BARRA DE PESQUISA

sábado, 7 de maio de 2011

TABELAS DE JORNADA DE TRABALHO

[tabela de amostra da jornada de trabalho em alguns países]

"Ao se considerar o fato de que uma redução de jornada leva a pessoa a trabalhar mais motivada, com mais atenção e concentração e sofrendo menor desgaste, é de se esperar, como resposta, um aumento da produtividade do trabalho, que entre 1990 e 2000, cresceu a uma taxa média anual de 6,50%."

"Assim, ao comparar o aumento de custo (1,99%), que ocorrerá uma única vez, com o aumento da produtividade, que já ocorreu no passado e continuará ocorrendo no futuro, vê-se que o diferencial no custo é irrisório. E quando se olha para a produtividade no futuro, em menos de seis meses ele já estará compensado.

"Mais um argumento a favor da redução da jornada de trabalho pode ser encontrado nos dados do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos que mostram o custo horário da mão-de-obra na indústria manufatureira em vários países. Um simples olhar para a tabela a seguir mostra que o custo da mão-de-obra brasileira não só é mais baixo, mas é muitas vezes mais baixo. O custo na Coréia do Sul, país que mais se aproxima dos valores brasileiros, é três vezes maior que o do Brasil. Isso significa que há muita margem para a redução da jornada.
"Assim, a redução de jornada não traria prejuízo algum à competitividade brasileira. Além disso, muitos países já têm jornada de trabalho menor que o Brasil. Na realidade, o diferencial na competitividade dos países não está no custo da mão-de-obra. Caso assim o fosse, os EUA e o Japão estariam entre os países menos competitivos do mundo, pois o custo da mão-de-obra está entre os maiores. O que torna um país competitivo são as vantagens sistêmicas que ele oferece: um sistema financeiro a serviço do financiamento de capital de giro e de longo prazo com taxas de juros acessíveis; redes de institutos de pesquisa e universidades voltadas para o desenvolvimento tecnológico; população com altas taxas de escolaridade; trabalhadores especializados; infra-estrutura desenvolvida, entre várias outras vantagens."


[tabela da jornada de trabalho no Brasil em 1978]

quinta-feira, 28 de abril de 2011

GOVERNO CRIA REGRAS PARA A UTILIZAÇÃO DO CHEQUE

O CMN (Conselho Monetário Nacional) aprovou nesta quinta-feira uma série de normas para a utilização de cheques que afetarão bancos, clientes e comerciantes. Entre as regras, está a obrigatoriedade dos bancos disponibilizarem informações sobre os cheques aos estabelecimentos comerciais, como se um cheque foi cancelado, extraviado ou bloqueado.


Hoje, quem presta essas informações são entidades como a Serasa e o SPC (Serviço de Proteção ao Crédito), com algumas informações já repassadas pelas instituições financeiras, como a devolução de um cheque de determinado cliente. Com a decisão de hoje, a responsabilidade por prestar informações aos comerciantes passa a ser dos bancos e o leque de informações será maior.

De acordo com o chefe do Departamento de Normas do BC, Sérgio Odilon dos Anjos, a tendência é que os bancos se organizem e criem uma instituição única ou mesmo contratem as entidades que hoje já existem para atender a essa determinação. As instituições financeiras têm um ano para iniciar o serviço, que poderá ser cobrado dos comerciantes.

"Nós passamos essa obrigatoriedade para os bancos. Não temos dúvida de que isso vai aperfeiçoar a sistemática que tem hoje", afirmou.

TRANSPARÊNCIA

Outra mudança é que, no prazo de um ano, os bancos terão que incluir em todos os contratos já existentes os critérios que utiliza para conceder ou não cheques a um determinado cliente. No caso de novos contratos, a exigência valerá a partir de amanhã.

O CMN deixou livre para cada instituição decidir quais regras utiliza para a concessão de cheque, como já ocorre hoje, mas determinou que os bancos observem se há restrições cadastrais, o histórico de ocorrência com cheques, a suficiência de saldo e o estoque de cheques em poder do correntista.

