você estará então diante de um enorme desafio. Pagar valores alto no condomínio, no IPVA, no IPTU ou então no aluguel é dado como o caminho para a forca. Normalmente a gente relaxa e acaba aceitando pagar despesas fixas bem altas nos tempos de vacas gordas. O perigo esta no momento em que as vacas começam a emagrecer em que as receitas caem e as despesas ficam lá em cima. Reduzir o padrão de vida pode ser desagradável, mas pode ser a única forma para fugir das exorbitantes taxas de juros que são cobradas aí no cheque especial e no rotativo do cartão de crédito. Reavalie suas despesas fixas e não tenha medo de agir, se elas estiverem sufocando o seu orçamento não fique na dúvida de agir, os cortes precisam serem feitos rigorasamente e sem pena. Assim que houver uma folga, você pode admitir aumentas algumas despesas variáveis, que são aquelas em que você pode reduzir só contendo o consumo como por exemplo: luz, água e telefone.
Por isso pense muito bem sempre, antes de aceitar uma nova despesa fixa que exigiria um longo prazo para você poder reduzir.