"Hoje o banco já pode não entregar um cheque para o cidadão, é o banco que conhece o cliente. Agora, vamos transformar isso em mais transparente, em que condições vão dar ou não o cheque para uma pessoa", completou dos Anjos.

SUSTAR

Os bancos terão ainda que exigir um boletim de ocorrência quando o cliente quiser sustar cheque por furto, roubo ou extravio. Atualmente, isso já é feito por alguns bancos, mas ainda não era obrigatório. Depois de sustar o cheque nesses casos, o cliente não poderá reverter a decisão, ou seja, o cheque não poderá ser compensado.

Será impresso nos cheques também a data em que ele foi confeccionado, a exemplo do que faz hoje com a data em que o titular do cheque passou a ser cliente do banco. Para isso, os bancos terão seis meses. A medida tem como objetivo dar mais informações aos comerciantes no momento de receber o cheque. Ele poderá, por exemplo, se negar a aceitar um cheque muito antigo.

Outra norma obrigará as instituições financeiras a informar a seus clientes o nome completo e endereço de uma pessoa ou empresa que depositou um cheque que não tinha fundos. Isso será feito para permitir ao cliente regularizar sua situação junto ao portador do cheque.

FONTE: Site Uol

NORMATIVAS DE UM CURRÍCULO VITAE

Ao elaborar seu currículo, coloque-se no lugar de quem está escolhendo um futuro funcionário. O que você pensaria se encontrasse erros de português no documento ou fotos sensuais do candidato ou candidata? Os exemplos podem parecer bobos, mas esse tipo de equívoco ainda acontece -- e muito.

O currículo é o primeiro contato entre o candidato e o selecionador e deve servir como isca para um convite à entrevista. Por isso, tem que ser claro e objetivo. “Não adianta querer contar a vida inteira no currículo. É preciso resumir as qualificações e colocá-las de forma clara. O dia a dia dos selecionadores é muito corrido e eles não têm tempo de ficar lendo um currículo super extenso”, explica Luiz Pagnez, diretor do site Emprego Certo.

É certo que o currículo deve atrair o potencial empregador, mas não adianta usar de qualidades que não podem ser comprovadas por meio do papel. "É desnecessário colocar habilidades que julga ter, como responsabilidade, proatividade, dedicação", diz a consultora da Cia de Talentos, Fernanda Montero. Segundo ela, esses pontos costumam ser explorados na entrevista por meio de perguntas sobre sua maneira de agir em situações diversificadas.

O que o currículo deve ter

Segundo Pagnez, errar pelo excesso é comum, mas o contrário também acontece. “Não dá pra colocar apenas o nome no currículo e acreditar que o selecionador vai adivinhar o resto”, diz.

O ideal é ter um limite. “Um bom currículo não deve nunca ultrapassar duas páginas”, afirma o especialista em RH, Roberto Caldeira.


Caldeira sugere uma ordem para apresentação dos principais dados no currículo:

Monte seu currículo

- Dados pessoais (nome, endereço e contatos)
- Objetivo profissional
- Histórico profissional em ordem cronológica - da mais recente para a mais antiga (com nome da empresa, segmento, ano de entrada, ano de saída, cargo ocupado e principais atribuições)
- Histórico acadêmico
- Conhecimentos de idiomas e de informática
- Voluntariado

FONTE: Site Uol

TRABALHO EM EQUIPE

O QUE SIGNIFICA TRABALHO EM EQUIPE?

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali.

Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao curral da fazenda advertindo a todos:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!

A galinha disse:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o ssenhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda. O rato foi até o porco e lhe disse:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!

O porco disse:

- Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.

O rato dirigiu-se então à vaca. A vaca lhe disse:
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo?
- Acho que não!

Então o rato voltou para seu canto, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.

Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.

A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.

No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher.

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

Para amenizar a sua febre, nada melhor que uma canja de galinha.

Então o fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.Então para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral.
Então o fazendeiro sacrificou a vaca, para poder alimentar todo aquele povo.

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que: quando existir uma ratoeira todos corremos risco.

"O problema de um é problema de todos - Quando convivemos em equipe."


Colunista: Rodrigo Teixeira
Cidade: Rio de Janeiro
Data: 01/04/2004 16:45:14 h

CÂNDIDATO DEVE DEFINIR O FOCO PROFISSIONAL


A maioria das pessoas que buscam emprego no SineBahia tem idade entre 18 e 25 anos, de acordo com Joviniano Queiroz, gerente do órgão.Para Queiroz, os candidatos a primeiro emprego precisam apresentar um perfil já definido para ter vantagem na hora da seleção. "As pessoas chegam ao órgão sem ter um foco definido, pedindo para trabalhar em qualquer coisa. Isso não é bom. É necessário ter um perfil estruturado", salienta Queiroz, dizendo que os jovens que procuram o primeiro emprego, principalmente, os da escola pública, devem investir também na comunicação textual e verbal e ter conhecimento de informática.
Segundo o gerente regional do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE), Alessandro Salvatore,o estudante precisa decidir em que área da sua futura profissão gostaria de atuar. "Desta forma, o candidato pode verificar quais são as exigências para a vaga, procurando desenvolver as habilidades e conhecimentos necessários que o diferenciem dos demais concorrentes, para ser aprovado em um processo seletivo", destaca.
Para o gerente do SineBahia, é preciso também que o estudante foque em construir uma boa relação de contatos durante o período de estágio. "Essa relação pode contribuir para ingressar no mercado, uma vez que a pessoa que o conheceu no estágio pode indicá-lo para outra colocação", salienta

Artigo Extraído de: Jornal Atarde, edição de domingo 16/08/09

domingo, 24 de abril de 2011

ALGUNS ICÓNES QUE DÃO SUPORTE A ARÉA DA ADMINISTRAÇÃO BRASILEIRA

Max Gehringer, Começou sua carreira como office-boy na antiga fábrica da Cica, em Jundiaí. Graduou-se em Administração de Empresas. Foi escolhido como um dos 30 Executivos Mais Cobiçados do Mercado em pesquisa do jornal Gazeta Mercantil, em janeiro de 1999. Foi um dos cinco finalistas do prêmio Top of Mind em 2005 e 2006 na categoria Palestrante.

Bernardo Rocha de Rezende, conhecido como Bernardinho, forma em Ciências Econômicas, palestrante e escritor.


Idalberto Chiavenato nascido em 1936 no interior do estado de São Paulo, é autor brasileiro na área de administração de empresas e de recursos humanos tendo seus livros utilizados por administradores no Brasil, países da América Latina, Portugal, Espanha e países africanos de língua portuguesa. Atualmente, o Professor Chiavenato atua como conselheiro no Conselho Regional de Administração do Estado de São Paulo (CRA-SP) e Presidente do Instituto Chiavenato de Educação. É um dos autores nacionais mais conhecidos e respeitados na área de Administração de Empresas e Recursos Humanos.

Daniel Godrin e seu filho Daniel Godrin Júnior, juntos formam a dupla que realizam palestras motivacionais, bastante reconhecida em todo território nacional.

GURO DA ADMINISTRAÇÃO BRASILEIRA

IDALBERTO CHIAVENATO. Fundador e Presidente do Instituto Chiavenato, Idalberto Chiavenato é Doutor (PhD) e Mestre (MBA) em Administração pela City University of Los Angeles-CA, EUA, especialista em Administração de Empresas pela FGV-EAESP, graduado em Filosofia/Pedagogia, com especialização em Psicologia Educacional pela USP e em Direito pela Universidade Mackenzie.


É professor honorário de várias universidades do exterior e renomado palestrante ao redor do Mundo.


É reconhecido autor de 39 livros abordando Administração, Recursos Humanos, Estratégia Organizacional, Comportamento Organizacional publicados no Brasil e no exterior.


É conselheiro do CRA-SP e membro vitalício da Academia Brasileira de Ciências da Administração ocupando a cadeira nº 47. Recebeu dois títulos de Doutor Honoris Causa por universidades latino-americanas e a Comenda de Recursos Humanos pela ABRH-Nacional.


Atividades

Fundador e atual presidente do Instituto Chiavenato, conselheiro do Conselho Regional de Administração de São Paulo e candidato na chapa de Roberto Cardoso á vice-presidência do Conselho Federal de Administração em 2011, Idalberto Chiavenato é reconhecido e solicitado palestrante por todo o Brasil, América Latina, Portugal e países de língua portuguesa na África. Ganhador da comenda de Recursos Humanos da ABRH-Nacional e Doutor Honoris Causa na América Latina continua produzindo suas pesquisas e conceitos em administração através de seus livros, muitos deles Best-seller de suas áreas como Teoria Geral da Administração, Gestão de Pessoas e Planejamento Estratégico.

FONTE: Site Administradores


  • Administração para Administradores e Não-Administradores - Ed. Saraiva (2008) 272 páginas
  • Introdução à Teoria Geral da Administração 7ª edição - Ed. Campus (2004) 634 páginas
  • Administração nos Novos Tempos 2ª edição - Ed. Campus (2004) 648 páginas
  • Carreira - Você É Aquilo Que Faz - Ed. Saraiva (2006) 153 páginas
  • Cartas a um Jovem Administrador 2ª edição - Ed. Campus (2007) 164 páginas
  • Construção de Talentos - Coaching & Metoring - Ed. Campus (2002)188 páginas
  • Administração - Teoria, Processo e Prática 4ª edição - Ed. Campus (2006) 408 páginas
  • Administração de Materiais - Ed. Campus (2005) 192 páginas
  • Planejamento Estratégico - Ed. Campus (2004) 415 páginas
  • Administração da Produção - Ed. Campus (2005) 200 páginas
  • Administração de Vendas - Ed. Campus (2005) 200 páginas
  • Teoria Geral da Administração Vol. I 6ª edição - Ed. Campus (2001) 695 páginas
  • Teoria Geral da Administração Vol. II 6ª edição - Ed. Campus (2001) 560 páginas
  • Gestão de Pessoas 3ª edição - Ed. Campus (2008) 624 páginas
  • Princípios da Administração - Ed. Campus (2006) 375 páginas
  • Introdução à Teoria Geral da Administração 3ª edição Compacta - Ed. Campus (2004) 528 páginas
  • Comportamento Organizacional 2ª edição - Ed. Campus (2005) 539 páginas
  • Administração Financeira - Ed. Campus (2005) 116 páginas
  • Recursos Humanos - O Capital Humano das Organizações 9ª edição - Ed. Campus (2009) 522 páginas
  • Administração Geral e Pública 2ª edição - Ed. Campus (2008) 514 páginas
  • Os Novos Paradigmas 5ª edição - Ed. Manole (2008) 422 páginas
  • Gerenciando com as Pessoas - Ed. Campus (2005) 335 páginas
  • Administração Estratégica - Ed. Saraiva (2003) 286 páginas
  • Planejamento e Controle da Produção 2ª edição - Ed. Manole (2008) 138 páginas
  • Escolha seu Futuro - Ed. Saraiva (2008) 192 páginas
  • História da Administração - Ed. Saraiva (2008) 230 páginas
  • Empreendedorismo 3ª edição - Ed. Saraiva (2008) 281 páginas
  • Visão e Ação Estratégica 3ª edição - Ed. Manole (2009) 205 páginas
  • Administração de Recursos Humanos 7ª edição - Ed. Manole (2009) 308 páginas
  • Desempenho Humano nas Empresas 6ª edição - Ed. Manole (2009) 184 páginas
  • Planejamento, Recrutamento e Seleção de Pessoal 7ª edição - Ed. Manole (2009) 176 páginas
  • Remuneração, Benefícios e Relações de Trabalho 6ª edição - Ed. Manole (2009) 246 páginas
  • Treinamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos 7ª edição - Ed. Manole (2009) 210 páginas